A verdade sobre a maconha

Poucos assuntos dão margem a tanta mentira, tanta deturpação, tanta desinformação. Afinal, quais os verdadeiros motivos por trás da proibição da maconha? A droga faz mal ou não? E isso importa?

por Denis Russo Burgierman / Alceu Nunes (agosto de 2002)

A proibição da cannabis pode ter mais a ver com interesses morais, políticos e econômicos do que com argumentos científicos. Saiba mais sobre os efeitos dela e sua influência na história da civilização.

Por que a maconha é proibida? Porque faz mal à saúde. Será mesmo? Então, por que o bacon não é proibido? Ou as anfetaminas? E, diga-se de passagem, nenhum mal sério à saúde foi comprovado para o uso esporádico de maconha.

A guerra contra essa planta foi motivada muito mais por fatores raciais, econômicos, políticos e morais do que por argumentos científicos. E algumas dessas razões são inconfessáveis.

Tem a ver com o preconceito contra árabes, chineses, mexicanos e negros, usuários freqüentes de maconha no começo do século XX.

Deve muito aos interesses de indústrias poderosas dos anos 20, que vendiam tecidos sintéticos e papel e queriam se livrar de um concorrente, o cânhamo.

Tem raízes também na bem-sucedida estratégia de dominação dos Estados Unidos sobre o planeta. E, é claro, guarda relação com o moralismo judaico-cristão (e principalmente protestante-puritano), que não aceita a idéia do prazer sem merecimento – pelo mesmo motivo, no passado, condenou-se a masturbação.

Não é fácil falar desse assunto – admito que levei um dia inteiro para compor o parágrafo acima. O tema é tão carregado de ideologia e as pessoas têm convicções tão profundas sobre ele que qualquer convite ao debate, qualquer insinuação de que estamos lidando mal com o problema já é interpretada como “apologia às drogas” e, portanto, punível com cadeia. [após a vigência da Lei 11.343/2006 acabou a prisão de usuários – Nt.Ed.]

O fato é que, apesar da desinformação dominante, sabe-se muito sobre a maconha. Ela é cultivada há milênios e centenas de pesquisas já foram feitas sobre o assunto. O que tentei fazer foi condensar nestas páginas o conhecimento que a humanidade reuniu sobre a droga nos milênios em que convive com ela.

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O complexo industrial farmacêutico

Por Ari de Oliveira Zenha

A poderosa indústria farmacêutica adquiriu ao longo do desenvolvimento do capitalismo força e importância incalculável na sociedade mundial. Seu poder político e econômico é avassalador, pois sua atividade está ligada a uma das necessidades básicas dos seres humanos, a saúde, ou seja, a superação das doenças e dos males que afetam as pessoas.

Os laboratórios farmacêuticos, cuja sede está localizada nos Estados Unidos e Europa, tentam garantir, a todo custo – e, aí vale qualquer artifício – seus lucros, que são expressivos, de qualquer forma.

A produção de medicamentos se tornou um negócio como outro qualquer, como produzir sapatos, automóveis e outros bens de consumo.

O que prevalece é a busca de lucros cada vez maiores, não importando que para isso ela tenha que subornar, colocar centenas de lobistas no Congresso dos países, deixar de fabricar determinados medicamentos que não são rentáveis, não investirem quase nada em Pesquisa e Desenvolvimento de novos remédios, pois isto requer anos de pesquisa e muitas vezes levam ao fracasso.

Os investimentos numa nova droga – medicamento – podem levar a nada. Isto faz com que essas empresas aleguem ter altos custos para a produção de medicamentos que salvam vidas, e aí, mora uma grande astúcia deste setor: elas recebem elevados subsídios dos governos e, além disso, usam para justificar os altos preços dos seus medicamentos declarando que atuam na Pesquisa e Desenvolvimento de novos remédios. Mas, na verdade, elas aplicam enormes recursos financeiros em marketing e em maquiar os antigos medicamentos, em patrocinar congressos e conferências médicas, em “visitas” aos consultórios médicos e na distribuição de amostras grátis.

Quem já não viu os representantes dos laboratórios, muito bem vestidos, muito bem treinados, que constantemente estão às portas dos consultórios médicos e clínicas médicas passando “informação” sobre algum “novo” medicamento?

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Início da votação! Votem no Blog Tudo Sobre Plantas!

Atenção pessoal,

Começou a votação do TOPBLOG 2011 !!!

Estamos concorrendo na categoria “sustentabilidade”, por acreditar que trazemos à tona temas que ficam em geral perdidos em diversas mídias, sem o devido destaque.

Aqui tratamos de diversos temas relacionados a plantas, sempre divulgando blogs, jornais e pessoas que estejam batalhando pela divulgação e melhor uso de plantas, em busca de melhorias para nosso mundo, focando principalmente em tecnologias sustentáveis, orgânicas, que cuidem de nosso planeta e de seus habitantes.

