Avatar estava certo: as plantas podem se comunicar através do solo

O que era uma ficção pode ser real, segundo estudo conduzido pelo doutor David Johnson da Universidade de Aberdeen, na Escócia. Ele descobriu que as plantas realmente se comunicam umas com as outras através do solo.

A chave para essa comunicação está em um fungo de solo, que atua como um mensageiro Foto: sxc.hu
A chave para essa comunicação está em um fungo de solo, que atua como um mensageiro
Foto: sxc.hu

Quem conferiu o longa-metragem Avatar (2009, James Cameron) deve recordar da floresta conectada apresentada pelo filme. Mas o que era uma ficção, pode ser real, segundo o estudo conduzido pelo doutor David Johnson da Universidade de Aberdeen, na Escócia. Ele descobriu que as plantas realmente se comunicam umas com as outras através do solo.

Outras pesquisas já demonstravam que essa comunicação pode ser feita por meio de vibrações “nanomecânicas” e por liberação de gases invisíveis

O estudo aponta, por exemplo, que quando os vegetais são infectados com certas doenças eles alertam outras plantas próximas para ativar genes que afastam o problema, e a chave para essa comunicação está em um fungo de solo, que atua como um mensageiro.

As pesquisas foram iniciadas após descoberta de pesquisadores chineses em 2010, segundo a revista The Economist. Eles identificaram uma planta de tomate infectada por uma praga que foi capaz de alertar as plantas próximas da fruta, que então, preparam a defesa. Eles só não sabiam como elas conseguiram se comunicar.

A resposta estava nos fungos, descobriram os escoceses, devido à relação simbiótica existentes entre o Reino Fungi e algumas plantas. Esta relação natural permite que as plantas forneçam alimentos aos fungos e eles retribuam com minerais.

Uma das aplicações desse estudo seria na agronomia. Com a teoria é possível que entendam como alguns vegetais poderiam incentivar outros a crescerem e ampliar os resultados da colheita.

[ Clique aqui e acompanhe detalhes do experimento ]

Fonte: [ IBahia ]

Análise Territorial e Políticas para o Desenvolvimento Agrário

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Lançado ontem, em Brasília, o livro Análise territorial e políticas para o desenvolvimento agrário é fruto da parceria ‪MDA‬ e ESALQ – USP.

A publicação, além de dados, conta com mapas e gráficos que retratam o desempenho econômico da produção agropecuária, a aptidão agrícola das terras e o interesse para a conservação ambiental.

Faça o download no link: http://www.nead.gov.br/portal/nead/nead-estudos/download_orig_file?pageflip_id=13632768.

Fonte: [ MDA ]

Extrato de própolis inibe crescimento do câncer de próstata

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O composto extraído da própolis não mata o câncer, mas interrompe sua proliferação por tempo indeterminado. Enquanto isso, ele pode ser tratado de forma menos agressiva com os medicamentos tradicionais. [Imagem: Wikimedia/Abalg]
Éster fenetil do ácido cafeico

Um medicamento natural, sem contra-indicações, extraído da própolis das abelhas inibe o crescimento do câncer de próstata, tanto em cultura de laboratório, quanto em tumores reais em cobaias.

Seu nome é “éster fenetil do ácido cafeico”, ou CAPE (Caffeic acid phenethyl ester).

É um composto isolado da própolis, a resina utilizada pelas abelhas para remendar buracos em suas colmeias.

A própolis tem sido usada há séculos como remédio natural para as mais variadas condições, de dores de garganta e alergias a queimaduras e câncer.

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Em um dia, população de Sorocaba planta 10 mil árvores

A ação ambiental faz parte do Plano Municipal de Arborização Urbana que tem como meta o plantio de 500 mil árvores em Sorocaba até o final do ano. | Foto: Gui Urban

Na manhã de domingo (9), a Prefeitura de Sorocaba, cidade do interior paulista, realizou a 3ª edição do Megaplantio no Parque Natural Municipal Corredores de Biodiversidade – a primeira unidade de conservação do município, localizada na Zona Norte da cidade, próximo ao Parque Tecnológico. Quase mil pessoas compareceram ao evento e plantaram aproximadamente dez mil árvores, das 30 mil unidades disponibilizadas.

Coordenada pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema), a ação ambiental faz parte do Plano Municipal de Arborização Urbana que tem como meta o plantio de 500 mil árvores em Sorocaba até o final do ano. “Mais importante que o ato é o significado dele. Essa é uma ação ambiental que envolve também a questão da cidadania, da participação dos sorocabanos. As pessoas que vieram até aqui e participaram do Megaplantio não vão esquecer nunca mais a sua contribuição para o meio ambiente de Sorocaba. Esse é um dos nossos deveres com o nosso planeta”, destacou o prefeito Vitor Lippi.

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Plantas da Amazónia regulam o clima da região

Plantas libertam pequenas partículas de potássio no ar
(Imagem: Jason Auch)
Vegetação altera a química atmosférica

Segundo um estudo publicado na revista «Science», realizado por uma equipa de investigadores internacionais, as plantas da floresta Amazónia [?], no Brasil, determinam o clima.

O grupo de trabalho recolheu amostras de ar numa torre localizada a 80 metros de altura para analisar no acelerador de partículas norte-americano e descobriu que a vegetação existente na floresta brasileira liberta pequenas partículas de potássio que vão fazer com que chova.

Os cientistas que realizaram a experiência afirmam que 90 por cento das partículas de aerossóis, responsáveis por agregar água atmosférica em gotículas de chuva, contêm essas pequenas doses de potássio.

Os investigadores já sabiam da existência de sais de potássio em suspensão, mas não sabiam qual a sua origem. Consideram que o potássio apenas pudesse estar contido em partículas orgânicas maiores, e só apareceria depois de se degradar e não em pequenas partículas com 20 nanómetros.

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