GAE-TDPM – Grupo de Apoio e Estudos — Tratamento de Doenças com Plantas Medicinais

GAE-TDPM – Grupo de Apoio e Estudos — Tratamento de Doenças com Plantas Medicinais

Prezados,

Apresento a vocês um novo projeto que estou desenvolvendo:

Grupo de Apoio e Estudos — Tratamento de Doenças com Plantas Medicinais
http://br.groups.yahoo.com/group/GAE-TDPM/

Estamos formando um grupo de estudos, para debates e troca de informações sobre tratamentos dos vários tipos de DOENÇAS, utilizando plantas medicinais, complementando um tratamento convencional ou como único tratamento.

São bem vindas todas as medicinas correlatas.

O GRUPO É PARA ESTUDOS, PORTANTO NÃO DEVE SER UTILIZADO DE FORMA ALGUMA PARA SOLICITAR CONSULTAS OU TRATAMENTOS.

Para solicitar convites é importante ter em mãos documentos que comprovem a existência de doenças, como exames ou avaliações médicas.

Quem estiver fazendo algum tipo de tratamento com plantas medicinais, favor entrar em contato via msg do Facebook ou Messenger: tudosobreplantas@live.com para receber convites.

Planta do nordeste pode ser a chave para o tratamento da Esclerose Múltipla

por João Mello

Uma das doenças degenerativas mais implacáveis do mundo pode não ser párea para o avelóz, planta milagreira das regiões Norte e Nordeste. Testes em camundongos têm sido extremamente bem-sucedidos

O futuro do tratamento da Esclerose Múltipla pode passar por esses arbustos //Crédito: Divulgação

Uma planta típica do nordeste pode mudar os rumos do tratamento da Esclerose Múltipla. Apesar de ser cedo para alardear uma revolução terapêutica, a descoberta feita por um grupo de pesquisadores brasileiros pode ser comemorada como uma das melhores notícias dos últimos anos para portadores da doença e seus familiares.

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Os Neandertais conheciam o valor medicinal de certas plantas

Dentes de Neandertais foram analisados à procura de restos fósseis de alimentos (CSIC Comunicación)

A sofisticação dos Neandertais, aqueles humanos que conviveram connosco na Europa e se extinguiram há cerca de 30 mil anos, não pára de surpreender.

Agora, foi a vez de uma equipa de cientistas de Espanha, Reino Unido e Austrália concluir, num artigo publicado esta quinta-feira na revista Naturwissenschaften – The Science of Nature, que não só os Neandertais comiam uma série de vegetais cozinhados, mas que também percebiam o valor nutricional e medicinal de alguns deles.

Até recentemente, pensava-se que os Neandertais comiam sobretudo carne, mas uma série de novas análises, e o actual estudo em particular, desmentem cada vez mais essa hipótese. “Embora a carne fosse claramente importante”, diz em comunicado Karen Hardy, da Universidade Autónoma de Barcelona, “os nossos resultados sugerem que a dieta dos Neandertais era ainda mais variada e complexa do que imaginávamos.”

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Projeto busca uso sustentável de bromélia da Mata Atlântica

Por Arley Reis

“Seus frutos são ingeridos tanto in natura como em preparados, como remédio contra a tosse, com ação expectorante nas infecções respiratórias, recomendados para o tratamento de asma e de bronquite. Os mesmos frutos são considerados antihelmínticos, sendo que seu sumo tem ainda efeito sobre tecidos decompostos, deixando feridas completamente limpas”.

A descrição do potencial da Bromelia antiacantha, publicada pelo padre pesquisador Raulino Reitz no fascículo da Flora Ilustrada Catarinense “Bromeliáceas e a malária – bromélia endêmica” permanece como estímulo a novos estudos.

O pensamento do padre botânico de que “Todas as plantas são potencialmente úteis” está presente na tese ´Uso e manejo de Caraguatá (Bromelia antiacantha) no Planalto Norte Catarinense: está em curso um processo de domesticação?`, em desenvolvimento junto ao Programa de Pós-Graduação em Recursos Genéticos Vegetais da UFSC.

O trabalho da bióloga Samantha Filippon com a bromélia nativa da Mata Atlântica é uma continuidade dos estudos iniciados em seu mestrado, orientado no mesmo programa pelo professor Maurício Sedrez dos Reis (e agora com coorientação do professor Nivaldo Peroni). “Esperamos que com o aprofundamento dos estudos etnobotânicos se possa resgatar e caracterizar junto à comunidade local as formas de manejo da espécie”, explica Samantha.

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Turbine seu sistema imunológico com plantas e ervas medicinais

O sistema imunológico humano pode ser enfraquecido por diversos motivos, mas na feira livre mais próxima, no supermercado e até no nosso quintal podemos encontrar aliados da nossa saúde que ajudam a fortalecer o organismo.

