Em 18 de dezembro de 2025, Donald Trump assinou uma ordem executiva para reclassificar a maconha da Lista I para a Lista III, facilitando sua pesquisa medicinal e acesso a financiamentos. Embora não legalize a maconha federalmente, isso beneficia empresas, mas críticos apontam que não aborda questões sociais ou saúde pública relacionadas à proibição.
Donald Trump assinou em 18 de dezembro de 2025 uma ordem executiva que direciona o Departamento de Justiça dos EUA a acelerar a reclassificação da maconha da Lista I para a Lista III da Controlled Substances Act, resposta à pressão de grupos do setor e parte do lobby por reformas na política federal de drogas. A Lista I inclui substâncias consideradas de alto potencial de abuso sem uso médico aceito; a Lista III agrupa substâncias com uso terapêutico reconhecido e risco moderado, como certos medicamentos controlados. A ação não legaliza a maconha em nível federal, mas altera o enquadramento regulatório sob a lei norte-americana.
Essa reclassificação tem implicações práticas: pode reduzir barreiras burocráticas à pesquisa científica sobre usos medicinais da cannabis e ampliar o acesso a financiamentos e estudos clínicos ao reconhecer oficialmente seu uso terapêutico em diversas condições, como dor crônica e náuseas associadas a tratamentos médicos. O governo afirma que a mudança permitirá uma base de evidências mais robusta para orientar pacientes, profissionais de saúde e formulação de políticas públicas.
O Brasil possui uma biodiversidade impressionante, com muitas plantas ainda a serem estudadas, essenciais para a medicina e cultura. O projeto Tudo Sobre Plantas busca promover o conhecimento sobre flora, técnicas de cultivo e etnobotânica, criando uma rede colaborativa que valoriza a sustentabilidade e a aprendizagem coletiva. Junte-se a nós!
O Brasil abriga uma das maiores biodiversidades do planeta: são milhares de espécies vegetais, muitas ainda pouco estudadas, mas que carregam enorme potencial alimentar, medicinal, ecológico e cultural. Estima-se que cerca de 25% dos medicamentos utilizados mundialmente tenham origem direta ou indireta em plantas, e grande parte desse conhecimento nasceu do uso popular e da observação etnobotânica, que conecta saberes tradicionais à ciência moderna.
Por isso, investir na pesquisa e difusão do conhecimento sobre a flora brasileira não é apenas valorizar nossa história e cultura, mas também abrir caminhos para o desenvolvimento de novas medicinas, alimentos e práticas sustentáveis de cultivo e cuidado.
Eis algumas fotos do primeiro dia do Seminário Internacional sobre Cannabis Medicinal, em 29/06/2019.
Excelente organização, temas expostos, debates, conversas e informações. Todos de parabéns!
Presença de várias personalidades do mundo canábico como Sheila Geriz, Cidinha Carvalho, Juliana Paolinelli, Daniel Zarur, Margarete Brito, Denis Burgierman, Gulnar Azevedo, Sidarta Ribeiro, Luciana Boiteaux, Marcelo Cinco etc.
Palestras do mais alto nível sobre cultivo e produção de óleo artesanal, acesso por vias jurídicas, perspectiva terapêutica, o papel das associações, da imprensa, políticas públicas e muito mais.
Um dos remédios mais utilizados antes e depois de festas e confraternizações é o famoso “boldo”. Só que esse nome popular é dado a diversas plantas diferentes, com propriedades medicinais similares porém efeitos colaterais diferentes.
A espécie [foto1] que cresce em quintais por todo o Brasil é a chamada Plectranthus barbatus.
Conhecida pelos boêmios (para curar ressaca e mal estar) a planta provavelmente foi trazida pelos escravos no período colonial, e é utilizada comumente na medicina popular.
É rica em guaieno e fenchona, substâncias responsáveis pelo aroma da planta.
Suas folhas verdes e aveludadas com margens serradas são utilizadas em chás geralmente feitos da maceração das folhas frescas. Serve como um tônico amargo que facilita o trabalho da vesícula biliar, estimulando a secreção da bílis e favorecendo a digestão de gorduras.
Um chá comum é do tipo abafado (infuso), feito com 3 a 4 folhas e água quente, em xícara média. Tomado por muito tempo pode provocar irritação gástrica.[3,4]
Um “boldo” ainda pouco conhecido [foto2] mas com excelentes propriedades medicinais é o “boldo-africano” (Gymnanthemum amygdalinum).
É um pequeno arbusto empregado na medicina popular como antipirético, laxativo, antimalárico e anti-helmíntico. Além disso, estudos mostram que diferentes extratos do vegetal possuem atividades antioxidante, antimicrobiana e antiparasitária (DUARTE & SILVA, 2013).[2]
Normalmente se utiliza para combater dor de estômago, fígado e náuseas. O sabor do chá é bem mais suave que outros boldos.
