Abacaxi (Ananas comosus)


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SINDYA N. BHANOO
DO “THE NEW YORK TIMES”

As árvores possuem muito mais raízes do que precisam para capturar nutrientes do solo, diz Ray Dybzinski, ecólogo da Universidade de Princeton (EUA). Mas para que servem essas raízes extras?
Usando um software para prever os padrões de crescimento em florestas ao longo do tempo, Dybzinski e seus colegas afirmam que as raízes superabundantes funcionam como armas para evitar o crescimento de outras árvores.
Criar raízes exige energia, e a abordagem mais “eficiente” seria cada árvore ter apenas a quantidade suficiente para capturar a água e os nutrientes de que precisa.
Continue lendo “Árvores criam raízes em excesso para usá-las como armas, diz ecólogo”

Escravo e órfão de nascença, foi recolhido por Féréol Bellier Beaumont que o iniciou na horticultura e botânica. Em 1841, com apenas doze anos, descobriu o método prático para a polinização da Baunilha (Vanila), um procedimento que revolucionou a cultura deste tempero permitindo que Reunião se tornasse, por um tempo, o primeiro produtor mundial, e o berço divulgador de um novo conhecimento técnico. A fecundação artificial da Vanila foi realizado originalmente por Charles Morren em 1836.
Por ser uma criança, negro e escravo, a paternidade da descoberta foi rapidamente impugnada. O autor do grande desenvolvimento inicial do atual Jardim do Estado de Saint-Denis, o botânico Jean Michel Claude Richard pretendeu alegar ter ensinado a técnica ao escravo três ou quatro anos antes. O jovem Edmond foi vigorosamente defendido por Ferréol Bellier Beaumont, pelo naturalista Volsy Focard e por um certo Mézières de Lépervenche. Apesar deste apoio, a controvérsia persistiu, mesmo após a morte dos dois protagonistas.
Com a abolição da escravatura, em 1848, foi dado ao ex-escravo o sobrenome “Albius”, em referência a cor branca (alba) da flor da vanila. No inicio do século XX, um artigo de imprensa chegou até à afirmar, sem razão, que Edmond era um homem branco.
Edmond Albius não tirou nenhum benefício de uma invenção que fez a fortuna dos cultivadores. Morreu na miséria em 1880.
As dúvidas só foram afastadas definitivamente no fim do século XX, dando a Edmond o reconhecimento e a paternidade da descoberta.
Bibliografia:
1 – Le DB. Dictionnaire biographique de La Réunion, sous la direction de Michel Verguin et Mario Serviable, Édition Communication Loisir Information Presse / ARS Terres Créoles, tome 1, 1993.
2 – Hazen, J. (1995) Vanilla. Chronicle Books. San Francisco, CA.
3 – Rain, P. (1986) The Vanilla Cookbook. Celestial Arts. Berkeley, CA.
por Rodrigo Barba
Toda garrafa vira regador com esta tampa rosqueável criado pelo designer francês Nicolas Le Moigne. O produto está sendo produzido pela italiana ViceVersa e custa R$12,85 na Moma Store do Japão.

Essa substância atua na diminuição da taxa de açúcar no sangue e impede a absorção de gordura dos alimentos pelo organismo. A parte branca da casca é onde contém a maior parte dessa substância. A casca de maracujá, em geral, é consumida na forma de farinha.
Um estudo feito pela Universidade Federal da Paraíba com 17 mulheres com colesterol alto comprovou que a farinha de casca de maracujá possui efeito emagrecedor e protege o coração (por reduzir gordura). O colesterol ruim (LDL) reduziu e também perderam peso, após 70 dias de uso! Houve mulheres que perderam até oito quilos!

