Ipês saúdam chegada do inverno

[img:81757_materia.jpg,full,alinhar_esq_caixa]Floradas da espécie roxa começam junto com a nova estação, dão colorido especial à cidade e encantam os moradores

A florada dos ipês espalha cores, inspira os sorocabanos nas ruas da cidade e o roxo intenso das flores alegra a monotonia da paisagem urbana. O espetáculo da natureza anuncia a chegada do inverno, hoje, às 15h08.

“É impossível não reparar na beleza das árvores. Nem mesmo a correria do dia-a-dia permite que elas passem desapercebibas”, conta a balconista Sueli Fernandes, que, por um minuto, parou ontem para contemplar as árvores no Centro.

Para o gerente Emerson do Amaral, a beleza chama tanto a atenção que ele não se incomoda de precisar recolher diariamente as flores que caem em frente ao local de trabalho, no Jd. Simus. “Vale a pena”, garante.

O balconista Josué Biscaya Silva diz que lança o olhar sobre os ipês, por entre os prédios e descreve, com romantismo, a paisagem que observa ao chegar e sair do trabalho. “De longe, você consegue enxergar, é lindo!”

O que muitos desconhecem é que todos os tipos de ipês florescem apenas no inverno e que essa é mais uma estratégia da natureza para alimentar os insetos, num período em que os alimentos estão escassos. “As flores dos ipês alimentam os insetos, que levam o pólen ao órgão reprodutor feminino, garantindo a evolução da espécie”, explica o engenheiro agrônomo Clebson Ribeiro.

Neste momento a cidade está tomada pelos ipês roxos, que são os primeiros a aparecer. Em seguida será a vez dos ipês amarelos darem o seu colorido. Na seqüência, virão os brancos e os cor-de-rosa, espécie mais exótica que enfeitará a cidade já próximo ao mês de setembro.

Segundo o agrônomo, os ipês são árvores de grande porte, com raízes muitos profundas. “Por isso, não devem ser plantadas em caladas”, orienta.

A opção é a espécie anã, do amarelo ou o branco que demora anos para crescer.

Calor e seca vão continuar

O inverno começa frustrando quem esperava temperaturas amenas e mais umidade. O meteorologista do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) Franco Villela repetiu ontem ao BOM DIA previsões semelhantes às apresentadas no início do verão e no outono que está se encerrando: os próximos três meses serão os mais quentes e menos chuvosos do período nos últimos anos.

Villela fez outro alerta: a variação térmica será mais acentuada. “Teremos 30º C em um dia e 10º C no seguinte”, comenta. A explicação, segundo ele, é o aumento da freqüência de massas de ar frio.

O especialista afirma não ser possível prever as temperaturas, mas adianta que a média máxima ficará acima dos 24º C e a mínima abaixo dos 12º C, as médias históricas do inverno desde 1961. Ele arrisca dizer que os extremos não devem ficar longe dos 33,4º C, registrados em agosto de 2000, e de 1,2º C, em junho de 1978.

O índice pluviométrico também deverá ser atípico, por causa da variação térmica.

Conheça a estação

* Tempo de hibernar
Inverno vem do latim (hibernu, tempus hibernus)

* Inicia no solstício de inverno
Período em que o sol fica mais distante do Equador

* Termina no equinócio
Em 23 de setembro ocorre o equinócio de primavera

* Noites mais curtas
A partir de hoje, as noites começam a encurtar e os dias voltam a aumentar, gradativamente

* Clima seco
Período é caracterizado pela redução de chuvas na região sudoeste

Fonte: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais

Notícia apresentada em: [ BOM DIA ]

Farol distribui 15 mil mudas de árvores

Da Assessoria

A prefeita de Farol, Dina Cardoso (PMDB) promoveu a distribuição de 15 mil mudas de árvores nativas gratuitamente para produtores rurais e estudantes farolenses.

O evento fez parte da programação alusiva às comemorações do transcurso do dia do meio-ambiente que foi celebrado na cidade em parceria entre a Prefeitura e o Escritório local da Emater/PR.

