Biocombustível aproveita 97% do óleo da planta, que cresce em solo infértil e não compete com as lavouras para produção de alimentos
Vanessa Barbosa, de EXAME.com
A fibra do talo da Cannabis sativa foi um dos primeiros produtos utilizados mundialmente para a confecção de cordas e roupas, diz pesquisador.
São Paulo – Às várias utilidades da maconha que estão em estudo, como sua vocação terapêutica e medicamentosa e até mesmo seu uso em carrocerias de carros, adicione mais uma: a de combustível. Pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos Estados Unidos, descobriram que a fibra da Cannabis sativa, conhecida como o cânhamo industrial, tem propriedades que a tornam viável e atraente como matéria-prima para a produção de biodiesel.
BeteBrito.comA cana-de-açúcar é, talvez, o único produto de origem agrícola destinado à alimentação que ao longo dos séculos foi alvo de disputas e conquistas, mobilizando homens e nações. A planta que dá origem ao produto encontrou lugar ideal no Brasil.
Durante o Império, o país dependeu basicamente do cultivo da cana e da exportação do açúcar. Calcula-se que naquele período da história, a exportação do açúcar rendeu ao Brasil cinco vezes mais que as divisas proporcionadas por todos os outros produtos agrícolas destinados ao mercado externo.
– ANTIGUIDADE –
Foi na Nova Guiné que o homem teve o primeiro contato com a cana-de-açúcar. De lá, a planta foi para a Índia. No “Atharvaveda”, o livro dos Vedas, há um trecho curioso: “Esta planta brotou do mel; com mel a arrancamos; nasceu a doçura…..Eu te enlaço com uma grinalda de cana-de-açúcar, para que me não sejas esquiva, para que te enamores de mim, para que não me sejas infiel“. A palavra “açúcar” é derivado de “shakkar” ou açúcar em sânscrito, antiga língua da Índia.
por Redação do Correio do Brasil, com Agência Fapesp – de São Paulo
Elas têm estruturas mais simples e se reproduzem em velocidades muito maiores do que as dos outros vegetais. Essas características colocam as microalgas e as pequenas plantas aquáticas da família das Lemnaceaes na fronteira das pesquisas sobre novas fontes de biocombustíveis.
Especialistas nessas duas matérias-primas apresentaram resultados de seus estudos no 2º Congresso Pan-Americano sobre Plantas e Bioenergia, que termina nesta quarta-feira, em São Pedro (SP).
Ao longo de 08 (oito) anos de projeto, testamos várias fórmulas para tentar criar um projeto que se mantivesse “sozinho“, sem ajuda financeira de empresas patrocinadoras.
Uma das formas mais dinâmicas para quem gosta de fazer novas amizades e trocar experiências é participar de grupos ou listas por email. Você se inscreve em um grupo onde os participantes mandam mensagem para o endereço de email do grupo/lista e todos os participantes recebem a mensagem.
As características de um grupo de email diferem de um fórum, por exemplo. Neste o participante cria um tópico e aguarda alguma resposta de outro participante que acessa o tópico para responder.
Já nos grupos / listas, quando alguém envia uma mensagem, todos os participantes recebem aquela mensagem. Aí, quando alguém responde, a resposta também é enviada para todos os participantes.
O cânhamo (Cannabis sativa, ruderalis e indica) é, desde a aurora da humanidade, conhecido por seus múltiplos usos, e durante séculos – até 1900, para ser mais exato – teve utilização maciça tanto como matéria prima para papel, tecidos e fibras como também para a produção de medicamentos.
Somente nas primeiras décadas do século passado é que ele foi proscrito, em meio a disputas comerciais com o algodão e o nylon – carro-chefe da nascente indústria petroquímica. Sim, o plantio do cânhamo foi criminalizado somente por interesses comerciais, e muita gente lucrou com isso. Você não, certamente, mas teve gente que lucrou.
Uma indústria em pleno desenvolvimento foi então impedida de crescer, e o avanço tecnológico já alcançado foi posto em ostracismo. E quem mais perdeu com isso foi o planeta. Décadas de exploração irracional do petróleo o tornou recurso facilmente esgotável nos próximos trinta anos. A sangria de nossas florestas destrói 20 campos de futebol por hora. E a certo tempo, não restarão florestas nem “ouro negro” sob nossos pés.
Um colapso energético é latente e previsível, aumentam as temperaturas, respira-se mal, o planeta seca, e quem é culpado? Nós mesmos, que permitimos leis ignorantes e mercadológicas que impedem uma solução ecológica e socialmente responsável: o cânhamo.
Biocombustível super limpo é produzido com tecnologia de TV a plasma
Biocombustível a plasma
O mesmo processo responsável por iluminar as enormes telas das TVs de plasma poderá ser a base para uma nova geração de reatores capazes de produzir biocombustíveis ultra limpos.
Albin Czernichowski, da Universidade de Orleans, na França, construiu um pequeno reator de baixo custo, que ele chamou de reator GlidArc, que usa o plasma – nuvens de um gás eletricamente carregadas – para produzir combustíveis super limpos.
Criada a Aliança Brasileira para Biocombustíveis de Aviação – o objetivo da aliança é promover iniciativas públicas e privadas que busquem o desenvolvimento e a certificação de biocombustíveis sustentáveis para a aviação.
Foi formalizada a criação da Aliança Brasileira para Biocombustíveis de Aviação (ABRABA), após reunião realizada no último dia 6 de maio. A entidade é formada pela Algae Biotecnologia, Amyris Brasil, Associação Brasileira dos Produtores de Pinhão Manso (ABPPM), Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil (AIAB), Azul, Embraer, Gol, Tam, Trip e União da Indústria da Cana-de-Açúcar (UNICA). A ABRABA espera que outras entidades se unam ao grupo para contribuir com o projeto.
O objetivo da aliança é promover iniciativas públicas e privadas que busquem o desenvolvimento e a certificação de biocombustíveis sustentáveis para a aviação. Tal meta será viabilizada por meio de diálogos com formuladores de políticas públicas e formadores de opinião, visando a obtenção de biocombustíveis com níveis equivalentes de segurança e custo, em relação aos combustíveis derivados do petróleo.
Bioenergia boa é a original, a de primeira geração.
O resto… é conversa fiada.
Por: Eng. Thomas R. Fendel
Um carro pequeno e moderno a óleo vegetal, do porte de um Uno – Fiat, faz brincando 30 km com apenas um litro de óleo de fritura descartado, e sua emissão de micro-partículas do motor, pode ser menor do que a proveniente do desgaste dos pneus…
Mas, essa crua realidade, desmascara e aniquila a burrice e a ladroagem dos monopólios.
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