Um simples filtro de galho de árvore torna a água suja potável

por Janet fang

Crédito da foto: Bactérias (verde) preso sobre poros (vermelho e azul) no borne após filtração / Boutilier et al.
Crédito da foto: Bactérias (verde) preso sobre poros (vermelho e azul) no borne após filtração / Boutilier et al.

Para transformar água suja de lago em H²O potável, retire a casca de um galho de árvore nas proximidades e despeje lentamente água através da madeira. Segundo a nova pesquisa, este truque de baixa tecnologia deve capturar qualquer bactéria, deixando-o com a água descontaminada.

Ok, hora de um pouco de fisiologia de árvore. Para obter água e minerais para cima de uma árvore, a madeira é composta de xilema, o tecido poroso dispostos em tubos para o conduzindo a seiva das raízes para cima através de um sistema de vasos e poros. Tecido do xilema é encontrado em alburno, a madeira jovem que se encontra em círculos concêntricos entre o cerne central e da casca. Poros minúsculos chamados membranas poço estão espalhadas por toda as paredes dos vasos, permitindo seiva flua de um navio para outro, alimentando várias estruturas ao longo do comprimento de uma árvore.

Acontece que, o mesmo tecido que evoluiu para o transporte de seiva até o comprimento de uma árvore também tem exatamente os poros do tamanho certo para permitir que a água através enquanto bloqueia bactérias. Além disso, os poros também bolhas de ar armadilha, que pode matar uma árvore se espalhou no xilema.

“As plantas tiveram que descobrir como filtrar as bolhas, mas permitir fácil fluxo de seiva”, o autor do estudo Rohit Karnik do MIT diz em um comunicado à imprensa . “É o mesmo problema com filtragem de água para onde queremos filtrar os micróbios, mas manter uma vazão alta. Então é uma boa coincidência que os problemas são semelhantes. ”

Como a equipe de Karnik encontra, um pequeno pedaço de alburno pode filtrar mais de 99 por cento do E. coli a partir de água, a uma taxa de vários litros por dia.
Para estudar o potencial de filtragem de água do alburno, a equipe recolheu ramos pinho branco e tirou sua casca exterior. Juntaram seções sapwood longo polegadas de tubo de plástico, em seguida, selou com epóxi e fixado com grampos.

como fazer
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Eles testaram o filtro improvisado utilizando água misturada com partículas que variam em tamanho. Eles descobriram que, enquanto o alburno filtra naturalmente as partículas maiores do que 70 nanômetros, não foi capaz de separar as partículas de 20 nanômetros.

Quando eles jogaram água contaminada com inativada E. coli através do filtro sapwood, viram como as bactérias tinham acumulado ao redor dos poros nos primeiros milímetros de madeira. Na imagem do microscópio eletrônico de cores falsas acima, (verde) bactérias estão presos sobre membranas pit (vermelho e azul).

Existentes tecnologias de purificação de água que usam tratamentos de cloro e membranas com poros em nanoescala são caros. Mesmo água fervente requer combustível para aquecimento. Aqui, basta ter um pouco de madeira e fazer um filtro do mesmo – é de baixo custo, eficiente e de fácil acesso para as comunidades rurais, bem como os campistas desidratados no Nordeste. “Idealmente, um filtro seria uma fatia fina de madeira que você pode usar por alguns dias, em seguida, jogá-lo fora e substituir em quase nenhum custo”, explica Karnik .

O grupo está a estudar a possibilidade de filtragem de outros tipos de alburno. Florescência das árvores, por exemplo, tendem a ter poros mais pequenos do que as coníferas e pode ser capaz de filtrar partículas ainda mais pequenas, como os vírus.

O trabalho foi publicado na revista PLoS ONE, na semana passada.

Imagens: Boutilier et al.
tradução: Google Translate [adaptado]

Fonte: [ IFL Science! ]

O Veneno Está na Mesa 2

Direção: Silvio Tendler

Após impactar o Brasil mostrando as perversas consequências do uso de agrotóxicos em O Veneno está na Mesa, o diretor Sílvio Tendler apresenta no segundo filme uma nova perspectiva. O Veneno Está Na Mesa 2 atualiza e avança na abordagem do modelo agrícola nacional atual e de suas consequências para a saúde pública. O filme apresenta experiências agroecológicas empreendidas em todo o Brasil, mostrando a existência de alternativas viáveis de produção de alimentos saudáveis, que respeitam a natureza, os trabalhadores rurais e os consumidores.

Com este documentário, vem a certeza de que o país precisar tomar um posicionamento diante do dilema que se apresenta: Em qual mundo queremos viver? O mundo envenenado do agronegócio ou da liberdade e da diversidade agroecológica?