Segundo técnico Renaldo “Carpinha” Chagas, foram entregues 15 mil mudas nativas para que os agricultores pudessem fazer o adensamento da mata ciliar e áreas de preservação permanente. Também foram feitas palestras para os estudantes do ensino fundamental que visitaram o Viveiro Municipal, onde são produzidas as respectivas mudas, além de hortaliças que são utilizadas na confecção da merenda escolar que conta com acompanhamento de nutricionista.

A prefeita Dina Cardoso ofereceu uma muda da árvore “chorão” (aroeira salsa) para cada estudante que foram divididos em quatro grupos de cinqüenta cada um, da primeira à quarta-série.

Fonte: [ Tribuna do Interior ]

Mudas de árvores típicas serão plantadas às margens do Rio Coxipó

Redação 24HorasNews

No próxima quinta feira, as 10 horas, 150 adolescentes do agente jovem da Prefeitura Municipal de Cuiabá, farão o plantio no local, de 500 mudas de espécies típicas das matas ciliares, entre elas sarãs ( essencial para a preservação das margens), Tarumarana, Ingá nativo e Ipês. “Será o começo de um grande trabalho de repovoamento dos rios da nossa capital”, afirma o educador ambiental ecologista Abel do Nascimento.

Será o lançamento do programa de repovoamento das matas ciliares do Rio Cuiabá e Coxipó no perímetro urbano, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, em parceria com a Secretaria Municipal de Infraestrutura e a Empaer. “Para recuperarmos os rios, antes precisamos recuperar as margens afluentes fazendo o replantio com árvores nativas da região. O Sarã ajuda na preservação das margens evitando as erosões.” (Éden Capistrano – Secretário Municipal de Meio Ambiente).

Fonte: [ 24HorasNews ]

Ruas podem ter 40 novos tipos de árvores

Projeto de lei de arborização, que está na Câmara, amplia de 10 para 50 as espécies que podem ser plantadas nas calçadas

Daiana Dalfito

O projeto de Lei de Arborização Urbana de Bauru, que está em tramitação na Câmara, propõe várias alterações para facilitar e agilizar o plantio, a poda ou a substituição de árvores na cidade. Também apresenta uma lista de árvores para serem plantadas nas calçadas e outras áreas públicas, aumentando de 10 para 50 as espécies indicadas.

O texto foi elaborado pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma) em parceria com o Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Comdema). Segundo o secretário do Meio Ambiente, Rodrigo Agostinho, se a lei for aprovada como está, deve agilizar os processos de pedidos de poda, supressão, plantio e demais ações envolvendo árvores. A proposta é reduzir o prazo atual de 30 dias para apenas 10 dias.

Além da agilidade, o projeto de lei retira a subjetividade no que se refere aos processos de poda e supressão de árvores, especialmente nas calçadas. “Os critérios ficarão mais claros: a poda radical (corte drástico da copa), por exemplo, não é permitida e o corte da árvore só é possível em alguns casos, como os de danos aos bens público ou privado e risco de queda, sempre determinados por um técnico da secretaria”, exemplifica.

A lei, defende Rodrigo, vai ajudar os munícipes a entender a arborização da cidade e suas implicações. O projeto de lei também prevê a exigência de compatibilidade entre as construções e o processo de arborização. Um dos artigos do documento explicita a exigência de plantio de mudas para prédios residenciais, comerciais e condomínios, bem como a simplificação de dados técnicos, como a altura mínima da muda e o padrão de distância do calçamento até o “colo” da árvore.

“A cada 10 metros de ‘frente’ da construção é exigido o plantio de uma árvore. Excedendo o índice, a cada oito metros mais uma muda deve ser plantada”, explica o secretário. Esse número já é uma exigência para que o “habite-se” seja concedido ao novo imóvel. “A definição dessas distâncias e do alinhamento nas calçadas é também um incentivo ao plantio de árvores nas periferias, já que os condomínios, em especial os verticais, não conseguem plantar todas as mudas exigidas nas imediações”, completa Rodrigo.

Portanto, se não há possibilidade de seguir as normas de plantio estipuladas na lei, o morador ou o construtor deve doar a muda, o gradil e o tutor à prefeitura. Neste caso, as mudas serão destinadas às áreas verdes públicas e aos bairros periféricos.

