Aos pobres de direita

Se tem uma coisa que me faz ficar “pensativo” é observar a situação política no mundo – em especial a qualidade dos políticos – e constatar a real de que a vida continuará seguindo inadvertidamente para o curso que as classes dirigentes, vulgarmente chamadas de elites, empurram.

Eles já roubaram e armazenaram todo o conhecimento do mundo, estão criando máquinas para substituir o trabalho braçal, fabricando entretenimento em músicas, textos, imagens, vídeos… com o intuito de deturpar e mentir em profusão, de todas as maneiras possíveis.

É um jogo viciado onde eles estão ensinando máquinas a matar – e nós estamos parados!, assistindo.

Estamos vendo um presidente dizer que quer pegar para isso os recursos nos território dos outros e que se não conseguir na ameaça vai invadir, e matar, e trucidar, e destruir.. etc. E – pasmem! – não há (( NADA )) na situação geopolítica que possa pará-lo.

Seguimos fazendo as coisas da vida como se tal absurdo não fosse absurdo!

Será que foi a pandemia que nos tornou tão insensíveis? Sabe a sensação de quem nunca essa porra vai dar certo?

Como que ainda temos empresários não entendem que é o trabalhador que tem que ganhar mais dinheiro para que possa comprar mais e melhor?

E talvez a pergunta nem seja mais “como”, mas “por quê”.
Por que um sistema que depende do consumo insiste em enfraquecer quem consome?

Por que seguimos aceitando como natural uma lógica que nos esgota, nos divide e, ainda assim, se sustenta sobre nós?

Talvez este seja o ponto mais inquietante: não é a ausência de respostas — é a ausência de reação.

Porque, no fim, enquanto nos acostumamos ao absurdo, ele deixa de parecer absurdo. E quando isso acontece, o jogo já não precisa mais ser vencido — ele apenas continua sendo jogado.

E sabe o que é mais doido? É que vai ter gente se perguntando o que isso tem a ver com plantas!

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Anderson Porto, um idiota de esquerda que insiste em tentar entender.

Inteligência artificial na plantação

Tecnologia desenvolvida por pesquisadores da USP utiliza método de visão computacional para avaliar imagens de folhas, permitindo detectar matematicamente a carência de nutrientes em milharais
Por Fábio de Castro

Observando as folhas dos pés de milho, um agricultor experiente é capaz de identificar imediatamente a falta de determinados nutrientes. Mas isso só é possível quando a planta já está adulta e a safra foi comprometida.

Uma nova tecnologia, desenvolvida por um grupo interdisciplinar de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), é capaz de antecipar esse diagnóstico, permitindo que o agricultor faça a intervenção necessária a tempo de salvar a safra e evitar prejuízos.

A tecnologia utiliza imagens digitais das folhas e métodos de visão computacional e é capaz de detectar, em poucos minutos, a carência de diversos nutrientes em plântulas em estágio inicial de desenvolvimento.

O projeto Visão computacional aplicada à nutrição vegetal, desenvolvido por pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) e da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP, em Pirassununga, já tem patente depositada e está em fase de transferência de tecnologia. Os testes laboratoriais foram concluídos com sucesso e a equipe está realizando testes em campo.

Além dos professores Odemir Martinez Bruno, do IFSC, Pedro Henrique de Cerqueira Luz e Valdo Rodrigues Herling, da FZEA, também trabalharam no projeto os pós-graduandos Liliane Maria Romualdo, Fernanda de Fátima da Silva, Mario Antonio Marin – todos da FZEA – e Alvaro Gómez Zúñiga, do Instituto de Ciências Matemáticas e Computação (ICMC), da USP de São Carlos.

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