Curitiba perde cinco mil árvores por ano para o vandalismo
Franklin de Freitas
Árvores recém-plantadas são as mais visadas pelos vândalos
Curitiba perde cinco mil árvores por ano para o vandalismo. O número corresponde a 40% do total de mudas de árvores plantadas por ano nas ruas da cidade. Para reduzir a depredação das árvores, a Prefeitura de Curitiba começou ontem uma campanha de educação ambiental. A campanha faz parte do novo Plano Diretor de Arborização Viária de Curitiba.
“Quem depreda árvores está cometendo um crime contra o meio ambiente e contra o patrimônio público”, diz o prefeito Beto Richa. “O vandalismo causa prejuízo financeiro e, principalmente, danos à arborização, que faz parte da qualidade de vida de nossa cidade.” Para plantar cerca de 12 mil árvores por ano, a Prefeitura tem gastos com água, sementes, embalagens, transporte e mão-de-obra do cultivo e da supervisão de engenharia florestal.
A maioria das árvores depredadas é atacada por vândalos logo após o plantio, ainda na fase de adaptação. Os ataques ocorrem geralmente à noite. Os vândalos quebram os galhos e troncos das árvores. No início do ano, a Prefeitura de Curitiba teve de refazer o plantio da rua Conselheiro Laurindo, no trecho da rua Engenheiros Rebouças à Nilo Cairo, onde todas as árvores foram depredadas.
Em 2007, a Prefeitura vai intensificar o plantio de árvores nas ruas da cidade. Com o novo Plano Diretor de Arborização Pública, que está sendo executado, a previsão é chegar ao fim do ano com 20 mil árvores plantadas.
Para que o trabalho não seja comprometido, equipes de educação ambiental estão visitando residências, comércio, escolas, associações de moradores e outras organizações sociais em bairros da cidade onde a Prefeitura está implantando o Plano de Arborização.
Fonte: [ Bem Paraná ]
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cara como ainda existe este tipo de gente, que creio seja falta de informação, sobre a utilidade da arvore para a qualidade de vida do ser humano. bem tem alguns que não respeitam nem a vida humana né, quanto mais uma arvore. é lamentavél..
Lendo o comentário de José Feliciano Mendes sobre Vandalismo destrói 5 mil árvores (…) por ano, isso no Plano de Arborização da cidade de Curitiba/PR; isso em 2007 (…). No escrito de José Feliciano, ele aborda e lamenta a existência de certos tipos de gente, que ele acredita que seja por falta de “informação” na utilidade da árvore para a qualidade de vida do ser humano; apesar de lamentar a falta de respeito com as pessoas, que dirá com as árvores (…). José Feliciano foi muito feliz na sua colocação: apresentou inúmeras possibilidades (variáveis) para expor as suas ideias na busca de entender as causas prováveis dos por quês esses predadores agem ou re-agem dessa maneira com as árvores que encontram no seu caminho (…). Eu não saberia responder essa pergunta-problema; pois para isso seria preciso realizar uma investigação científica da maior relevância localizada numa determinada região, como afirmar que é por falta de informação: será que esta afirmativa seria uma provável hipótese verdadeira? Nesta direção eu tenho observado atentamente o comportamento das criançadas que saem das salas de aulas, rumo suas casas, chutando tudo, quabrando galhos de plantas, atirando pedras para todos os lados; isso quando não resolvem agredir outras crianças da mesma escola. O curioso é que eles ficam mais agitados e violentos, quando estão em blocos: isso me parece uma variável muito perigosa. Quando eles andam sozinhos não possuem essa mesma coragem! Isso quer dizer que eles sabem muito bem o que e porque estão agindo assim. Sozinhos podem encontrar um outro grupo de malucos que desejam mostrar quem são e apanhar de verdade se tem alguma culpa já devida e por aí vai a história a perder de vista. Então, na minha primeira impressão, já descarto que eles são mal informados. São mesmo mal-educados, que não têm medo de serem punidos por ninguém: os pais não estão ali para verem as suas macaquices aprendidas no seu grupo social, os professores também não estão presentes para lhes chamar a atenção no trajeto casa-escola/escola/casa. As pessoas que estão transitando nas ruas não estão preocupadas em observar esses tipos de vandalismos, ou seja, não sendo a sua frente de casa, então, porque se preocupar (…). Nessa linha de raciocínio eu enquadraria, lamentavelmente um gasto gigantesco de recursos praticamente jogado fora: educação ambiental teórica composta por visitas em domicílios, nos comércios, panfletos, cartilhas educativas (nem sequer eles abrem as mesmas), tudo vai para o lixo; e ainda, tudo solto pelas ruas ao vento na direção que ele quiser levar os escritos. Os outros recursos como: as ONGs, as Associações de Bairros e tudo vai esgoto afora. As Instituições como: Secretaria de Saúde, a Escola, a Secretaria da Agricultura, do Meio Ambiente (…). Enfim, todos lutando em vão. Já discuti muito neste meu meio século de profissão de Educadora e nunca fui ouvida por ninguém, mas uma coisa eu vivi para ver e crer naquilo que sempre defendi: a minha TESE: se o lixo (resíduo) tivesse algum valor; ninguém conseguiria encontrar nem de vela acesa um palito de fósforo sequer jogado, como por exemplo, temos só para começar: alguém conseque encontrar hoje uma latinha de alumínio no chão brasileiro? Eu estava ou não com a razão durante 50 anos de luta? E uma outra linha de raciocínio que também pode funcionar na questão de vandalismo, lixo, é aplicção da Lei/Crime contra o Meio Ambiente e o Patrimônio Púlico, se ele fosse no sentido contrário: ao invés de punição criminal (preso); cobrar multa dos infratores se pego em ato de vandalismo ou poluidor; o mesmo cobrando dos pais dos menores destruidores. Não acredito que aqui possa ser incluído os que perambulam pelas ruas em estado de embriaguês e/ou drogados. Eles mal conseguem respirar, andar, nem lembram que tem árvores no mundo. Quem vandalizam são os que querem mostrar aquilo que eles mesmos não têm: coragem, bravura, educação, homem de verdade; agem como bichos de outros planetas; porque neste são apenas covardes e fracos em tudo o que não gostariam de ser – vivem uma vida triste de mentira. A solução está na vontade desse indivíduo querer mudar de vida. Só depende dele! Ana Lourenço da Rosa. Plantas Medicinais. Tocantins. BRASIL.