Nunca vi tanto maracujá (Passiflora edulis) na vida.
É como se todas as sementes que joguei no chão tivessem feito um pacto secreto de germinar em profusão, todas ao mesmo tempo — e agora o sítio virou uma rede de ramos aéreos com ovos amarelos pra tudo que é lado. Pra cada canto que olho tem um maracujá pendurado me encarando, como quem diz:
Quase nunca vi ninguém comentando sobre isso em 18 anos de projeto. Eu mesmo só fui perceber essa atuação depois de algum tempo cultivando de forma natural, sem “defensivos”.
[01/07/2019] Estou um tanto cansado, ainda sob efeito de tantas informações precisas, contundentes e dissipadoras de quaisquer dúvidas que porventura ainda pudessem existir em meu ser. O seminário foi proveitoso e maravilhoso em todos os sentidos.
Hoje tenho a certeza completa de que essa planta chamada de [ Cannabis sativa ] merece ocupar o seu devido espaço na cultura mundial dos povos.
É uma medicina que atende uma demanda de qualidade crescente, finalmente entendi porque o extrato integral é mais eficaz que qualquer canabinoide isolado, mais estudos trarão a personalização tanto do tratamento como dos teores de cannabinoides e, muito em breve, todos nós poderemos usufruir livremente de seus benefícios, seja plantando para o próprio consumo, seja via associações, seja via comunidades de produtores, seja via produção industrial. Com efeitos psicoativos ou sem.
A luta AGORA é pelo acesso justo, pois as qualidades medicinais estão cientificamente (com)provadas.
Eis algumas doenças que podem ser tratadas com os canabinoides da maconha: dor (dores crônicas), ansiedade, angustia, dispneia, insônia, depressão, náuseas, solidão, autismo, alzheimer, TDAH, esclerose múltipla, fibromialgia, epilepsia, anorexia, câncer, parkinson, glaucoma, diabetes…
Meu conselho, portanto, é: pesquise, informe-se, procure saber se você tem alguma doença tratável com Cannabis Medicinal.
Folhas de Colocasia esculenta, chamada de “taro” em Portugal e “inhame” no Brasil.
Em 22 de abril, 2019 – recebemos a seguinte notícia:
__’ Um homem de 56 anos morreu nesta terça-feira (16), em São José do Rio Preto (SP), com suspeita de intoxicação alimentar. A família suspeita que a morte tenha sido causada pelo suco com inhame cru que ele tomou momentos antes.
A família contou aos médicos que ele começou a passar mal assim que tomou o suco, que seria uma receita caseira para ajudar no tratamento da dengue.’__
Fonte: [ 1 ]
O problema tem a ver com o suco de inhame cru, que tem muitas ráfides de oxalato de cálcio, pequenos cristais em forma de agulhas muito finas. Elas perfuram a superfície da pele, provocam dor, irritação, e dependendo da sensibilidade da pessoa pode haver alguma reação alérgica.
O maior problema mesmo do suco cru são os chamados compostos antinutricionais. São inibidores de proteinase, fitatos, taninos e glucosídeos cianogênicos – todos compostos que normalmente são destruídos durante o processo de cozimento.[2]
Foto: Anderson Porto
⚠️ ✨ Ingere-se o tubérculo do “inhame” (Colocasia esculenta) descascado, lavado, cortado em pedaços e cozido até ficar macio, eliminando assim o oxalato de cálcio.
