Embrapa terá laboratório de fitoterápicos

A Embrapa Agroindústria Tropical está instalando, em sua sede em Fortaleza, um laboratório de química de produtos naturais.

O investimento, segundo o diretor do órgão, Vitor Hugo de Oliveira, é de R$ 8 milhões. A ordem é estudar fitoterápicos.

Vitor Hugo esteve em Brasília, nesta semana, tratando de orçamento do órgão para 2012.

Fonte: [ Blog do Eliomar ]

Pesquisa identifica de matérias-primas para produção de óleo e produtos fitoterápicos

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo, Fapes, está apoiando uma pesquisa sobre identificação de matérias-primas vegetais com potencial econômico para produção de óleo e produtos fitoterápicos.

O projeto é coordenado pelo pesquisador do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), José Aires Ventura, que realiza a análise de plantas como a arnica, aroeira, boldo baiano, agriãozinho do Pará e malva. Através do conhecimento maior da composição dessas plantas é possível determinar quais os princípios ativos e como estas matérias-primas podem ser utilizadas.

José Aires destaca que algumas dessas plantas já são conhecidas por suas atividades antibacteriana e antifúngica. Este projeto abrange áreas como agronomia, botânica, química, farmácia, medicina e odontologia. No caso da aroeira, por exemplo, esperamos que através da caracterização multifuncional da planta e do óleo obtido de seus frutos e folhas, consigamos agregação de valor à matéria-prima vegetal, com o desenvolvimento de novos produtos químicos e o crescimento da indústria química capixaba, disse o pesquisador.

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Listagem dos 66 fitoterápicos regulamentados pela ANVISA

A agência governamental decidiu regulamentar a produção, a comercialização, e também estabeleceu o modo de usar cada fitoterápico, de acordo com as comprovações científicas em estudos que informam para o que serve e possíveis efeitos colaterais.

A lista da ANVISA levou em conta o que cientificamente já está provado.

Para acessar a lista completa,

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Esses medicamentos naturais sempre foram utilizados de acordo com a sabedoria popular. De agora em diante, o consumidor vai ter orientação oficial da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que decidiu regulamentar a produção e a comercialização desses produtos.

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Medicina Ecológica no Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Instituto de Pesquisas JBRJ
Rio de Janeiro – O Dr. Alex Botsaris fará uma palestra no dia próximo dia 11 de dezembro (sábado), às 16 horas, sobre seu mais recente livro, Medicina Ecológica – Descubra como cuidar da sua saúde sem sacrificar o planeta, com uma grande ação em favor da medicina complementar e da qualidade de vida. Durante o evento, no setor de Plantas Medicinais do Jardim Botânico do Rio, cada pessoa que adquirir um exemplar do livro levará de graça uma muda de planta medicinal.

A ação busca apresentar a ideia central do livro, de que a sociedade contemporânea depende em excesso de medicamentos sintéticos até para problemas simples de saúde – quando já existem soluções fitoterápicas, menos agressivas e tão eficientes quanto –, e constantemente despreza o “princípio da precaução”, que em medicina se traduz nas ações preventivas de saúde. São posturas que agridem nosso organismo e também o meio ambiente.

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População é orientada a observar qualidade dos medicamentos fitoterápicos

Fitoterápicos são feitos a partir de plantas medicinais e atuam como uma opção terapêutica benéfica / Foto: MDA

Todos os fitoterápicos comercializados no Brasil devem ter registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) .

Segundo boletim divulgado pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça e a Anvisa, há perigos em se utilizar medicamentos que não tenham registro. Além de serem ilegais, não há controle sobre qual a composição e origem desses produtos. Por este motivo, não há como garantir segurança e qualidade em seu uso.

De acordo com o boletim, os medicamentos fitoterápicos são feitos a partir de plantas medicinais e atuam como uma opção terapêutica benéfica à população no combate e prevenção de doenças. Mas é preciso estar atento à qualidade desses remédios, mesmo sendo naturais.

A recomendação é que ao comprar um fitoterápico, o consumidor observe se a embalagem possui o número de registro da Anvisa, os dados da empresa (CNPJ, razão social, endereço, etc.) e o número do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC). Antes de consumi-los, busque orientação de um profissional e siga corretamente as instruções da bula e da rotulagem. Sempre desconfie de medicamentos que prometem curas milagrosas.

Se você encontrar produtos com suspeitas de irregularidades, denuncie à Vigilância Sanitária mais próxima ou através do e-mail: ouvidoria@anvisa.gov.br.

Fonte: [ SECOM – Governo Federal ]

Fitoterapia

por Karina Mendes Parlangelo

Fitoterapia

As plantas medicinais vêm sendo utilizadas pelo homem ao longo de toda a história da humanidade no tratamento e cura de enfermidades. É uma prática que nasceu provavelmente na pré-história, quando, a partir da observação do comportamento dos animais na cura de suas feridas e doenças, os homens descobriram as propriedades curativas das plantas e começaram a utilizá-las, levando ao acúmulo de conhecimentos empíricos que foram passados de geração para geração (FERRO, 2006).

Histórico

Os indícios sobre a prática da Fitoterapia são muito antigos e encontrados em todo o mundo. O primeiro manuscrito conhecido sobre essa prática é o Papiro de Ebers (1500 a.C.), que descreve centenas de plantas medicinais. No Egito, várias plantas são mencionadas nos papiros, e na Grécia, Teofrasto (372-285 a.C.), discípulo de Aristóteles (384-322 a.C.), catalogou cerca de 500 espécies vegetais.

