Avelós é eficiente contra o câncer

Carla França – Repórter

Avelós é uma planta com grande potencial e que agora está sendo testado em tratamentos
De uma garrafada (preparo de ervas medicinais) tipicamente nordestina pode surge a mais nova esperança no tratamento contra o câncer. O produto, chamado de AM-10, foi desenvolvido a partir de uma planta conhecida como avelós e se mostrou eficaz nos primeiros testes realizados em pacientes terminais da doença.

Nos testes in vitro a droga funcionou bem contra as células do câncer, em seguida testamos em ratos e cachorros e depois em pacientes terminais da doença e que já utilizaram outras drogas. Nesses casos também tivemos resultados positivos. Não é uma panaceia que vai curar todos os tipos de cânceres. Temos sim um produto brasileiro que vai ser uma ferramenta muito boa nas mãos dos médicos para o tratamento de diversos tipos da doença”, disse o farmacêutico e coordenador da pesquisa, Luiz Pianowski.

Durante essa primeira fase, começaram a surgir surpresas com relação à eficácia da droga. Uma paciente terminal de câncer e outras quatro pessoas que serviram de cobaias tiveram não só uma estabilização do quadro clínico, como também a redução das dores que a doença provoca. “Descobrimos uma molécula do avelós que é potente no combate à dor, por isso a droga também pode ser utilizada como analgésico e anti-inflamatório. Além da ação de conter ou reduzir o avanço da doença através de um processo chamado apoptose celular”, explicou Luiz Pianowski.

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Esclarecimento do Conselho Nacional de Saúde sobre Fitoterápicos, Fitoterapia e Plantas Medicinais

Esclarecimento do Conselho Nacional de Saúde à População Brasileira frente às recentes e negativas reportagens veiculadas na mídia sobre plantas medicinais e fitoterapia

O Conselho Nacional de Saúde (CNS) no uso de suas atribuições e preocupado com as reportagens veiculadas na mídia, sobre plantas medicinais e fitoterapia, de forma equivocada e parcial, gerando impacto negativo, causando insegurança na população e descrédito dos órgãos governamentais reguladores da matéria vem a público prestar os devidos esclarecimentos.

O CNS é a instância máxima de deliberação e controle social de caráter permanente do Sistema Único de Saúde (SUS), cujas competências regimentais e atribuições são conferidas por meio da Constituição Federal, a qual determina a saúde como direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas. Neste Conselho, a gestão do Sistema Único de Saúde se dá pela participação dos atores sociais nas Conferências de Saúde. O CNS, fundamentado pelas leis 8.080/90 e 8.142/90, atua na formulação de estratégias e no controle da execução das políticas de saúde, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros.

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A implantação do uso de plantas medicinais no SUS e a polêmica do programa “É bom pra quê?”

Por Maíla Diamante
Fotos: Maíla Diamante

Há algumas semanas, o médico Dráuzio Varela faz a pergunta “É bom pra quê?” no Fantástico. A série de programas da tv Globo se refere ao suposto uso abusivo das plantas medicinais. Acompanhando o consumo de fitoterápicos da população e conversando com profissionais e pesquisadores, Varela leva ao telespectador a mensagem de que o uso dessas plantas não é tão inofensivo quanto muita gente pensa ser. Os alertas feitos por Varela levantam a discussão sobre o uso dos medicamentos tradicionais, e algumas de suas abordagens do uso de fitoterápicos são questionadas por profissionais da área.

O médico Cesar Paulo Simionatto, que atua com fitoterapia na Unidade de Saúde do Rio Tavares e é responsável pelo Horto de Plantas Medicinais do HU, preocupa-se com a difusão do medo de uso de fitoterápicos entre a população. “A sabedoria popular vai excluindo, através de um conhecimento acumulado durante gerações, o uso de plantas perigosas”, explica Simionatto. O conhecimento das plantas, geralmente transmitido pela cultura oral, corre o risco de se perder caso não for sistematizado em estudos acadêmicos. A importância desses estudos justificaria uma maior dedicação acadêmica, e não uma exposição que afaste as pessoas do uso de fitoterápicos.

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É bom para quê? Parte 5

‘É bom para quê?’ mostra a importância dos testes para uso dos fitoterápicos

Dr. Drauzio Varella recomenda: ‘Para tratar doenças, não tome nada que não tenha rótulo e nem bula’.

Nos últimos domingos, o Doutor Drauzio Varella mostrou no fantástico os riscos que a gente corre quando usa um preparado de ervas. Hoje, ele vai apresentar pessoas que dedicam a vida ao estudo das plantas. Do tubo de ensaio ao balcão da farmácia. Tudo para que você possa tomar o seu chazinho em segurança.

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Quadro de Dráuzio Varella no "Fantástico" muda foco após reclamações

Redação Portal IMPRENSA

Divulgação: Drauzio Varella

A série “É Bom Pra Quê?”, apresentada pelo médico Dráuzio Varella no “Fantástico”, da Rede Globo, teria mudado o foco após receber protestos dos telespectadores. O quadro, que esclarece mitos e verdades sobre o uso de plantas e chás para tratamento de doenças, é um dos maiores ibopes do programa dominical.
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Nota de repúdio da UEMA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO
CENTRO DE ESTUDOS SUPERIORES DE IMPERATRIZ

A UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO, através do Centro de Estudos Superiores de Imperatriz, vem manifestar repúdio e indignação pelo conteúdo, forma e método com que foram tratados pela Rede Globo no quadro “É bom pra quê?” veiculado na Revista Eletrônica Semanal Fantástico, exibida no dia 12 de setembro de 2010, a cidade e a população de Imperatriz, o professor Antonio Augusto Brandão Frazão, a Universidade Estadual do Maranhão, o Centro de Difusão Tecnológica – CDT, projeto fruto de parceria entre Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária – INFRAERO, UEMA e outras Instituições públicas e particulares do município.