Política Municipal de Agricultura Urbana e Periurbana – Lei Nº 2030/2019
Institui a Política Municipal de Agricultura Urbana e Periurbana de Matinhos (PMAUP) e dá outras providências
Eis o teor da Lei:
__’ A Câmara Municipal de Vereadores de Matinhos aprova e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º
Fica instituída a Política Municipal de Agricultura Urbana e Periurbana
como parte integrante das políticas desenvolvidas pela Secretaria de
Meio Ambiente, Habitação, Assuntos Fundiários, Agricultura e Pesca, em
harmonia com a política ambiental e urbana de competência de outros
órgãos do Município de Matinhos, com o objetivo de promover em bases
sustentáveis:
I – a segurança alimentar e nutricional e a
garantia do Direito Humano à Alimentação Adequada e Saudável (DHAA) da
população, notadamente as que se encontram em estado de vulnerabilidade
social;
II – ações relacionadas à Educação Ambiental, Agroecologia e Educação para uma alimentação adequada e saudável;
III
– o bom uso do solo na região urbana e periurbana com ações que visem à
inclusão produtiva para fins de subsistência, para a comercialização e
para doação;
IV – o fortalecimento de redes solidárias de produção, de comercialização e o desenvolvimento local e sustentável; e
V – Estratégias, diretrizes, medidas, ações e intervenções que promovam a solução dos problemas e conflitos de uso do espaço em áreas de proteção ambiental no município, bem como a orla marítima, de forma a viabilizar o seu desenvolvimento integrado e sustentável, considerando os aspectos ambientais, socioeconômicos, territoriais e patrimoniais;
Estudo da Embrapa desenvolveu o passo a passo
para a produção de uma farinha de banana-verde de qualidade e com alto
teor de amido resistente, um tipo de carboidrato que se comporta como
fibra no organismo. Esse carboidrato não é digerido, mas fermentado por
bactérias benéficas do intestino grosso, contribuindo para evitar
doenças inflamatórias do sistema digestório e diminuir os riscos de
câncer do cólon intestinal.
Além disso, o amido resistente ajuda a
reduzir a velocidade da liberação dos açúcares do alimento no sangue
(índice glicêmico), prevenindo e auxiliando no tratamento do diabetes
tipo 2. A principal inovação é a utilização do plátano (banana-da-terra)
em substituição às bananas Prata e Nanica na fabricação dessa farinha.
Além do elevado teor de amido resistente, os plátanos apresentam maior
quantidade de matéria seca (porção que sobra dos alimentos após a
retirada de toda a sua umidade) e maior rendimento para a produção da
farinha.
A banana-verde é considerada o alimento não processado mais rico em amido resistente. E, de acordo com as cientistas envolvidas na pesquisa, a farinha é a melhor forma para disponibilizar esse tipo de amido na dieta da população brasileira. É um produto nutritivo e saudável, pois apresenta ainda altos teores de magnésio, manganês e potássio e baixos teores de gorduras e sódio.
Oportunidade para a agricultura familiar
Outra
vantagem da farinha de banana-verde é a sua facilidade de produção, que
requer uma tecnologia simples, criando oportunidades de negócios para
as agroindústrias familiares. A contribuição dessa pesquisa é padronizar
as etapas de produção, que incluem descascamento, fatiamento,
desidratação, trituração e acondicionamento.
Para a produção de
farinha de qualidade (muitas encontradas hoje nos mercados apresentam
baixa qualidade visual e nutricional), as pesquisas estabeleceram
padrões nas etapas de processamento e buscaram utilizar variedades com
grande quantidade de amido resistente.
“Selecionamos três
genótipos de plátanos do nosso BAG e a Terra Maranhão, cultivar de
plátano comercial, pois foram as mais interessantes para a produção de
farinha. Hoje, no Brasil, a farinha de banana-verde é feita usualmente
com Grand Naine, Pacovan, Prata-Anã, que são tipos de banana. Os
plátanos apresentam mais matéria seca, alto teor de amido resistente e
maior rendimento”, explica Reis. O maior diferencial está no rendimento.
Enquanto as bananas Grand Naine, Pacovan e Prata-Anã obtiveram 17,23%,
18,70% e 20,28%, respectivamente, os genótipos de plátanos indicados no
estudo apresentaram valores bem maiores: Chifre de Vaca, 24,31%;
Comprida, 27,71%; Trois Vert, 25,32%; e Terra Maranhão, 25,17%. Por
exemplo, para cada 100 quilos do plátano Terra Maranhão (com casca),
será possível obter 25 quilos de farinha.
Uma razão para o
mercado não utilizar hoje os plátanos como matéria-prima na produção de
farinha de banana-verde é o fato de eles não estarem presentes em todo o
País, com sua produção concentrada no Nordeste e consumidos cozidos,
fritos ou na forma de farinha. A Embrapa vem trabalhando para mudar esse
quadro e aumentar a produção de plátano no País, introduzindo variedades, por exemplo, no Vale do Ribeira (SP), maior região produtora de banana do Brasil.
