Pesquisadora desenvolve planta capaz de detectar a presença de explosivos

Perto de determinadas substãncias, vegetal muda da cor verde para a branca

Plantas poderão ser usadas em aeroportos para impedir ataques terroristas



A cientista June Medford, da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, em parceria com o governo americano, desenvolveu uma planta que pode detectar bombas, criando proteínas vegetais que mudam de cor quando perto de substâncias presentes em explosivos.

Os pesquisadores desenvolveram um programa de computador para manipular as defesas naturais do vegetal, induzindo-o a reagir às substâncias químicas dos explosivos. Quando perto desses materiais, a planta altera sua coloração do verde para o branco. De acordo com a professora, as habilidades dessas plantas para detectar explosivos são superiores às dos cães farejadores.

Fonte: [ PEGN ]

Cientistas decifram o DNA do cacau crioulo

O genoma de uma variedade de cacau chamada crioulo foi decifrado, o que permitirá reforçar a resistência dessa árvore às doenças e melhorar a qualidade do chocolate, segundo um estudo publicado neste domingo pela Nature Genetics.

O cacau crioulo é uma variedade oriunda de Belize que talvez descenda das primeiras árvores plantadas pelos maias há mais de dois mil anos.

“Um dos principais problemas do cacau é que cerca de 30% da produção se perde por causa das doenças fungicidas”, explica Xavier Argout, um dos autores deste trabalho coordenado pelo Centro de Cooperação Internacional de Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (CIRAD, sede na França).

O cacau crioulo, que serve para a fabricação do chocolate fino, não representa mais que 5% da produção mundial, mas “cada vez mais pessoas querem ter acesso a esse tipo de cacau”, enfatizou o cientista.

Continue lendo “Cientistas decifram o DNA do cacau crioulo”

A História da Cana-de-açúcar – Da Antiguidade aos Dias Atuais

BeteBrito.com
A cana-de-açúcar é, talvez, o único produto de origem agrícola destinado à alimentação que ao longo dos séculos foi alvo de disputas e conquistas, mobilizando homens e nações. A planta que dá origem ao produto encontrou lugar ideal no Brasil.

Durante o Império, o país dependeu basicamente do cultivo da cana e da exportação do açúcar. Calcula-se que naquele período da história, a exportação do açúcar rendeu ao Brasil cinco vezes mais que as divisas proporcionadas por todos os outros produtos agrícolas destinados ao mercado externo.

– ANTIGUIDADE –

Foi na Nova Guiné que o homem teve o primeiro contato com a cana-de-açúcar. De lá, a planta foi para a Índia. No “Atharvaveda”, o livro dos Vedas, há um trecho curioso: “Esta planta brotou do mel; com mel a arrancamos; nasceu a doçura…..Eu te enlaço com uma grinalda de cana-de-açúcar, para que me não sejas esquiva, para que te enamores de mim, para que não me sejas infiel“. A palavra “açúcar” é derivado de “shakkar” ou açúcar em sânscrito, antiga língua da Índia.

Continue lendo “A História da Cana-de-açúcar – Da Antiguidade aos Dias Atuais”

CIB faz considerações a respeito de publicação sobre canola transgênica

Sobre matéria a respeito da canola transgênica [LINK]

Caro Anderson,

No que se refere às informações publicadas em 7 de agosto, baseadas no artigo “Evidências do Estabelecimento e Persistência de Populações de Canola Geneticamente Modificada nos Estados Unidos[1], existem importantes considerações a serem feitas que podem invalidar as conclusões tiradas no estudo em questão.

O artigo afirma que o fato de terem sido encontradas à beira da estrada plantas de canola que apresentavam características geneticamente modificadas indicava que essas plantas teriam a capacidade de se reproduzir livremente mesmo em ambientes não agrícolas. Sobre esse ponto, é essencial ressaltar que é possível que plantas cresçam inadvertidamente, visto que as sementes podem ser levadas pelo vento, cair dos veículos que as transportavam ou ser transportadas por pássaros. Entretanto, esse fenômeno não é, em absoluto, específico das lavouras e plantas provenientes da biotecnologia. Pode ocorrer, como ocorre, também com variedades convencionais.

Continue lendo “CIB faz considerações a respeito de publicação sobre canola transgênica”

Sequenciamento genético do trigo é anunciado por pesquisadores britânicos

por Ascom

O mapeamento do genoma da planta é tido como o mais significativo avanço na produção da cultura em 10 mil anos

Desde a primeira vez em que o trigo foi cultivado, há mais de 10 mil anos, o sequenciamento do genoma da planta está sendo considerado como o mais significativo avanço para a agricultura, de acordo com artigo publicado no jornal inglês The Independent desta sexta-feira.

Como resultado da descoberta, novas variedades de trigo resistentes a doenças podem estar disponíveis até 2015. As vantagens, segundo os pesquisadores, incluem a possibilidade de redução no preço do pão e a produção de um alimento mais seguro e saudável.

Continue lendo “Sequenciamento genético do trigo é anunciado por pesquisadores britânicos”

Bunkers do novo milênio

No mundo todo, mais de 1.500 bancos de sementes guardam espécies úteis ao homem, tanto para alimentação quanto para obtenção de matéria-prima

Karina Ninni – Especial para O Estado de S.Paulo

Cláudio Melo/Divulgação
No século 20, a humanidade perdeu três quartos de suas espécies de cultivo, as chamadas sementes “crioulas”, que não sofreram modificações em laboratório e eram a base da agricultura tradicional há 50, 60 anos. Para conter essa perda vertiginosa de biodiversidade, institutos de pesquisa e entidades civis mantêm “ilhas” de preservação da diversidade genética, que garantem a sobrevivência de espécies usadas na alimentação e na extração de matéria-prima. O planeta tem hoje mais de 1.500 bancos de sementes ou germoplasma (que armazenam partes da planta usadas para reprodução).

