Novos estudos indicam: maconha não prejudica o cérebro e é uma alternativa para largar o vício em cocaína

High Times, por Mark Miller

Os resultados de dois estudos de cannabis incentivando foram liberados no final de julho, com uma sugerindo que a maconha pode ser usada para conter o vício em cocaína, enquanto os outros relatórios que usam maconha não está vinculado a longo prazo disfunção cognitiva.

O último estudo foi conduzido pelo Centro de Pesquisa em Saúde Mental da Universidade Nacional Australiana e examinou mais de 2.000 adultos entre os 20-24 anos (no início do estudo) durante um período de oito anos.

Armado com tais dados abrangentes, os pesquisadores concluíram que o uso de maconha tem pouco efeito a longo prazo negativos na aprendizagem cognitiva e de memória, e que qualquer dano que possa ocorrer devido a maconha é reversível, o que voa na cara do velho argumento de que maconha causa permanente deficiência mental.

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Açúcar, farinha de trigo e cocaína

por Denis Russo Burgierman*

Se um dia alguém resolver erigir um monumento em praça pública às boas intenções frustradas do pensamento científico, podia ser uma estátua monumental de um prato cheio de pó branco. Assim homenagearíamos de uma só vez três enganos cientificistas: a farinha de trigo refinada, o açúcar branco e a cocaína.

Três pós acéticos e quase idênticos, três frutos do pensamento que dominou o último século e meio: o reducionismo científico. Três matadores de gente.

Não é por acaso que os três são tão parecidos. Todos eles são o resultado de um processo de “refino” de uma planta – trigo, cana e coca. Refino! Soa quase como ironia usar essa palavra chique para definir um processo que, em termos mais precisos, deveria chamar-se “linchamento vegetal” ou algo assim.

Basicamente se submete a planta a todos os tipos de maus-tratos imagináveis: esmagamento entre dois cilindros de aço, fogo, cortes de navalha, ataques com ácido. Até que tenha-se destruído ou separado toda a planta menos a sua “essência”. No caso do trigo e da cana, o carboidrato puro, pura energia. No caso da coca, algo bem diferente, mas que parece igual. Não a energia que move as coisas do carboidrato, mas a sensação de energia ilimitada, injetada diretamente nas células do cérebro.

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