Realização: Caliban Cinema e Conteúdo

Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida
Fiocruz
Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio
Bem Te Vi
Cineclube Crisantempo

‘Sementes da Paixão’ germinam na pior seca dos últimos 40 anos na PB

Grãos são mais resistentes e de tradição mantida há décadas.
Comunidades rejeitam milho oferecido pelo poder público.

Canteiro em terreno comunitário é usado para plantar durante a seca (Foto: Fernanda Rappa/Divulgação)
Canteiro em terreno comunitário é usado para plantar durante a seca (Foto: Fernanda Rappa/Divulgação)

Pequenas comunidades de até 300 agricultores na Paraíba estão sobrevivendo durante a seca graças às ‘Sementes da Paixão’, nome dado aos grãos resistentes de milho, feijão e outros alimentos que germinam mesmo durante a pior estiagem dos últimos 40 anos na região.

São 6,5 mil famílias rurais em 61 municípios no Agreste, Cariri e Sertão do estado que mantêm, há décadas, esta prática, sendo nos últimos anos auxiliadas por organizações não-governamentais e associações de apoio ao desenvolvimento da agricultura local.

Na região da Borborema, há pelo menos 57 bancos de ‘Sementes da Paixão’. Nas demais regiões da Paraíba, há mais de 230 bancos de grãos resistentes à estiagem, catalogados pela Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa (AS-PTA) Agricultura Familiar e Agroecologias. “O grão é a semente com a finalidade para alimentação animal, humana ou comércio. Tecnicamente, a semente serve para a propagação da cultura”, explica o agrônomo Emanoel Dias, assessor técnico da AS-PTA.

A relação dos agricultores paraibanos com o meio ambiente levou a fotógrafa paulista Fernanda Rappa a pesquisar o tema através de um projeto contemplado pelo Prêmio Brasil de Fotografia.

“Eu soube das Sementes da Paixão através de amigos que documentaram isso para o Rio+20. Comecei a pesquisar a história porque achei genial que, no meio da Paraíba, existisse uma consciência ambiental protegendo as comunidades das sementes transgênicas que são super prejudiciais ao mundo, ao meu ver. É um modelo a ser seguido e é bonito demais de ver no meio daquela seca, do deserto, uma plantação de coentro verdinha. Parece um sonho”, explica.

fernandarappa-0082 Durante o mês de março deste ano, o projeto fotográfico foi desenvolvido através da construção de uma câmara escura no meio da plantação, para registrar o ciclo das plantações. “A ideia era que, através da imagem formada dentro da câmara escura, as pessoas das comunidades pudessem ter outra experiência visual com algo que para eles é tão corriqueiro. E dessa forma, exaltar a importância do trabalho que eles vêm desenvolvendo há anos”, relatou Fernanda.

Produtores rurais e os técnicos que auxiliam os agricultores paraibanos na manutenção das sementes explicam que estes grãos são selecionados naturalmente ao longo de várias décadas, sem nenhum tipo de modificação genética, devido à sua capacidade de adaptação ao clima do semiárido nordestino. São estas as poucas variações que conseguem sobreviver às secas históricas que atingem a Paraíba e, mais recentemente, à estiagem de 2013.

Seu Dodô mostra feijão das Sementes da Paixão, nome criado por ele (Foto: Fernanda Rappa/Divulgação)
Seu Dodô mostra milho feijão das Sementes da Paixão, nome criado por ele (Foto: Fernanda Rappa/Divulgação)

A tradição de guardar sementes que germinam em temperaturas pouco amenas vem de várias gerações na família destes agricultores. Hoje, com uma ampla variedade de espécies de grãos já guardadas, eles se unem em pequenas comunidades e auxiliam uns aos outros para sobreviver com o plantio em tempos de escassez. Nestas associações, os agricultores promovem a troca entre si das variedades. Em outras regiões do Nordeste, elas são conhecidas de modo geral como ‘sementes crioulas’.

Antônio Salviano, 62 anos, conhecido como Seu Dodô, é um dos mantenedores da tradição de guardar grãos na zona rural de Desterro, no Cariri, a 289 km de João Pessoa. Ele foi o responsável por dar o nome ‘Sementes da Paixão’ às variedades locais. “É uma coisa de família, meu bisavô já guardava as sementes. A gente trabalha em comunidade, então sempre que alguém por aqui precisa a gente ajuda e depois repõe”, conta o agricultor. No sítio em que ele e outras cerca de 20 famílias moram, foram plantados com sucesso milho, alface e coentro destas sementes.

Milho das Sementes da Paixão (Foto: Fernanda Rappa/Divulgação)
Milho das Sementes da Paixão
(Foto: Fernanda Rappa/Divulgação)
Na zona rural de Queimadas, no Agreste, a 155 km da capital, a comunidade local conseguiu plantar milho, feijão e variedades de fava branca. Todos os alimentos são provenientes dos grãos guardados das chamadas ‘Sementes da Paixão’.