Os saberes populares constituem um patrimônio cultural fundamental para entendermos as relações das sociedades com a natureza ao longo das gerações, assim como seus legados. O conhecimento sobre plantas e seus usos nas mais diversas manifestações é assunto consolidado, inclusive constituindo escopo de uma área da Botânica, a Etnobotânica.

A Fitoterapia consolida-se mundo afora com o rigor imprescindível para a sua construção científica. A própria matéria veiculada é forçada a reconhecer tal afirmação, ao mencionar que de cada dois medicamentos quimioterápicos utilizados nos tratamentos de tumores cancerígenos, um foi descoberto no Reino das Plantas.

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Dráuzio Varella e a Graviola – Annona muricata L. (1753)

por Prof. Douglas Carrara

“A medicina moderna tem muito que aprender com o apanhador de ervas.”
Halfdan Mahler
Diretor Geral da Organização Mundial da Saúde (1973-1988)

A graviola é uma árvore que cresce até 10 m. de altura, quase sempre apenas a metade ou ainda menos, dependendo da região e do clima. A casca do caule é aromática, as folhas são alternas e crescem até 15 cm de comprimento por 7 cm de largura, verdes e vernicosas na página superior e com bolsas na axila das nervuras laterais na página inferior, ligeiramente tomentosas. Inflorescência cauliflora, brotando da casca velha do caule e dos ramos. Pedúnculos robustos. Cálice com lobos triangulares e agudos. Flores axilares, solitárias, sub-globosas, amareladas com seis pétalas grossas e carnosas.

O fruto é uma baga de forma irregular, mais ou menos ovóide, até 30 cm de comprimento e 12 cm de largura, com epiderme verde escura, espessa, areolada (carpelos soldados), cada aréola ou saliência cônica tendo no ápice um espinho comprido, mole e recurvado, verde, enquanto jovem, depois castâneo-ferrugíneo e com as extremidades quase pretas. O fruto pode atingir grandes dimensões, mas raramente excede 2 kg. (1)

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Caso Prof. Frazão: Infraero manda fechar CDT

Infraero divulgou nesta terça-feira(14), uma Nota Oficial sobre a reportagem divulgada pelo Fantástico (Rede Globo) expondo de forma negativa o trabalho do quimico e pesquisador Antonio Brandão Frazão, o Professor Frazão.

A estatatal que administra aeroportos mandou fechar o Centro de Difusão Tecnológica(CDT), local onde Frazão trabalhava até a veiculação da reportagem, no último domingo(12). A empresa também critica o programa por ter exibido informações “sem apurar devidamente os fatos”. Veja a nota.

NOTA À IMPRENSA

PROJETO SOCIAL NO AEROPORTO DE IMPERATRIZ (MA)

13.09.10 Em relação à reportagem “Químico do MA receita extrato de graviola para tratar câncer”, veiculada no programa Fantástico neste domingo (12/9), a Infraero, por meio da Superintendência Regional do Norte e da Gerência de Gestão para a Sustentabilidade, esclarece que lacrou o laboratório do Centro de Difusão Tecnológica (CDT), nas dependências do Aeroporto de Imperatriz (MA), mantido por meio de Termo de Cooperação Mútua – projeto “Cinturão Verde” – com seis entidades, entre elas a Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), à qual está vinculado o professor Antônio Augusto Brandão Frazão.

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Dráuzio Varela e GLOBO detonam prof. FRAZÃO e mostram Imperatriz como terra de pobres, burros e bruxos!

por Kamaleao

No melhor estilo ‘vamo botar pra #uder’ a Globo mandou sua produção a Imperatriz (eu mesmo fui ver do que se tratava a vinda deles à Imperatriz lá no viveiro da Infraero). Foram tratados com a maior presteza e hospitalidade pelo Prof. Frazão, a comunidade academica e as pessoas em geral da cidade que tiveram conhecimento da vinda dos ditos pra cá. Isso aconteceu em Maio e Varela até convidou Frazão pra ser seu consultor na região nordeste no novo quadro que foi ao ar hoje (12 de setembro de 2010).

Saiba quem é Frazão: Depois de receber vários prêmios e elogios por parte de suas descobertas, a certificação do trabalho era um sonho do professor, que desde 2002 estudava a formulação de medicamentos à base de graviola. Também foram desenvolvidas uma pomada contra herpes, uma tintura hidro alcoólica feita da casca da fruta, usada pra cicatrização de herpes labial ou genital, e também uma pomada do extrato da folha com óleo da copaíba, utilizada no combate ao câncer de pele.

Além disso, o trabalho foi divulgado da revista científica Inffoke Nordeste para seis idiomas, recebeu um prêmio de incentivo à pesquisa, no Frutal, pela relevância no combate aos males provocados pelo câncer de pele e diabetes e foi apresentado em diversos congressos em todo o país e na República Dominicana (neste mês de setembro).

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