O mais ambicioso desses projetos foi inaugurado em 2008 numa montanha gelada do arquipélago de Svalbard, Noruega, perto do Polo Norte. Apelidado de “Cofre do Juízo Final“, guarda mais de meio milhão de amostras em sua estrutura metálica na neve.

Continue lendo “Bunkers do novo milênio”

Dráuzio Varella e a Fitoterapia no Brasil

por Prof. Douglas Carrara

Sou antropólogo e pesquisador de medicina popular e fitoterapia há vários anos no Brasil. Imaginem a surpresa e a indignação ao ler a matéria na revista Época de Agosto/2010 sobre a prática da fitoterapia no serviço público no Brasil. No entanto é necessário agradecer ao Dr. Dráuzio Varella pela iniciativa. Agora temos um representante da indústria farmacêutica com quem dialogar. Sinal dos tempos! A fitoterapia e o projeto Farmácias Vivas já começam a incomodar e a causar prejuízos à indústria farmacêutica …

Analisando os países mais avançados do mundo e que utilizam em grande escala os medicamentos produzidos pela indústria farmacêutica, verificamos que os resultados obtidos pela medicina considerada científica são pífios. Os Estados Unidos possuem os índices de câncer de mama e de próstata mais elevados do mundo. Em 1993 haviam nos EUA, 8 milhões de diabéticos, uma das mais altas do mundo. Com relação às doenças cardio-vasculares também os americanos são campeões. Nesse país onde se utiliza a “medicina de rico”, no entender esclarecido do Dr. Dráuzio Varella, os pacientes são tratados com medicamentos de última geração e equipamentos modernos de alto custo. Investe-se muito em medicina e quase nada em saúde da população.

Por outro lado, nos países onde se pratica a “medicina de pobre”, para citar novamente o ilustre médico Dr. Dráuzio Varella, os índices de doenças degenerativas, tais como, cânceres, doenças cardio-vasculares, diabetes, são baixíssimos. Nos EUA, ocorrem 120 casos de câncer de mama por 100.000 habitantes, enquanto na China apenas 20.

Inclusive as imigrantes chinesas que vivem nos Estados Unidos, acabam atingindo os índices absurdos e epidêmicos da população americana. Em São Francisco, a cada ano surgem 160 casos de câncer de mama por 100.000 habitantes que migraram da cidade de Xangai, na China, enquanto, na mesma faixa etária, as que permaneceram, apenas 40 casos surgiram da mesma doença.

Portanto a medicina avançada dos países do primeiro mundo não colabora em nada para promover a saúde de seus habitantes. Por que então importarmos a mesma medicina que não se preocupa com a promoção da saúde e que parece considerar a doença um negócio melhor do que a saúde?

Continue lendo “Dráuzio Varella e a Fitoterapia no Brasil”

Por que assinar o projeto Tudo Sobre Plantas ?

Para se cadastrar, <<< [  CLIQUE AQUI ] >>>

Ao longo de 08 (oito) anos de projeto, testamos várias fórmulas para tentar criar um projeto que se mantivesse “sozinho“, sem ajuda financeira de empresas patrocinadoras.

Vejamos as tentativas:

Continue lendo “Por que assinar o projeto Tudo Sobre Plantas ?”

Grupos de Estudos sobre Plantas

por Anderson Porto

Uma das formas mais dinâmicas para quem gosta de fazer novas amizades e trocar experiências é participar de grupos ou listas por email. Você se inscreve em um grupo onde os participantes mandam mensagem para o endereço de email do grupo/lista e todos os participantes recebem a mensagem.

As características de um grupo de email diferem de um fórum, por exemplo. Neste o participante cria um tópico e aguarda alguma resposta de outro participante que acessa o tópico para responder.

Já nos grupos / listas, quando alguém envia uma mensagem, todos os participantes recebem aquela mensagem. Aí, quando alguém responde, a resposta também é enviada para todos os participantes.

Continue lendo “Grupos de Estudos sobre Plantas”

Alemanha estuda proibir patentes de animais e plantas para alimentação

EFE – O Estado de S. Paulo

O governo federal alemão pensa em proibir por lei as patentes de animais e plantas destinadas à alimentação. O objetivo é manter a diversidade dos recursos genéticos. “Há limites que não devem ser ultrapassados”, afirmou a ministra da Agricultura da Alemanha, Ilse Aigner, ao semanário Der Spiegel. Segundo a ministra, os agricultores e criadores de gado não devem ter seu trabalho limitado por patentes biológicas.

A iniciativa da ministra alemã tem lugar pouco antes que o Escritório de Patentes Europeias, com sede em Munique, também na Alemanha, decida no final do mês que vem se aceita patentes de tomate e de brócolis que protegem técnicas de cultivo e as plantas resultantes das mesmas.

Tanto Aigner como o partido de oposição social-democrata não se opõem às patentes de técnicas de cultivo, mas sim às dos organismos resultantes. Tradicionalmente, as variantes de plantas e animais podem ser criados livremente.

Fonte: [ Estadão ]