Visita a Fiocruz – organização e lista de participantes

Oi pessoal!

Agendar uma visita a [ Fiocruz ], durante a semana, depende dos horários de cada um. Temos que ver o melhor dia para irmos.

Para ajudar na organização da visita e tentar evitar o excesso daquelas mensagens “eu também”, criei um texto no Blog TSP e vou editando as últimas notícias, de acordo com o que ficar acertado pelo grupo, criando páginas para poder mostrar fotos da visita, a gente deixar comentários – essas coisas.

Montei uma enquete sobre os melhores dias da semana. Quem quiser ir pode marcar um dia de preferência e vermos qual o melhor dia da semana; depois acompanhar as notícias.

Sobre a lista de participantes é só preencher nome e email na seguinte lista:

[ Clique aqui para INCLUIR nome na lista de participantes ]

É necessário ter ID Yahoo! para acessar a lista de participantes, ou participar do grupo TudoSobrePlantas no Yahoogrupos.

Pelos comentários e debate no [ GEPTSP ] vamos fechando data, horário e lista de participantes, ok?

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Plantas medicinais são esperança de novos antibióticos

Plantas contra infecções

Tratamentos contra o câncer frequentemente têm o efeito colateral de comprometer o sistema imunológico do paciente.

Isso pode resultar em infecções secundárias por bactérias e fungos que levam à morte, especialmente com as bactérias como o Staphylococcus aureus tornando-se resistentes aos antibióticos.

Mas uma nova pesquisa realizada por médicos da Índia descobriu uma série de plantas medicinais eficazes contra as infecções bacterianas e fúngicas associadas à queda imunológica que acompanha a quimioterapia a.

Antibióticos naturais

Os pesquisadores da Universidade Rohtak testaram extratos de várias plantas usadas na medicina tradicional ou popular contra microrganismos encontrados na boca de pacientes com câncer bucal.

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Padre cuiabano se diz perseguido por uso do método popular de curar doenças

por Edilson Almeida
Redação 24 Horas News

Bio-Saúde pretende ser um modo de vida mais saudável, natural e agradável


Nos dez anos de funcionamento da sede do Bio-Saúde, todos os pacientes que procuraram por atendimento foram atraídos pelas histórias de outras pessoas que fizeram o tratamento. Segundo Padre Renato, nunca foram feitas propagandas em rádio, jornal ou qualquer outro veículo de comunicação para atrair pacientes.


O tratamento de diversas doenças com o uso do método da bioenergia, que se vale de plantas medicinais aplicada aos enfermos, está sendo motivo de perseguição a um dos seus principais idealizados, o padre Renato Barth, que ensina a técnica da medicina popular há cerca de 40 anos em Cuiabá. A questão é de amplitude. A denúncia passa pelo imaginário, mas tem forte conteúdo de realismo. Mirando a técnica estariam grandes laboratórios e a indústria farmacêutica, que temem uma expansão maior do conhecimento – o que implicaria em prejuízos.

Os números do padre são fabulosos, de fato. Nesse período em evidência foram mais de 30 milhões de pessoas atendidas pelo método. Hoje, segundo ele, a bioenergia está organizada em mais de 40 países. Os ‘remédios’ utilizados são argila e plantas caseiras. O sistema, inclusive, já foi patenteado, a partir de estudos realizados pela Columbia University.

Brasileiro, apesar do sotaque carregado, padre Renato Barth é filho de mãe parteira, que contabiliza mais de 1.300 crianças “sem nunca ter qualquer tipo de problema” – numero que deve causar inveja a muitos médicos obstetras. Ele diz que desde criança, em sua casa, se faz o tratamento de doenças pelo método natural. “Nem farmácia existia” – enfatiza. Desde então, se diz distante das farmácias, dos médicos e das “necessidades de drogas permitidas e não permitidas”.

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Em Defesa da Fitoterapia

A todos os nossos visitantes, pedimos que se juntem à causa / abaixo-assinado “Em Defesa da Fitoterapia“, disponível inicialmente via aplicação Causes, no Facebook.

