Restos agroindustriais inibem micro-organismos em alimentos

Talos de beterraba, película de amendoim, entre outros, apresentam componentes que podem até matar elementos contaminantes

Alguns resíduos agroindustriais como talos de beterraba,película de amendoim, bagaços e sementes de uva, além da borra gerada pela fermentação de uvas tintas e a erva-mate apresentam componentes que inibem ou matam determinados micro-organismos patogênicos (causadores de doenças) contaminantes de alimentos. Foi o que o biólogo José Guilherme Prado Martin pode constatar em sua pesquisa Atividade antimicrobiana de produtos naturais: erva-mate e resíduos agroindustriais, realizada no Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição daEscola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba.

De acordo com o pesquisador, “a escolha por resíduos decorreu do fato de que o Brasil possui forte economia agroindustrial, geradora de grande quantidade de resíduos, os quais podem muito bem ser reutilizados pela indústria alimentícia como conservantes naturais, contribuindo com a produção de alimentos mais saudáveis e reduzindo os impactos ambientais decorrentes do descarte desses resíduos”, afirma Martin.

A intenção do estudo foi avaliar que tipos de produtos naturais poderiam agir contra estes micro-organismos. O pesquisador, segundo informações da Agência USP, analisou 20 diferentes resíduos agroindustriais e subprodutos gerados pelo processamento de frutas, legumes e hortaliças.

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Parede ecológica purifica ar de escritórios

O Centro de Arquitetura, Ciência e Tecnologia (Case) nova-iorquino desenvolveu uma parede ecológica que ajuda a melhorar a qualidade do ar e o clima nos escritórios e outros ambientes internos. O sistema utiliza plantas e tem um efeito superior a 800 plantas de vaso.

O processo utilizado pelos arquitetos é a fitorremediação.

Este método utiliza plantas para remover, imobilizar ou tornar inofensivos ao ecossistema contaminantes do solo, água ou ar.

As plantas hidropónicas são plantadas numa parede, que pode ser deslocada.

Estas plantas são aquelas são plantadas sem solo. Assim, as raízes ficam expostas, aumentando a capacidade de purificação do ar em 300 por cento.

A irrigação é feita através de gotas que garantem a água necessária às plantas.

Fonte: [ TVNET ]

Plantas usam relógios em seus corpos para se prepararem na batalha contra insetos

Biólogos da Universidade Rice descobriram que, apesar das plantas parecerem ‘inertes’ durante o dia, elas estão na verdade se preparando para a batalha contra insetos e pragas famintas.

“Quando você pensa que as plantas estão paradas, elas estão se preparando para uma dura batalha, e todos pensam que não estão fazendo nada”, declarou Janet Braam, uma das pesquisadoras em um novo estudo que foi publicado na Proceedings of the Naciona Academy of Sciences. “É intrigante ver toda essa atividade a nível genético. É como assistir a uma fortaleza sitiada em estado máximo de alerta”.

Os biólogos sabem há muito tempo que as plantas têm um relógio interno que lhes permitem medir a passagem do tempo, independentemente das condições de luz. Algumas plantas movem suas folhas para acompanhar o Sol durante o dia, mas em seguida, “zeram” suas folhas durante a noite, movendo-as para o leste, em antecipação ao nascer do Sol.

Estudos recentes estão aplicando ferramentas genéticas para estudar os ritmos circadianos de plantas. Os investigadores descobriram que cerca de um terço dos genes da espécie Arabidopsis thaliana (também chamada de agrião ou agrião-rato) são ativados por um ciclo circadiano. Alguns dos genes circadianos-regulamentados estão ligados a função de responder a machucados, o que significa que elas podem antecipar um ataque de insetos, assim como elas antecipam o nascer do Sol.

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Planta que absorve metais pesados pode ser usada para tratamento de igarapés

por Elaíze Farias

A planta aquática orelha-de-elefante-gigante, comum em matas ciliares, consegue absorver metais como chumbo e cobre

Planta orelha-de-elefante-gigante tem capacidade de absorver metais pesados
(Divulgação/Josias Coriolano de Freitas)

Um grupo de pesquisa da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) está desenvolvendo um sistema baseado na planta aquática orelha-de-elefante-gigante (Alocasia macrorhiza) para o tratamento das águas do igarapé contaminado de Manaus.

O engenheiro químico Josias Coriolano de Freitas, cuja tese de doutorado identificou a capacidade da planta em absorver metais pesados, diz que a orelha-de-elegante-gigante ajuda na recuperação de áreas degradadas e no tratamento de efluentes líquidos, entre outras ações.

“A planta pode ser utilizada naturalmente. Não é preciso usar nenhum produto químico. No momento o grupo está procurando aperfeiçoar o sistema de tratamento natural”, disse Freitas, em entrevista ao portal a critica.com.

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O NIM Indiano – o bioprotetor natural

por Engº Agrº José Luiz M. Garcia*

Essa publicação destina-se a fornecer informações sobre a utilização do Óleo de Nim (Azadirachta indica) na Agricultura e Pecuária no controle de insetos, pragas e parasitas. Informações mais detalhadas poderão ser obtidas nas referências listadas ao final do trabalho.

Por que Bioprotetor Natural e não Inseticida Natural ?

O sufixo “cida” significa aniquilador, matador, assassino. O Óleo de Nim não é um produto com o tradicional efeito inseticida aniquilador característico das substancias petro-químicas largamente utilizadas na agricultura vez que não mata os insetos instantaneamente. Essa aparente desvantagem é, na verdade, uma grande vantagem conforme será devidamente explicado posteriormente.

