Durante o eclipse solar de 2022 nas Dolomitas, Itália, cientistas registraram árvores sincronizando seus sinais elétricos em antecipação ao fenômeno. A descoberta sugere que as florestas funcionam como um “coletivo vivo”, onde árvores centenárias desempenham papel essencial na resiliência e na inteligência ecológica. O estudo reforça a importância da preservação das florestas antigas por sua sabedoria invisível, mas vital para os ecossistemas.
Durante um eclipse solar, árvores na Itália sincronizaram seus sinais elétricos, sugerindo uma inteligência coletiva na floresta.
Em uma descoberta notável, cientistas descobriram que as árvores podem atuar como um “coletivo vivo”, sincronizando seus sinais elétricos internos em antecipação a um eclipse solar.
Durante o eclipse de 2022 sobre as Dolomitas italianas, pesquisadores registraram abetos alinhando sua atividade bioelétrica horas antes do início do evento.
A não reconhecida importância do Agronegócio Brasileiro
Artigo do Engº Agrº Fernando Sampaio
Imagine-se um hipotético indivíduo que doravante chamaremos de Sr. Oliveira. O Sr. Oliveira é um homem comum. É um pai de família. Habita uma região metropolitana que poderia ser São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte ou Recife ou alguma outra grande cidade. Tem um emprego em uma instituição financeira, ou em uma revendedora de peças por exemplo. Pertence àquela classe média ligeira, que além de trabalhar 4 meses por ano de graça para o governo esforça-se para pagar as contas de aluguel, escola, natação e inglês dos filhos, plano de saúde, o guarda da rua e outros pormenores no fim do mês.
Empresa aposta na planta como substituta do aço na construção civil e da madeira na agroindústria
por Wilson Weigl
Em vez de florestas de eucaliptos, bambuzais. Em vez de vigas de aço, varas de bambu. Essa é a visão que levou o engenheiro agrônomo Danilo Candia, 45 anos, a se lançar em um empreendimento tão versátil quanto a matéria-prima que explora.
A paulistana Bambu Carbono Zero oferece produtos derivados de bambu e serviços de consultoria em todos os segmentos da cadeia produtiva, desde o fornecimento de mudas em larga escala, plantio, manejo e extração até soluções construtivas e de revestimentos. “As varas podem ser usadas como pilares, vigas, caibros, vergalhões e até pisos. São mais leves do que a madeira e têm força de tração similar à do aço”, afirma Candia.
eco chavões idiotas: por: Eng. Thomas Renatus Fendel
– 1 litro de óleo vegetal (OV) “contamina” 1 milhão de litros de água.
– 1 kg de arroz “consome” 2500 litros de água.
– e tantas outras (quase infinitas) balelas e besteiras propagadas aos 4 ventos.
Acreditamos estar informados, mas na realidade nunca fomos tão enganados como agora. Nem nas pré e pós-guerras, as mentiras e as invenções abobalhantes brotam com tamanha velocidade.
O phytoplankton necessita de CO2 para produzir C e O2! Por: Eng. Thomas Renatus Fendel – www.fendel.com.br
Muito mais do que os demais vegetais, o fitoplâncton formado pelos micro-vegetais que abundam e infestam os mares, consome vultosa quantidade de gás carbônico, acumula carbono, libera oxigênio e nada nos arredores da superfície da água em busca dos raios solares. Sua coloração é geralmente verde em função das clorofilas que fotossintetizam H2O e CO2 em carbohidratos, num processo semelhante ao efetuado por seus parentes terráqueos.
Estas singelas plantinhas aquáticas são verdadeiras micro-usinas de comida e de O2, constituindo a base alimentar da vida nos mares, sendo em parte consumidas por pequenos seres marinhos que se transformam em cardápio de peixes maiores; resultando este phytoplankton num volume que chega a 2/3 de todos os vegetais que habitam este planeta.
Muitos destes minúsculos seres fotossintéticos, em mais de 20 mil espécies diferentes e com vida de poucos dias, acabam decantando para as profundezas dos oceanos, onde se transformam em vultosos depósitos de carbono. Continue lendo “O fitoplâncton necessita de CO2!”
Foto: Lixo nas areias da praia de Icaraí (Anderson Porto) 5 de Junho de 2006, Dia Mundial do Meio Ambiente.
Na manhã de segunda-feira, acordei disposto a fazer umas fotos da ressaca que está produzindo ondas imensas aqui na praia de Icaraí/RJ.
Ao chegar no calçadão da praia avistei uma cena pra lá de triste: a areia da praia estava tomada de lixo em um trecho bem grande. Trazida pela maré, o mar regurgitou nas areias, fruto de sua ressaca, parte do lixo que é atirado todos os dias em suas águas.
A foto vale mais que mil palavras.
Encontrei uma cidadã indignada com aquilo. Me contou que anda todo dia pelo calçadão e não acreditou quando avistou de longe aquele amontoado de lixo. Teve que chegar perto para conferir.
Conversando com os garis que tentavam fazer a limpeza antes da maré subir, todos me davam indignados o mesmo motivo: o povo é muito mal educado. “– O povo joga o lixo nas águas, e acaba que o mar depois trás tudo de volta”, dizia um. “Tudo que os favelados jogam nos rios e encostas acaba indo parar no mar. O resultado é esse aí, uma porcaria que dá desgosto de ver”, tentava explicar outro.
Dia Mundial do Meio Ambiente, o mar revoltado ao mesmo tempo que provia ondas perfeitas para os surfistas, tentava chamar a atenção da população para o descaso, para a falta de educação, para o despreparo de uma sociedade organizada em lidar com os restos de seu excesso de consumo?
Existem sim milhares de soluções como a reciclagem do lixo, a coleta seletiva, a utilização de plásticos biodegradáveis, sacos de papel, a compostagem orgânica com restos de alimentos, o reaproveitamento de materiais… As soluções existem, por que será que não são colocadas em prática?
Por causa da falta de educação? Falta de dinheiro? Falta de vontade?
Voltei pra casa triste. Triste porque este mar, que nos fornece alimentos e diversão está sendo castigado de tal forma que as próximas gerações que vierem a habitar o planeta entenderão bem o dito popular “o mar não está para peixes“, só que por outros motivos.
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