Mata de Santa Genebra é palco de pesquisa para estudantes da Unicamp

A Mata Santa Genebra recebeu a visita de 12 alunos do 2º e 3º anos do curso de Farmácia da Unicamp, nesta segunda-feira, 16 de abril. Os estudantes estão realizando uma pesquisa de coleta de plantas para depósito em herbário na universidade e coleta de informações etnobiológicas.

Neste semestre, a equipe está estudando a disciplina de etnobiologia – estudo científico da dinâmica de relacionamentos entre pessoas e seus grupos culturais e o meio ambiente, desde o passado distante até o presente imediato.

Os alunos colheram duas espécies de plantas na unidade, a assa-peixe e a piper. O grupo ainda assistiu a palestra ministrada pelo monitor da atividade, Rodrigo do Prado, que inclui a história da Mata de Santa Genebra, doada em 1981, ao Poder Executivo.

Além disso, os alunos realizaram o percurso da trilha-leste da Unidade de Conservação e conheceram o complexo Borboletário, que consiste em uma casa de criação, de acompanhamento de pesquisas e o viveiro.

Trabalho de campo

“Desde o início do ano estamos aprendendo a teoria em sala de aula e eu não via a hora de sair a campo. A Mata de Santa Genebra é um ótimo lugar para colher mais informações sobre nosso trabalho’’, diz a estudante Valeria Holsback.

Segundo os biólogos da Fundação, o melhor período para a coleta dessas plantas é a primavera, onde as espécies arbóreas florescem com mais intensidade.

A presidente Tereza Dóro reforça que a Fundação José Pedro de Oliveira está à disposição das universidades e escolas da região para utilizar a Mata de Santa Genebra, em pesquisas e demais trabalhos sobre meio ambiente.

Fonte: [ POrtal Novidade ]

Pesquisa sobre germinação de sementes pode auxiliar comércio de plantas da várzea na Amazônia

Áreas de várzea no Amazonas são periodicamente atingidas pela cheia no Estado (Márcio Silva )

Pesquisadores do Grupo de Pesquisa em Ecologia Florestal do Instituto Mamirauá concluíram a análise de cerca de 20 mil sementes de espécies de árvores das florestas de várzea, como parte integrante do estudo “Germinação de Sementes, Emergência e Recrutamento de Plântulas”.

De acordo com a bióloga e doutora Auristela Conserva, as informações analisadas podem auxiliar nas atividades de manejo realizado na Reserva Mamirauá e contribuir para o entendimento da dinâmica das florestas de várzea, que apresentou uma redução de 70% do número de árvores exploradas no período de 1993 a 2000.

Desde 2010, a pesquisa busca identificar características relacionadas ao comportamento de sementes da várzea, como velocidade, frequências de germinação, tipos morfológicos e padrões da fase jovem dos vegetais estudados, denominada como plântula.

No total, oito espécies foram estudadas, entre elas o assacú (Hura crepitans), utilizado como boia para flutuantes, o mulateiro (Calycophyllum spruceanum) e a Piranheira (Piranhea trifoliata), ambos empregadas na construção civil.

Além da utilidade para o manejo praticado na Reserva Mamirauá, os dados sobre germinação estão próximos de se transformar em um protocolo, no caso do mulateiro, a ser oficializado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), conhecido como Regras para Análises de Sementes.

O estudo para o protocolo, realizado pela Universidade Federal de Uberlândia, financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com Instituto Mamirauá oferece subsídios para a fiscalização do comércio de sementes florestais, que é ainda pouco praticado no Brasil.

Fonte: [ ACRITICA ]

Plantio de Árvores nas calçadas

Por Júlio Bernardes

Pesquisa feita em três regiões da cidade de São Paulo comprova que a vegetação urbana reduz a necessidade de ventiladores e aparelhos de ar-condicionado para manter o conforto térmico em residências, podendo reduzir o consumo de energia elétrica. O trabalho foi apresentado na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP de Piracicaba, pela engenheira agrônoma Giuliana Del Nero Velasco, que sugere o plantio de árvores de grande porte no sistema viário para ampliar a redução de temperatura obtida com a cobertura vegetal.