Reis
diz que para haver uma mudança de paradigma é necessário que o produtor
passe a enxergar a produção de farinha não como mero aproveitamento do
descarte de produção. Ele deve observar, como pontua a pesquisadora, o
conjunto de fatores para a obtenção de um produto de melhor qualidade e
com maior potencial funcional, como a escolha da variedade, o ponto de
maturação adequado, a técnica de secagem, ou seja, todas as etapas
recomendadas na pesquisa, que tem como parceiros a Embrapa Agroindústria de Alimentos (RJ) e a Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS).
Farinha bonita por mais tempo
“O
que a Embrapa está fazendo é mostrar esse passo a passo para a obtenção
de uma farinha de qualidade, com coloração mais clara e atraente,
inclusive utilizando substâncias que previnem o escurecimento, a
oxidação da farinha. Por exemplo, armazenamos essa farinha por quatro
meses em temperatura ambiente, sem tecnologia nenhuma, simplesmente
embalada em uma embalagem plástica normal, barata. A farinha ficou
estável do ponto de vista microbiológico, e a cor, um indicativo de
qualidade do alimento, alterou muito pouco. O teor de amido resistente
não caiu. Enfim, são coisas que vemos faltar no mercado, esse tipo de
padrão de qualidade”, salienta.
A pesquisa indica a utilização da
Terra Maranhão, cultivar facilmente encontrada no mercado. Reis
ressalta que, caso o produtor queira usar outra variedade de plátano,
vai obter um produto com melhor qualidade de qualquer forma, desde que
siga as etapas corretas de processamento.
“Em termos de amido
resistente, por exemplo, se usarmos a Terrinha, variedade de plátano
também facilmente encontrada no mercado, é possível obter 40% de amido
resistente, enquanto a Terra Maranhão chega a 62%”, informa. Ela frisa
ainda que, se houver a padronização do estádio de maturação, temperatura
de secagem, umidade final, forma de trituração, e outros aspectos, o
produtor já terá uma farinha de melhor qualidade visual e nutricional se
comparada às comercializadas hoje.
A farinha de banana-verde encontrada hoje é escura, sem padronização. “Usam-se frutos verdes, maduros, sem qualidade, o que resulta em um produto de péssima qualidade. O nosso papel é mostrar que podemos ter uma farinha de boa qualidade, com uma coloração superatraente, com alto teor de amido resistente e que pode ser aplicada em diversos produtos, visando ao seu enriquecimento nutricional”, acredita Reis.
Primeiramente #ForaTemer! Voto em Fernando Haddad para que exista a possibilidade de desfazer essa imensa bagunça que Temer e outros criaram.
Voto via democracia para que, pela democracia, a democracia seja fortalecida.
Tenho consciência que sou um nada perante ao Universo, mas ainda assim, percebo que a parte que me cabe é dar valor ao imenso mistério que é a Vida.
A minha maior luta é respeitar a criação que tive e entender que nem sempre meus pais foram perfeitos. Entendo o contexto da época em que viveram, como foram formados, como me criaram e o como a sociedade vivia antigamente.
Minha parte é fazer o que puder para honrá-los, respeitando sempre aquilo que entendo como o melhor para a sociedade.
Desde 2002, quando comecei a desenvolver o projeto Tudo Sobre Plantas, portanto há 16 anos, parte do meu dia a dia tem sido ler, estudar e compartilhar informações sobre plantas, meio ambiente e notícias relacionadas.
Acabei por me tornar professor porque percebi que aquilo que estava aprendendo na prática em plantios, estudos e observações, poderia ser de alguma utilidade para as pessoas.
Sempre detestei política e acredito que a sociedade merece soluções que envolvam a opção pela participação direta nas decisões, através de organizações da sociedade civil compostas por pessoas devidamente capacitadas para o exercício da cidadania.
Para que aqueles que acompanham esse dia a dia possam entender meu posicionamento politico atual, a seguir exponho os motivos pelos quais irei votar em #Haddad13.
Voto em Haddad porque ele afirma que vai trabalhar para reforçar os blocos regionais, como Mercosul, Unasul e Celac.
