Anvisa libera medicamento fitoterápico produzido na Bahia

Fitos são produzidos com mesmo controle dos remédios convencionais
Fitos são produzidos com mesmo controle dos remédios convencionais

É crescente a quantidade de pessoas que vêm aderindo a Medicina Complementar e Alternativa (MCA) fazendo uso de medicamentos fitoterápicos no Brasil. Esse número, segundo a Associação Brasileira de Fitoterapia (Abfit), cresce a cada ano no país e no mundo e seus benefícios são comprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que recentemente aprovou o Arpynflan, um medicamento fitoterápico produzido pela indústria baiana Natulab.

O Arpynflan, um anti-inflamatório natural produzido a partir do extrato da raiz de Harpagophytum procumbens (popularmente conhecida como Garra-do-diabo), é recomendado para o tratamento de quadros reumáticos, acompanhado de dor, como artrite, artrose e lombalgia (dor na região lombar da coluna) e já é disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Além de considerar a liberação de medicamentos fitoterápicos pela Anvisa uma evolução do mercado, o farmacêutico Olavo Souza Rodrigues, Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Natulab, acredita que fornecer esses medicamentos pelo SUS aumenta ainda mais o número de usuários de fitoterápicos. “A farmácia básica do SUS ter medicamentos fitoterápicos é uma grande conquista. Desta forma, mais pessoas irão conhecer os produtos e perceber que, em alguns casos, podem fazer um tratamento alternativo com eficácia e segurança”, diz.

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Pesquisa mostra que plantas podem combater dengue e rotavírus

Pesquisas sobre plantas medicinais que podem combater dengue e rotavírus

A previsão é que em três anos o novo medicamento esteja disponível no mercado e possa ajudar a salvar vidas.

No Brasil, ouvimos dizer que algumas plantas têm poder de remédio. Pois em Minas Gerais, pesquisadores fizeram uma descoberta surpreendente.

Jatobá, gabiroba, aroeira, essa rica biodiversidade chamou a atenção de cientistas mineiros. Pesquisadores coletaram 20 espécies de plantas do cerrado mineiro. Os estudos, ao longo dos últimos quatro anos, revelaram que cinco dessas plantas apresentaram substâncias que combatiam agentes causadores de doenças. A descoberta pode contribuir para a criação de um medicamento contra o rotavírus e a dengue.