Já o “boldo-do-chile” utilizado em chás pela indústria é o Peumus boldus.
“Boldo”, “boldo-do-chile” (Peumus boldus)
É uma árvore que pode atingir 15 metros de altura e só cresce bem em regiões altiplanas, de frio. As propriedades fitoterápicas de suas folhas eram conhecidas das comunidades indígenas sul-americanas que habitavam os Andes chilenos, tornando-se conhecidas mundialmente a partir da colonização européia da América.
Este “boldo”, tomado antes das refeições, ajuda na digestão e nas funções do aparelho digestor. É ótimo para quem tem intestino preso e ajuda a digerir gorduras. As folhas tem boldina, um alcaloide, principal responsável pelas suas propriedades hepatoprotetoras e coleréticas.
Importante ⚠️
Peumus boldus deve ser evitada por que tem problemas inflamatórios nas vias biliares e no pâncreas, cálculos biliares ou hepatite. O seu uso é contra indicado nos casos de gestação, pois o boldo pode gerar problemas na formação do bebê, principalmente nos primeiros três meses.[5]
É bom saber também que as plantas amargas não são indicadas para tratar problemas gástricos (estômago) pois em geral aumentam as secreções ácidas do estômago, podendo portanto agravar gastrites e úlceras pépticas previamente existentes.[4]
Plantação de “hemp” / cânhamo – Foto: autor desconhecido.
Washington, 13 dez 2018 (AFP) – O Congresso dos Estados Unidos aprovou na quarta-feira a legalização do cultivo de cânhamo em grande escala e sua eliminação de uma lista de substâncias controladas.
“Esse
é o ponto culminante de muito trabalho de muitos de nós aqui em
Washington, mas na realidade a vitória é para os produtores,
processadores, fabricantes e consumidores que se beneficiarão deste
mercado em crescimento”, disse o líder da maioria no Senado, Mitch
McConnell.
A medida “legaliza o cânhamo como um produto
agrícola” e o remove da lista de substâncias controladas, enquanto
permite que os pesquisadores solicitem subsídios federais e tornem o
cânhamo elegível para o seguro de cultivos, explicou McConnell.
A
medida foi apoiada por republicanos e democratas, que argumentaram que
se trata de uma oportunidade para os agricultores americanos.
O
projeto de lei foi adotado pela maioria na Câmara de Representantes por
369 contra 47, depois de ser aprovado com folga no Senado (87-13) no dia
anterior.
Para entrar em vigor, a lei ainda precisa ser sancionada pelo presidente Donald Trump.
Hortaliças, tubérculos, leguminosas, ervas… Cada grupo, com suas variadas espécies, tem a melhor época de semear e colher. Observar a natureza é uma das melhores formas de aprender.
Ter uma horta orgânica em casa passou a ser o objeto de desejo de muitas famílias. Se você também deseja produzir alimentos livres de agrotóxicos e frescos, estude o melhor espaço para receber terra onde você mora. Em um canteiro de 3 x 4 metros já é possível iniciar uma pequena produção orgânica.
Importante fazer um breve estudo de horticultura, a começar pelos instrumentos e equipamentos que são necessários, além das noções sobre solo, germinação de sementes, reconhecimento e controle de ervas daninhas e pragas, para então iniciar o projeto da horta da família. Outro fator importante, na opinião de Anderson Porto, pequeno produtor rural e criador do portal Tudo Sobre Plantas, é desenvolver uma leitura mais próxima da natureza. “Observar os ciclos da lua pode ajudar a marcar as melhores épocas de plantio, cultivo e colheita”, ele acrescenta.
Como os ciclos da lua podem ajudar na horticultura
Lua Nova: Melhor época para acontecer a semeadura, o plantio de tudo o que cresce acima da terra. Ideal também para o corte de bambu para construção; colheita e plantio de raízes, tubérculos, rizomas e bulbos; podas gerais para a produção de matéria seca.
Lua Crescente: Nesta época, a seiva sobe para as folhas, concentrando-se nos talos e ramos. Quando também pode ocorrer o plantio de tudo o que cresce acima da terra (tomate, laranja, alface, milho, soja são alguns exemplos). Durante a lua crescente, costuma acontecer a colheita de folhas (medicinais) e, pouco antes da lua cheia, a colheita de cereais. Podas com maior produção de biomassa para adubo verde estão em boa fase. Já no final da lua crescente, costuma ocorrer o corte de madeira para lenha.
Lua Cheia: Perto da lua cheia, as plantas estão com seus aromas potencializados, atraindo animais. No período de maior luminosidade lunar, a seiva está nas folhas. A lua cheia é ideal para a colheita de flores, frutos e folhas, assim como o plantio. Deve-se evitar mexer muito nas plantas, limitando-se a retirar folhas secas e galhos. Podas com maior produção de biomassa para adubo verde estão em boa fase.