Bem… É isso aí. Se você já conhece o blog, faça a sua parte: vote!

Basta clicar na imagem de votação:

Top Blogs

Ao abrir a página de votação, você deve clicar em “votar”, selecionar o perfil “email” e em seguida preencher nome e email, finalizando a votação clicando no botão VOTAR.

É muito rápido! Você vota e nos ajuda a ganhar mais visibilidade.

Agradecemos a sua ajuda e seu voto!

Muito grato — mesmo !!!

Abraços!

Anderson Porto
(em nome da equipe do portal Tudo Sobre Plantas)

Deixem o padre trabalhar

O que o Biosaúde e o padre Renato Barth fazem é qualificar esta prática de saúde popular“, escreve João Inácio Wenzel, padre jesuíta, mestre em Teologia pela Faculdade Jesuíta (FAJE/BH), coordenador do Centro Burnier Fé e Justiça (CBFJ), professor de exegese no Studium Eclesiástico D. Aquino Correia (SEDAC) e assessor do Centro Ecumênico de Estudos Bíblicos (CEBI/MT), em artigo publicado pela Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação – ALC, 01-03-2011.

Eis o artigo [publicado em 28 de fevereiro].

Deixem o padre trabalhar

Há poucos dias, mexendo no quintal, tive um acidente doméstico em que perdi a metade de uma unha. Não passei nenhum remédio a não ser a própria urina. A ferida cicatrizou rapidamente.

Quem me ensinou isso não foi o padre Renato Barth, da organização Biosaúde, de Cuiabá, além do meu pai. Quando menino, feri o meu pé gravemente com uma enxada, e ele me disse: “urina em cima”. Não duvidei da palavra dele. Fiz como ele me falou, a dor passou, e segui trabalhando normalmente.

Até os meus 25 anos, não conheci médico. Em meio à horta e ao pomar de nossa casa se encontravam as plantas indicadas para cada tipo de doença e que aprendíamos a identificar desde pequeno. Assim como eu, muita gente se criou e segue se criando, graças ao domínio da prática de sabedoria popular, transmitida de geração em geração.

O que o Biosaúde e o padre Renato Barth fazem é qualificar esta prática de saúde popular. Há muitos chás indicados para cada tipo de doença. Mas quais são os que seu corpo realmente precisa? Uma planta pode ser muito boa para uma determinada pessoa e não servir para outra, embora tenham os mesmos sintomas. Como se explica? “Não são as plantas que curam”, explica o Padre Renato, “mas a pessoa que se cura com a ajuda dos princípios ativos presentes nas plantas”.

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Descoberta! Planta do cerrado pode curar câncer

por Ana Paula Pessoto

Bioma abundante na região, por muito tempo o cerrado foi pouco admirado e até negligenciado em virtude de sua aparência: vegetação rasteira e torta. Aos olhos leigos, ela pode até não ser tão exuberante quanto a Mata Atlântica ou a selva amazônica, porém, ganha cada vez mais destaque e eleva seu valor quando o assunto são as plantas medicinais. Segundo pesquisa desenvolvida na Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Bauru, a Vochysia tucanorum e a Miconia albicans, plantas conhecidas popularmente como pau-de-tucano e folha-branca, respectivamente, contêm substâncias com propriedades capazes de prevenir e até tratar doenças como o câncer e a úlcera gástrica.

Anne Lígia Dokkedal Bosqueiro, pesquisadora e professora do Departamento de Ciências Biológicas da Unesp, ressalta que estudos científicos profundos sobre o cerrado e sua preservação são imprescindíveis no que diz respeito à medicina, alimentação e a manutenção do equilíbrio do meio ambiente, já que o solo fica pobre sem a vegetação nativa. “É importante ressaltar que esse nosso bioma é tão importante quanto a Mata Atlântica e Amazônia e deve ser preservado. Algumas espécies de plantas só ocorrem nessa vegetação. Quanto mais conhecemos, mais provamos seu valor”, acrescenta a pesquisadora.

Em franca expansão em todo o Estado de São Paulo, as pesquisas sugerem substâncias preventivas e até curativas para males que afligem a saúde humana. No câmpus de Bauru, ao menos dois estudos prontos e publicados compravam que o cerrado também é berço de plantas medicinais.

