edit: Após verificar no site Snopes.com [ LINK ] descobrimos que esta é uma NOTÍCIA FALSA e o texto original foi apagado para evitar que as pessoas compartilhem boatos.
Pedimos desculpas pela postagem.
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“Este dossiê é um alerta da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrascp) à sociedade e ao Estado brasileiro. Registra e difunde a preocupação de pesquisadores, professores e profissionais com a escalada ascendente de uso de agrotóxicos no país e a contaminação do ambiente e das pessoas dela resultante, com severos impactos sobre a saúde pública e a segurança alimentar e nutricional da população”
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Como já é sabido, a misteriosa mortandade de abelhas que polinizam US $ 30 bilhões em cultura só nos EUA dizimou a população de Apis mellifera na América do Norte, e apenas um inverno ruim poderá deixar os campos improdutíveis. Agora, um novo estudo identificou algumas das prováveis causas da morte da abelhas, e os resultados bastante assustadores mostram que evitar o Armagedom das abelhas será muito mais difícil do que se pensava anteriormente.
Os cientistas tinham dificuldade em encontrar o gatilho para a chamada Colony Collapse Disorder (CCD), (Desordem do Colapso das Colônias, em inglês), que dizimou cerca de 10 milhões de colmeias, no valor de US $ 2 bilhões, nos últimos seis anos. Os suspeitos incluem agrotóxicos, parasitas transmissores de doenças e má nutrição. Mas, em um estudo inédito publicado neste mês na revista PLoS ONE, os cientistas da Universidade de Maryland e do Departamento de Agricultura dos EUA identificaram um caldeirão de pesticidas e fungicidas contaminando o pólen recolhido pelas abelhas para alimentarem suas colmeias. Os resultados abrem novos caminhos para sabermos porque um grande número de abelhas está morrendo e a causa específica da DCC, que mata a colmeia inteira simultaneamente.
Plantas de bentgrass Roundup Ready foram encontradas em Malheur County. Contaminação pode ter se originado de campo experimental de 2005.
Por AS-PTA – com informações de Capital Press
A professora da unversidade Oregon Carol Mallory-Smith confirmou a presença de plantas de transgênicas de bentgrass crescendo em vários quilômetros de canais de irrigação e nas margens das áreas cultivadas entre Ontario e Nyssa. O alerta foi feito por um morador de Malheur County que descobriu as plantas resistentes ao herbicida Roundup (glifosato) e enviou amostras da planta para a universidade. Os testes confirmaram tratar-se de variedade transgênica.
Mallory-Smith suspeita que as plantas tenham se espalhado de um campo de sementes plantado em 2005 ao longo do rio de Malheur, perto de Parma, Idaho. A grama transgênica para campos de golfe foi desenvolvida por Scotts Co. E sobre ela seria aplicado o herbicida da Monsanto. Em 2007 a Scotts foi condenada a pagar multa de 500 mil dólares por ter descumprido as regras americanas sobre condução de experimento a campo com plantas transgênicas. A decisão abarcou os experimentos com bentgrass (Agrostis spp.) em Oregon e outros 20 estados.
Um ano depois, um estudo confirmou que o transgene da grama modificada não só foi encontrado fora dos campos experimentais, como continuou a se espalhar durante três anos após a interrupção do experimento.
Já em 2004, pesquisadores da Agência de Proteção Ambiental americana (EPA) em Corvallis mostraram que o pólen da grama foi disperso a até 21 quilômetros na direção do vento, superando muitas das estimativas existentes.
Fonte: AS-PTA/EcoAgência
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