ACP recomeçou a fazer enxertos em um pés de limão galego, utilizando gemas de limão casca-fina.
Vou recomeçar minhas práticas de enxertos e hoje resolvi fazer dois enxertos em um pé de limão galego que tenho (que irá servir como cavalo) para as gemas (borbulha) de limão “branco”, também chamado de limão “casca-fina”.
Como não tem carrossel (ainda) no sistema de postagens, vou publicar por aqui.
O ar-condicionado retira calor do ambiente e o descarrega para fora, contribuindo para as ilhas de calor urbanas. A solução para o calor pode ser aumentar áreas verdes e melhorar a ventilação natural.
Quando o calor aperta, quase todo mundo pensa na mesma solução: ligar o ar-condicionado. Dentro de casa, o alívio é imediato. Mas existe um detalhe que pouca gente percebe.
O ar-condicionado não “fabrica frio”. Ele faz algo diferente: retira o calor de dentro da casa e o joga para fora. É como varrer a sala e empurrar toda a sujeira para a calçada. A sala fica limpa, mas a sujeira continua existindo — apenas mudou de lugar.
E há mais um detalhe. Para fazer esse trabalho, o aparelho consome energia elétrica. Essa energia também acaba sendo transformada em calor. Ou seja, além de jogar para a rua o calor que retirou do ambiente, ele ainda acrescenta um pouco mais.
Quando uma única casa faz isso, o efeito é quase imperceptível. Mas imagine um bairro inteiro. Depois uma cidade inteira. Milhares ou milhões de aparelhos funcionando ao mesmo tempo acabam despejando uma enorme quantidade de calor nas ruas.
É como se cada prédio tivesse um ventilador apontado para fora, soprando calor para a cidade.
Esse é um dos fatores que ajudam a formar as chamadas ilhas de calor urbanas. Elas não são causadas apenas pelos aparelhos de ar-condicionado. O asfalto, o concreto, a falta de árvores, os automóveis e a pouca circulação de vento continuam sendo os principais responsáveis. Mas os aparelhos também entram nessa conta.
O resultado é um círculo curioso. Quanto mais quente fica a cidade, mais pessoas instalam ar-condicionado. E quanto mais aparelhos ligados, mais calor é lançado para o lado de fora, contribuindo para deixar a cidade ainda mais quente.
É uma solução individual que, quando multiplicada por milhões de pessoas, acaba criando um GIGANTESCO problema coletivo.
Talvez a melhor resposta ao calor não esteja apenas em instalar mais aparelhos, mas também em plantar mais árvores, preservar áreas verdes, usar materiais que absorvam menos calor e construir cidades que aproveitem melhor a sombra e a circulação natural do vento.
A Física nos ensina que o calor não desaparece. Ele apenas muda de lugar. E, muitas vezes, o lugar para onde estamos mandando esse calor é justamente a cidade onde vivemos.
Descubra tudo sobre a folha da fortuna: origem do nome popular, características ornamentais, dicas de cultivo e como cuidar dessa planta em casa.
A folha da fortuna é um nome popular amplamente utilizado no Brasil para designar plantas ornamentais apreciadas tanto pela beleza de suas folhas quanto pelo simbolismo positivo que carregam. O apelo cultural em torno dessas plantas é forte, e elas figuram entre as queridinhas de jardins, varandas e ambientes internos em todo o país.
Por se tratar de um nome popular — e não de um nome científico —, o termo “folha da fortuna” pode ser atribuído a diferentes espécies dependendo da região do Brasil ou do mundo. Por isso, é importante conhecer as características gerais das plantas assim denominadas para identificá-las corretamente e oferecer os cuidados adequados. Neste artigo, reunimos informações relevantes para quem deseja cultivar e conhecer melhor essa planta tão popular.
O que é a folha da fortuna?
O nome “folha da fortuna” é um nome popular, ou seja, um nome vernacular utilizado culturalmente para identificar plantas de forma totalmente informal. Nomes populares como esse são muito comuns na botânica brasileira e variam conforme a tradição regional, o que significa que diferentes comunidades podem usar o mesmo nome para plantas distintas (diferentes).