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Porque um grupo de políticos quer mudar o código florestal

Levantamento de ISTOÉ mostra que pelo menos 27 deputados e senadores tinham pressa em aprovar a nova lei para se livrarem de multas milionárias e se beneficiarem de desmatamentos irregulares

Por Lúcio Vaz

PARLAMENTARES NA MIRA DO IBAMA

Deputado Giovanni Queiroz (PDT-PA)
Foi multado por exploração em área de manejo florestal em período de chuvas, vetado por lei

Senador Jayme Campos (DEM-MT)
Recebeu multa de R$ 5 milhões, por desmatar em Área de Proteção Permanente (APP)

Deputado Reinaldo Azambuja (PSDB-MS)
Autuado por alterar curso de rio para captação de água e por contaminar recursos hídricos

Deputado Paulo César Quartiero (DEM-RR)
Recebeu multa de R$ 56 milhões por destruir a vegetação nativa em área de 6,2 mil hectares

Senador Ivo Cassol (PP-RO)
Acusado de desmatar reserva legal sem autorização e de destruir vegetação nativa em Rondônia

Deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP)
Relator do projeto que agrada aos ruralistas por abrir brecha para desmatamento

Apesar do amplo apoio que o governo Dilma Rousseff tem no Congresso, um grupo de parlamentares tentou aprovar a toque de caixa, na semana passada, o projeto do novo Código Florestal brasileiro. Não conseguiu.

Na quarta-feira 4, a bancada governista fez prevalecer sua força e a discussão foi adiada para a próxima semana. Por trás da pressa de alguns parlamentares, porém, não existia propriamente o interesse por um Brasil mais verde e sustentável. Reportagem de ISTOÉ apurou que pelo menos 27 deputados e senadores defendiam seu próprio bolso e estavam legislando em causa própria (abaixo, cinco casos exemplares).

Todos eles já foram punidos pelo Ibama por agressão ao meio ambiente e o novo código que queriam aprovar a toque de caixa prevê anistia para multas impostas a desmatadores.

O benefício se estenderia também a empresas e empresários do agronegócio que, nas eleições do ano passado, fizeram pesadas doações a esse bloco parlamentar ligado à produção rural.

[…]

Leia a matéria completa em [ ISTO É ]

Nestlé está matando a água mineral de São Lourenço – MG

Há alguns anos a Nestlé vem utilizando os poços de água mineral de São Lourenço para fabricar água marca PureLife. Diversas organizações da cidade vêm combatendo a prática, por muitas razões.

As águas minerais, de propriedades medicinais, e baixo custo, eram um eficiente e barato tratamento médico para diversas doenças, que entrou em desuso, a partir dos anos 50, pela maciça campanha dos laboratórios farmacêuticos para vender suas fórmulas químicas através dos médicos. Mas o poder dessas águas permanece. Médicos da região, por exemplo, curam a anemia das crianças de baixa renda apenas com água ferruginosa.

Para fabricar a PureLife, a Nestlé, sem estudos sérios de riscos à saúde, desmineraliza a água e acrescenta sais minerais de sua patente. A desmineralização de água é proibida pela Constituição. Cientistas europeus afirmam que nesse processo a Nestlé desestabiliza a água e acrescenta sais minerais para fechar a reação.

Em outras palavras, a PureLife é uma água química.

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Entrevista – Dr. João Menezes, neurocientista e pesquisador da maconha

1. Quais são os argumentos utilizados pelo senhor para defender a legalização e regulamentação da Cannabis no Brasil?

São muitas as razões mas acho que as minhas 10 mais importantes são:

  1. Não existem motivos médicos e científicos que justifiquem a proibição para o uso da cannabis por adultos;
  2. As substâncias contidas na planta são muito menos perigosas e com menos potencial de causar dependência que outras drogas legalizadas e regulamentadas como tabaco, álcool, e fármacos como ansiolíticos, estimulantes e anti-depressivos apenas para citar alguns. Isto corrige uma incoerência na política de controle de substâncias de abuso;
  3. A proibição produz um mercado negro muito mais deletério que o uso da cannabis. Ou seja, a legalização acarretará na redução do impacto do mercado negro sobre a economia da nação (dinheiro circulante livre de impostos e a inflação por demanda que isto provoca), sobre a corrupção policial e sobre o sistema de saúde (sobrecarregado por causa da violência);
  4. O controle do uso da cannabis por menores e do abuso em geral e a possibilidade de oferecer tratamento de saúde para eventuais usos problemáticos, como dependência e síndrome amotivacional, são muito melhor realizados num ambiente de legalização e regulamentação (as pessoas afetadas não correm o risco de serem presas, não fogem das autoridades e não são marginalizadas, e o comerciante pode ser fiscalizado);
  5. Fim assimetria de tratamento entre usuários ricos e pobres e da possibilidade de discriminar negros e pobres em função do uso e posse de drogas (mais de 60% dos presos no Rio de Janeiro por posse de drogas [2o maior motivo de prisão] são réus primários, destes 90% sem armas e 90% negros ou pardos (números aproximados tirados de memória do estudo de Boiteux et al., 2009);
  6. Diminuição do financiamento do crime organizado (cannabis é de longe a droga mais consumida);
  7. Geração de uma nova rede de atividade industrial-econômica (produção, processamento e industrias associadas como a produção de parafernália, cosméticos, têxtil, combustíveis, etc) e os benefícios que a acompanha como geração de novos empregos regulamentados diretos e indiretos, arrecadação de impostos, etc;
  8. Controle de qualidade do produto, aumento da variedade de plantas por exemplo com diminuição do conteúdo de THC e aumento de canabidiol e proteção ao consumidor;
  9. Maior facilidade de acesso ao potencial terapêutico do uso medicinal da cannabis;
  10. Maior facilidade de realização de pesquisas básico-clínicas sobre a cannabis sativa e seus derivados.

