A saúde na cozinha – temperos!

Foto: fabiana serrano – nutricionista

Você sabia que podemos evitar e curar doenças usando os temperos corretos? Muitas plantas que usamos como temperos possuem propriedades benéficas a nossa saúde.

Estes fitocompostos quando consumidos de forma contínua na nossa alimentação podem prevenir e curar determinadas patologias.

O louro, o manjericão, o orégano e o alecrim por exemplo possuem atividade anti-inflamatória e carminativa, isto é, auxilia a digestão e a eliminação de gases. Podem ser usados diariamente na nossa alimentação temperando nosso feijão, nossas carnes e legumes.

Legumes no vapor temperados com alecrim ficam deliciosos e além disso podem fazer com que seja reduzido a quantidade de sal do prato.

Outro tempero que combate a inflamação e possui um sabor delicioso é a cúrcuma, ou açafrão como também é conhecido. Pó de cor amarela usada em pratos como arroz e frango, tem um aroma agradável e se usado continuamente pode prevenir processos inflamatórios e melhorar a imunidade, isto é, preparar meu corpo para combater melhor as doenças.

Já a noz-moscada é indicada para as desordens gástricas pois reduz a acidez e o volume das secreções gástricas, além de proteger o fígado.

A hortelã também tem um papel importante na proteção do estômago e fígado, tem ação contra algumas bactérias como a Helicobacter pylori (bactéria envolvida com a úlcera e câncer de estômago).

A erva-doce reduz a intensidade de contrações uterinas por isto pode ser usada por mulheres que sofrem de cólicas menstruais.

A salvia possui uma ação estrogênica suave e é indicada para mulheres na menopausa pois ajuda nos fogachos (calores) comuns nesta fase da vida.

O alho, que talvez seja o tempero mais usado de todos, tem uma grande quantidade de vitaminas e minerais, suas propriedades medicinais se devem aos compostos sulfurados como a alicina.

A ação do alho é muito ampla, atua no estômago melhorando a digestão, impedindo a proliferação de bactérias. Tem atuação em algumas enzimas hepáticas responsável pela detoxificação (eliminação) de diversos agentes causadores de câncer.

Atua prevenindo gripes e resfriados. Porém para obtermos estes efeitos é necessário consumir o alho cru, pois o cozimento destrói seu princípio ativo. Além disso deve ser armazenamento em local seco, bem ventilado e longe dos raios solares. O armazenamento no refrigerador – deve ser restrito a no máximo uma semana, acondicionados em sacos de papel vedados ou recipiente fechado.

A pimenta também é um tempero muito interessante. Tem a propriedade de aumento da termogênese (calor) do corpo e consequentemente ajuda a reduzir o peso corporal. Isto se deve a capsaicina (composto ativo nas pimentas). Alguns estudos sugerem inclusive que a pimenta reduza o apetite quando ingerida antes das refeições. A pimenta é rica em vitaminas e minerais, é estimulante da secreção digestiva e da produção de enzimas digestivas (salivar e gástrica), protege o estômago e é anti-inflamatória. Como alimento, salvo casos de pessoas alérgicas, não há contraindicações para uso de temperos naturais na sua alimentação.

Para um uso mais intensivo ou para tirar suas dúvidas, procure um profissional de saúde especialista em fitoterapia.

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por Maria Angélica Fiut
NUTRICIONISTA CLÍNICA E FITOTERAPIA
CRN4: 05101043
www.abfit.org.br

Cientistas da Universidade de Michigan concluem que legumes contem nicotina

legumesTrês cientistas da Universidade de Michigan chegaram a uma conclusão decepcionante: segundo suas observações, a nicotina se encontra em muitos alimentos tais como tomates, batatas e beringelas (todas as plantas da família das solanáceas).

Assim, 10 gramas de beringela contêm 1 micrograma de nicotina, aproximadamente as pessoas inspiram esta quantidade de alcalóide durante três horas do tabagismo passivo.