O projeto de lei prevê o plantio de árvores em praças, jardins, parques, horto, bosques, canteiros, sistemas de lazer e vias públicas. Se for aprovado como está, o descumprimento das normas acarretará multas que vão de R$ 200,00 a R$1 mil por exemplar, dependendo do agravante.

Proibidas

Ainda faz parte do projeto de lei uma lista de espécies arbóreas que são “proibidas” para calçadas. É o caso do eucalipto e o guapuruvu, ambos com madeira frágil e grande porte. Figueira, flamboyant, paineira e pinheiro também não são recomendados pois são árvores muito grandes e que, por isso, dificultam a circulação, entre outros problemas.

O motorista Alcides Francisco dos Santos, morador da rua Afonso Pena, tem uma árvore de grande porte em frente sua casa. “Essa tem ‘7 copas’. É antiga, deve ter uns 50 anos. Não acho recomendável plantar já que é grande demais. Acaba estourando a calçada e atrapalhando a fiação. Hoje, as pessoas preferem essa outra (aponta em frente a casa) a canelinha”, conclui.

A canelinha realmente é uma das 50 árvores listadas no site da prefeitura no link da Semma (www.bauru.sp.gov.br). Lá é possível encontrar uma legenda explicativa com as características das árvores e o melhor lugar para serem plantadas.

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Arborização em Bauru

Bauru foi uma das primeiras cidades brasileiras a ter uma legislação urbana sobre arborização. A Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma) pretende com essa reforma na lei tornar sua aplicação mais eficaz. Junto com o novo projeto da Lei de Arborização Urbana, a Semma quer, ainda neste ano, promover um mutirão para o plantio cerca de 150 mudas como o realizado no ano passado.

Também neste ano, a Semma pretende lançar mão de um Plano Diretor de Arborização Urbana para planejar o plantio de árvores na cidade.

Já é possível para aqueles que desejam plantar uma muda em frente sua casa conseguir gratuitamente o exemplar no Poupatempo. Para retirar a muda é preciso, apenas, levar um comprovante de residência. Porém, por enquanto, fica por conta do interessado a colocação do gradil e do tutor.

Fonte: [ Jornal da Cidade de Bauru ]

Tudo por dinheiro

Em espaço de 150 hectares foram destruídas 217 árvores nativas centenárias; no local será plantada cana-de-açúcar

José Carlos Moreira/Agência BOM DIA

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Em primeiro plano, homem observa árvore nativa arrancada em propriedade na região de Rio Preto; ao fundo, outras espécies que tiveram o mesmo destino

A Polícia Ambiental de Rio Preto flagrou ontem a destruição de árvores nativas centenárias em uma fazenda em Macaúbas, distrito de Mirassolândia.

As 217 árvores foram arrancadas por tratores para dar lugar ao plantio de cana-de-açúcar.

O desmatamento foi descoberto pela Polícia Ambiental depois de denúncia anônima.

Mas a polícia afirma que o crime vinha sendo praticado havia uma semana.

A fazenda pertence ao filho de um juiz da região. O nome dele não foi divulgado pela polícia.

A preparação do solo para o cultivo da cana atingiu também área de preservação permanente de uma nascente.

No local, existiam árvores de espécies como ipê, óleo de copaíba, barbatimão, faveiro, amendoim bravo e tamboril. Cada uma tinha entre 40 a 50 metros de altura.

De acordo com o tenente Luís Antônio Vaserino, comandante da 1ª Companhia da Polícia Ambiental, para arrancar as árvores, o proprietário precisa ter autorização do DEPRN (Departamento Estadual de Proteção dos Recursos Naturais), o que não existia.

Ainda segundo o tenente, o dono teria afirmado que tentou obter o licenciamento, mas não conseguiu por problemas burocráticos.

“As pessoas não têm paciência de esperar pela documentação porque visam lucro a curto prazo”.

Vaserino diz que a área desmatada ficará sem resfriamento da terra, podendo até atingir o efeito estufa.

As árvores serão apreendidas. Caso o dono tenha interesse em aproveitar a madeira, ele terá de regularizar a situação com o DEPRN, além de cumprir medidas compensatórias para reparar os danos causados ao meio ambiente.

O proprietário será autuado administrativamente pela Polícia Ambiental.

O caso também será encaminhado ao Ministério Público.

