Floresta velha, pulmão uma pinóia!

Por: Eng. Thomas Renatus Fendel – www.fendel.com.br

Quanta abobrinha se divulga se ensina e se engole, hoje e sempre, amém.

As velhas, centenárias, cansadas e aposentadas árvores, são pintadas de noviças intactas, cheias de predicados e virtudes saborosas.

Atribuem-lhes qualidades que não mais possuem, embora as tenham outras em abundância.

Invertem até seu ciclo biológico, no planeta inteiro.

Um pulmão, por definição, faz exatamente o contrário do que faz qualquer vegetal novo. Continue lendo “Floresta velha, pulmão uma pinóia!”

Bonsai diferente

Foto de um bonsai de flores rosa-choque. Não estou conseguindo acreditar…

Fiquei um tanto espantado e resolvi trazer a imagem para que vocês possam me ajudar.

Esse bonsai é de verdade?

Bonsai rosa - isso é de verdade?

Se sim, que espécie é essa? É possível alguma árvore florir assim?

Parece flor de serissa, mas eu nunca vi dessa cor.

Não estou conseguindo acreditar…

Se souberem mais informações deixem comentários, ok?

Abraços!

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Fonte da foto: http://blogln.ning.com/photo/bonsai5096-1?context=popular

O que aprendi com as aves silvestres

Ensinamentos que a obervação de aves silvestres nos transmitem

por: Gert Roland Fischer
em: 25/11/2001

Os pássaros sempre me fascinaram. Como engenheiro agrônomo ligado direta e permanentemente à Natureza e mesmo antes, como cidadão do Planeta, com a infância e minha juventude inesquecível e prazeirosamente vividas em Porto União, sempre tentei entender os recados que vinha das aves silvestres.

Ensinaram-me as aves que os filhotes tirados do ninho e criados presos em gaiolas, não tem mais condições de voltar à natureza; ensinaram-me as aves que o BHC – inseticidas clorado proibido hoje e aplicado às sementes do arroz antes do plantio, dizimou a esmagadora maioria dos curiós que habitavam os vales do Itajaí, Itapocú e outros em Santa Catarina na década de sessenta. A mortandade era assustadora.

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Árvores da ilha da felicidade

Fotos de árvores endêmicas da ilha de Socotra, Iêmen (oceano Índico)

Socotra (ou Socotorá – em árabe سقطرة Suqutrah) é a maior e principal ilha de um arquipélago formado também pelos “Três Irmãos”, ilhas menores chamadas de Abd Al Kuri, Samha e Darsa. Pertencente ao Iêmen, o local possui algumas centenas de habitantes e até menos de 10 anos o acesso só era possível de Outubro a Maio, devido aos fortes ventos da região. Mas o que chama atenção neste pequeno aglomerado de ilhotas perdido no Índico é sua fascinante flora.

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CO2 – É o santo, pintado de diabo!

A importância do CO2, o mocinho travestido de vilão.
Sacanagem, enganação e mentira do ladrão poder instituído.

 por: Eng. Thomas Renatus Fendel – www.fendel.com.br
 
ciclo-biogeoquimico 

Plantas não comem terra, comem CO2.

Adubos, terra e nutrientes são meros temperos na dieta de qualquer vegetal.

Como consequência, todos os seres vivos, inclusive o homus babacus, é constituído principalmente pelo carbono vindo do CO2.

O mal falado gás carbônico deveria ser canonizado.

Trata-se do mais importante tema da atualidade, não devido ao falso aquecimento global, mas pelo abobalhamento, pelo embuste, pela sacanagem, pelas negociatas em gestação, pela chance de desmascarar a podridão dos políticos, cientistas, transnacionais, mídias e demais vagabundos.

A quantidade total de CO2 na atmosfera é inferior a 0,04%, irrisória, em termos de influência no tal efeito estufa.

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Genética ajuda a preservar a Copaíba do Cerrado paulista

A copaíba tem propriedades medicinais e é utilizada na indústria de cosméticos.