Lua Minguante: A seiva desce para as raízes. Boa época para plantio, semeadura de tudo o que cresce abaixo da terra (alho, cenoura, cebola, mandioca, batata, rabanete são alguns exemplos). Podas e corte de árvores e bambus estão em boa fase. Pouco antes da lua nova, é o momento ideal para colheita de sementes. Dê preferência para intercalar adubações de 15 em 15 dias, sendo uma delas durante o último quarto minguante.
Uma ideia que pode ajudar a melhorar o mundo! Iremos compartilhar o excedente dos alimentos, mudas e sementes através de um aplicativo GRATUITO para celulares.
A campanha de financiamento coletivo da REDE SOLIDÁRIA DE ALIMENTOS visa arrecadar fundos para o desenvolvimento de um aplicativo para celulares que funcione como se fosse um “Tinder”, só que para plantas.
A ideia principal é compartilhar o excedende de alimentos, criando uma rede colaborativa de distribuição que forneça alimentos gratuitamente entre vizinhos, familiares, amigos, como também para asilos, creches, igrejas e por aí vai.
O desenvolvimento de um aplicativo que realmente funcione e que promova a oferta e troca de alimentos, mudas e sementes necessita de uma equipe especializada em programação para celulares. E isso não é barato.
O QUE É O PROJETO TUDO SOBRE PLANTAS?
O projeto Tudo Sobre Plantas é um conjunto de ferramentas de pesquisa para ajudar as pessoas em sua busca por informações sobre espécies nativas e exóticas cultivadas.
O portal surgiu através de uma pergunta de seu filho, uma vez voltando da praia, quando ele perguntou sobre uma planta que colheu a folha e Anderson não soube responder, dizendo que iria pesquisar. De lá pra cá passaram-se 14 anos de muitos estudos…
Ele aproveitou um trabalho que fez na faculdade, pesquisou o que existia na Internet e começou um projeto de troca de informações sobre plantas, cadastrando em fichas de espécies tudo aquilo que aprendia.
Disponível a partir de dezembro de 2002, a base de dados, chamada de “Banco de Plantas Notáveis“, vem sendo constantemente aprimorada e atualizada. São atualmente 76 descritores que abrangem a maior parte dos usos, formas de cultivo, cuidados específicos e chaves para identificação.
Exemplo de ficha de uma espécie.
O projeto cresceu e tornou-se uma importante ferramenta de pesquisa e divulgação de informações sobre plantas, aliando o conhecimento científico com a etnobotânica e descrevendo usos empíricos e científicos através de textos que podem ser entendidos por qualquer pessoa.
COMO NASCEU A IDEIA DA REDE SOLIDÁRIA DE ALIMENTOS?
Por mais de 25 anos o gestor do projeto Tudo Sobre Plantas, Anderson Porto, coordenou equipes e desenvolveu sistemas para grandes empresas como Comissão de Valores Mobiliários, Cultura Inglesa, Banco do Brasil, Petrobras.
A ideia do APP nasceu há cerca de 10 anos. Ele criou uma opção para que os usuários marcassem, nas fichas de espécies, quais eram suas favoritas, quais estariam em busca, quais teriam para oferecer… Entretanto, o sistema não funcionava de forma satisfatória por email e foi necessário aguardar que as tecnologias se desenvolvessem e chegarmos nos smartphones e tablets, para poder arrecadar fundos e lançar uma versão que possa ser acessada por qualquer pessoa, de qualquer lugar do planeta, via celular.
QUAL O OBJETIVO DESSA CAMPANHA?
Ao longo desse tempo estudando sobre plantas, em 2011 Anderson resolveu se mudar para uma cidade do interior (Araruama, RJ) e começar uma produção caseira de alimentos, plantando no quintal tudo que fosse possível: hortaliças, frutíferas, temperos…
Anderson Porto, gestor do portal Tudo Sobre Plantas.
Aí aconteceu uma coisa interessante. Ele descobriu que a Natureza produz MUITO, mas muito além do que é possível consumir. Mesmo dando de presente esses alimentos para os vizinhos, família, amigos… ainda sobrava muita coisa.
O objetivo dessa campanha é criar um aplicativo para celular que possibilite doar o excedente de alimentos a quem precisa, garantindo o seu consumo.
Além disso, o aplicativo permitirá que as pessoas conheçam outros cultivadores de sua região e possam também trocar mudas e sementes, aumentando a variedade do que PRODUZEM.
Para quem quer começar a plantar e não sabe como, o projeto Tudo Sobre Plantas fornece também o suporte técnico com informações corretas sobre como plantar, cuidar, adubar, irrigar, quando colher…
COMO AJUDAR?