A pena para este tipo de crime varia de multa a plantio de novas árvores.

Para cada espécie arrancada, outras 20 deverão ser plantadas.

De acordo com a Polícia Ambiental, no mês passado foram identificados cinco desmatamentos em propriedades rurais nas proximidades do município de Mirassolândia.

Todos os proprietários das áreas flagradas pela Polícia Ambiental foram autuados por crime ambiental e serão processados.

Fonte: [ Jornal BOM DIA ]

Cuiabá vai receber 11 mil novas árvores a partir de junho

Serão plantadas 11 mil árvores, no dia 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, em Cuiabá. A iniciativa pretende reduzir os impactos do aquecimento global. A meta do projeto “Rearborizando Cuiabá” é plantar, até o final de 2007, 100 mil mudas de árvores de médio porte.

De acordo com a organização, a ação será um recorde nacional, pois o maior plantio de mudas em um único dia registrado até agora foi de dez mil. Além de ornamentar a cidade, serão criadas áreas verdes de recreação pública. Outros benefícios são a melhoria microclimática e a diminuição da poluição, principalmente a sonora.

O professor do Instituto de Biociência da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Dalci Oliveira, pontua que as árvores no ambiente urbano têm considerável potencial de remoção de partículas e gases poluentes da atmosfera. Algumas espécies têm capacidade de filtrar compostos químicos poluentes, como o dióxido de enxofre (SO2), o ozônio (O3) e o flúor. “As plantas nativas do cerrado atrairão principalmente uma ave-fauna característica”, comentou o professor.

Ele pontua que o nível de ruído excessivo nas cidades, provocado pelo tráfego e por diversas outras fontes, afeta psicológica e fisicamente as pessoas. A presença das árvores reduz os níveis da poluição sonora ao impedir que os ruídos e barulhos fiquem refletindo continuamente nas paredes das casas e edifícios, causando uma sensação de um som permanente, similar ao que sentimos ao falar numa sala vazia, sem móveis. Isto é, as árvores e suas folhas contribuem para absorver a energia sonora fazendo com que os sons emitidos desapareçam rapidamente.

O reflorestamento será feito em 30 bairros da cidade. Os bairros foram escolhidos por estarem ainda num processo de organização da infra-estrutura básica. Para o plantio, foram convocadas as associações de bairro, escolas, creches e os moradores dos bairros.

As Secretarias de Infra-Estrutura e Meio Ambiente se responsabilizaram pela produção das mudas., quantidade de terra e as instruções técnicas, como profundidade das covas, quantidade de água e locais adequados (longe da fiação elétrica, por exemplo).

No dia 4 de junho, segunda-feira, será montado um stand, no estacionamento do teatro da UFMT, durante a realização do 1º Guará Festival de Cinema Ambiental, que será aberto a partir das 19h.

O Instituto de Biociência, assim como o Ministério Público Estadual (MPE) e o Juizado Volante Ambiental, e a prefeitura são os idealizadores.

Fonte: [ Redação 24HorasNews ]

Câmara lança Guia de Arborização incentivando plantio de árvores na Capital

Na sessão solene da próxima terça-feira (dia 5), na qual será comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente, a Câmara Municipal promoverá o lançamento de um Guia de Arborização, que visa incentivar o plantio de árvores nos conjuntos habitacionais de Campo Grande, como forma de incrementar as ações do legislativo na preservação do meio ambiente.

A cartilha “Guia de Arborização – Plante sua própria árvore e ajude a natureza” será distribuída em todos os bairros de Campo Grande para despertar na população a consciência de que é preciso arborizar e reflorestar a cidade para obter mais qualidade de vida.

O guia ensina através de uma leitura simples e ágil como plantar uma árvore, porque plantar, a importância da árvore e motivos para evitar o desmatamento. O lançamento do Guia será mais uma iniciativa da Câmara Municipal para conscientizar a população sobre a questão ambiental.

Fonte: [ Câmara Municipal de Campo Grande ]

Veja as árvores mais eficientes contra a poluição

O caminho mais comum para neutralizar emissões de gases que provocam o aquecimento global são as árvores. Mas não basta plantá-las, é preciso saber quais espécies absorvem mais carbono (CO2) e preservá-las, já que as árvores crescem lentamente. É preciso cuidar delas, para que cresçam saudáveis e possam retirar bastante CO2 da atmosfera.