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Aumenta número de plantas medicinais do horto estadual

Cinco novas espécies foram selecionadas pelo Conselho Estadual de Fitoterapia para integrar a lista de plantas medicinais cultivadas pelas Farmácias Vivas e utilizadas na forma de medicamentos fitoterápicos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Ceará. Após o registro da decisão do Conselho, por Portaria do Secretário da Saúde do Estado, a Relação Estadual de Plantas Medicinais (Replame) passará a ter 30 espécies.

O Nufito presta apoio técnico-científico e faz capacitação de pessoal para promover a fitoterapia em saúde pública no Estado do Ceará.

A novidade estimulou a revitalização do Horto de Plantas Medicinais do Núcleo de Fitoterapia da Secretaria da Saúde do Estado (Nufito), instalado na sede da Coordenadoria de Assistência Farmacêutica, Avenida Washington Soares, 7605, Messejana. Mais viva do que nunca, essa farmácia natural a céu aberto faz o cultivo das espécies e fornece as mudas de plantas medicinais para 54 Farmácias Vivas espalhadas pelo Ceará. No horto, os técnicos do Nufito também realizam pesquisas científicas.

O Projeto Farmácias Vivas, idealizado pelo professor Francisco José de Abreu Matos em 1983, consta de plantas medicinais com eficácia e segurança terapêuticas comprovadas. O projeto deu origem, em 1997, ao Programa Estadual de Fitoterapia, que se transformou no atual Nufito. O Núcleo distribui 16 tipos de medicamentos fitoterápicos para hospitais e unidades da rede estadual de saúde e mantém além do Horto a Oficina Farmacêutica para preparação de fitoterápicos.

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Esclarecimento do Conselho Nacional de Saúde sobre Fitoterápicos, Fitoterapia e Plantas Medicinais

Esclarecimento do Conselho Nacional de Saúde à População Brasileira frente às recentes e negativas reportagens veiculadas na mídia sobre plantas medicinais e fitoterapia

O Conselho Nacional de Saúde (CNS) no uso de suas atribuições e preocupado com as reportagens veiculadas na mídia, sobre plantas medicinais e fitoterapia, de forma equivocada e parcial, gerando impacto negativo, causando insegurança na população e descrédito dos órgãos governamentais reguladores da matéria vem a público prestar os devidos esclarecimentos.

O CNS é a instância máxima de deliberação e controle social de caráter permanente do Sistema Único de Saúde (SUS), cujas competências regimentais e atribuições são conferidas por meio da Constituição Federal, a qual determina a saúde como direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas. Neste Conselho, a gestão do Sistema Único de Saúde se dá pela participação dos atores sociais nas Conferências de Saúde. O CNS, fundamentado pelas leis 8.080/90 e 8.142/90, atua na formulação de estratégias e no controle da execução das políticas de saúde, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros.

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Homem se acorrenta a mastro pedindo apoio para obter patente de remédio que descobriu

Quem passou pelo Jardim Público na quarta-feira (15) se deparou com uma cena inusitada. Um homem estava acorrentado a um mastro em frente ao coreto. Tal fato chamou a atenção dos transeuntes. Muitos se aproximavam do mastro para obter informações e saber o motivo do protesto realizado pelo pedreiro desempregado, Gabriel Vieira Lopes, 61.

Lopes explica que a ação é mais de reivindicação que de protesto. Segundo ele, a iniciativa visa obter ajuda para conseguir a patente de um medicamento natural que descobriu em abril de 2007, proveniente de uma árvore nativa do cerrado.

Como sofria de hemorroidas, hipertensão e diabetes, Lopes começou a tomar o remédio e melhorou, não precisando mais tomar medicamentos industrializados. De boca a boca, o remédio foi sendo divulgado e, segundo ele, mais de 200 pessoas de Rio Claro e de outras cidades, inclusive de fora do Estado de São Paulo, já tomaram o medicamento com resultados positivos.

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Entrevista: Pesquisadora busca esclarecer a verdadeira função das ervas medicinais e fitoterápicos

Os benefícios do uso de plantas medicinais são conhecidos, e comprovados, pelos brasileiros, há muito tempo. Por serem de origem natural, muitos pensam que não podem fazer mal, mas são medicamentos como outro qualquer, que precisam de orientação médica para o uso.

É comum escutarmos histórias de alguém que tomou chá de camomila para acalmar, de boldo para o fígado, de folha de eucalipto para combater uma gripe ou de erva-doce para dor de estômago. Todos baseados na máxima de que “se não fizer bem, mal não faz”. Mas não é bem assim. Usados rotineiramente, ao mesmo tempo em que aliviam sintomas, os chás podem atrasar o diagnóstico de problemas graves. Este mesmo pensamento pode ser empregado com o uso sem critério dos fitoterápicos.

A questão da utilização de ervas medicinais e fitoterápicos ganhou impulso a partir da publicação, no dia 13 de agosto, no site da revista Época, de uma entrevista concedida pelo Dr. Drauzio Varella à jornalista Cristiane Segatto, onde o oncologista critica a falta de sólidas evidências científicas que poderiam justificar o uso de fitoterápicos. A reação por parte de profissionais da área, além do público em geral, foi imediata.

A revista ACESSO entrou em contato com Fátima Maria Motter, professora pesquisadora de Fitoterápicos da Universidade Mackenzie, em São Paulo, buscando esclarecer a verdadeira função destes medicamentos.

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