O Óleo de Nim não possui efeito nocauteador ( efeito “knock-down”) sobre os insetos e larvas. Também não funciona a longo prazo como os inseticidas biológicos tipo Bacillus turingensis (Dipel) dando margem a que os insetos continuem devastando a lavoura antes de morrerem.

O seu efeito é imediato, porém, de outra forma, ou seja, ele atua imediatamente repelindo e/ou fazendo com que os insetos e larvas parem de se alimentar via efeito anti-alimentar (efeito “anti-feeding”). Atua também via outros mecanismos a médio e longo prazo conforme será amplamente explicado adiante.

Isso torna o Óleo de Nim um excelente aliado do agricultor no controle efetivo de insetos e pragas e o coloca em posição de destaque como uma nova categoria de produtos ecologicamente corretos para a utilização na agricultura do próximo milênio.

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Formigas ajudam a natureza

A formiga é pequena, mas sua função na natureza é muito importante. Remove as camadas do solo levando nutrientes do fundo para cima, e vice-versa. Assim, deixa a terra saudável. Quando passeia pelas flores, espalha o pólen para nascer novas plantas. Também remove carcaças de animais que morreram e as leva ao formigueiro.

Algumas espécies atacam insetos maiores, como gafanhotos. Isso mesmo! As pequeninas se juntam e com seus ferrões matam o bicho, depois o levam para alimentar a família. No entanto, cada espécie (há mais de 13 mil tipos) é diferente. Algumas comem de tudo, enquanto outras só determinado alimento. Da mesma forma há as que atacam em conjunto e as maiores, que são mais eficientes sozinhas.

O formigueiro é formado pela rainha, que bota ovos a vida inteira, pelas operárias fêmeas, que defendem o lar, buscam alimentos e cuidam das novas larvas e ovos. No momento certo para a espécie, a líder dá à luz a machos e futuras rainhas. Ao atingir idade adulta, filhos são liberados para voo nupcial. É quando o macho fecunda a fêmea, que terá ovinhos pela vida inteira. Em seguida, ele morre, enquanto a futura rainha busca lugar seguro para formar a família.

O filme Vida de Inseto é diferente do que acontece na vida real. Na ficção, os machos são operários. No entanto, mostra como as formigas são organizadas e ensina que os pequenos podem ser mais espertos do que se imagina.

Fonte: [ Diário do GRande ABC ]

Reunião Técnica sobre Plantas Biotivas terá abertura nesta quinta-feira em Porto Alegre

Os diretores técnico e administrativo da Emater/RS, respectivamente, Gervásio Paulus e Valdir Zonin, participam nesta quinta-feira (26/10), às 8h30min, da abertura da 6ª Reunião Técnica Estadual de Plantas Bioativas, que se realizará na sede da Emater/RS-Ascar (Rua Botafogo, 1051), em Porto Alegre. Para os dois dias do evento são esperadas mais de 150 pessoas.

Durante os dois dias da Reunião Técnica vários palestrantes estarão contribuindo com suas experiências e vivências em diversos painéis. “Vamos discutir o trabalho de identificação dessas plantas, formas de produção, o beneficiamento e os mercados, inclusive os institucionais”, comenta a assistente técnica estadual da Emater/RS-Ascar em plantas bioativas, Ana Valls. Durante o evento haverá exposição de plantas e sementes.

Desde 2006 o Rio Grande do Sul conta com uma política estadual para a fitoterapia e plantas medicinais, que recebem incentivos também em nível nacional, por meio de Decreto, para serem usados no Sistema Único de Saúde. A Emater/RS-Ascar está inserida no processo, orientando os agricultores familiares na produção, seja das plantas condimentares, seja nas fitoterápicas, ou ainda como “insumo agrícola, já que algumas plantas podem ser usadas na produção de um alimento orgânico”. “Esse tipo de produção é muito mais voltada para a agricultura familiar, principalmente quando se tratam de fitoterápicos para a utilização na saúde pública que requer uma produção dentro de uma visão ecológica, com um cuidado maior”, afirma Ana Valls.

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Bio Brazil Fair 2011 – Feira Internacional de Produtos Orgânicos e Agroecologia

Feira Internacional de Produtos Orgânicos e Agroecologia

21-24 de julho de 2011

de 11h às 20h

Bienal do Ibirapuera
São Paulo – SP

Orgânicos: preparem-se para ataques oportunistas dos idiotizadores; ou, Como assustar a população mundial com a falácia das bactérias assassinas!

Por Anderson Porto

Eis que finalmente os defensores dos agrotóxicos, dos herbicidas, do NPK, da monocultura, da utilização de máquinas compactadoras do solo, da irrigação e da colheita mecanizada, dos organismos geneticamente modificados, dos transgênicos, das patentes, da concentração do produção de alimentos por meia dúzia de corporações transnacionais etc…

Eis que finalmente eles tem a oportunidade de criticar e de tabela tentar incriminar os alimentos orgânicos por causa da contaminação de cerca de 3 (5? 10?) mil pessoas por uma variedade tóxica da Escherichia coli O104:H4, um microorganismo capaz de produzir uma toxina poderosa e levar um ser humano à morte rapidamente.

Pois bem… Onde está a verdade?

O nome dessa bactéria não me é estranho… E pra vocês? Alguém sabe quem é essa tal de Escherichia coli?

Segundo a Wikipédia, “também conhecida pela abreviatura E. coli é uma bactéria bacilar Gram-negativa, que, juntamente com o Staphylococcus aureus é a mais comum e uma das mais antigas bactérias simbiontes do homem.

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Por que assinar o projeto Tudo Sobre Plantas ?

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Ao longo de 08 (oito) anos de projeto, testamos várias fórmulas para tentar criar um projeto que se mantivesse “sozinho“, sem ajuda financeira de empresas patrocinadoras.

Vejamos as tentativas:

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