Em meados de setembro / outubro de 2010 o programa Fantástico apresentou um quadro do Dr. Drauzio Varella, chamado “É bom pra quê?“, onde várias informações foram manipuladas, de forma a enaltecer os remédios alopáticos em detrimento ao uso tradicional de plantas medicinais. Priorizou-se assim o princípio ativo em vez dos compostos de substãncias naturais, além de qualificar como verdade única a verdade científica, sem considerar o uso popular passado de geração à geração (ex: chás de boldo, camomila, capim-cidreira, carqueja, maracujá, erva-doce, aroeira, erva-mate etc).

A comunidade de pesquisadores de plantas medicinais ficou furiosa, e entendo eu que com razão, a ponto de vários profissionais fitoterapeutas e pesquisadores escreverem e pedirem direito de resposta, no intuito de divulgar as informações que não foram veiculadas, ou que foram veiculadas de forma parcial e incompleta. Nós, pesquisadores, entendemos que o programa prestou um deserviço à população brasileira e, portanto, esta população merece ser esclarecida devidamente.

Por conta disso, veio a idéia de nos unirmos e criar uma rede de apoio chamada “Em Defesa da Fitoterapia“, cujo texto pode ser lido [ AQUI ].

Para se juntar à causa, clique na imagem abaixo:

Pedimos que nos ajudem divulgando o abaixo-assinado e, se vocês entendem que o uso de plantas medicinais como tratamento deve ser levado em consideração pelos médicos e fitoterapeutas, junte-se a nós!

Anderson Porto
http://www.tudosobreplantas.com.br

FCFRP produz patente com o antimicrobiano alecrim pimenta

Por Valéria Dias – valdias@usp.br

Encapsulamento do óleo essencial da planta em micropartículas originou dois produtos
O alecrim pimenta (Lippia sidoides) é uma planta muito usada pela medicina popular como antimicrobiano e antifúngico e que já foi tema de diversas pesquisas científicas que comprovaram suas propriedades benéficas. Toda essa “riqueza natural” acaba de ser alvo de uma patente na Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP. Pesquisadores do Laboratório de Pesquisa & Desenvolvimento em Processos Farmacêuticos (LAPROFAR) patentearam dois produtos a base de alecrim pimenta obtidos a partir do encapsulamento do óleo essencial da planta em micropartículas. Um dos produtos poderá ser usados em formulações de medicamentos e cosméticos, e o outro, na conservação de alimentos processados.

O trabalho foi realizado pela farmacêutica Luciana Pinto Fernandes. Ela explica que os dois produtos são apresentados em forma de pó – as micropartículas são visíveis apenas pelo microscópio eletrônico. “A diferença entre eles é a maneira como foram obtidos e o direcionamento de uso dado a cada um, devido aos custos dos processos de obtenção”, conta a pesquisadora, que estudou o alecrim pimenta durante seu doutorado, apresentado em janeiro de 2009 sob a orientação do professor Wanderley Pereira de Oliveira, coordenador do LAPROFAR.

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Fitoterapia

por Karina Mendes Parlangelo

Fitoterapia

As plantas medicinais vêm sendo utilizadas pelo homem ao longo de toda a história da humanidade no tratamento e cura de enfermidades. É uma prática que nasceu provavelmente na pré-história, quando, a partir da observação do comportamento dos animais na cura de suas feridas e doenças, os homens descobriram as propriedades curativas das plantas e começaram a utilizá-las, levando ao acúmulo de conhecimentos empíricos que foram passados de geração para geração (FERRO, 2006).

Histórico

Os indícios sobre a prática da Fitoterapia são muito antigos e encontrados em todo o mundo. O primeiro manuscrito conhecido sobre essa prática é o Papiro de Ebers (1500 a.C.), que descreve centenas de plantas medicinais. No Egito, várias plantas são mencionadas nos papiros, e na Grécia, Teofrasto (372-285 a.C.), discípulo de Aristóteles (384-322 a.C.), catalogou cerca de 500 espécies vegetais.

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Aumenta número de plantas medicinais do horto estadual

Cinco novas espécies foram selecionadas pelo Conselho Estadual de Fitoterapia para integrar a lista de plantas medicinais cultivadas pelas Farmácias Vivas e utilizadas na forma de medicamentos fitoterápicos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Ceará. Após o registro da decisão do Conselho, por Portaria do Secretário da Saúde do Estado, a Relação Estadual de Plantas Medicinais (Replame) passará a ter 30 espécies.

