Trabalhadores de Cacau Provam Chocolate Pela Primeira Vez

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Um televisão holandesa foi responsável pela produção deste registo emocionante, que nos faz reflectir profundamente sobre o que acontece até provarmos a comida que temos em casa.

Trabalhadores das produções de cacau, na Costa do Marfim, foram convidados a comer chocolate pela primeira vez. Todos afirmavam que não sabiam para que serviam os grãos de cacau que extraem da planta.

No vídeo conhecemos também Alfonse. Um camponês que faz cerca de 6 euros por dia para sustentar uma família de 15 pessoas e manter mais 4 trabalhadores.

Esta não é uma história isolada. Um pouco por todo o mundo, em países muito sub-desenvolvidos, grandes marcas conseguem produções extremamente baratas e com condições quase criminosas.

Os trabalhadores, na sua grande maioria, nunca usufruem daquilo que produzem. Por isso, a próxima vez que comer chocolate, lembre-se deste vídeo.

Fonte: [ Chiado Magazine ]

Awara Nane Putane

Um curta-metragem em animação que conta o mito de origem do uso tradicional da ayahuasca e da cultura yawanawa, povo indígena do tronco Pano que vive no coração da floresta amazônica, nas margens do Rio Gregório, no Estado do Acre.

O filme foi realizado por meio de oficinas de desenho e de contação de histórias na aldeia Nova Esperança. Os diálogos e músicas, em idioma yawanawa, foram gravados na própria comunidade, no meio da floresta.

O projeto foi selecionado pelo Edital de Fomento ao Curta Metragem do MINC/SAV e teve apoio cultural do Governo do Estadodo Acre, por meio do DERACRE e Fundação de Comunicação e Cultura Elias Mansour, Fundaçãode Cultura Municipal Garibaldi Brasil, Funerária São João Batista, ABD&C Acre, Wave Produções e VT Publicidade.

A Avó Grilo: O mito da dona da água

Esta é uma história que é contada milenarmente pelo povo Ayoreo, da Bolívia. Dizem eles que no principio havia uma avó, que era um grilo chamado Direjná. Esta avózinha era a dona da água e por onde quer que ela passasse com seu canto de amor, a água brotava. Um dia, os netos pediram que ela fosse embora e ela partiu, triste. Mas, na medida em que ia sumindo, também a água ia embora.

Neste vídeo, a história se atualiza e na sua viagem para lugar nenhum a avó é encontrada pelos empresários que a aprisionam e fazem com que ela faça a água cair apenas nos seus caminhões pipa. Então, eles vendem a água. O povo passa necessidade e sofre. A avózinha também sofre. Até que um dia, o povo entende que é preciso lutar. Então….

Vale a pena ver essa beleza de desenho animado, que representa a poderosa luta dos povos originários contra a mercantilização da natureza.

A produção foi feita na Dinamarca, por The Animation Workshop, Nicobis, Escorzo, e pela Comunidade de Animadores Bolivianos. O trabalho de desenho foi realizado por oito animadores bolivianos, dirigido por um francês, com música da embaixadora da Bolívia na França, e a ajuda de um mexicano e uma alemã. Todo juntos na defesa dos recursos naturais.

Entendendo as Ervas Daninhas

http://vimeo.com/104879734

“A natureza é sábia, e se as ervas espontâneas a que chamamos “daninhas” aparecem onde não queremos, há uma razão para isso, como explica Geoff Lawton no vídeo.

Para além de contribuírem para melhorar ou corrigir a textura e composição do solo, muitas delas têm utilidade direta para os seres humanos. Umas são comestíveis, muitas são medicinais, outras ainda são preciosas como biopesticidas ou como fertilizantes na agricultura biológica (ex. urtiga , consolda ou confrei).