Habitualmente, os cigarros contêm 1 miligrama de nicotina (depende da marca – nota do blog), o que significa que 10 kg de beringela, devido ao conteúdo deste alcalóide, são equivalentes a um cigarro.[1]

Salada de nicotina

A quantidade de nicotina no sangue sempre foi o indicador usado para classificar os fumantes passivos – aqueles que são obrigados a inalar o ar poluído pelos cigarros dos fumantes. Agora, porém, uma pesquisa feita na Universidade de Michigan com um grupo de não-fumantes revela que o tabaco não é o único vilão dessa história.

Já se sabia que a batata, a berinjela, a pimenta e o tomate contêm uma quantidade apreciável de nicotina – nada de espantoso, porque são da mesma família do tabaco.

Assim, os cientistas descobriram que se uma pessoa consumir 10 gramas de berinjela terá no sangue o mesmo tanto de nicotina que teria se tivesse passado três horas num quarto enfumaçado; 150 gramas de batata (equivalentes a um pacote de fritas dos grandes das lanchonetes) dariam o mesmo resultado, bem como 250 gramas de tomates ou 5 gramas de couve-flor ou brocólis – embora estes últimos não sejam da família do tabaco.

Como não se consideram os alimentos para calcular os riscos a que se expõe um fumante passivo, a nova pesquisa acrescenta ingredientes revolucionários à questão. Afinal, a nicotina ingerida é tão nociva quanto a que se inala? Para saber a resposta será necessário continuar as pesquisas com um grupo de não-fumantes, que durante certo tempo deixe de comer esses vegetais.[2]

Fontes:

[1] Eco4U

[2] Superinteressante

SiSTSP – Maria-preta (Solanum americanum)

NOME CIENTIFICO: Solanum americanum
NOME(S) POPULAR(ES): Maria-preta, Maria-pretinha, Aguarágua, Aguaraquiá, Aguaraquiá-açú, Araxixu, Caaxixá, Carachichu, Caraxiocu, Caraxixá, Caraxixu, Erva-de-bicho, Erva-mocó, Erva-moura, Guaraquim, Guaraquinha, Pimenta, Pimenta-de-cachorro, Pimenta-de-galinha, Pimenta-de-rato, Sué, Erva-de-Santa-Maria
FAMILIA (Cronquist): Solanaceae
FAMILIA (APG): Asparagaceae
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A Solanum americanum, popularmente conhecida como maria-pretinha, é uma erva daninha pertencente à família das solanáceas nativa das Américas com ocorrência entre o sudoeste dos Estados Unidos da América e o sul do Peru e do Paraguai, sendo uma planta muito comum no Brasil.

Apesar de possuir bagas comestíveis, com valor medicinal, deve ser ingeridos com prudência, pois os seu frutos negros podem ser confundidos com os da beladona, planta de elevado grau de toxicidade.

A espécie encontra-se naturalizada em todas as regiões tropicais e subtropicais, sendo considerada por alguns autores como nativa do Hawaii ou pelo menos como uma introdução remota, provavelmente devida aos povos polinésios. É usada como planta medicinal nos Camarões, Quénia, Hawaii, Panamá, Serra Leoa e Tanzânia.[3]

Os frutos verdes são tóxicos, possuem um princípio ativo chamado alcalóide indólico.[4]

É considerada como planta daninha, infestando lavouras, pomares, cafezais, jardins e terrenos baldios.[4]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=21398
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 10/10/2014 19:22:10, por Anderson Porto.
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Germinação de pimentas

Germinação

Esta é a fase mais importante, pois sem ela não existe cultivo.

Esta pode ser executada de 4 maneiras diferentes:

a) Com substrato em bandeja de isopor

b) Com substrato em copo plástico

c) Em células de espuma fenólica

d) Algodão

Descrição dos produtos necessários nesta fase do plantio:

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