Cannabis Verdades e Mentiras

O cânhamo (Cannabis sativa, ruderalis e indica) é, desde a aurora da humanidade, conhecido por seus múltiplos usos, e durante séculos – até 1900, para ser mais exato – teve utilização maciça tanto como matéria prima para papel, tecidos e fibras como também para a produção de medicamentos.

Somente nas primeiras décadas do século passado é que ele foi proscrito, em meio a disputas comerciais com o algodão e o nylon – carro-chefe da nascente indústria petroquímica. Sim, o plantio do cânhamo foi criminalizado somente por interesses comerciais, e muita gente lucrou com isso. Você não, certamente, mas teve gente que lucrou.

Uma indústria em pleno desenvolvimento foi então impedida de crescer, e o avanço tecnológico já alcançado foi posto em ostracismo. E quem mais perdeu com isso foi o planeta. Décadas de exploração irracional do petróleo o tornou recurso facilmente esgotável nos próximos trinta anos. A sangria de nossas florestas destrói 20 campos de futebol por hora. E a certo tempo, não restarão florestas nem “ouro negro” sob nossos pés.

Um colapso energético é latente e previsível, aumentam as temperaturas, respira-se mal, o planeta seca, e quem é culpado? Nós mesmos, que permitimos leis ignorantes e mercadológicas que impedem uma solução ecológica e socialmente responsável: o cânhamo.

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Biofábrica produz vacinas a partir de plantas naturais

Biofábrica produz vacinas a partir de plantas naturais – a fábrica biológica é considerada natural porque as plantas utilizadas não sofrem modificações genéticas.

A fábrica biológica é considerada natural porque as plantas utilizadas não sofrem modificações genéticas, segundo o Dr. Vidadi Yusibov, do Instituto Fraunhofer. (Imagem: Fraunhofer)

Um grupo internacional de cientistas e engenheiros desenvolveu uma fábrica biológica natural de medicamentos, que cultiva plantas capazes de produzir grandes quantidades de vacinas e princípios ativos de medicamentos.

A fábrica biológica é considerada natural porque as plantas utilizadas não sofrem modificações genéticas.

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Pesquisa mostra que plantas podem combater dengue e rotavírus

Pesquisas sobre plantas medicinais que podem combater dengue e rotavírus

A previsão é que em três anos o novo medicamento esteja disponível no mercado e possa ajudar a salvar vidas.

No Brasil, ouvimos dizer que algumas plantas têm poder de remédio. Pois em Minas Gerais, pesquisadores fizeram uma descoberta surpreendente.

Jatobá, gabiroba, aroeira, essa rica biodiversidade chamou a atenção de cientistas mineiros. Pesquisadores coletaram 20 espécies de plantas do cerrado mineiro. Os estudos, ao longo dos últimos quatro anos, revelaram que cinco dessas plantas apresentaram substâncias que combatiam agentes causadores de doenças. A descoberta pode contribuir para a criação de um medicamento contra o rotavírus e a dengue.

Amazonas investiga plantas nativas no tratamento da malária

Pesquisadores da Fundação de Medicina Tropical do Amazonas (FMT-AM) buscam antimaláricos formulados com produtos derivados de plantas amazônicas, destinados ao combate da malária em pessoas já infectadas onde o parasita desenvolveu resistência aos remédios.

MANAUS – Pesquisadores da Fundação de Medicina Tropical do Amazonas (FMT-AM) buscam antimaláricos formulados com produtos derivados de plantas amazônicas, destinados ao combate da malária em pessoas já infectadas onde o parasita desenvolveu resistência aos remédios.

O trabalho está sendo desenvolvido sob a coordenação da mestre em Doenças Tropicais e Infecciosas, Mônica Regina Costa, com acompanhamento da graduanda em Farmácia, Tailah Oliveira Azevedo, que é bolsista do Programa de Iniciação Científica (Paic), financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM).

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Tabela da ANVISA sobre usos de plantas medicinais

Tabela da ANVISA sobre usos de plantas medicinais

As alegações terapêuticas consideram apenas as formas de preparo e usos específicos aqui tratados, ficando excluídas desta resolução ações farmacológicas e indicações terapêuticas que, embora relevantes pelo uso tradicional, ou subsidiadas por estudos científicos, requeiram formas de preparação ou uso não previstas nesta Resolução.

Tabela da ANVISA sobre usos de plantas medicinais, com Nomenclatura botânica, Nomenclatura popular, Parte utilizada, Forma de utilização, Posologia e modo de usar, Via, Uso, Alegações, Contra indicações, Efeitos adversos, Informações adicionais em embalagem e Referências.