Aqui estão apenas alguns exemplos de como estes vegetais e ervas podem auxiliar o corpo e fortalecer a imunidade natural do organismo. A sugestão é do site GreenProphet, mas vale lembrar, se você tiver algum problema de saúde, procure um médico especialista.

Astragalo: Uma erva muito utilizada na medicina tradicional chinesa que ajuda na digestão e atua como um estimulante do sistema imunológico, bem como um diurético. A erva é usada em pessoas com falta de apetite, diarreia ou fezes moles, sangue nas fezes e sangramento uterino. Ele também contém polissacarídeos, saponinas e flavonóides. Praticantes da medicina chinesa também usam a planta para tratar sintomas de HIV/AIDS; especialmente fadiga, perda de peso, suores noturnos e insônia.

Pimentão: Estes vegetais de sabor doce vêm em cores diferentes, que vão do verde claro ao vermelho. Eles contêm um carotenóide chamado licopeno que protege nosso organismo contra diversos tipos de câncer. O pimentão contém vitaminas A, C, B (1,3,5, e 6), bem como vitaminas E e K. Eles também contêm boas quantidades de outros antioxidantes carotenóides, incluindo o alfa e beta-caroteno. Compre os orgânicos, porque os não-orgânicos podem ter elevados índices de pesticidas.

Unha de Gato: Uma planta lenhosa, com ganchos parecidos com espinhos. É encontrada nas florestas tropicais sul-americanas que tem sido muito utilizada para tratar problemas de saúde, incluindo artrite, úlceras estomacais, inflamação, disenteria e febre. Também contém antioxidante e alcalóides oxindólicos, que reforçam a capacidade do sistema imunológico para destruir os agentes patogênicos.

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Planta usada na medicina tradicional chinesa pode(*) causar câncer, diz estudo

Planta usada na medicina tradicional chinesa causa câncer, diz estudo

(leia a nota da redação ao final)(/span>

Uma planta usada na tradicional medicina chinesa é um fator de risco para o surgimento de câncer no trato urinário, afetando principalmente os rins, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira (9) pela revista da Academia Americana de Ciências, a ”PNAS”.

O gênero Aristolochia possui mais de 600 tipos de plantas — como o papo-de-peru –, usadas há milênios para fins medicinais. Pesquisas mais recentes, porém, vêm mostrando que o ácido aristolóquico presente nestas plantas faz mal aos rins, quando o uso é prolongado.

O estudo foi feito em Taiwan, país com a maior incidência deste tipo de câncer no mundo. A equipe liderada por Arthur Grollman, da Universidade de Stony Brook, nos EUA, encontrou uma clara relação entre o uso destas plantas e o surgimento do câncer.

Os cientistas analisaram 151 pacientes taiwaneses com câncer no trato urinário. Em 83% dos casos, eles encontraram ácido aristolóquico ligado ao DNA das células dos rins. Este processo pode levar a mutações genéticas, o que pode desencadear um câncer.

“Nós concluímos que a exposição ao ácido aristolóquico contribui significativamente com a incidência de câncer no trato urinário superior em Taiwan, uma descoberta com implicações significativas para a saúde pública global”, diz o artigo.

Fonte: [ Cenário MT ]

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(*) É sempre ruim utilizar manchetes sensacionalistas. Falta aprofundar as informações, mostrar quem é esse tal de “ácido aristolóquico”.

VI Simpósio Iberoamericano de Plantas Medicinais

O VI Simpósio Iberoamericano de Plantas Medicinais, será realizado no ano de 2012 na Universidade Estadual de Ponta Grossa (PR), nos dias 13 a 15 de junho de 2012, estando atrelado à comemoração dos 75 anos do Colégio Agrícola Augusto Ribas/UEPG.

O evento consiste em uma das principais atividades formativas da Rede Iberoamericana de Estudo e Aproveitamento Sustentável da Biodiversidade Regional de Interesse Farmacêutico (RIBIOFAR/CYTED/CNPq).

Objetiva oportunizar encontro para atualização, integração e reflexão de docentes, pesquisadores, estudantes de graduação e pós-graduação, além de profissionais que atuam na área de Ciências Farmacêuticas e demais áreas afins, com ênfase em plantas medicinais, através da participação (palestras, mini-cursos e pôsteres) de renomados pesquisadores de diferentes países iberoamericanos que abordarão os diversos temas que envolvem a pesquisa multidisciplinar com plantas medicinais.

Confira a [ Programação ] e demais atividades do evento em VI SIPM.