O trabalho analisou áreas com diferentes densidades de vegetação na Zona Sul da cidade, a primeira com 3,72% de cobertura verde, a segunda com 11,71% e a terceira com 33,92%. “Os locais foram escolhidos por geoprocessamento, a partir das imagens de alta resolução do satélite Ikonos II”, explica Giuliana. “Após a aplicação do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) e análise de mapas de clima já existentes, foi feito um levantamento de campo para confirmar os dados do sensoriamento remoto e definida uma amostragem de 100 residências em cada área”.

Em cada residência foram coletados dados sobre a cobertura vegetal, temperatura, umidade e, por meio de questionários, da presença de ar-condicionado e ventiladores. A concessionária de energia local forneceu informações sobre o consumo de eletricidade. “Por fim, realizou-se o cálculo dos graus-hora de calor, que indica quantos graus de temperatura a mais precisam ser retirados do ambiente de forma artificial”, completa a agrônoma.

No mês mais quente medido pela pesquisa (março), a área com menor vegetação apresentou 10 graus-hora de calor por dia, contra 3,91 graus-hora de calor da região com maior cobertura vegetal. “Isto mostra que o local com menos cobertura arbórea possui uma necessidade maior de refrigeração artificial”, ressalta Giuliana, acrescentando que a temperatura às 9 horas chegou a ser 2,14 graus maior que a região mais arborizada. “Nessa área, a média de temperatura foi menor, o que resultou em um valor mais baixo de graus-hora de calor”.

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O ingrediente ativo da maconha reduz o crescimento do tumor no câncer de pulmão, diz pesquisa de Harvard

O ingrediente ativo da maconha reduz o crescimento do tumor no câncer de pulmão comum pela metade e reduz significativamente a capacidade do câncer se espalhar, dizem pesquisadores da Universidade de Harvard que testaram a substância química em ambos os estudos de laboratório com ratos.

Eles dizem que este é o primeiro conjunto de experimentos para mostrar que o composto, Delta-tetrahidrocanabinol (THC), inibe a EGF-induzida crescimento e migração no receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR) expressando não-pequenas células do pulmão linhagens de células cancerosas. Cânceres de pulmão que o excesso de expressar EGFR são geralmente muito agressivos e resistentes à quimioterapia.

O THC, que tem como alvo receptores canabinóides CB1 e CB2, é semelhante em função aos endocanabinóides, que são os canabinóides produzidos naturalmente no corpo e que ativam esses receptores. Os pesquisadores sugerem que os agentes designer de THC ou outros que ativam esses receptores pode ser usado de forma orientada para o tratamento de câncer de pulmão.

“A beleza deste estudo é que nós estamos mostrando que uma substância de abuso, se usado com prudência, pode oferecer um novo caminho para a terapia contra o câncer de pulmão”, disse Anju Preet, Ph.D., pesquisador da Divisão de Medicina Experimental.

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UnB desenvolve revestimento acústico a partir de fibras vegetais e papel reciclado

por Hebert França

Agência Brasil – ABr – Combinando baixo custo e preocupação ambiental, a professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (Fau), da Universidade de Brasília (UnB), Rosana Stockler, desenvolveu placas de absorção sonora feitas de fibras vegetais e papel reciclado. Elas diminuem a reverberação do som, o que as torna ideal para a instalação em ambientes onde o prolongamento do som não é interessante como estúdios e salas de aula.

Rosana explica que ambientes montados com materiais lisos e rígidos – chapas metálicas, vidros, fórmicas, madeiras envernizadas – refletem o som, promovendo a reverberação. O que não ocorre em espaços cujo acabamento privilegia materiais porosos, macios e flexíveis como os carpetes, cortinas e nos casos em que o isolamento acústico é necessário, a espuma e a própria placa criada pela pesquisadora.

Os experimentos conduzidos pela equipe da Fau, com a participação de alunos do Instituto de Artes e do curso de engenharia mecatrônica, foram realizados com fibras de tronco de bananeira e papel reciclado, mas, segundo Rosana, outras fibras como o capim da soja também apresentam resultados parecidos. “As fibras são necessárias porque inibem a decantação (separação) do papel. Optamos pela bananeira porque era o material mais acessível e otimizava a continuidade da pesquisa”, explica a professora.

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Embrapa terá laboratório de fitoterápicos

A Embrapa Agroindústria Tropical está instalando, em sua sede em Fortaleza, um laboratório de química de produtos naturais.