Antonio Carlos Quinto , AGÊNCIA USP

Copaíba

São Paulo – Estudos realizados na Estação Ecológica de Assis (EEA) em São Paulo, cuja área é de 1.760 hectares (17,6 milhões de metros quadrados), avaliaram a diversidade genética e o sistema reprodutivo de uma espécie de copaíba (Copaifera langsdorffii). O trabalho realizado por pesquisadores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, traz subsídios para ações eficientes em relação à conservação e manejo da planta.

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Recém-achada, árvore da mata atlântica corre risco

REINALDO JOSÉ LOPES
da Folha de S.Paulo

[img:0935550.jpeg,full,alinhar_esq_caixa]A planta acaba de ser batizada oficialmente (com o nome latino de Symplocos atlantica) e ganhou até um apelido mais popular, o de azeitoninha-das-nuvens, por causa dos frutos pretos. A certidão de nascimento da árvore para a comunidade científica, no entanto, já vem acompanhada de um rótulo nem um pouco invejável: o de ameaçada de extinção.

Isso porque os especialistas detectaram a nova espécie na chamada floresta nebular, uma subdivisão da mata atlântica que cresce nas alturas, a partir de 1.100 metros acima do nível do mar. Como o nome da formação indica, a floresta nebular está relacionada à presença constante de nuvens –as quais correm o risco de migrar para altitudes bem maiores com o avanço do aquecimento global.

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Casca de ovo: Fonte de cálcio

[img:casca_300x224.jpg,full,centralizado]

Ao se consumir os ovos, costuma-se jogar a casca no lixo, mas fazendo isso estaremos disperdiçando uma ótima fonte de cácio. A casca possui 94% de carbonato de Cálcio (CaCO 3).

O cálcio é chamado um macronutriente, ou seja as plantas precisam em teores maiores quando comparados com os micronutrientes. Macro e mnicro nutrientes apenas diferem nas quantidades necessárias às plantas, mas todos tem a mesma importância, pois basta faltar um e ela não se desenvolve adequadamente.

O cálcio, por exemplo, participa da formação das paredes das células das plantas. É essencial.

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Chamei, e a árvore entrou pela janela

por Marcelo Migliaccio

[img:20091025_DSC07226.JPG,full,centralizado]

Hoje, nada de guerra. Melhor falar de vida. De uma impressionante demonstração de amor que recebi de uma árvore. Isso mesmo, de uma árvore que fica em frente à minha casa e que, de tão amada que é por mim, está entrando pela minha janela para que eu possa acariciá-la. Não, leitor, não tomei chá de cogumelo nem LSD.

Na rua em que eu moro há várias árvores da mesma espécie, todas antigas e altas. Num belo dia, comecei a reparar naquela que fica em frente à minha casa. É incrível como não reparamos nas coisas mais lindas à nossa volta. Só temos olhos para canos de descarga, mendigos, buracos; só ouvimos buzinas, maledicências, tiros. Estamos cegos para as flores, o sol, a lua e as estrelas; surdos para o canto dos pássaros, para as lições de vida que nos pode dar qualquer criança.

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Ciclistas espalham árvores na cidade de São Paulo

Jefferson Coppola/Folha Imagem
[img:09264154.jpeg,full,alinhar_esq_caixa](Ciclistas deixam o viveiro do parque Ibirapuera com árvores na garupa)

Com capacete e luvas, Lilia Diniz, 29, ajuda a apertar uma tira de corda em volta de uma enxada na bicicleta de Anderson Leal, 34. Depois, ele equilibra uma muda de árvore, uma palmeira juçara, de cerca de um metro na garupa da bicicleta dela.

São 8h30 de um domingo e eles estão no parque Ibirapuera, à espera de outras pessoas, que também vão carregar plantas, instrumentos e sacos com mais de 10 kg de terra.

Nenhum deles, no entanto, é funcionário do parque. Todos fazem parte de um grupo chamado Pedal Verde, que une o prazer da pedalada ao de preservar o ambiente. No último domingo de cada mês, desde março deste ano, eles saem de bicicleta pela cidade com a missão de plantar mudas em praças, canteiros e ruas carentes de verde.

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