Mesmo nome popular, nomes científicos diferentes, plantas diferentes.
Esse tipo de nomenclatura popular tem grande valor etnobotânico, pois reflete o conhecimento das populações sobre as plantas ao seu redor. Estudos etnobotânicos realizados em diversas regiões do Brasil documentam como comunidades rurais e ribeirinhas atribuem nomes populares às plantas com base em características visuais, usos culturais ou crenças associadas a elas.
Por essa razão, ao adquirir uma “folha da fortuna”, recomenda-se sempre verificar o nome científico da planta junto ao vendedor ou viveirista, garantindo que os cuidados fornecidos sejam os mais adequados para a espécie em questão.
Características gerais das plantas conhecidas por esse nome
As plantas popularmente chamadas de folha da fortuna geralmente se destacam pela beleza ornamental de suas folhas, que podem apresentar formatos, texturas e colorações variadas. Na botânica, a caracterização das folhas envolve a análise de atributos como o formato geral do limbo foliar, o formato da base e do ápice da folha, além da coloração e da textura da superfície.
Esses descritores morfológicos são amplamente utilizados em estudos científicos de caracterização de plantas. A análise do formato da folha, da base foliar e do ápice foliar são parâmetros fundamentais para identificar e diferenciar variedades e espécies dentro de um mesmo grupo botânico, sendo aplicados, por exemplo, em pesquisas com diversas culturas de interesse agrícola e ornamental.
No caso das plantas ornamentais de interior, como as frequentemente chamadas de folha da fortuna, as folhas costumam ser o principal atrativo, apresentando formas que vão do oval ao lanceolado, com superfícies que podem ser lisas, suculentas ou levemente cerosas, dependendo da espécie.
Plectranthus nummularius, uma das espécies chamadas popularmente de “folha-da-fortuna”. Eu a conheço como “dólar” (ACP).
Condições ideais de cultivo
Para cultivar bem qualquer planta popularmente chamada de folha da fortuna, é fundamental observar as condições ambientais que ela necessita. De modo geral, plantas ornamentais de folhagem preferem ambientes com luminosidade indireta, sem exposição direta ao sol forte, especialmente quando cultivadas em ambientes internos como salas e varandas fechadas.
A rega deve ser feita com moderação, evitando o encharcamento do substrato, que pode levar ao apodrecimento das raízes. O ideal é verificar a umidade do solo antes de regar, inserindo o dedo alguns centímetros na terra: se ainda estiver úmido, aguarde mais um ou dois dias antes de irrigar novamente.
O substrato utilizado deve ser bem drenante, rico em matéria orgânica e com boa aeração. Misturar terra vegetal com areia grossa e composto orgânico é uma prática recomendada para garantir o desenvolvimento saudável da planta. A adubação pode ser feita periodicamente com fertilizantes equilibrados, especialmente durante os períodos de crescimento mais ativo, na primavera e no verão.
A temperatura ambiente também influencia diretamente o desenvolvimento dessas plantas. A maioria das espécies ornamentais de folhagem prefere temperaturas amenas, entre 18 °C e 28 °C, e não tolera bem geadas ou frios intensos prolongados.
Cuidados com SAIs e doenças
Como qualquer planta cultivada em ambientes domésticos ou em jardins, as plantas conhecidas como folha da fortuna podem ser afetadas por SAIs comuns, como pulgões, cochonilhas e ácaros. A prevenção é sempre a melhor estratégia: manter as folhas limpas, garantir boa ventilação ao redor da planta e evitar o excesso de umidade são medidas eficazes para reduzir o risco de infestações.
Em caso de aparecimento de SAIs, a remoção manual dos insetos com um pano úmido ou a aplicação de soluções naturais à base de água e sabão neutro podem ser eficientes em infestações leves. Para casos mais graves, recomenda-se consultar um especialista em horticultura ou agronomia para indicar o tratamento mais adequado.