Prof. Dra. Dionezine de Fátima Navarro
Coordenadora do VI Simpósio Iberoamericano de Plantas Medicinais (UEPG – PR)

Prof. Dr. Paulo Vitor Farago
Chefe da Pós Graduação em Ciências Farmacêuticas (UEPG)

Prof. Dr. Valdir Cechinel Filho
Coordenador da RIBIOFAR/CYTED/CNPq (UNIVALI – SC)

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Composto impede avanço de melanoma

Por Karina Toledo

Em pesquisa feita com pele artificial na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, molécula extraída da planta pariparoba barrou a migração das células tumorais da epiderme para a derme
Agência FAPESP – Testes pré-clínicos feitos na Universidade de São Paulo (USP) revelaram que um composto extraído da pariparoba (Pothomorphe umbellata), arbusto originário da Mata Atlântica, é capaz de inibir o desenvolvimento do melanoma e impedir que as células tumorais invadam a camada mais profunda da pele e se espalhem para outros tecidos.

A molécula, batizada de 4-nerolidilcatecol (4-NC), foi testada em um modelo de pele artificial durante o [ doutorado ] de Carla Abdo Brohem, realizado no Departamento de Análises Clínicas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF-USP) com apoio da FAPESP.

A equipe já iniciou a etapa de testes em animais. Os resultados estão em [ artigo publicado ] na revista Pigment Cell & Melanoma Research.

Segundo Silvya Stuchi Maria-Engler, coordenadora do estudo, o melanoma é a forma mais agressiva de câncer de pele e tem origem nas células produtoras de pigmentos, os melanócitos. Dados da literatura científica indicam que de 20% a 25% dos diagnosticados com a doença morrem.

“Se tratado na fase inicial, as chances de cura são altas. Mas quando ele se torna metastático o tempo de sobrevida é curto, em torno de oito meses, pois o tumor é muito resistente às drogas existentes. Medicamentos novos, portanto, são bem-vindos”, disse.

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Pesquisa sobre germinação de sementes pode auxiliar comércio de plantas da várzea na Amazônia

Áreas de várzea no Amazonas são periodicamente atingidas pela cheia no Estado (Márcio Silva )

Pesquisadores do Grupo de Pesquisa em Ecologia Florestal do Instituto Mamirauá concluíram a análise de cerca de 20 mil sementes de espécies de árvores das florestas de várzea, como parte integrante do estudo “Germinação de Sementes, Emergência e Recrutamento de Plântulas”.

De acordo com a bióloga e doutora Auristela Conserva, as informações analisadas podem auxiliar nas atividades de manejo realizado na Reserva Mamirauá e contribuir para o entendimento da dinâmica das florestas de várzea, que apresentou uma redução de 70% do número de árvores exploradas no período de 1993 a 2000.

Desde 2010, a pesquisa busca identificar características relacionadas ao comportamento de sementes da várzea, como velocidade, frequências de germinação, tipos morfológicos e padrões da fase jovem dos vegetais estudados, denominada como plântula.

No total, oito espécies foram estudadas, entre elas o assacú (Hura crepitans), utilizado como boia para flutuantes, o mulateiro (Calycophyllum spruceanum) e a Piranheira (Piranhea trifoliata), ambos empregadas na construção civil.

Além da utilidade para o manejo praticado na Reserva Mamirauá, os dados sobre germinação estão próximos de se transformar em um protocolo, no caso do mulateiro, a ser oficializado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), conhecido como Regras para Análises de Sementes.

O estudo para o protocolo, realizado pela Universidade Federal de Uberlândia, financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com Instituto Mamirauá oferece subsídios para a fiscalização do comércio de sementes florestais, que é ainda pouco praticado no Brasil.

Fonte: [ ACRITICA ]

Planta tem ação anti-inflamatória em peles sensíveis

Por Karina Toledo

Conhecida da medicina popular, Physalis angulata demonstra potencial para se tornar aliada de pessoas com pele sensível ou intolerante a cosméticos (Wikipedia)
Agência FAPESP – Velha conhecida da medicina popular, a planta Physalis angulata demonstrou em testes clínicos potencial para se tornar uma grande aliada de pessoas com pele sensível ou intolerante a cosméticos, que podem desenvolver dermatites.

Em pesquisa realizada pela empresa Chemyunion Química – fabricante de matérias-primas para a indústria cosmética e farmacêutica – o extrato concentrado do vegetal mostrou ação anti-inflamatória equivalente à da hidrocortisona, mas sem os efeitos adversos dessa última.

Enquanto o uso prolongado de corticoides tópicos prejudica a formação de colágeno e torna a pele mais fina e suscetível a lesões, os ativos da P. angulata estimulam a produção dessa proteína e a regeneração celular. “Mesmo pessoas com pele normal podem se beneficiar do efeito antienvelhecimento do extrato”, disse Márcio Antônio Polezel, diretor industrial da Chemyunion.

Também conhecida como camapu, juá, balãozinho ou saco de bode, a P. angulata está presente no Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste brasileiro, mas se concentra principalmente na Amazônia. Há muito tempo é usada em chás e infusões no combate à asma, hepatite, malária, reumatismo e também como diurético e analgésico.

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