Ele quer aprofundar os acordos bilaterais e multilaterais entre os países que integram os Brics (Brasil, Rússia, Índia e China) para geração de empregos. Ele estabeleceu três áreas para começar a integração com os países latinos e africanos:
– Saúde,
– Educação,
– Segurança alimentar e nutricional.[1]
Atentem para uma coisa… Investimentos e melhorias nessas áreas por si só já são excelentes motivos. O que eu posso fazer, a minha parte, é cobrar que seja cumprido.
Voto em Haddad porque ele é aberto ao diálogo e entende que a política externa se faz pelo caminho da paz, sabendo que reforçar todas as comunidades daqui da América Latina “é essencial para criar um mundo mais equilibrado e menos dependente de um único polo de poder, de modo a superar a hegemonia norte-americana”.
Voto em Haddad para que seja possível criar um dos maiores Bancos de Desenvolvimento do mundo, fortalecendo as relações de amizade e parceria com a África, continente-mãe da Nação brasileira.
Percebo que o mundo ainda depende de petróleo e cada passo na direção de autonomia energética deve ser valorizada.
Acredito que o caminho do Programa de Transição Ecológica, ajudando aqueles que se colocam abertos a um cultivo agroecológico, mas sem meios financeiros para promover essa transição, possam ser incentivados via linhas de crédito (financiamento público de baixo custo para criar e implantar tecnologias sustentáveis[2]) específicas para agronegócios.
Entendo que o tributo sobre emissão de carbono[1,3], aliado à manutenção e ampliação de ressarcimentos pela manutenção das floresta em pé, permitem que as comunidades locais tenham uma fonte de renda ligada a preservação e uso sustentável dos recursos naturais.[4]
Se nós quisermos um país pleno de recursos naturais como água e ar limpos, precisamos proteger e Amazônia e encontrar formas de desenvolvê-la sem destruição.
Segundo o site da IPAM Amazônia, “a floresta Amazônica representa um terço das florestas tropicais do mundo, desempenhando papel imprescindível na manutenção de serviços ecológicos, tais como, garantir a qualidade do solo, dos estoques de água doce e proteger a biodiversidade. Processos como a evaporação e a transpiração de florestas também ajudam a manter o equilíbrio climático fundamental para outras atividades econômicas, como a agricultura”.[5]
Podemos crescer sim, via desenvolvimento inteligente, focando na redução do uso de agrotóxicos, investindo em fontes energéticas renováveis (solar, eólica e biomassa) e barrando a expansão da fronteira agropecuária sobre áreas florestais.
O Brasil pode melhorar seus modelos de agronegócio, com capacitação de produtores e melhora da qualidade de seus produtos agrícolas.
O Brasil pode e deve sim pleitear a liderança nas discussões globais sobre o meio ambiente, seguindo o Acordo de Paris e os 17 objetivos das Nações Unidas para o desenvolvimento sustentável.[2]
Entendo que nenhum país do mundo deve dizer ao Brasil como lidamos com a nossa parte da Amazônia e sim nos auxiliar a mantê-la, todos recebendo em troca os serviços ambientais prestados por ela.
Sobre a promessa de zerar até 2022 a taxa de desmatamento líquido (reflorestar o equivalente à mesma área desmatada) eu acredito que seja pouco tempo para perceber a atuação das políticas de transição, mas se algo for feito nessa direção, já está bom e seria melhor do que vem acontecendo.
Sobre o policiamento rural e investimento em trasporte para escoar a produção, entendo que seria interessante dotar os municípios de centros de abastecimento locais e melhorar as condições de trabalho de toda a polícia.
Enfim… Analisei as propostas dos dois candidatos[2].
Um quer acabar com o Ibama, ICMBio, Conama, unidades de conservação. Outro não, quer trabalhar a preservação do meio ambiente. a partir das instituições que já existem e melhorar o que se tem com os órgãos ambientalistas. As consequências de Bolsonaro para o meio ambiente seriam absurdamente trágicas, possivelmente irreversíveis.
Portanto, exposto meus motivos, a proposta que me pareceu mais coerente com o que tenho estudado sobre estes assuntos é a do Fernando Haddad, número 13.
