O phytoplankton necessita de CO2 para produzir C e O2!
Por: Eng. Thomas Renatus Fendel – www.fendel.com.br
Muito mais do que os demais vegetais, o fitoplâncton formado pelos micro-vegetais que abundam e infestam os mares, consome vultosa quantidade de gás carbônico, acumula carbono, libera oxigênio e nada nos arredores da superfície da água em busca dos raios solares. Sua coloração é geralmente verde em função das clorofilas que fotossintetizam H2O e CO2 em carbohidratos, num processo semelhante ao efetuado por seus parentes terráqueos.
Estas singelas plantinhas aquáticas são verdadeiras micro-usinas de comida e de O2, constituindo a base alimentar da vida nos mares, sendo em parte consumidas por pequenos seres marinhos que se transformam em cardápio de peixes maiores; resultando este phytoplankton num volume que chega a 2/3 de todos os vegetais que habitam este planeta.
Muitos destes minúsculos seres fotossintéticos, em mais de 20 mil espécies diferentes e com vida de poucos dias, acabam decantando para as profundezas dos oceanos, onde se transformam em vultosos depósitos de carbono.
O phytoplankton é a efetiva e espetacular fábrica de 90% do nosso oxigênio atmosférico, portanto a base respiratória de todos os seres vivos, visto que floresta velha não cresce e apresenta saldos de ciclos orgânicos próximos de zero, em paradoxal oposição à criminosa crendice pseudo-ambiental da moda.
Quanto mais CO2 tem nos mares, maior é a produção de O2 e de carbohidratos.
A concentração de CO2 nas águas é diretamente proporcional à concentração de CO2 na atmosfera.
Durante a evolução do universo e dos seres vivos em nosso planeta, houve um violento decréscimo de CO2, de algo como 30% para 0,04% e um aumento de O2 de provável 1% para 21%, na atmosfera.
Hoje há um equilíbrio destes gases na face da terra, provocado pela própria evolução, a ponto de que, quando por exemplo se aumenta o CO2 através da erupção dos vulcões ou devido à queima de carbono fóssil, os próprios vegetais, com ênfase no phytoplankton, aumentam seu apetite, consomem mais CO2, provocando novo equilíbrio com maior produção de comida.
Ou seja, o atualmente mal falado e mal amado CO2, é na verdade o grande responsável por nossa contínua e perene sustentabilidade.
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Meus parabéns pela forma contundente dos escritos, Fendel.
Agora, se me permite, só acho que você poderia ter escrito em algum lugar a palavra “fitoplâncton” no português do Brasil, para que quem estiver procurando via Google possa encontrar este excelente artigo.
As pessoas merecem ler e reler para aprender de uma vez por todas.
Abraços!
Ótima recomendação, meu caro Anderson. Obrigado.
Sou totalmente favorável a utilizar os termos brasileiros, e nestes casos mais técnicos, utilizar ambos, alternativamente, para facilitar a pesquisa de algum leitor que queira se aprofundar mais.
Vou tentar reeditar o texto e colocar fitoplâncton…
HidroEólicosBioAbraços
O artigo é claro e pertinente.
Parabéns, Fendel!!
Para complementarÇ
http://earthobservatory.nasa.gov/Features/Phytoplankton/phytoplankton2.php
e em
http://www.sciencedaily.com/releases/2004/04/040416014043.htm
Obrigado pelo comentário, Sartozão.
Mas, os gráficos não manipulados mostram que a variação de temperatura global precede a variação de CO2 na atmosfera, ou seja, primeiro esquenta e então o mar libera mais CO2…
Exatamente o contrário do que propaga o charlatão al gore…
Portanto todas estas pischkijasch que se baseiam no encomendado aquecimento antropogênico, são furadas, são besteiras criminosas.