Agrotóxicos – Você sabe o que está comendo?

A segurança alimentar no Brasil realmente é um assunto muito sério e precisamos prestar mais atenção e participar ativamente desse assunto, pois isso diz respeito àquilo que comemos e damos aos nossos filhos.

Estaremos analisando a produção em massa de diversos alimentos que comumente estão à mesa dos brasileiros.

Começaremos hoje analisando a produção de tomate, que utilizamos quase que diariamente na forma de salada ou como molho em nosso “santo” macarrão de domingo.

Nós tivemos acesso aos produtos utilizados pelos agricultores na produção de tomate da região de Goiás. Esse produto na sua grande maioria é enviado para as indústrias na fabricação de molhos e derivados.

Tomamos como exemplo um caminhão de tomates que chega da lavoura diretamente para a indústria.

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Nanoemulsão de óleo de arroz alivia inflamações da pele

Por Sandra O. Monteiro –
sandra.monteiro@usp.br

Partículas nanométricas da emulsão permitem melhor penetração do produto
Composto formado por inúmeras partículas que medem entre 50 e 200 nanômetros (nm) à base de óleo de arroz (obtido do farelo de arroz e usado na composição de protetores solares e hidratantes), promove a melhora da hidratação e da oleosidade da pele de pessoas diagnosticadas com dermatite atópica ou psoríase.

A substância, que contém água, óleo e tensoativo (produto que possibilita a mistura de água e óleo) tem a superfície de contato com a pele aumentada devido às minúsculas partículas que a formam.

Ela atua como antioxidante e adjuvante no tratamento da pele ressecada de quem tem uma ou outra doença, pois ajuda na formação de uma proteção maior à camada mais externa da pele, além de evitar processos inflamatórios e reduzir a utilização de corticosteróides (hormônios sintéticos que inibem a inflamação).

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Fungos introduzidos em raízes de mudas de árvores podem acelerar reflorestação

Estudo está a ser realizado na Escola Superior de Biotecnologia (Universidade Católica, Porto)

A introdução de fungos tem sido feita em pinheiros-bravos

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A introdução de fungos nas árvores a plantar depois de um incêndio pode ser uma das soluções para acelerar a reflorestação. Esta é uma das conclusões prévias do estudo que está a ser desenvolvido por investigadores na área da Biotecnologia Ambiental da Escola Superior de Biotecnologia, da Universidade Católica (Porto).

 

Tendo como objectivo perceber de que modo é possível acelerar a reflorestação em solos queimados, o estudo, liderado por Paula Castro, envolve a aplicação de determinados fungos seleccionados (fungos ectomicorrízicos) como facilitadores deste processo.

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Com prós e contras, CTNBio vota hoje liberação comercial de feijão transgênico

A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) deve decidir hoje (11) sobre a liberação comercial de feijão geneticamente modificado. As variedades, produzidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), são resistentes ao vírus do mosaico dourado, principal praga da cultura do grão no Brasil e na América do Sul.

O pedido de liberação foi feito em dezembro de 2010 pela Embrapa e é o segundo item da pauta de votações de hoje da CTNBio, responsável pela liberação comercial de organismos geneticamente modificados no Brasil.

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Pesquisa identifica de matérias-primas para produção de óleo e produtos fitoterápicos

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo, Fapes, está apoiando uma pesquisa sobre identificação de matérias-primas vegetais com potencial econômico para produção de óleo e produtos fitoterápicos.

O projeto é coordenado pelo pesquisador do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), José Aires Ventura, que realiza a análise de plantas como a arnica, aroeira, boldo baiano, agriãozinho do Pará e malva. Através do conhecimento maior da composição dessas plantas é possível determinar quais os princípios ativos e como estas matérias-primas podem ser utilizadas.