O investimento, segundo o diretor do órgão, Vitor Hugo de Oliveira, é de R$ 8 milhões. A ordem é estudar fitoterápicos.

Vitor Hugo esteve em Brasília, nesta semana, tratando de orçamento do órgão para 2012.

Fonte: [ Blog do Eliomar ]

Óleo de coentro pode matar bactérias


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Nova York- O coentro é um tempero popular bastante utilizado na culinária asiática, latino-americana e mediterrânea.

Agora, cientistas da Universidade de Beira Interior, em Portugal, relatam que o óleo extraído das sementes de coentro [Coriandrum sativum] pode matar bactérias associadas a doenças transmitidas por alimentos, como a E.coli.

O óleo de coentro é utilizado há séculos como remédio popular no tratamento de diversas doenças. Pesquisadores também já haviam descoberto que ele podia diminuir as cólicas e ajudar na digestão, aliviar infecções provocadas por fungos e reduzir a náusea.

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Pesquisa do portal Tudo Sobre Plantas

Olá pessoal,

Estamos fazendo uma pesquisa sobre como e o que podemos melhorar, no portal, para melhor atender às necessidades de nossos visitantes e usuários.

Você pode ajudar, respondendo esta pesquisa, participando com sugestões e críticas construtivas.

Para acessar a pesquisa, [ CLIQUE AQUI ]

Nós, do portal Tudo Sobre Plantas, agradecemos imensamente pela participação de todos.

Assim que for encerrada – quando tivermos participações suficientes para formar estatísticas – iremos trabalhar para atender aos anseios, sugestões e necessidades que forem explicitadas na pesquisa.

É um trabalho que vem sendo construído por todos nós!

Abraços!

Anderson Porto
http://www.TudoSobrePlantas.com.br

Inteligência artificial na plantação

Tecnologia desenvolvida por pesquisadores da USP utiliza método de visão computacional para avaliar imagens de folhas, permitindo detectar matematicamente a carência de nutrientes em milharais
Por Fábio de Castro

Observando as folhas dos pés de milho, um agricultor experiente é capaz de identificar imediatamente a falta de determinados nutrientes. Mas isso só é possível quando a planta já está adulta e a safra foi comprometida.

Uma nova tecnologia, desenvolvida por um grupo interdisciplinar de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), é capaz de antecipar esse diagnóstico, permitindo que o agricultor faça a intervenção necessária a tempo de salvar a safra e evitar prejuízos.

A tecnologia utiliza imagens digitais das folhas e métodos de visão computacional e é capaz de detectar, em poucos minutos, a carência de diversos nutrientes em plântulas em estágio inicial de desenvolvimento.

O projeto Visão computacional aplicada à nutrição vegetal, desenvolvido por pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) e da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP, em Pirassununga, já tem patente depositada e está em fase de transferência de tecnologia. Os testes laboratoriais foram concluídos com sucesso e a equipe está realizando testes em campo.

Além dos professores Odemir Martinez Bruno, do IFSC, Pedro Henrique de Cerqueira Luz e Valdo Rodrigues Herling, da FZEA, também trabalharam no projeto os pós-graduandos Liliane Maria Romualdo, Fernanda de Fátima da Silva, Mario Antonio Marin – todos da FZEA – e Alvaro Gómez Zúñiga, do Instituto de Ciências Matemáticas e Computação (ICMC), da USP de São Carlos.

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Plantas medicinais são esperança de novos antibióticos

Plantas contra infecções

Tratamentos contra o câncer frequentemente têm o efeito colateral de comprometer o sistema imunológico do paciente.

Isso pode resultar em infecções secundárias por bactérias e fungos que levam à morte, especialmente com as bactérias como o Staphylococcus aureus tornando-se resistentes aos antibióticos.

Mas uma nova pesquisa realizada por médicos da Índia descobriu uma série de plantas medicinais eficazes contra as infecções bacterianas e fúngicas associadas à queda imunológica que acompanha a quimioterapia a.

Antibióticos naturais

Os pesquisadores da Universidade Rohtak testaram extratos de várias plantas usadas na medicina tradicional ou popular contra microrganismos encontrados na boca de pacientes com câncer bucal.

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