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Genética ajuda a preservar a Copaíba do Cerrado paulista

A copaíba tem propriedades medicinais e é utilizada na indústria de cosméticos.

Antonio Carlos Quinto , AGÊNCIA USP

Copaíba

São Paulo – Estudos realizados na Estação Ecológica de Assis (EEA) em São Paulo, cuja área é de 1.760 hectares (17,6 milhões de metros quadrados), avaliaram a diversidade genética e o sistema reprodutivo de uma espécie de copaíba (Copaifera langsdorffii). O trabalho realizado por pesquisadores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, traz subsídios para ações eficientes em relação à conservação e manejo da planta.

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O poder cicatrizante da semente da jaca

A jaca é o centro das atenções dos pesquisadores do Departamento de Biologia Celular e Molecular da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto, interior paulista.

A espécie não é nativa mas se adaptou perfeitamente ao Brasil. Segundo a professora Maria Cristina Roque Barreira, a jaca é originária da Malásia e, na verdade, faz parte da biodiversidade brasileira porque ela está implantada principalmente na região de litoral.”.

Desde a década de 80, estudos mostram que dessas sementes podem surgir novos produtos.

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Estudo britânico confirma propriedade analgésica de hortelã brasileira

[img:091125141949_091125_mentadentro.jpg,full,alinhar_esq_caixa]Uma xícara de chá de um tipo de hortelã tem propriedades analgésicas equivalentes às de alguns remédios vendidos comercialmente, concluiu um estudo feito na Grã-Bretanha por uma pesquisadora brasileira.

Há séculos, a erva Hyptis crenata, conhecida como hortelã-brava e salva-de-marajó, vem sendo utilizada na medicina popular no Brasil para tratar desde dores de cabeça e estômago até febre e gripe.

Liderada pela brasileira Graciela Rocha, a equipe da Universidade de Newcastle, no nordeste da Inglaterra, fez estudos com ratos e provou que a prática popular tem base científica.

O estudo foi publicado na revista científica Acta Horticulturae.

Graciela Rocha está apresentando seu trabalho no International Symposium on Medicinal and Nutraceutical Plants em Nova Déli, na Índia.

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Você já ouviu falar da batata yacon?

[img:yacon2.jpg,full,alinhar_esq_caixa]Esta batata tem origem na região dos Andes e vem fazendo sucesso entre os diabéticos.

No Brasil é cultivada pelos japoneses. O alimento tende, segundo seus usuários, a reduzir os níveis glicêmicos.

Parecida com a batata-doce, ela é porosa e tem o sabor que lembra o da pêra. Não é consumida cozida ou frita, mas em forma de salada ou como fruta.

Para consumir é só lavar, descascar e comer crua. Pode-se ainda misturar os pedaços com água e bater no liquidificador. Assim faz um suco nutritivo e pouco calórico.

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Chá ajuda mesmo a emagrecer?

Você não sabe o que fazer no meio de tantos chás emagrecedores? Confira a matéria e saiba se eles são mesmo bons.

[img:gb03a.jpg,full,alinhar_esq_caixa]Você liga a TV e uma longa propaganda, disfarçada de programa de televisão, vende um chá que promete acabar com todas suas gorduras, inclusive as localizadas. Muda de canal e a apresentadora do programa da tarde oferece um produto similar que pode ser pago em três vezes no cartão.

Na farmácia, vê vários chás emagrecedores enfileirados na prateleira. E aquela pergunta fica na sua cabeça: “Será que chá ajuda a emagrecer mesmo?”

A nutróloga Elisa Catapan, da Beauty Care, diz que não é qualquer chá que colabora no emagrecimento. “Os chás emagrecedores que funcionam são os amargos, como de alcachofra, cipó-cabeludo e losma. Mas eles não queimam gorduras. Apenas fazem o intestino funcionar melhor, facilitando a digestão”, explica.

Alguns dos chás mais populares entre quem quer ficar leve em pouco tempo são os de cáscara sagrada e de porangaba. Eles ajudam, de fato, a perder alguns quilos e podem ser tomados, desde que com cautela. “Em grandes quantidades, como dois litros por dia, essas bebidas causam diarréia osmótica, que é um processo patológico horrível. A pessoa pode sofrer uma desidratação grave e ganhar irritações na parede do intestino”, alerta Elisa. Logo, uma xícara por dia já está de boa medida.

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