José Aires destaca que algumas dessas plantas já são conhecidas por suas atividades antibacteriana e antifúngica. Este projeto abrange áreas como agronomia, botânica, química, farmácia, medicina e odontologia. No caso da aroeira, por exemplo, esperamos que através da caracterização multifuncional da planta e do óleo obtido de seus frutos e folhas, consigamos agregação de valor à matéria-prima vegetal, com o desenvolvimento de novos produtos químicos e o crescimento da indústria química capixaba, disse o pesquisador.

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O nome é diferente, mas o plástico é o mesmo

As garrafas de Coca-Cola e de Pepsi, mesmo feitas a base de plantas, ainda prejudicam o meio ambiente.

Por: O Tao do Consumo

Será que o plástico feito com material vegetal é melhor? Em março, a Pepsi divulgou para a imprensa “a primeira garrafa feita 100% a base de plantas, uma garrafa PET feita com fontes renováveis”. Em seguida, a Coca devolveu: “Odwalla, do grupo Coca-Cola é a primeira indústria a comercializar embalagens feitas 100% a base de plantas”.

As manchetes seguintes foram ainda mais fortes: “Garrafas da Pepsi: agora sem plástico” (Christian Science Monitor), “Pepsi pressiona mercado com garrafas feitas a base de plantas, uma garrafa 100% sem plástico” (GreenBiz), “Coca-Cola está desenvolvendo garrafas de plástico reciclado e materiais vegetais” (Guardian). No mês passado a Coca-Cola lançou um comercial para sua água mineral Dasani argumentando que a embalagem feita com material vegetal foi desenvolvida para “fazer a diferença”.

Mas, apesar de todo o barulho, as garrafas a base de plantas ainda resultam no velho e conhecido plástico. As empresas simplesmente substituíram combustíveis fósseis (como o petróleo e o gás natural) pelo etanol.

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Presidente da CNTBio vai beber glifosato?

OS AGROTÓXICOS E AS SEMENTES TRANSGÊNICAS

Prof. Athen Teixeira Filho, da UFPEL, Pelotas-RS, junho de 2011

“Agrotóxico” é um tema sobre o qual poderíamos debater horas ou dias, manifestar opiniões favoráveis ou contra, recomendar o uso ou não, entretanto, independente deste fato, eles são o que são; venenos sintéticos de alta potencialidade produzidos pelo homem para “matar pragas”. Aliás, como negar o óbvio expresso no próprio nome? São biocidas – matam tudo o que tem vida!

Também é fato que “o mundo tem fome”, precisa ser alimentado e várias vezes ao dia. Não obstante, os informados sabem que a produção de alimento atende esta demanda global. Então, por que ainda tem gente morrendo de fome (de crianças ainda em úteros, suas mães, até velhos)? A resposta, tão simples quanto desumana, é que os governos/empresas não têm interesse/estrutura/não se preparam para a distribuição deste alimento produzido.

Em alguns casos, como em grande parte da parcela de grãos que o agronegócio nacional produz, a preferência é de alimentar animais. Some-se a isto o fato de que, hoje, “grãos” não servem só para alimentar, mas passou a ser uma coisa chamada “commodity”, que equilibra ou desequilibra a “balança comercial”. É negócio!

A argumentação que discute diferenças entre “volume” e “quantidade” não passa de tergiversação e discurso ilusório. As doses são abusivas, criminosas, desproporcionais e só atendem os interesses delituosos das empresas.

“Pragas” surgem em ciclos biológicos naturais ou por conta do desfrute equivocado de plantios (mais comum), como nas lavouras comerciais (monocultivos) que destroem o equilíbrio predador/predado. Muitas “pragas”, assim como as “plantas invasoras”, são, na realidade, elementos próprios e fundamentais à vida de determinados biomas. Elas têm sua designação alterada visando enganar os menos atentos. Puro engodo de espertalhões.