Doenças fúngicas, como manchas foliares e podridões, geralmente estão associadas ao excesso de umidade no substrato ou à má circulação de ar. Manter o ambiente bem ventilado e evitar molhar as folhas diretamente durante a rega são boas práticas para prevenir esses problemas.
A folha da fortuna na cultura popular brasileira
No Brasil, diversas plantas recebem nomes populares que evocam prosperidade, sorte e proteção, refletindo um rico conhecimento etnobotânico transmitido de geração em geração. Estudos realizados em comunidades rurais e ribeirinhas brasileiras documentam como as populações locais estabelecem relações profundas com as plantas ao seu redor, atribuindo-lhes significados simbólicos e culturais além dos usos práticos.
Esse conhecimento popular sobre plantas tem grande valor cultural e científico, sendo objeto de pesquisas etnobotânicas em diferentes regiões do país, incluindo comunidades da Amazônia, do Nordeste e da Mata Atlântica. Tais estudos revelam a diversidade de saberes locais e a importância de preservar esse patrimônio imaterial.
Independentemente do simbolismo atribuído, cultivar plantas em casa ou no jardim traz benefícios reais ao bem-estar humano, como a melhora do microclima, o aumento da umidade relativa do ar em ambientes internos e o contato com a natureza no cotidiano.
A folha da fortuna representa muito mais do que uma simples planta ornamental: ela carrega consigo tradições culturais, simbolismos e um apelo estético que conquistam jardineiros e amantes de plantas em todo o Brasil. Seja qual for a espécie que recebe esse nome em sua região, o mais importante é identificá-la corretamente e oferecer os cuidados adequados para que ela se desenvolva de forma saudável e exuberante.
Se você deseja cultivar uma folha da fortuna, procure informações sobre a espécie específica junto a viveiros ou especialistas de confiança, garantindo assim o melhor resultado no cultivo. E lembre-se: o verdadeiro segredo para uma planta bonita e vigorosa está nos cuidados diários com rega, iluminação, substrato e nutrição adequados.
Se tem uma coisa que me faz ficar “pensativo” é observar a situação política no mundo – em especial a qualidade dos políticos – e constatar a real de que a vida continuará seguindo inadvertidamente para o curso que as classes dirigentes, vulgarmente chamadas de elites, empurram.
Eles já roubaram e armazenaram todo o conhecimento do mundo, estão criando máquinas para substituir o trabalho braçal, fabricando entretenimento em músicas, textos, imagens, vídeos… com o intuito de deturpar e mentir em profusão, de todas as maneiras possíveis.
É um jogo viciado onde eles estão ensinando máquinas a matar – e nós estamos parados!, assistindo.
Estamos vendo um presidente dizer que quer pegar para isso os recursos nos território dos outros e que se não conseguir na ameaça vai invadir, e matar, e trucidar, e destruir.. etc. E – pasmem! – não há (( NADA )) na situação geopolítica que possa pará-lo.
Seguimos fazendo as coisas da vida como se tal absurdo não fosse absurdo!
Será que foi a pandemia que nos tornou tão insensíveis? Sabe a sensação de quem nunca essa porra vai dar certo?
Como que ainda temos empresários não entendem que é o trabalhador que tem que ganhar mais dinheiro para que possa comprar mais e melhor?
E talvez a pergunta nem seja mais “como”, mas “por quê”. Por que um sistema que depende do consumo insiste em enfraquecer quem consome?
Por que seguimos aceitando como natural uma lógica que nos esgota, nos divide e, ainda assim, se sustenta sobre nós?
Talvez este seja o ponto mais inquietante: não é a ausência de respostas — é a ausência de reação.
Porque, no fim, enquanto nos acostumamos ao absurdo, ele deixa de parecer absurdo. E quando isso acontece, o jogo já não precisa mais ser vencido — ele apenas continua sendo jogado.
E sabe o que é mais doido? É que vai ter gente se perguntando o que isso tem a ver com plantas!