Claro que ninguém gosta que as ervas espontâneas “abafem” as suas culturas, especialmente se forem invasoras, mas podemos ir aprendendo a conhecê-las e tirar partido delas, e quem sabe até talvez um dia conseguiremos fazer como Masanobu Fukuoka, que semeava as suas culturas de arroz na época certa, de modo que o arroz já tinha tamanho suficiente quando as ervas haveriam de germinar (o que já não conseguiam), e assim não precisava de lutar com elas.”

visto em: [ Sustentabilidade é Acção ]

Drugo

Drugo é um dragão que vive em um reino e vive cercado por pessoas. O relacionamento com ele as faz faltarem ao trabalho, esquecerem da família, se tornarem mais violentas. Até que um dia, o Rei resolve combatê-lo e decide que a melhor forma de afastar as pessoas de Drugo é bani-lo do reino.

Como era inimigo do Rei, o governante usou toda força possível em seu combate. O dragão teve de se esconder e essa situação deu origem a grupos armados que passaram a lucrar com as visitas feitas a ele às escondidas, gerando crimes e corrupção.

Entretanto, à medida que a violência aumentava, mais forte o dragão ficava. Até que um dia, pensadores se organizaram para discutir qual a melhor forma de estabelecer uma convivência pacífica entre Drugo e o reino, já que viver sem ele por perto era uma utopia.

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Rede de Sementes do Xingu: como coletar sementes florestais?

Como coletar sementes florestais? No segundo vídeo da série “Como Acontece na Rede de Sementes do Xingu” você vai conhecer as técnicas de coleta das índias Ikpeng, o manejo dos agricultores que vivem nos Programas de Assentamento no Mato Grosso e muito mais das experiências e criatividade no modo de fazer da Associação Rede de Sementes do Xingu!

Cartilha “Coletar, manejar e armazenar as experiências da Rede de Sementes do Xingu”

Coletar, manejar e armazenar as experiências da Rede de Sementes do Xingu

Para baixar [ CLIQUE AQUI ]!

A recém-lançada cartilha, “Coletar, manejar e armazenar as experiências da Rede de Sementes do Xingu”, mostra o caminho que a semente percorre desde a coleta dos frutos, feita por mais de 350 integrantes da rede, até a sua precificação.

Ainda, um DVD encartado na publicação traz cinco vídeos que retratam as experiências dos coletores.

O primeiro vídeo já está disponível para você assistir agora! http://isa.to/1ss8dcW

Fonte: [ ISA ]

Primeira folha feita pelo homem converte gás carbônico em oxigênio

Por Redação Olhar Digital

(Foto: reprodução)
(Foto: reprodução)

As plantas são uma dádiva para a humanidade e a vida animal como um todo, fornecendo o oxigênio necessário para a existência. O problema é que elas não crescem em gravidade zero, o que impede seu uso para reciclagem do ar em viagens espaciais. Agora isso pode deixar de ser um problema com a primeira folha capaz de fazer a fotossíntese criada pela ação humana.

Julian Melchiorri, formado na universidade britânica Royal College of Art, criou uma alternativa à falta de terra, sol e nutrientes que normalmente são necessários para a fotossíntese. Sua criação utiliza cloroplastos (a parte da célula da planta responsável pela fotossíntese) e proteínas de seda para criar algo que parece uma folha visualmente, com a mesma capacidade de produção de oxigênio a partir do dióxido de carbono, água e luz.

O pesquisador pensou nas aplicações para viagens espaciais, que certamente devem ser observadas de perto pela Nasa, mas também pensou em aplicações mais cotidianas, como o fornecimento de ar fresco em um ambiente fechado, por exemplo, usando em uma luminária, por exemplo.

No vídeo abaixo, ele cita a possibilidade de que a fachada de prédios poderiam ser revestidas do material criado por ele para dar uma reciclada no ar da cidade.

Fonte: [ Olhar Digital ]

Palestra sobre Alimentação Viva / Biochip, com Ana Branco

Ana Branco é professora do Departamento de Artes da PUC-Rio desde 1981 e orientadora do grupo BioChip. Em sua fala no TED, ela explica a Alimentação Viva, uma forma de alimentação baseada em alimentos naturais crus, frescos e secos (e em seguida hidratados).

Comparando a um chip de computador, que precisa de moléculas de água para armazenar informações, ela defende que através dos alimentos crus e vivos, nós temos acesso às últimas informações enviadas pelo Sol à Terra. No final, ainda demonstra como essa experiência pode ser prazerosa preparando um suco com vários vegetais crus e brindando à vida!