Uno minha voz à de Therezinha Fraxe, professora e coordenadora do Centro de Ciências do Ambiente da UFAM (Universidade Federal do Amazonas):
– Pedimos a sociedade que estude essas duas propostas para as questões ambientais. Uma quer acabar com órgãos de conservação. Outra quer aumentar e aprimorar o monitoramento.
Saudações agroecológicas!
Anderson C. Porto
Gestor do projeto Tudo Sobre Plantas
Araruama, RJ – Brasil
São 16 anos de pesquisas sobre espécies nativas e cultivadas, registrando fotos e informações em um formato aberto, de acesso público e gratuito.
Além disso, são produzidos conteúdos diários em formado de postagens no Facebook e blog de notícias.
O que pretendo é continuar a fazer o que faço, publicar textos e informações sobre pesquisas e experiências que existem na Internet e comprovar se realmente é verdade, se funcionam, se existe, apresentando as fontes da pesquisa e os resultados.
A ferramente que possibilita o recebimento do apoio é a APOIA.SE, que oferece toda a segurança necessária e permite contribuições de qualquer valor.
As RECOMPENSAS são em geral coletivas, isto é, a/os apoiadora/es ajudam a manter o acesso livre do projeto e quem puderem colaborar com um valor maior mensalmente ajuda no custeio para a produção das postagens e tutoriais.
Como estamos formando um Banco de Mudas e Sementes, o projeto voltará a enviar sementes de espécies interesantes, sempre que estiverem disponíveis.
Com o apoio público, cada pessoa pode ajudar com 3 reais, todo mês, podendo usufruir dessa troca de ideias e apoiando o projeto.
Você gosta do projeto? Sente-se bem em vê-lo crescer? Então participe!
A plataforma aceita contribuições de qualquer valor, por boleto ou cartão de crédito, que podem ser alterados ou cancelados a qualquer momento pelo apoiador.
O inventor da batata do Mc Donnalds, foi chamado de “o pai da enxertia”.
O campo da botânica tem muitos grandes nomes e um deles é o de Luther Burbank, nascido em Lancaster, Massachusetts, a 07 de Março de 1849, e, falecido em Santa Rosa, Califórnia, a 11 de Abril de 1926).[3]
Ele foi um botânico e horticultor norte-americano e tornou-se um dos pioneiros da ciência agrícola. Burbank era tão brilhante que ele conseguiu chegar a criar cerca de 800 cultivares e variedades em todos seus 55 anos no campo. Ele desenvolveu diferentes frutas, grãos, flores, vegetais e variações de grama e também criou uma variedade de cacto que não têm espinhos, que é principalmente usado para alimentar o gado. Ele também inventou o “plumcot”, quando cruzou, naturalmente, damascos e ameixas.
Algumas de suas criações mais conhecidas incluem a papoula do fogo, a Shasta daisy e o pêssego “julho Elberta”. Ele também criou a variedade “Gold Flaming” de nectarina e pêssego em cantaria. Quando se tratava de batatas, ele era bastante ele rei e ele criou uma batata com pele de cor castanho-avermelhada que era na verdade uma variação da Burbank e estava uma variação genética natural. Esta batata russet de Burbank colorida mais tarde foi chamada a “batata Russet Burbank” e é a batata mais comum que é usada na preparação de alimentos em uma escala mais comercial.
Sua vida
Luther Burbank nasceu em uma fazenda em Lancaster, MA, em Mach 7, 1849. Ele realmente não progredir na escola e na verdade só conseguiu ganhar uma educação elementar. Seus pais tiveram 15 filhos, dos quais ele era o 13th. Enquanto não teve muita instrução, ele gostou das plantas que sua mãe tinha em seu jardim, e este pode ser apenas onde formou um interesse em plantas.
Ele perdeu o pai quando ele tinha apenas 21, quando ganhou acesso à sua herança. Ele usou isso para ganhar a posse de uma fazenda de 17 hectares localizada perto do centro de Lunenburg. Foi onde ele veio com a batata Burbank alardeada, dos quais ele detinha os direitos.
Mais tarde sobre, os direitos para sua criação de batata foram vendidos por US $150, que era considerado uma soma considerável durante aqueles tempos. Ele fez usar este dinheiro para fazer uma viagem para Santa Rosa, na Califórnia, no ano de 1875. Foi alguns anos depois ele se mudou para Santa Rosa que ele veio com a batata Russet Burbank e tornou-se tão famoso que é a mais comumente usada em estabelecimentos que comercializam batata fast food. Na verdade, este é o tipo de batata usada por McDonalds para suas batatas fritas.