O Nufito presta apoio técnico-científico e faz capacitação de pessoal para promover a fitoterapia em saúde pública no Estado do Ceará.

A novidade estimulou a revitalização do Horto de Plantas Medicinais do Núcleo de Fitoterapia da Secretaria da Saúde do Estado (Nufito), instalado na sede da Coordenadoria de Assistência Farmacêutica, Avenida Washington Soares, 7605, Messejana. Mais viva do que nunca, essa farmácia natural a céu aberto faz o cultivo das espécies e fornece as mudas de plantas medicinais para 54 Farmácias Vivas espalhadas pelo Ceará. No horto, os técnicos do Nufito também realizam pesquisas científicas.

O Projeto Farmácias Vivas, idealizado pelo professor Francisco José de Abreu Matos em 1983, consta de plantas medicinais com eficácia e segurança terapêuticas comprovadas. O projeto deu origem, em 1997, ao Programa Estadual de Fitoterapia, que se transformou no atual Nufito. O Núcleo distribui 16 tipos de medicamentos fitoterápicos para hospitais e unidades da rede estadual de saúde e mantém além do Horto a Oficina Farmacêutica para preparação de fitoterápicos.

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Conheça os benefícios do cambará, a planta que cura

PABLO GOMES | Lages

Pesquisadores estudam as propriedades da folha da árvore típica da Serra catarinense

Pesquisa liderada por Valfredo Schlemper comprovou eficácia da folha - Alan Pedro

Difícil quem nunca ouviu da avó dicas de receitas “infalíveis” à base de plantas que nascem no quintal de casa para curar este ou aquele problema de saúde. Muitas não passam de crendices. Mas outras são estudadas e surpreendem por suas propriedades medicinais eficientes.

Foi por isso que pesquisadores da Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac), de Lages, resolveram estudar o cambará, árvore existente apenas nas florestas de araucária da Serra de Santa Catarina e que está em extinção devido ao uso descontrolado da sua madeira para a construção de cercas em propriedades rurais. A folha do cambará também é utilizada há séculos pelo povo da região como remédio para dores abdominais, crises respiratórias e obstrução nasal.

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Esclarecimento do Conselho Nacional de Saúde sobre Fitoterápicos, Fitoterapia e Plantas Medicinais

Esclarecimento do Conselho Nacional de Saúde à População Brasileira frente às recentes e negativas reportagens veiculadas na mídia sobre plantas medicinais e fitoterapia

O Conselho Nacional de Saúde (CNS) no uso de suas atribuições e preocupado com as reportagens veiculadas na mídia, sobre plantas medicinais e fitoterapia, de forma equivocada e parcial, gerando impacto negativo, causando insegurança na população e descrédito dos órgãos governamentais reguladores da matéria vem a público prestar os devidos esclarecimentos.

O CNS é a instância máxima de deliberação e controle social de caráter permanente do Sistema Único de Saúde (SUS), cujas competências regimentais e atribuições são conferidas por meio da Constituição Federal, a qual determina a saúde como direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas. Neste Conselho, a gestão do Sistema Único de Saúde se dá pela participação dos atores sociais nas Conferências de Saúde. O CNS, fundamentado pelas leis 8.080/90 e 8.142/90, atua na formulação de estratégias e no controle da execução das políticas de saúde, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros.

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Borboletas usam plantas medicinais em seus descendentes

Borboletas-monarcas usam plantas contra parasitas

Biologia

As borboletas-monarcas desenvolveram um comportamento aparentemente com um objectivo medicinal em relação à sua descendência. A observação foi feita por biólogos da universidade norte-americana de Emory e publicada na revista Ecology Letters.

“Demonstrámos que algumas espécies de plantas das quais se alimentam as larvas podem reduzir a infecção por parasitas nas borboletas-monarcas”, explicou o investigador Jaap de Roode, que coordenou o estudo.

A equipa demonstrou também que as borboletas infectadas preferem depositar os ovos em plantas que diminuem a infecção. “Isso sugere que as borboletas-monarcas evoluíram no sentido desta capacidade de medicar os filhos”, sublinhou o mesmo investigador.

Até hoje, poucos estudos foram feitos sobre a capacidade de automedicação dos animais. Esta investigação oferece provas “muito fortes” nesse sentido.

Fonte: [ DN ]