Acesse a campanha no site BENFEITORIA.COM e escolha uma recompensa, pagando com cartão ou boleto bancário. Após fazer a sua colaboração divulgue para seus amigos, para que mais e mais pessoas possam colaborar.
Para ajudar na divulgação do projeto criamos cartazes em formato A4, para que todos possam imprimir e colar nos quadros de avisos de escolas, faculdades, universidades, igrejas… Onde for possível divulgar.
Este projeto é representado por uma árvore: rumo ao sol, gerando vários frutos e sementes, sempre fornecendo abrigo indistintamente a todos que dele necessitam.
Participe! Seja bem vindo!
O portal Tudo Sobre Plantas é desenvolvido e mantido por seu criador, Anderson C. Porto, analista de sistemas, fotógrafo amador, poeta, amante da Natureza e pesquisador autodidata de espécies de plantas do Brasil e do mundo.
Doenças que previnem: diarreias (Campylobacter) e úlcera de estômago (H. pylori).
Atuação: contém alicina, que é responsável por seu aroma. Estudos da Universidade do Estado de Washington, nos Estados Unidos, mostraram que um derivado da alicina rompe o filme protetor da Campylobacter e muda sua estrutura enzimática até matá-la. A Campylobacter é conhecida por contaminar alimentos e provocar diarreia. “É um indicativo de que o alho pode ser utilizado como antibacteriano natural, além de proteger a comida”, diz Xiaonan Lu, microbiologista e autor da pesquisa. A alicina ainda atua sobre o RNA da H. pylori, causadora de úlceras e do câncer de estômago.
Uso: como tempero de carnes e para refogar pratos quentes.
Quantidade sugerida: 600 mg de alho por dia, o equivalente a 1 dente cru.
2) EQUINÁCEA
É um antibiótico natural, a equinácea ajuda a combater bactérias, vírus, fungos e outros micróbios causadores de doenças. A equinácea estimula de várias formas o sistema imunológico que é fundamental na luta contra as infecções. Além disso, estimula a produção celular de uma substância denominada interferon (um antiviral natural).
Como esses efeitos são relativamente efêmeros, é melhor tomar a equinácea em intervalos frequentes – até de duas em duas horas durante infecções agudas.
A farmacêutica Telma Sueli Mesquita Grandi decidiu reunir cada uma das 383 espécies de plantas medicinais que crescem e vivem em Minas Gerais no livro digital ‘Tratado das plantas medicinais mineiras’.
Independente de geolocalização, a iniciativa é um prato cheio para os adeptos do tratamento alternativo de doenças, já que muitas das espécies catalogadas podem ser encontradas em diversas partes do Brasil.
Além da descrição detalhada de plantas nativas ou cultivadas no estado, o livro reúne informações minuciosas sobre aplicação, toxicidade, preparo, incompatibilidade com medicamentos, nomes populares e até contraindicações.
A autora chama a atenção para o fato de que muitas das propriedades medicinais das plantas estão presentes em partes específicas do organismo, como folhas ou raízes e é importante conhecer com precisão essas peculiaridades.
Ela também ressalta a necessidade de conhecer as formas de preparo indicadas para cada planta. Algumas espécies não podem ser cozinhadas por exemplo senão perdem seus benefícios.
Você sabia que muitos alimentos que consumimos, e jogamos fora, podem ser replantados… PARA SEMPRE?
Pois é, então a melhor coisa a se fazer, para o bem da natureza, do seu bolso, e da sua saúde é apostar em mini-hortas. Separei uma lista dos alimentos mais interessantes para você replantar.
CEBOLINHA
Quando for usar a cebolinha, separe toda a parte branca e mais um pedacinho da parte verde. Coloque dentro de um copo com água, cobrindo cerca de 2,5 cm (a parte branca). Deixe num local ensolarado e dentro de poucos dias, terá cebolinhas novas para usar e não precisará mais comprar. Troque a água todos os dias. Se tiver um quintal, também poderá replantar e terá mais cebolinhas que qualquer Mônica poderia aguentar, até para dividir com amigos, vizinhos e família.
MANJERICÃO
Acho o mais saboroso e o mais cheiroso dos temperos. Separe mais ou menos três pares de hastes, corte-as com uns 10 a 15 cm, escolha as mais bonitas, retire as folhas da parte de baixo, também as flores, deixando apenas algumas folhas na parte superior. Coloque num copo de vidro com água até a metade e deixe num lugar ensolarado, trocando a água de dois em dois dias. Depois, quando as raízes estiverem com o tamanho de 2 cm é hora de replantar num vaso médio, grande ou numa floreira, pois ele precisa de espaço e de sol. Assim terá manjericão por um ano sem problemas, para molhos pesto, pizzas marguerita e qualquer outro prato #delícia. Continue lendo “14 Alimentos que você compra uma vez e replanta para sempre”
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