Quando ele chegou em Santa Rosa, mais uma vez comprou uma fazenda de 4 hectares e foi onde construiu seu berçário e estufa. Ele também estabeleceu campos onde ele conduziu a maioria de seus projetos de cruzamento. Ele foi inspirado pelo trabalho de Darwin, que foi intitulado a variação dos animais e plantas sob domesticação.” Luther Burbank não para por aí embora porque ele decidiu atualizar e mudou-se para comprar outro vastamente maior parcela de terreno que foi cerca de 18-acres grandes. Isto foi em Sebastopol, que estava muito perto de Santa Rosa. É chamada de Gold Ridge Farm.
Desde os anos de 1904 a 1909, ele foi o destinatário de vários subsídios dado pela instituição Carnegie e foi então que ele poderia continuar com seus projetos de hibridação com o apoio de Andrew Carnegie próprio. Alguns dos conselheiros de Andrew Carnegie foram contra Burbank, desde que eles acreditavam que seus métodos não eram muito científicos, mas Andre Carnegie acreditava em Burbank e apoiou-o todo o caminho.
Foi por meio de seus catálogos de planta que Burbank se tornou mais conhecido. O mais famoso desses catálogos foi as Novas criações em frutas e flores , que foi publicado em 1893. Clientes satisfeitos também foram responsáveis por sua fama, porque eles não conseguia parar de falar dele e as coisas maravilhosas que ele poderia fazer com as plantas. Na verdade, ele era tão famoso, que as pessoas simplesmente poderiam não parar de falar sobre ele durante a primeira década do novo século.
Apesar do fato de que ele não tem muito de uma educação, ele era muito prolífico e veio com um número impressionante de cultivares e híbridos. No entanto, não era tudo liso-vela por Luther Burbank porque mais do que alguns membros da comunidade científica foram rápidos a criticá-lo por não ser mais cuidadoso com o seu registo. A comunidade científica é conhecida por suas maneiras de registos meticulosas mas como aconteceu, Burbank estava mais interessado em resultados, em vez dos métodos e isto explica por que ele estava tão relaxado com seus registros. Na verdade, de acordo com um professor da Purdue, esta falta de registos é o que os impede de considerar Luther Burbank, uma cientista, academicamente falando claro.
Seus métodos
Durante toda sua falta de registos, foi um bem sucedido uso individual e feito de uma variedade de técnicas em seu trabalho. Em seus experimentos ele fez usam de muitas diferentes técnicas como a hibridização e a enxertia. Ele também se envolveu em diferentes tipos de cruzamentos de plantas e veio com os produtos mais fascinantes como o plumcot. Quando se tratava de flores, ele usou a técnica de polinização cruzada e selecionou os melhores produtos para procriar mais.
Sua vida pessoal
Por todas as contas, Luther Burbank era um homem de índole tipo que estava interessado em ajudar as pessoas. Ele também era tudo para a educação (talvez porque ele não tinha muita instrução próprio) e deu dinheiro para muitas escolas diferentes. Embora ele foi casado duas vezes, ele não tinha qualquer descendência com qualquer uma das suas esposas. Ele morreu em 11 de abril de 1926, mas antes disso, ele sofreu um ataque cardíaco e passou por complicações gastronómicas.
