Nota de repúdio da UEMA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO
CENTRO DE ESTUDOS SUPERIORES DE IMPERATRIZ

A UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO, através do Centro de Estudos Superiores de Imperatriz, vem manifestar repúdio e indignação pelo conteúdo, forma e método com que foram tratados pela Rede Globo no quadro “É bom pra quê?” veiculado na Revista Eletrônica Semanal Fantástico, exibida no dia 12 de setembro de 2010, a cidade e a população de Imperatriz, o professor Antonio Augusto Brandão Frazão, a Universidade Estadual do Maranhão, o Centro de Difusão Tecnológica – CDT, projeto fruto de parceria entre Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária – INFRAERO, UEMA e outras Instituições públicas e particulares do município.

Os saberes populares constituem um patrimônio cultural fundamental para entendermos as relações das sociedades com a natureza ao longo das gerações, assim como seus legados. O conhecimento sobre plantas e seus usos nas mais diversas manifestações é assunto consolidado, inclusive constituindo escopo de uma área da Botânica, a Etnobotânica.

A Fitoterapia consolida-se mundo afora com o rigor imprescindível para a sua construção científica. A própria matéria veiculada é forçada a reconhecer tal afirmação, ao mencionar que de cada dois medicamentos quimioterápicos utilizados nos tratamentos de tumores cancerígenos, um foi descoberto no Reino das Plantas.

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Pesquisa de professor da Uema sobre ervas medicinais será abordada no Fantástico

No próximo domingo, 29, a revista eletrônica semanal da Rede Globo de Televisão, Fantástico, lançará o quadro “É bom pra quê?”, que vai abordar o uso de ervas e medicamentos fitoterápicos no Brasil.

Já no programa de estréia será destaque o trabalho do professor Antonio Augusto Brandão Frazão, do Centro de Estudos Superiores de Imperatriz (Cesi) da Universidade Estadual do Maranhão (Uema).

O professor irá apresentar uma pomada cuja fórmula, descoberta por ele, é baseada em graviola (Annona muricata), uma planta muito cultivada nos estados do Nordeste e comum no cerrado maranhense. O remédio é usado como cicatrizando em feridas difíceis de tratar, como as decorrentes de diabetes, câncer de pele, leishmaniose ou queimaduras diversas.

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