Uma edição especial de selos com o tema Plantas têxteis será lançado nesta quinta-feira (12), na Embrapa Algodão, em Campina Grande (PB). O bloco de selos, com tiragem de 600 mil exemplares, retrata quatro plantas têxteis muito conhecidas no Brasil por sua importância econômica e social: o algodão, o cairo (fibra de coco), a juta e o sisal.
Cada um dos selos mostra produtos como bolsas, cordas, tecidos e vasos, confeccionados com a matéria-prima derivada desses vegetais . Para a criação das imagens, foram utilizadas as técnicas de desenho em calcografia e computação gráfica. A arte é da artista Cecília Langer. Os selos foram impressos pela Casa da Moeda do Brasil e custam R$ 2,00.
Durante a apresentação oficial dos selos, o chefe geral da unidade da Embrapa, Napoleão Beltrão, vai fazer um relato sobre a História do Algodão na Paraíba. A produção dos selos especiais faz parte de uma parceria entre os Correios na Paraíba e a Embrapa Algodão.
Fonte: EMBRAPA
Também disponível online em: [ BRASIL.gov.br ]
Num sítio no sul de MG o produtor Sérgio Di Petta ainda colhe pouco, mas já conseguiu formatar um método de cultivo
Fernanda Yoneya – O Estado de S.Paulo
É preciso observar com muita atenção os arbustos protegidos por uma cobertura plástica no Sítio São Camilo, em Brasópolis, no sul de Minas Gerais, na Serra da Mantiqueira, para saber que aqueles pequenos botões florais, colhidos diariamente, são alcaparras. A planta, que nasce de forma espontânea no Mediterrâneo, está em produção no Brasil graças à persistência do engenheiro Sérgio Di Petta, que há dez anos estuda, de maneira empírica, a viabilidade do cultivo da alcaparreira no País e é o pioneiro na pesquisa de características botânicas da planta.
Ex-produtor de leite, Di Petta cultiva também eucalipto e pode se considerar autodidata no plantio de alcaparras em terras brasileiras, pois não há registro de pesquisas ou cultivos por aqui, diz a diretora do Centro de Horticultura do Instituto Agronômico (IAC-Apta), da Secretaria de Agricultura de São Paulo, Arlete Marchi Tavares de Melo. “A alcaparra é um condimento de uso incomum no Brasil e não conheço produtor ou alguém que a estude”, diz a pesquisadora.

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Ao longo de 08 (oito) anos de projeto, testamos várias fórmulas para tentar criar um projeto que se mantivesse “sozinho“, sem ajuda financeira de empresas patrocinadoras.
Vejamos as tentativas:
Continue lendo “Por que assinar o projeto Tudo Sobre Plantas ?”
As plantas podem pensar, sentir e até lembrar, segundo os resultados da pesquisa apresentada por Cientistas poloneses na reunião anual da Sociedade de Biologia Experimental, realizada em Praga, República Checa.
As plantas realizam uma espécie de computação biológica, com base nas informações contidas na luz para imunizar-se contra doenças (Stanislaw Karpinski / Warsaw University of Life Sciences)
“Nós emitimos um feixe de luz na parte inferior da planta e observou-se alterações na parte superior“, explicou o professor Stanislaw Karpinski da Universidade de Varsóvia de Ciências da Vida na Polônia, que conduziu esta investigação.
Karpinski considerou em pesquisas anteriores que os sinais químicos poderiam percorrer a planta inteira, permitindo sobreviver e responder às mudanças e tensões em seu ambiente. Mas neste novo estudo, sua equipe descobriu que a reação química estimulada pela luz em uma célula da folha, causou uma “cascata” de eventos imediatamente sinalizada para o resto da planta por meio de um tipo específico de célula.
por: Irene Carmo Pimenta

As quatro plantas sagradas são um presente dos espíritos guardiões das Quatro Direções.
Na cultura nativa americana tradicional existem quatro plantas que são especialmente veneradas e utilizadas na vida diária. Segundo os nativos, WAKAN TANKA – O Grande Espírito (Deus – O Criador) os ensinou a usar as ervas naturais: salvia (sage), a erva-doce americana (sweet grass), o tabaco (tobacco) e cedro (cedar) como um lembrete físico da sua Onipotente Presença.
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