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A influência das nuvens sobre o clima

Sigurd Schulien – tradução: Thomas Renatus Fendel

O clima resulta de um vasto número de fenômenos, ainda parcialmente incompreendidos.

Os fatores mais influentes são o sol, por sua radiação de energia, e as nuvens.

Há tempos, certos indivíduos mentem, com grande apoio dos meios de comunicação, afirmando que um aumento de CO2 na atmosfera gera uma elevação nas temperaturas terrestres.

A ciência não pode confirmar isso, pois a atmosfera contém muito pouco CO2, apenas 0,037%, que por sua vez absorve menos energia do que vapor de água e muito menos do que as gotículas de água das nuvens.

Há milhões de anos, a concentração de CO2 na atmosfera foi centenas de vezes maior, e a temperatura da Terra, não foi significativamente maior.

Os profetas do desastre climático fazem suas catastróficas previsões baseadas em medições de laboratório, considerando o coeficiente de absorção de CO2 e vapor de água, sendo a influência das nuvens (que consistem de gotículas de água) desprezados.

As nuvens têm um papel crucial na absorção da radiação infravermelha emitida pela superfície da terra e portanto, sobre o clima, e devolvem esta energia absorvida novamente à terra.

Nas condições reais do complexo sistema climático, o CO2 é de insignificante importância.

A atmosfera em base seca é composta por 78% de nitrogênio, 21% de oxigênio, 0,7% de argônio, 0,037% de CO2 e alguns outros traços de gases.

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Grupo de Estudos sobre Plantas – GEPTSP

Quem nos visita pela primeira vez conhece muito pouco do projeto e não teria como, em tão pouco tempo, conhecer todos os ramos que desenvolvemos.

Para tentar suprir esta necessidade de mais informações sobre o projeto, irei começar uma série informativa sobre as várias áreas do portal, e sobre como utilizá-las de forma plena e satisfatória.

Para começar, vou apresentar o Grupo de Estudos sobre Plantas, apelidado de GEPTSP.

Criado ao final de novembro de 2002, o grupo de estudos basicamente é um espaço virtual para troca de emails onde os participantes enviam uma mensagem para um único endereço de email: tudosobreplantas@yahoo.com.br e todos os participantes recebem a mensagem / email. Por conseguinte, ao respondê-la, a resposta é encaminhada para todos os participantes.

É uma forma de entrar em contato com pesquisadores de várias universidades do país, cultivadores amadores e profissionais, estudantes, fotógrafos, fitoterapeutas… várias pessoas ligadas a plantas de uma única forma e através de um único endereço de email.

Para se inscrever no grupo, basta enviar mensagem em branco para: tudosobreplantas-subscribe@yahoogrupos.com.br e seguir as orientações do email de inscrição.

Para conhecer mais sobre o grupo, visite: [ GEPTSP ].

Composto por pessoas do mundo inteiro, o grupo serve para buscar informações sobre uma determinada espécie, para envio de fotos para identificação, pedidos de sementes de alguma planta ou mesmo pedidos de mais informações sobre alguma planta que se deseje saber mais.

Ao longo de 9 anos de projeto, tivemos diversos debates sobre os mais variados assuntos, tais como folha da graviola contra o câncer, quinoa, linhaça, orgânicos, pimentas, cannabis, aveloz, santo daime, transgênicos, como cultivar plantas em viveiros, como fazer compostagem, como adubar, como fazer podas de árvores e por aí vai.

Não custa nada, é gratuito!

Basta se inscrever e aguardar a chegada das primeiras mensagens. Você vai lendo e quando algum assunto lhe interessar, clica em “responder” e escreve a sua pergunta, dúvida ou ajuda com informações, e sua mensagem será compartilhada com todos. Daí, aguarde. É só esperar a sua resposta.

São informações valiosas que chegam de repente e podem ser de grande valor. Já fizemos dois encontros e estou até com vontade de organizar o próximo este ano, talvez na primavera.

Na boa? Você só tem a ganhar! Participe!

Anderson Porto
coordenador do projeto Tudo Sobre Plantas
http://www.TudoSobrePlantas.com.br
(21) 9688-9521