Na verdade, ele era um homem que contribuiu muito para o mundo e merece todos os elogios que ele recebeu. Cada vez que você requisita batatas fritas em algum fast-food conjunta, você realmente precisa dar um pouco graças a este homem para vir acima com a batata usada para comer. Ele era um homem bem à frente de seu tempo e todas as suas obras são consideradas importantes até hoje.[1]
É considerado como o “Pai da Enxertia”. Durante sua infância, a teoria da evolução de Darwin era ainda bastante discutida. Burbank aderiu a ela com ardor. Queria apressar o processo de evolução das plantas. A seleção natural depende do vento e dos insetos para o transporte de pólen de uma planta a outra. Ele selecionou as melhores plantas e retirou o pólen de umas para depositar em outras. Cultivando apenas as plantas mais fortes ou as que tinham qualidade desejáveis – como frutas doces ou grandes flores– obteria espécies superiores de suas sementes. Também fertilizou uma planta com pólen de outra espécie diferente, aparentada com ela. A flor “Shasta Daisy”, tão conhecida a ponto de ter sido incluída nos bons dicionários americanos, é uma variedade criada por Burbank. Ele a obteve cruzando a margarida inglesa e a japonesa.[3]
batata Russet Burbank
A batata Burbank é exemplo clássico do valor do estudo da hereditariedade nas plantas. Geralmente, os pés de batata nascem de brotos dos tubérculos. As batatas nascidas assim têm origem única. Não há introdução de novos fatores hereditários e as batatas produzidas são todas exatamente iguais. Burbank encontrou um pé de batata que tinha bolsa de sementes (fato bastante raro). Plantou-as e observou os diferentes tipos de brotos que nasceram. Cruzou somente os melhores e obteve uma batata de superior qualidade.
Criações de Burbank
Burbank criou centenas de novas variedades de frutas (ameixa, pêra, ameixa seca, pêssego, amora, framboesa), batata, tomate, flores ornamentais e outras plantas.
Burbank foi criticado pelos cientistas de sua época por não manter qualquer tipo de cuidado com os registros, que são normas na pesquisa científica, e, porque ele estava principalmente interessado na obtenção de resultados e não na pesquisa básica.
Jules Janick, Ph.D., Professor de Horticultura e Arquitetura Paisagista da Universidade de Purdue, escrevendo na World Book Encyclopedia, edição de 2004, diz: “Burbank não pode ser considerado um cientista no sentido acadêmico”.
Em 1893, Burbank publicou um catálogo descritivo de algumas de suas melhores variedades, intitulado Novas Criações em Frutas e Flores (New Creations in Fruits and Flowers). Em 1907, Burbank publicou um “ensaio sobre a educação dos filhos”, chamado O Treinamento da Planta Humana (The Training of the Human Plant). Nela, ele defendeu um melhor tratamento para as crianças e práticas eugênicas, tais como manter o casamento dos primos impróprios (primos segundos) e primos legítimos.
Durante sua carreira, Burbank escreveu ou co-escreveu vários livros sobre os seus métodos e resultados, incluindo seus oito volumes, Como as Plantas são Treinadas para Trabalhar para o Homem (How Plants Are Trained to Work for Man, 1921), A Colheita dos Anos (Harvest of the Years com Wilbur Hall, 1927), Sócio da Natureza (Partner of Nature, 1939), e os 12 volumes Luther Burbank: Seus Métodos e Descobertas e Sua Aplicação Prática (Luther Burbank: His Methods and Discoveries and Their Practical Application).[3]
Metodologia
Burbank fez experimentos com uma variedade de técnicas, tais como: enxertos, hibridação e cruzamento.
Seu legado
O trabalho de Burbank impulsionou a aprovação da Lei de Patentes de Plantas 1930, quatro anos após a sua morte. A legislação tornou possível patentear novas variedades de plantas (excluindo tubérculos de plantas reproduzidas).
Ao apoiar a legislação, Thomas Edison testemunhou perante o Congresso em apoio à legislação e disse que “Esta legislação vai nos dar, tenho certeza, muitos Burbanks”.
As autoridades emitiram Patentes de Plantas # 12, # 13, # 14, # 15, # 16, # 18, # 41, # 65, # 66, # 235, # 266, # 267, # 269, # 290, # 291, e # 1041 a Burbank postumamente.
Em 1986, Burbank foi incluído no National Inventors Hall of Fame. O Luther Burbank Home and Gardens, no centro de Santa Rosa, agora é designado como um Marco Histórico Nacional. Luther Burbank Gold Ridge Experiment Farm está listado no Registro Nacional de Locais Históricos a poucos quilômetros a oeste de Santa Rosa, na cidade de Sebastopol, Califórnia.
A casa em que Luther Burbank nasceu, assim como sua oficina jardim da Califórnia, foram trasladados por Henry Ford para Dearborn, Michigan, e fazem parte do Greenfield Village.
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Traduzido via Google Translate e com compilação de informações das seguintes fontes:
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