__ Anderson Porto, um idiota de esquerda que insiste em tentar entender.
Digamos que acordar hoje foi… complicado. O calor abafado de ontem, 26/02/26, transmutou-se em muuuuuuuuuita água. E quando chove MUITO as paredes do quarto choram.
Pois é… A poesia me permite viver aqui. Quarto simples, sem janelas, uma só porta. Meu eu e duas gatas, penosas, um cão vadio, mosquitos, sapos, cobras e lagartos. Vagalumes, pássaros, gongolos…
Fui lá na estrada ver como está a água. Quando chove forma poças enormes. Antes, sem o canal, alagava tudo. Falta passar tubulação, essas coisas de prefeitura.
E vem o final de semana…
A previsão por cá é de chuvas até semana que vem. Tem chovido bastante.
O post ensina a preparar caroços de jaca para fazer pudim, detalhando como cozinhá-los e descascá-los, ressaltando sua versatilidade em doces e salgados. Receitas completas estão disponíveis para assinantes.
Que tal fazer um pudim de caroço de jaca?
Anote aí:
🔸dê um “tic”, um pequeno corte na ponta de cada caroço. Isso ajuda a cozinhar mais rápido e de quebra vai facilitar na hora de descascar.
🔸Cozinhe os caroços por 15 minutos na panela de pressão (alta pressão).
🔸Cozinhou? Despeje os caroços numa peneira e em seguida despeje todos numa panela com água gelada.
🔸Aguarde alguns minutos e em seguida vá descascando um por um. Reserve!
Prontinho! Você tem a matéria prima para diversos doces e salgados! 🥰 Pode bater no liquidificador, cortar em pedaços para substituir castanhas em receitas… É bem versátil!
Experimentem, depois me falem!
Abraços!
p0s: sim, a receita do pudim que faço está disponível para os assinantes! Não sabe como se tornar assinante do portal Tudo Sobre Plantas!? Sabe, claro…
A narrativa de liberdade é uma fachada que esconde a concentração de poder econômico em corporações globais.
Chamaram de inovação! Chamaram de disrupção! Chamaram de liberdade digital! No Brasil, sempre chamam de “oportunidade”.
O feudalismo clássico tinha castelos, muralhas e terras demarcadas. O tecnofeudalismo tem data centers, termos de uso e algoritmos. Antes, o senhor feudal controlava o campo; hoje, controla a nuvem. Antes, cobrava tributo em sacas de grãos; agora, em dados, taxas e visibilidade.
O pequeno comerciante brasileiro acredita que “está vendendo online”. Não está. Está pagando pedágio permanente para existir dentro de um marketplace.
Sua vitrine não é sua. Seu público não é seu. Seu alcance depende de um algoritmo (que ele não conhece e que pode mudar a qualquer atualização silenciosa).
Em 11/02/2026, no Google Maps , em Araruama, RJ, aparece o bairro Nossa Senhora de Nazareth todo delimitado, certinho.
Por outro lado, na conta da concessionária Águas de Juturnaíba, o bairro Nossa Senhora de Nazareth (( SUMIU! ))
Por exemplo, uma residência na Rua Princesa Isabel, número 336, aparece na conta de água como se estivesse no bairro OUTEIRO!
Fui lá tentar corrigir isso e me disseram para ir na prefeitura. 🤔 Vou salvar aqui para registro documental: Iremos ver o desenrolar dessa estória de forma pública porque eu já estou ficando de saco cheio… (acp)
Por causa de um app, o do banco Inter, que não estava conectando ao servidor do banco, acabei decidindo por “resetar” meu celular, pois tinha alguma coisa errada e não estava conseguindo descobrir o que era. Melhor começar do zero.
Fiz backup de tudo que consegui lembrar, salvei contatos, textos, fotos… e parti pra danada da missão reset. A experiência me dizendo “se o resto tá funcionando N]AO MEXE!”, rs…
No início (da reinstalação dos aplicativos) comecei a perceber quais criam dificuldades surreais…; – Saca SURREAL!? Tal como exigir além da senha uma foto, depois digital, reconhecimento facial, teste de DNA e o escambau?
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