O agricultor José Batista, 50, é uma das lideranças locais e com apoio de familiares e moradores, conseguiu produzir mesmo com a seca no semi-árido. “Aqui na região ‘deu’ muito milho e fava. Não tivemos problema nenhum com os grãos que a gente guarda, mas os que o governo manda a gente nem usa, porque sabe que não dá”, ressaltou.

O desafio de uma seca histórica

De acordo com a AS-PTA, em 2013 a Paraíba enfrentou a pior seca das últimas quatro décadas. Para isso, a entidade investe em capacitação das comunidades. “A gente auxilia o trabalho deles, tenta explicar um pouco melhor sobre as técnicas de guardar os grãos e oferece apoio ao pequeno agricultor. As variações que eles guardam são resistentes a esta temperatura, diferentemente dos grãos que os órgãos estaduais e federais fornecem e que, para o plantio nas terras deles, não servem”, disse o técnico Emanoel Dias.

Segundo a direção da Conab, houve duas tentativas de contato com os agricultores que produzem as ‘Sementes da Paixão’, mas não foi possível realizar um trabalho conjunto. “Em outubro de 2013 marcamos duas reuniões com eles, com a proposta de recompor o estoque deles do banco de sementes. A gente tem a proposta de comprar e doar as sementes para eles, porque estavam apenas com 40% do banco em estoque. Temos tudo para ajudar, conversamos e continuamos abertos a ajudar a compor os estoques”, explicou o superintendente da Conab, Gustavo Guimarães.

A previsão climática para 2014 também não é animadora. As chuvas no semi-árido paraibano devem superar a estiagem do ano passado e igualar a média histórica, mas durante os próximos meses, até o início do segundo semestre vão continuar irregulares e mal distribuídas, prevê a Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa).

Fonte: [ G1 ]

Como os lobos mudam os rios

Quando os lobos foram reintroduzidos no Parque Nacional de Yellowstone, nos Estados Unidos, depois de estarem ausentes por quase 70 anos, a mais notável “cascata trófica” ocorreu.

O que é uma cascata trófica e exatamente como lobos mudam rios? George Monbiot explica nesse filme.

Assista à palestra completa, aqui: http://bit.ly/N3m62h

Cafezinho bom já vem da roça com fungo

por Liana John

 Foto: Liana John (terreiro de secagem de café, em Minas Gerais)
Foto: Liana John (terreiro de secagem de café, em Minas Gerais)

A primeira intenção era identificar os fungos prejudiciais à qualidade do café, para depois pesquisar meios de proteger os grãos durante e após a colheita. Ao reparar bem nos efeitos dos diversos parasitas, porém, os pesquisadores da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) conseguiram separar um benfeitor do meio dos malfeitores: toda vez que os grãos de café são infestados com Cladosporium cladosporioides, o cafezinho tem o sabor e o aroma preservados.

O fungo “do bem” se instala no grão maduro, um pouco antes do ponto de colheita e toma toda sua superfície, de tal modo que os outros fungos não conseguem se desenvolver. Nem mesmo os fungos comuns nas lavouras e nos armazéns – como os dos gêneros Penicillium, Aspergillus e Fusarium – conseguem garantir espaço!

A partir dessa constatação, a pesquisa mudou de rumo e passou a esmiuçar a relação entre o café e o tal fungo. “Isolamos e identificamos a espécie e fomos fazendo estudos nas regiões produtoras de Minas Gerais”, conta Sara Maria Chalfoun, da Epamig Lavras. “Verificamos as condições em que o fungo existe naturalmente e deve ser preservado e as situações em que sua presença é muito reduzida, devido a tratos culturais indevidos e aplicações de químicos”. Basicamente são 3 situações: cafezais com o fungo, onde a ordem é preservar; lavouras com pouca quantidade do fungo, onde se deve aumentar sua presença por meio de inoculação e regiões onde outros fungos passam a predominar, aí é preciso mudar os tratos culturais e reintroduzir C. cladosporioides.

“O fungo ocorre com menos frequência quando o cafezal está situado junto a grandes corpos d’água, como represas e lagoas, ou quando o nível de precipitações é elevado durante a fase de frutificação”, completa a pesquisadora, cujos 40 anos de carreira foram integralmente dedicados à qualidade do café. “Inicialmente desenvolvemos um pó para inoculação, mas agora temos um líquido, com um tempo de prateleira maior, de até 6 meses, o que é compatível com os produtos biológicos”.

