Pesquisa do Inpa usa semente para purificar água de rio da Amazônia

Uso da moringa evita aplicação de sulfato de alumínio, tóxico para natureza. Técnica também elimina bactérias e torna água própria para uso.

As águas escuras do Rio Negro, no Amazonas, precisam ser clarificadas e purificadas antes de serem consumidas. Um dos produtos usados neste processo é o sulfato de alumínio, tóxico para a natureza. Para evitar a contaminação e melhorar a saúde de comunidades que dependem da água do rio, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) estudou o uso da semente de uma planta, a moringa [ Moringa oleifera ], para tornar potável a água do Rio Negro e conseguiu resultados inesperados.

A moringa é uma planta originária da Índia. Para purificar a água, a semente é extraída e masserada, formando um pó, aplicado no líquido. No Brasil, a planta já é usada para tirar o barro e eliminar bactérias de rios da região Nordeste. Como a quantidade de pó de varia de acordo com as características dos rios e também com o período do ano, “a pesquisa do Inpa foi pioneira”, diz a farmacêutica Edilene Sargentini, que participou dos estudos.

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*Arca de Noé* para plantas no permafrost

foto: RIA Novosti

Em 2013, na Yacútia deve começar a construção do Crioarmazém Federal de Sementes. O permafrost promete preservar todo o conjunto genes de plantas modernas para futuras gerações. A diversidade biológica na Terra está se reduzindo a um ritmo alarmante e tais sistemas podem se tornar uma “Arca de Noé” para as muitas espécies ameaçadas de extinção.

Refrigerador natural

O problema da preservação de espécies biológicas preocupa os cientistas de todo o mundo. Uma maneira de “preservar” a atual diversidade é “congelar” o material genético, poupando-o para futura reprodução durante anos ou mesmo décadas. Este procedimento não é fácil mas, em troca, a humanidade pode obter um “banco de dados” de animais e plantas, que poderão na altura já não existir na natureza.

As sementes de plantas são bastante fáceis de processar. O número total de bancos de sementes em diferentes países chega quase a mil e quinhentos. Em suas coleções estão armazenadas até um milhão de amostras. Na Rússia, até agora, o maior guardião de uma tal coleção era o Instituto Russo de Horticultura de N. I. Vavilov, que juntou cerca de 270 mil amostras.

Possivelmente, nos próximos anos, a Rússia terá mais um banco destes.

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Ingressando na Rede de Sementes Livres de Patentes

Hoje o blog está sendo muito acessado, tudo porque resolvi lançar no mar das possibilidades da Internet a * ideia * de que precisamos criar uma ** REDE DE SEMENTES CRIOULAS ** , criar uma SEMANA MUNDIAL DE SEMENTES, participar das existentes, fomentar a proteção do conhecimento humano sobre o que a gente pode comer ou não…

Vocês tem noção de quão importante é proteger nossas sementes crioulas?

Basta utilizar garrafas PET, como apresentado na foto. De preferência colocando um rótulo informando quando foram guardadas, de qual planta é etc.

Quem quer ajudar?

A ideia é possibilitar que cada pessoa possa selecionar, no banco de dados do projeto, as espécies que está à procura e/ou as que gostaria de receber. Apresentar também aquelas que possui para troca, venda ou doação.

Os participantes criariam as regras para o funcionamento, os participantes receberiam uma listagem de especies disponíveis e o sistema manteria todos informados sobre como está funcionando.

O que acham?

Acredito que seja a hora de fazer alguma coisa nesse sentido, ir além do que já existe.

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Pesquisa sobre germinação de sementes pode auxiliar comércio de plantas da várzea na Amazônia

Áreas de várzea no Amazonas são periodicamente atingidas pela cheia no Estado (Márcio Silva )

Pesquisadores do Grupo de Pesquisa em Ecologia Florestal do Instituto Mamirauá concluíram a análise de cerca de 20 mil sementes de espécies de árvores das florestas de várzea, como parte integrante do estudo “Germinação de Sementes, Emergência e Recrutamento de Plântulas”.

De acordo com a bióloga e doutora Auristela Conserva, as informações analisadas podem auxiliar nas atividades de manejo realizado na Reserva Mamirauá e contribuir para o entendimento da dinâmica das florestas de várzea, que apresentou uma redução de 70% do número de árvores exploradas no período de 1993 a 2000.

Desde 2010, a pesquisa busca identificar características relacionadas ao comportamento de sementes da várzea, como velocidade, frequências de germinação, tipos morfológicos e padrões da fase jovem dos vegetais estudados, denominada como plântula.

No total, oito espécies foram estudadas, entre elas o assacú (Hura crepitans), utilizado como boia para flutuantes, o mulateiro (Calycophyllum spruceanum) e a Piranheira (Piranhea trifoliata), ambos empregadas na construção civil.

Além da utilidade para o manejo praticado na Reserva Mamirauá, os dados sobre germinação estão próximos de se transformar em um protocolo, no caso do mulateiro, a ser oficializado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), conhecido como Regras para Análises de Sementes.

O estudo para o protocolo, realizado pela Universidade Federal de Uberlândia, financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com Instituto Mamirauá oferece subsídios para a fiscalização do comércio de sementes florestais, que é ainda pouco praticado no Brasil.

Fonte: [ ACRITICA ]

Esclarecida a genética do ciclo diário das plantas

Florescência depende de um gene que também controla a dormência diária
Fotografia © Reuters-Mohsin Raza

A adaptação do mundo vegetal ao ciclo solar é controlada por um grupo de 12 genes com atuações precisas ao longo do dia. A descoberta pode ter vastas implicações na agricultura.