Plantar árvores requer um planejamento, é necessário que as pessoas invistam em conhecimento sobre elas. É preciso saber como é a raiz, como vai crescer, se está debaixo de um fio, se está próximo a manancial de água, se pode estourar uma calçada ou levantar uma casa. Porque não adianta nada plantar hoje e em dez anos ter de cortá-la, explica Marcos Buckeridge, botânico do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo.

Um estudo desenvolvido pelo instituto aponta que as cinco espécies que mais absorvem CO2 são: feijão-do-mato (expectativa de vida: 5 a 10 anos), guapuruvu (25 a 30 anos), pau-jacaré (25 a 30 anos), jacarandá-da-bahia (50 a 100 anos) e jatobá (acima de 100 anos).

Apesar de as plantas que crescem mais rápido capturarem mais CO2, elas duram menos tempo. Quando as de menor expectativa de vida tiverem com 20 anos, o jatobá é um jovenzinho. Então a solução é que se faça um jardim com a quaresmeira e o jatobá juntos, pois assim o ciclo de absorção é mantido, afirma o biólogo.

Quem não pretende plantar uma árvore no quintal de casa ou na calçada pode fazer sua parte cuidando das já existentes. Segundo Buckeridge, árvore bem cuidade seqüestra muito mais carbono. Adubar, podar corretamente, aguar. Cuidando da árvore, ela também gera uma madeira melhor.

Outra opção é contribuir com organizações não-governamentais que cuidam do plantio de espécies nativas diversas e tomam todos os cuidados necessários. Por exemplo, a SOS Mata Atlântica e a Iniciativa Verde desenvolvem programas de reflorestamento.

Em São Paulo, quem vive na Zona Leste ou no centro velho tem de plantar árvores, já quem reside na Zona Oeste tem de cuidar, já que é uma área bastante arborizada, diz o biólogo. Quanto mais árvores, menor é a temperatura local. Uma área coberta por árvores diminui a incidência de luz do sol de 95% a 97%. Na capital paulista, pode haver uma diferença de 7ºC no mesmo horário do dia, por influência da vegetação.

Seja qual for a opção para neutralizar suas emissões, Buckeridge alerta para não consumir em estabelecimentos que não tenham uma árvore plantada na calçada. É um ato simples, mas que em alguns anos fará uma boa diferença.

Fonte: [ IParaíba ]

Vandalismo destrói 5 mil árvores

Curitiba perde cinco mil árvores por ano para o vandalismo

Franklin de Freitas

Árvores recém-plantadas são as mais visadas pelos vândalos
Curitiba perde cinco mil árvores por ano para o vandalismo. O número corresponde a 40% do total de mudas de árvores plantadas por ano nas ruas da cidade. Para reduzir a depredação das árvores, a Prefeitura de Curitiba começou ontem uma campanha de educação ambiental. A campanha faz parte do novo Plano Diretor de Arborização Viária de Curitiba.

“Quem depreda árvores está cometendo um crime contra o meio ambiente e contra o patrimônio público”, diz o prefeito Beto Richa. “O vandalismo causa prejuízo financeiro e, principalmente, danos à arborização, que faz parte da qualidade de vida de nossa cidade.” Para plantar cerca de 12 mil árvores por ano, a Prefeitura tem gastos com água, sementes, embalagens, transporte e mão-de-obra do cultivo e da supervisão de engenharia florestal.

A maioria das árvores depredadas é atacada por vândalos logo após o plantio, ainda na fase de adaptação. Os ataques ocorrem geralmente à noite. Os vândalos quebram os galhos e troncos das árvores. No início do ano, a Prefeitura de Curitiba teve de refazer o plantio da rua Conselheiro Laurindo, no trecho da rua Engenheiros Rebouças à Nilo Cairo, onde todas as árvores foram depredadas.

Em 2007, a Prefeitura vai intensificar o plantio de árvores nas ruas da cidade. Com o novo Plano Diretor de Arborização Pública, que está sendo executado, a previsão é chegar ao fim do ano com 20 mil árvores plantadas.

