A terceira via

Anderson Porto expressa sua dificuldade em participar das redes sociais e propõe a criação de uma plataforma colaborativa, Tudo Sobre Plantas, para compartilhar conhecimento sem restrições de grandes empresas.

Estou sem condições de participar das redes sociais como eu gostaria. A conclusão é inevitável: ou uma coisa, ou outra.

O que quero é construir uma terceira opção, onde eu possa apresentar o que venho observando e aprendendo, sem ficar limitado pelas amarras de Google, Meta, LinkedIn… Sem ditadores ditando o que pode ou não ser divulgado! Ou pra quem..

Algo que seja construído em conjunto mas seja garantido que cada um possa expressar a própria identidade.

Cadastrem-se no portal Tudo Sobre Plantas!
https://tudosobreplantas.com.br/cadastro/

Depois acessem as fichas de espécies! Ex:
https://tudosobreplantas.com.br/Varronia_curassavica/

Em seguida assinem o portal!

Só assim consigo – neste momento – criar suporte financeiro para o que está chegando…

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Anderson Porto, gestor do projeto Tudo Sobre Plantas

Retorno do Tudo Sobre Plantas: Novidades e Metas para 2026

Em dezembro de 2025, o portal Tudo Sobre Plantas foi relançado com 13.231 espécies e 20 mil ainda a serem cadastradas. Com apenas um assinante e 17 usuários, o projeto, liderado por Anderson da Costa Porto após um AVC, visa lançar um aplicativo Android e expandir as funcionalidades em 2026.

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Exemplo de vídeo que irei publicar apenas para assinantes

Anderson Porto expressa sua frustração com a censura nas redes sociais tradicionais, que priorizam conteúdos inúteis e superficiais. Ele está criando uma nova rede social focada em plantas, convidando interessados a se juntarem. Para exemplificar o tipo de conteúdo de sua nova rede, compartilha um vídeo sobre uma armadilha para moscas-de-frutas sob uma mangueira.

Sinceramente? Estou cansado de ter minhas publicações censuradas pelo Facebook, Instagram e Tik Tok…

Chega um momento que estes aplicativos ficam apenas mostrando vídeos INÚTEIS (aka “engraçadinhos”) para gerar dopamina e ocupar nosso tempo, emburrecendo a população trabalhadora.

Estou criando uma nova rede social EXCLUSIVA para falar de plantas e quem quiser participar é só chegar!

Acesse: https://tudosobreplantas.com.br/cadastro/

Ah, sim! O vídeo é sobre o uso de uma armadilha para moscas-de-frutas que coloquei embaixo da mangueira 1, para ver se consigo capturá-las.

A receita que usei irei divulgar em uma nova postagem sobre este assunto, se a experiência der certo – claro!

Abraços ecológico-sustentáveis

Anderson Porto

Cientistas norte-americanos descobriram que Cannabidiol impede metástase de células cancerígenas

Em breve, pacientes diagnosticados com câncer podem não ter mais que temer o risco de tumores se espalharem pelo corpo. Cientistas do Centro Médico Pacífico da Califórnia, em São Francisco, acreditam ter descoberto uma forma de impedir a metástase, que consiste em uma das principais causas da morte de pessoas com a doença.

A substância “milagrosa” é o Cannabidiol ou CBD, um composto derivado da maconha que não possui efeito psicoativo. Os microbiologistas Sean McAllister e Pierre Desprez aplicaram o CBD em células com alta concentração do ID-1, gene cancerígeno responsável pela metástase, e o processo de reprodução celular voltou ao normal.

“O que descobrimos foi que o Cannabidiol pode desativar esse gene”, explicou Desprez ao jornal norte-americano Huffington Post. As células pararam de se difundir e imigrar para outros tecidos.

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Planta do nordeste pode ser a chave para o tratamento da Esclerose Múltipla

por João Mello

Uma das doenças degenerativas mais implacáveis do mundo pode não ser párea para o avelóz, planta milagreira das regiões Norte e Nordeste. Testes em camundongos têm sido extremamente bem-sucedidos

O futuro do tratamento da Esclerose Múltipla pode passar por esses arbustos //Crédito: Divulgação

Uma planta típica do nordeste pode mudar os rumos do tratamento da Esclerose Múltipla. Apesar de ser cedo para alardear uma revolução terapêutica, a descoberta feita por um grupo de pesquisadores brasileiros pode ser comemorada como uma das melhores notícias dos últimos anos para portadores da doença e seus familiares.

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Extrato inibe enzima ligada a reprodução da Leishmania

Por Júlio Bernardes – jubern@usp.br

Duas técnicas foram usadas para obtenção do extrato da semente de pitanga
Na Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP, em Pirassununga, pesquisa mostra que o extrato supercrítico da semente de pitanga (obtido com adição de solvente em condições críticas de temperatura e pressão, formando um gás, depois convertido em líquido) inibe a atividade da enzima arginase, associada ao metabolismo e a reprodução da Leishmania amazonensis, protozoário causador da leishmaniose.

As sementes são um resíduo não aproveitado pela indústria de alimentos e correspondem a 31% do peso total da fruta.

O extrato poderá ser utilizado na produção de fármacos contra a leishmaniose, doença que atinge a população de países tropicais e subtropicais.

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Trabalho de pesquisador brasileiro é destacado na Nature

Por Karina Toledo

Agência FAPESP – Há mais de 20 anos, o pesquisador Paulo Mazzafera tenta criar uma variedade de café naturalmente sem cafeína e viável de ser cultivada em escala comercial. O trabalho foi destacado na revista Nature do dia 15 de março.

