♻️ Como a Natureza Ensina sobre Economia Circular

Hoje cedo, enquanto olhava a luz do sol perpassando por entre as folhas do jamelão mais antigo daqui, recomecei a observar os… limites. Um dos princípios da Permacultura é utilizar as bordas para plantio.

No sítio tudo tem limite. O espaço pra plantar, a água do poço, a lenha seca guardada na sombra. Até a espontânea e cíclica vontade da terra de nos fornecer frutos pede pausa, respeito aos processos e reciclagem. A natureza é generosa mas não é infinita. E ela sabe recomeçar.

Quando acaba o espaço para plantar por aqui não fico tentando enfiar mais árvore onde não dá, não cabe. Eu podo. Derrubo um galho. Às vezes faço a supressão de uma espécie que não seja mais necessária. Vai tudo pra compostagem. Folha seca, galho torto, caroço seco de manga… O que antes era excesso vira húmus.

O sistema reinicia.
E a vida segue, adubada por sua própria abundância.

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Sobre a Floresta Amazônica e o papel do Brasil nas Mudanças Climáticas

Nós vivemos num mundo capitalista, correto? A floresta Amazônica é importante para o equilíbrio do clima do mundo? Ótimo! Então criem um fundo de manutenção da floresta que permita o desenvolvimento sustentável da região e suspendam a DIVIDA PÚBLICA BRASILEIRA pelo tempo em que o Brasil cumprir as exigências do fundo. Num mundo capitalista a floresta em pé tem valor, resta saber quem está disposto a pagar.

Anderson Porto
www.TudoSobrePlantas.com.br

O complexo industrial farmacêutico

Por Ari de Oliveira Zenha

A poderosa indústria farmacêutica adquiriu ao longo do desenvolvimento do capitalismo força e importância incalculável na sociedade mundial. Seu poder político e econômico é avassalador, pois sua atividade está ligada a uma das necessidades básicas dos seres humanos, a saúde, ou seja, a superação das doenças e dos males que afetam as pessoas.

Os laboratórios farmacêuticos, cuja sede está localizada nos Estados Unidos e Europa, tentam garantir, a todo custo – e, aí vale qualquer artifício – seus lucros, que são expressivos, de qualquer forma.

A produção de medicamentos se tornou um negócio como outro qualquer, como produzir sapatos, automóveis e outros bens de consumo.

O que prevalece é a busca de lucros cada vez maiores, não importando que para isso ela tenha que subornar, colocar centenas de lobistas no Congresso dos países, deixar de fabricar determinados medicamentos que não são rentáveis, não investirem quase nada em Pesquisa e Desenvolvimento de novos remédios, pois isto requer anos de pesquisa e muitas vezes levam ao fracasso.

Os investimentos numa nova droga – medicamento – podem levar a nada. Isto faz com que essas empresas aleguem ter altos custos para a produção de medicamentos que salvam vidas, e aí, mora uma grande astúcia deste setor: elas recebem elevados subsídios dos governos e, além disso, usam para justificar os altos preços dos seus medicamentos declarando que atuam na Pesquisa e Desenvolvimento de novos remédios. Mas, na verdade, elas aplicam enormes recursos financeiros em marketing e em maquiar os antigos medicamentos, em patrocinar congressos e conferências médicas, em “visitas” aos consultórios médicos e na distribuição de amostras grátis.

Quem já não viu os representantes dos laboratórios, muito bem vestidos, muito bem treinados, que constantemente estão às portas dos consultórios médicos e clínicas médicas passando “informação” sobre algum “novo” medicamento?

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