Cientistas da Universidade de Edimburgo identificaram a genética que controla o metabolismo das plantas e o chamado “relógio interno” que regula o ritmo biológico diário. Segundo a BBC, os investigadores conseguiram detetar um total de 12 genes que, ao atuarem em conjunto em determinados momentos do dia, preparam a planta para as horas de sol ou de noite.

Esta investigação pode ter profundas implicações na agricultura, já que o gene que controla a dormência também está ligado à florescência. Os resultados foram replicados por outra equipa baseada em Barcelona.

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Moringa oleifera – Uma árvore de uso múliplo

por Geoff Folkard e John Sutherland.

A água de rio quando coletada para uso doméstico pode estar cheia de impurezas, particularmente na estação chuvosa. A água carrega sedimentos, objetos sólidos, bactérias e outros microorganismos (alguns dos quais podem transmitir doenças).

É muito importante que se remova o máximo possível deste material antes que as pessoas usem a água. Grandes centros de tratamento de água fazem isto adicionando-se coagulantes químicos na água. Isto faz com que as partículas se juntem umas às outras (coagulem) e afundem. A água limpa pode então ser retirada.

As substâncias químicas corretas, no entanto, talvez não sejam facilmente encontrados ou sejam muito caras. A alternativa é usar um coagulante natural, normalmente feito de plantas. Em certas partes do mundo, isto tem sido feito há séculos em pequena escala.

A longa vagem, uma porção aberta (esquerda) e semente alada.

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Fruta ou fruto? Qual a diferença?

“Em termos botânicos, o fruto é uma estrutura presente em todas as angiospermas onde as sementes são protegidas enquanto amadurecem. De forma prática, os frutos são quaisquer estruturas das Angiospermas que contém sementes.”

Origem

Os frutos derivam-se do ovário das flores. Após a fecundação dos óvulos em seu interior, o ovário inicia um crescimento, acompanhado de uma modificação de seus tecidos provocada pela influência de hormônios vegetais, que interferem na estrutura, consistência, cores e sabores, dando origem ao fruto. Os frutos mantêm-se fechados sobre as sementes até, pelo menos, o momento da maturação. Quando as sementes estão prontas para germinar, os frutos amadurecem, e podem se abrir, liberando as sementes ao solo, ou tornam-se aptos a serem ingeridos por animais, que depositarão as sementes após estas passarem por seu aparelho digestivo. Os frutos verdadeiros se originam do ovário da planta.”

Fruto também significa nascimento, a geração, criação que surge após a realização, uma chegada a um determinado ponto de um trabalho. É o marco de uma conquista, uma consagração de um trabalho realizado.

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Zona Franca de Manaus quer criar selos verdes para diferenciar produtos sustentáveis

por Gilberto Costa

Manaus – Representantes da indústria e do governo e trabalhadores da Zona Franca de Manaus estão propondo acrescentar aos produtos da região selos que identifiquem a origem amazônica, assim como a sustentabilidade ambiental e também social.

No final de 2012, deve entrar em vigor a certificação do Selo Amazônico, proposta por empresários à Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), para produtos que contenham matérias-primas extraídas da floresta.

Serão certificados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) alimentos, cosméticos e fitoterápicos produzidos nos nove estados da Amazônia Legal que, além de serem ecologicamente sustentáveis, remunerem o conhecimento das populações tradicionais e não explorem trabalho escravo ou infantil.

O Sindicato dos Metalúrgicos de Manaus também propôs ao governo estadual e à Suframa agregar ao selo que já acompanha os produtos da Zona Franca um selo “verde e social”, que ateste a qualidade do produto e o respeito à legislação trabalhista.

“O Brasil e o mundo vão saber que aquele produto foi feito com mais dignidade para todos”, ressalta o presidente do sindicato, Valdemir Santana, que pretende encaminhar a proposta do selo ambiental e trabalhista ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Para ele, os selos podem agregar valor atestando qualidade e distinguindo os produtos da Zona Franca de Manaus das mercadorias de países que não respeitem direitos de trabalhadores, reconhecidos pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Internamente, o selo proposto pelo sindicato pode servir como recurso para evitar casos de abuso, como agressões físicas e assédio a trabalhadores que ocorreram recentemente em empresa de capital asiático instalada no Polo Industrial de Manaus.

*O repórter viajou a Manaus para acompanhar a Feira Internacional da Amazônia (Fiam), a convite da Suframa // Edição: Juliana Andrade

Fonte: [ Agência Brasil ]

Agrotóxicos – Você sabe o que está comendo?

A segurança alimentar no Brasil realmente é um assunto muito sério e precisamos prestar mais atenção e participar ativamente desse assunto, pois isso diz respeito àquilo que comemos e damos aos nossos filhos.

Estaremos analisando a produção em massa de diversos alimentos que comumente estão à mesa dos brasileiros.

Começaremos hoje analisando a produção de tomate, que utilizamos quase que diariamente na forma de salada ou como molho em nosso “santo” macarrão de domingo.

Nós tivemos acesso aos produtos utilizados pelos agricultores na produção de tomate da região de Goiás. Esse produto na sua grande maioria é enviado para as indústrias na fabricação de molhos e derivados.

Tomamos como exemplo um caminhão de tomates que chega da lavoura diretamente para a indústria.

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Germinação de pimentas

Germinação

Esta é a fase mais importante, pois sem ela não existe cultivo.

Esta pode ser executada de 4 maneiras diferentes:

a) Com substrato em bandeja de isopor

b) Com substrato em copo plástico

c) Em células de espuma fenólica

d) Algodão

Descrição dos produtos necessários nesta fase do plantio:

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