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Embrapa obtém primeiras plantas transgênicas de cana-de-açúcar

Rótulo de um produto transgênico
Autor: Assessoria

A Embrapa anuncia nesta terça-feira (24), às 10h, durante a solenidade de comemoração dos cinco anos da Embrapa Agroenergia, em Brasília, a obtenção de plantas transgênicas de cana-de-açúcar. São as primeiras plantas transgênicas confirmadas tolerantes à seca com o gene DREB2A. As perdas em cana-de açúcar devido à seca podem variar de 10% a 50 %, dependendo da região de cultivo e da época de plantio.

Estas plantas foram selecionadas em laboratório e, dentro de três meses, estarão em estágio de multiplicação in vitro para serem avaliadas em casa de vegetação. Até maio de 2012, terão sido avaliadas quanto às características de tolerância à seca. Após estes processos, aquelas plantas que apresentarem melhor desempenho, tanto agronômico quanto das características pretendidas, terão potencial de avaliação a campo mediante aprovação de processo junto ao Comitê Técnico Nacional de Biossegurança (CTNBio).

Este é um trabalho realizado em parceria entre a Embrapa Agroenergia (Brasília/DF) e a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília/DF), que possui laboratórios com características exigidas pelas normas da CTNBio para estudos com organismos geneticamente modificados. A Embrapa conta com o apoio também da Japan Internacional Research Center for Agricultural Sciences (Jircas), empresa de pesquisa vinculada ao governo japonês.

Após o anúncio, os pesquisadores estarão disponíveis para conceder entrevistas. As imagens das plantas in vitro poderão ser feitas nos laboratórios da Embrapa Recursos Genéticos.

Fonte: [ Agronotícias ]

O plástico "verde" do Brasil

Cada vez mais, são desenvolvidas variedades de plástico feitas de matéria-prima renovável. No Brasil, o aproveitamento de sobras vegetais da indústria canavieira pode gerar uma produção sustentável.

Bioplástico encontra cada vez mais aplicações
Quase já não é possível imaginar o nosso mundo sem plástico.

Até mesmo quando se trata de conservação ambiental, essa espécie de “matéria-prima da vida moderna” também possui um papel importante. Por motivos bastante óbvios: o plástico convencional provém, em sua maioria, do petróleo.

De todos os estoques mundiais do óleo bruto, cerca de 4% são destinadas à fabricação do produto.

Durante o processo industrial, são liberados na atmosfera seis quilos de CO2 para cada quilograma de plástico produzido.

Considerando ainda o ritmo acelerado com o qual as reservas naturais de petróleo estão se extinguindo, logo se conclui o porquê das alternativas sustentáveis ao plástico terem sido tão bem-sucedidas nos últimos anos – especialmente na indústria de embalagens.

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Etanol celulósico

Por Da Redação – agenusp@usp.br

A Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP oferece no próximo dia 10, às 14 horas, palestra com professor João Atílio Jorge do Instituto de Estudos Avançado de Ribeirão Preto (IEARP) da USP.

O professor abordará temas como a produção de biocombustíveis a partir da biomassa celulósica, uma alternativa às fontes convencionais de energia. O professor explica que na natureza, a celulose é degradada rapidamente por ação sinérgica de diferentes celulases, provenientes de vários microrganismos. “Atualmente, acredita-se que a degradação eficiente da celulose em laboratório só ocorrerá com a formulação de coquetéis enzimáticos”. O laboratório coordenado pelo professor Jorge tem se dedicado à procura por fungos visando a formulação de um coquetel eficiente na hidrólise de resíduos lignocelulósicos.

O evento é gratuito e dirigido ao público em geral, não há limitação de participantes ou mesmo necessidade de inscrição. A palestra acontecerá ocorrerá no salão de eventos do centro de informática da FFCLRP, que fica na Avenida Bandeirantes, 3900.

>> Mais informações:
(16) 3602-3503/3522/3525, com Vânia,
email imprensa.rp@usp.br
site www.ribeirao.usp.br

Fonte: [ Agência USP de Notícias ]