Para que o trabalho não seja comprometido, equipes de educação ambiental estão visitando residências, comércio, escolas, associações de moradores e outras organizações sociais em bairros da cidade onde a Prefeitura está implantando o Plano de Arborização.

Fonte: [ Bem Paraná ]

Árvores são mutiladas em pleno centro de Ouro Preto

[img:mutilacao.jpg,resized,centralizado]

Quando em todo o mundo se debate o esquecimento global em Ouro Preto do Oeste, muitos moradores e comerciantes vem dando péssimo exemplo de como se deve para preservar a natureza. Em um claro crime contra ao meio ambiente os proprietários das residências nº. 1048 e 1030 localizadas na Rua Dos Seringueiros resolveram por conta própria mutilar dois pés de árvores com o pretexto de que as mesmas estavam atrapalhando danificando as calçadas e estética das respectivas residências.

De acordo com a diretora do Departamento de Meio-Ambiente da prefeitura municipal a turismologa Regina Daudt de Araújo, os proprietários das residências que mutilaram os dois pés de árvores já foram notificados e autuados por crime contra a natureza e responderão pelos seus atos conforme preconiza a legislação vigente.

“Ao tomarmos conhecimentos deste fato determinamos que a fiscalização ambiental comparecesse até o local do fato e fizesse os devidos procedimentos legais que requer o caso, já que não tinha licença para podar as árvores”, disse Regina Daudt que orienta as pessoas antes de podarem as árvores procuraram o departamento de Meio-Ambiente para montagem do processo e assim evitar as sanções previstas em Lei. No entanto a reportagem constatou que as mutilações e podas das árvores estão ocorrendo de forma discriminada em todo o município já que a fiscalização da prefeitura municipal é inerte para punir os crimes que vem ocorrendo diariamente.

Para o funcionário público estadual Antonio Francisco Almeida, e um defensor árduo da natureza, cuidar do meio ambiente urbano em uma cidade interiorana pode parecer muito pouco em face das tragédias ambientais que vêm ocorrendo no mundo. Todavia, o tema se reveste de extraordinária importância quando lembramos que a nossa população, hoje, é essencialmente urbana. “Por outro lado, qualquer ação que vise a proteger o ambiente urbano, havendo a participação do cidadão, representa a mais autêntica forma de educação ambiental”. disse Antonio Almeida.

Importância da Arborização Urbana

As árvores são essenciais à vida do homem urbano. Isso porque, por exemplo:

  • a) reduzem a poluição do ar, provocada principalmente pela queima de combustíveis dos veículos automotores e indústrias;
  • b) minimizam a poluição sonora;
  • c) equilibram a temperatura da cidade;
  • d) amenizam a força do vento;
  • e) servem de habitat para os pássaros que enfeitam nosso quotidiano;
  • f) protegem o lençol freático;
  • g) evitam o ressecamento do ar através da transpiração;
  • h) fornecem sombra para automóveis e pessoas;
  • i) embelezam a paisagem.

Nas sábias palavras do Professor Alexandre Barnewitz, “se o asfalto e o concreto embrutecem, a árvore humaniza” .

Sabe-se que a poluição atmosférica causada por veículos automotores e indústrias (liberando chumbo, dióxido de carbono e benzipireno) é algo grave.

“Como considerável fonte de poluição do ar, os veículos a motor são responsáveis pela produção de 80% de monóxido de carbono”. É em decorrência de situação como esta que se recomenda o máximo de cuidado para com a arborização urbana, sendo de se ressaltar que “estudos recentes vêm demonstrando a importância notadamente da vegetação de porte arbóreo, salientando-se que 1 hectare de árvores assimila aproximadamente 5 toneladas de carbono e libera 8 a 10 toneladas de oxigênio por ano”.

Sobre os benefícios da árvore em relação à amenização do calor, o Professor Luiz Paulo Sirvinskas lembra: “uma árvore isolada pode transpirar, em média, 400 litros de água por dia, produzindo um efeito refrescante equivalente a 5 condicionadores de ar com capacidade de 2.500 kcal cada, funcionando 20 horas por dia”. Logo, preservar as árvores do espaço urbano me “arborizar a cidade é melhorar a qualidade de vida”.

Alexandre Araújo

Fonte: [ Rondônia ao Vivo ]