Em parceria com Carlos José Pimenta, da Universidade Federal de Lavras (UFLA), Sara orienta diversos estudantes de Iniciação Científica a pós Graduação, dedicados ao estudo da espécie. Vários desses trabalhos foram desenvolvidos nas condições reais, no cafezal de uma fazenda que abriu as portas aos pesquisadores, a Fazenda Santa Helena, de Alfenas (MG). Outra fazenda, do Grupo Farroupilha, deve abrigar novos testes de campo, em Patos de Minas.

A equipe da Epamig hoje domina a produção do fungo em massa, em laboratório, para inoculação. E tem condições de repassar aos cafeicultores uma série de orientações para que eles tirem o melhor proveito desse conhecimento. Existe até um pedido de patente, depositado há cerca de 8 anos, relativo ao processo de multiplicação do fungo, essencial para transformar o bioprotetor do café em produto.

Segundo Sara, a grande vantagem do bioprotetor é que os fungos do gênero Cladosporium não produzem micotoxinas prejudiciais ao homem, nem causam dano à planta. Os bons resultados – a melhora das qualidades sensoriais do café – já são observados no primeiro ano de uso. A primeira aplicação deve ser feita quando os grãos começam a amadurecer, seguida de uma repetição, 45 dias depois.

A equipe liderada por Sara conta com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnologico (CNPq) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). “Criamos uma plataforma de trabalho para aproveitar a infraestrutura do laboratório e desenvolver outros produtos correlatos, pois temos muitos produtores interessados”, acrescenta a pesquisadora. “Estou um pouco frustrada com a burocracia para conseguir o registro. Apenas nos últimos anos é que o governo estadual vem se esforçando para converter as pesquisas em produtos. É uma luta grande, mas vale a pena: precisamos ir além da mera demonstração da possibilidade, do potencial, e chegar ao mercado”.

De fato, o bioprotetor não tem concorrente químico, é um produto único. Não faz mal para o pé de café, nem para quem toma a bebida. Ao contrário, protege a colheita do mofo de modo natural e garante a qualidade do cafezinho. Devia merecer atenção prioritária dos órgãos responsáveis pelo patenteamento e pelas licenças necessárias para chegar às prateleiras o quanto antes, certo? Então, Brasil, o que estamos esperando? Vamos cuidar logo desse fungo que conserva a qualidade do nosso cafezinho?

Fonte: [ Educação Ambiental Itajubá ]

Como usar a citronela contra mosquitos

Citronela

A citronela, de nome científico Cymbopogon nardus (Citronela-Ceilão), pertence à família Poaceae (gramíneas) e tem sua origem no sudoeste da Ásia.

A citronela contém óleo essencial e é utilizada na fabricação de repelentes contra mosquitos e insetos, que é sua principal qualidade e pela qual é amplamente conhecida no mercado. Tanto poder tem uma razão química: o óleo essencial tem mais de oitenta componentes, entre eles citronelal, geraniol e limoneno, agentes que afugentam moscas e mosquitos.

Seu cheiro é semelhante ao do eucalipto e, segundo a aromaterapia, tem propriedades tônica, anti-séptica e desinfetante. Além do óleo essencial, é possível encontrar mudas da planta e vários produtos à base de citronela, como loções e sprays, para a pele, e velas e incensos, para a casa.

Apresenta efeitos alelopáticos positivos quando plantada em conjunto com outras plantas, repelindo pragas e desta forma protegendo as companheiras.

Deve ser cultivada em solo fértil e úmido, a sol pleno.

Como usar?

– Plantar a citronela na direção do vento em que se quer atingir o efeito repelente aumenta sua eficácia;

– As folhas podem ser queimadas em incensórios domésticos ou utilizando-se o óleo essencial em difusores elétricos;

– Ferva algumas folhas e faça uma espécie de chá para usar na limpeza de pisos;

– Para evitar picadas de mosquitos, amasse e esfregue uma folha de citronela nas partes do corpo mais expostas como braços e pernas;

– Mantenha uma muda em um vaso dentro de casa e, sempre que quiser, corte um pedaço de uma das folhas para que a essência se espalhe mais.

Tecnologias do Sítio Maravilha

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Mosquitoeira – Armadilha Caseira para o Mosquito da Dengue

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Acho que não é novidade para ninguém, uma vez que esta armadilha esta sendo amplamente divulgada pela mídia. Com uma garrafa pet, dessas de refrigerantes, é possível fazer uma armadilha que prende e mata o mosquito.

Você vai precisar de:

– 1 garrafa pet de 1,5 litros
– 1 tesoura
– 1 lixa de madeira nº 180
– 1 rolo de fita isolante
– 1 pedaço de 5×5 cm de tecido Micro Tule
– 4 grãos de alpiste ou 1 grão de ração felina.

VIDEO DE COMO CONSTRUIR: https://www.youtube.com/watch?v=Jyi_zj3PWcc

MANUAL: http://www.faperj.br/downloads/mosquiterica.pdf

Fonte: [ Loucura Racional ]