Em 28 de janeiro de 2026, a Anvisa aprovou uma resolução que amplia o acesso a terapias com cannabis medicinal no Brasil, autorizando a venda de canabidiol em farmácias de manipulação e regulando a produção da planta. As novas regras possibilitam maior acesso a pacientes com variadas condições, mantendo a proibição do uso recreativo.
Após anos de mobilização de associações de pacientes, grupos de defesa da saúde e entidades médicas em todo o Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, em 28 de janeiro de 2026, uma resolução que amplia o acesso a terapias à base de cannabis medicinal, autoriza a venda de canabidiol (CBD) em farmácias de manipulação e estabelece regras para produção controlada da planta no país. A medida representa um marco regulatório relevante no cenário de saúde e de tratamento terapêutico no Brasil, atendendo também a uma determinação judicial para atualizar a regulamentação.
Após a ressonância magnética, o autor faz mudanças na dieta e estilo de vida para melhorar a saúde mental e física, eliminando álcool e carne, e introduzindo suplementos. Com a depressão em meio a dificuldades financeiras e pessoais, descobre na microdosagem de Psilocybe cubensis uma possível solução, experimentando um chá com o cogumelo.
Após receber o resultado[1] do exame de RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DO ENCÉFALO me vieram dúvidas sobre o que eu poderia ingerir (Chás? Óleos medicinais? Suplementos?) ou fazer (Yoga? Tai chi? Pilates?) para promover uma possível melhora em minha condição física e mental.
Eu já havia suspendido a ingestão de praticamente tudo que pudesse me fazer mal: necas de cerveja, cachaça, vinho… Nada de álcool! Também já estou há quase 3 anos sem fumar nicotina (graças a minha decisão e força de vontade) e há meses sem consumir Cannabis por causa do aconselhamento do médico do SUS. (Detalhe(!): em tese a Cannabis poderia me ajudar na minha condição promovendo neurogênese – comento sobre isso mais adiante). Diminuí muito, reduzindo praticamente a zero a ingestão de carnes e açúcar. Passei a ingerir diariamente cápsulas de magnésio treonato e zinco.
Quando veio a doença junto vieram vários acontecimentos – tudo ao mesmo tempo – que me forçaram a pegar um empréstimo com o Nubank e isso me criou mais uma dor de cabeça; afinal o pagamento das parcelas me impede de construir um banheiro úmido cá no sítio com minha renda e a venda de ovos está prejudicada pelo ataque dos cachorros do vizinho Fernando (postei nas redes sociais sobre isso).
E aí não teve jeito; veio a depressão! Sozinho, fazendo as coisas aqui no sítio, me bateu aquela sensação de abandono, de “estou morrendo” e com dívidas e dúvidas sobre ter ou não forças para lutar contra isso. Quem me conhece, ou conhece a minha história de vida, sabe o quanto lutei e continuo lutando de todas as formas possíveis para viver.
Acontece que juntou muita coisa, tudo acontecendo ao mesmo tempo, e isso me fez sentir “uma imensa pena de mim mesmo“. Pensei: “será que tem algo que eu possa tomar para me ajudar a sair dessa deprê?”. E aí vou andando pelo sítio, como tenho o costume de fazer diariamente, e uma possível solução aparece como “mágica” no esterco bovino que eu coletei nos pastos aqui perto.
[01/07/2019] Estou um tanto cansado, ainda sob efeito de tantas informações precisas, contundentes e dissipadoras de quaisquer dúvidas que porventura ainda pudessem existir em meu ser. O seminário foi proveitoso e maravilhoso em todos os sentidos.
Hoje tenho a certeza completa de que essa planta chamada de [ Cannabis sativa ] merece ocupar o seu devido espaço na cultura mundial dos povos.
É uma medicina que atende uma demanda de qualidade crescente, finalmente entendi porque o extrato integral é mais eficaz que qualquer canabinoide isolado, mais estudos trarão a personalização tanto do tratamento como dos teores de cannabinoides e, muito em breve, todos nós poderemos usufruir livremente de seus benefícios, seja plantando para o próprio consumo, seja via associações, seja via comunidades de produtores, seja via produção industrial. Com efeitos psicoativos ou sem.
A luta AGORA é pelo acesso justo, pois as qualidades medicinais estão cientificamente (com)provadas.
Eis algumas doenças que podem ser tratadas com os canabinoides da maconha: dor (dores crônicas), ansiedade, angustia, dispneia, insônia, depressão, náuseas, solidão, autismo, alzheimer, TDAH, esclerose múltipla, fibromialgia, epilepsia, anorexia, câncer, parkinson, glaucoma, diabetes…
Meu conselho, portanto, é: pesquise, informe-se, procure saber se você tem alguma doença tratável com Cannabis Medicinal.
Eis algumas fotos do primeiro dia do Seminário Internacional sobre Cannabis Medicinal, em 29/06/2019.
Excelente organização, temas expostos, debates, conversas e informações. Todos de parabéns!
Presença de várias personalidades do mundo canábico como Sheila Geriz, Cidinha Carvalho, Juliana Paolinelli, Daniel Zarur, Margarete Brito, Denis Burgierman, Gulnar Azevedo, Sidarta Ribeiro, Luciana Boiteaux, Marcelo Cinco etc.
Palestras do mais alto nível sobre cultivo e produção de óleo artesanal, acesso por vias jurídicas, perspectiva terapêutica, o papel das associações, da imprensa, políticas públicas e muito mais.
ILEGAL conta a história de Katiele, uma brasileira que luta para tratar a epilepsia de sua filha de 5 anos com CBD, uma substância derivada da maconha e proibida no país.
O filme é parte do projeto REPENSE, que pretende trazer informação e debate em torno do uso da Cannabis medicinal.
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