Em dois momentos, Mazzafera, professor titular do Departamento de Biologia Vegetal do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), chegou a acreditar que havia alcançado seu objetivo. O primeiro foi em 2004, quando em parceria com Maria Bernadete Silvarolla, pesquisadora do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), descobriu algumas plantas originárias da Etiópia que, graças a mutações naturais, eram livres de cafeína.

Como as plantas eram da espécie Coffea arabica, considerada a de melhor sabor e maior valor comercial, a descoberta parecia promissora. Em publicado na Nature em 2004, o grupo descreveu que as variedades etíopes tinham uma alteração na etapa final do processo bioquímico que transforma a teobromina – substância diurética e levemente estimulante – em cafeína.

“Ficamos extasiados. Sabíamos que as plantas encontradas não eram muito produtivas, mas sendo C. arabica achávamos que seria fácil fazer cruzamentos e transmitir essa característica (a ausência de cafeína) para cultivares mais produtivos”, disse Mazzafera à Agência FAPESP.

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Composto impede avanço de melanoma

Por Karina Toledo

Em pesquisa feita com pele artificial na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, molécula extraída da planta pariparoba barrou a migração das células tumorais da epiderme para a derme
Agência FAPESP – Testes pré-clínicos feitos na Universidade de São Paulo (USP) revelaram que um composto extraído da pariparoba (Pothomorphe umbellata), arbusto originário da Mata Atlântica, é capaz de inibir o desenvolvimento do melanoma e impedir que as células tumorais invadam a camada mais profunda da pele e se espalhem para outros tecidos.

A molécula, batizada de 4-nerolidilcatecol (4-NC), foi testada em um modelo de pele artificial durante o [ doutorado ] de Carla Abdo Brohem, realizado no Departamento de Análises Clínicas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF-USP) com apoio da FAPESP.

A equipe já iniciou a etapa de testes em animais. Os resultados estão em [ artigo publicado ] na revista Pigment Cell & Melanoma Research.

Segundo Silvya Stuchi Maria-Engler, coordenadora do estudo, o melanoma é a forma mais agressiva de câncer de pele e tem origem nas células produtoras de pigmentos, os melanócitos. Dados da literatura científica indicam que de 20% a 25% dos diagnosticados com a doença morrem.

“Se tratado na fase inicial, as chances de cura são altas. Mas quando ele se torna metastático o tempo de sobrevida é curto, em torno de oito meses, pois o tumor é muito resistente às drogas existentes. Medicamentos novos, portanto, são bem-vindos”, disse.

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Efeito químico desconhecido favorece Homeopatia

(reportagem escrita por Andy Coghlan, da revista “New Cientist”, publicada pela Folha de São Paulo, em 08/11/2001)

Uma descoberta ocasional pode desafiar crenças e ameaça reacender o debate sobre se existe base científica para acreditar se a Homeopatia de fato funciona.

Um grupo da Coréia do Sul descobriu uma dimensão inteiramente nova no processo que é talvez o mais simples dos livros de química: o que acontece quando se dissolve uma substância em água e então se adiciona mais água.

O saber convencional diz que as moléculas dissolvidas simplesmente se espalham, afastando-se mais e mais uma das outras à medida que a solução é diluída. Mas dois químicos descobriram que algumas delas fazem exatamente o contrário: elas se agrupam, primeiro como aglomerados de moléculas, depois como grandes agregados.

A descoberta impressionou os cientistas e poderia fornecer o primeiro indício científico sobre como os remédios homeopáticos funcionam. Os homeopatas diluem sucessivas vezes os medicamentos, acreditando que quanto mais alta a diluição mais potente o remédio se torna.

Alguns diluem “infinitamente”, até que não sobre nenhuma molécula no remédio. Eles acreditam que a água mantenha uma memória do ingrediente ativo, que seria mais potente que a molécula em si. Outros usam soluções menos diluídas – geralmente diluindo um remédio seis vezes. O estudo coreano pode finalmente abrir as portas para a reconciliação da potência dessas soluções menos diluídas com a ciência normal.

O químico alemão Kurt Geckeler e seu colega Shashadhar Samal esbarraram no efeito enquanto investigavam fulerenos no seu laboratório no Instituto de Ciência e Tecnologia de Kwangju, Coréia do Sul. Eles descobriram que essas moléculas, também conhecidas como “buckyballs”, continuaram a se agregar em solução.

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Chá de camomila pode baixar a taxa de açúcar no sangue de diabéticos

Por Henrique Cortez, do EcoDebate

A camomila (Matricaria chamomilla), um chá muito popular, pode ser capaz de ajudar a controlar o nível de açúcar no sangue de diabéticos, evitando complicações graves. É o que concluiu um estudo [Protective Effects of Dietary Chamomile Tea on Diabetic Complications] realizado por pesquisadores da Universidade de Aberystwyth, no País de Gales e da Universidade de Toyama, no Japão, e publicada no Journal of Agricultural and Food Chemistry.

“Estes resultados sugerem claramente que o consumo diário chá de camomila com as refeições pode contribuir para a prevenção da evolução da hiperglicemia e das complicações diabéticas”, escreveram os pesquisadores

Pesquisadores alimentaram ratos com diabetes tipo 2, simulando um extrato camomila diariamente durante três semanas, e observaram uma queda de 25% nos níveis de de açúcar no sangue. Com base nestes resultados, os pesquisadores acreditam que camomila, tomada sob forma de chá com as refeições, pode levar a benefícios semelhantes em seres humanos.

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