Casca de ovo: Fonte de cálcio

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Ao se consumir os ovos, costuma-se jogar a casca no lixo, mas fazendo isso estaremos disperdiçando uma ótima fonte de cácio. A casca possui 94% de carbonato de Cálcio (CaCO 3).

O cálcio é chamado um macronutriente, ou seja as plantas precisam em teores maiores quando comparados com os micronutrientes. Macro e mnicro nutrientes apenas diferem nas quantidades necessárias às plantas, mas todos tem a mesma importância, pois basta faltar um e ela não se desenvolve adequadamente.

O cálcio, por exemplo, participa da formação das paredes das células das plantas. É essencial.

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EM – Microrganismos Eficazes

O que são?

EM (EM-4 ou EM-5) ou microrganismos eficazes são um conjunto de microrganismos que vivem no solo naturalmente fértil. Nele coexistem mais de 10 gêneros e 80 espécies de microrganismos chamados de eficazes pois agem no solo, fazendo com que a sua capacidade natural tenha plena ação.

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Bokashi caseiro

Bokashi
Como produzir seu próprio bokashi em casa

Existem muitas receitas diferentes de Bokashi em livros sobre agricultura orgânica/natural e na Internet, essa é só mais uma, com o diferencial de ser bem simples e com possibilidade de ser feita em qualquer casa ou apartamento. Divirtam-se!

1 – Um pouco de história

1.1 – O significado da palavra

A palavra bokashi, de origem japonesa, significa borrar, diluir. Como em uma maquiagem borrada. Posteriormente foi usada no sentido de diluir material orgânico com farelos fermentados, com o solo, para não serem usados puros e assim não causarem danos à cultura. Porém podendo ser usados diretamente na adubação de cobertura.

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Orgânicos não são mais saudáveis que alimentos convencionais, diz pesquisa sobre estudos

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(AFP)

LONDRES, Reino Unido — As pessoas que apregoam os benefícios do consumo de produtos cultivados naturalmente não vão ficar muito satisfeitas com um novo estudo que afirma que eles não são muito mais saudáveis que os produzidos de forma convencional.

Na pesquisa publicada esta semana em uma revista americana, os especialistas da London School of Hygiene and Tropical Medicine (LSHTM) afirmaram que não existem diferenças importantes entre os alimentos orgânicos e os produzidos de maneira convencional.

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Forum de alimentação orgânica começa no próximo dia 30 no Rio

Rio Orgânico 2009 reúne degustações, palestras e debates em torno da alimentação

[img:riorg_logo1.jpg,full,alinhar_esq_caixa]Acontece no próximo dia 30 o Rio Orgânico 2009, evento que acontece em apenas um dia e reúne palestras, degustações e oficinas de gastronomia em torno da alimentação saudável e de produtos orgânicos.

O evento é organizado pelo Senac-Rio e pelo portal Planeta Orgânico e acontece das 9h30 às 18h30, no Centro de Gastronomia do Senac Rio, na Barra da Tijuca.

Tanto o ciclo de conferências como o espaço destinado à mostra de produtos e degustações são abertos ao público. Nesta edição do evento, haverá dez balcões, onde as 25 empresas certificadas da rede –que comercializa desde verduras, alimentos à base de soja orgânica, pães, sucos, mel, biscoitos, até cosméticos e insumos agrícolas.

Entre os destaques da programação está a mesa redonda sobre a regulamentação do setor orgânico no Brasil, que acontece às 10h30, e a palestra da chef de cozinha Tiana Rodrigues, do restaurante Universo Orgânico (RJ).

As inscrições para as palestras e oficinas de gastronomia serão feitas 30 minutos antes de cada atividade. Informações sobre a programação podem ser obtidas no site: www.rioorganico.com.br

Fonte: [ Folha Online ]

Jardim orgânico das delícias

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Alice Waters foi atendida. A chef e ativista em prol da alimentação orgânica lançou durante a campanha presidencial dos Estados Unidos um desafio para o novo presidente: plantar um jardim orgânico na Casa Branca. Dois meses após a eleição de Barack Obama, a primeira-dama Michelle Obama anunciou que irá atender ao pedido de Alice. A família do presidente vai passar a se alimentar de alimentos sem agrotóxicos, cultivados no jardim de casa.

Michelle afirmou que o mais importante desta iniciativa é educar as crianças sobre comida saudável e fresca, numa época em que doenças crônicas como obesidade e diabetes afetam a população. Mas a primeira-dama enfatizou que nem todos os americanos teriam condições de plantar uma horta para consumo próprio. Então, o exemplo é uma estratégia para incentivar a redução de alimentos processados, o ato de cozinhar com mais frequência para a família e incorporar mais frutas e vegetais na dieta.

A decisão de Michelle provocou um questionamento sobre o investimento pesado no marketing da palavra “orgânico”. Mark Bittman, jornalista do New York Times e autor do livro “Food Matters: A Guide to Conscious Eatin”, destaca que orgânico não é, necessariamente, sinônimo de seguro, saudável, justo, bom e étnico. Ele aponta que o mercado de orgânicos é um grande negócio que não para de se expandir. Dados recentes da Organic Trade Association estimam que o comércio de alimentos e bebidas movimentou US$ 16,7 bilhões de dólares, em 2006.

Bittman indaga que para muitas pessoas, bombardeadas pelo marketing e publicidade alimentar, comer bem significa incluir orgânico no prato. Ele cita uma afirmação da nutricionista e professora da Universidade de Nova York, Marion Nestlé, que chama atenção para os industrializados “naturais”: “junk food orgânico continua a ser junk food”.

Para Carlos Braghini, autor do livro Ecologia Celular – que aborda o papel da alimentação e do meio ambiente para a longevidade –, o tema orgânicos deve ser uma discussão ampliada. “Há uma corrente de pensamento que defende a seguinte reflexão: um salmão orgânico, alimentado com ração orgânica não é o mesmo alimento que um salmão selvagem, pescado em alto mar. O mesmo vale para uma galinha alimentada com ração de soja orgânica e uma galinha criada solta que cisca minhocas e come milho (algo que ela foi projetada pela evolução a fazer). Um cookie orgânico nunca terá o mesmo valor nutricional que uma maçã, mesmo que a fruta não seja orgânica”, explica.

Os ativistas dos orgânicos estão entusiasmados com a decisão da primeira-dama. Eles esperam que a medida seja a maior precursora de mudanças políticas em relação ao sistema alimentar americano, hoje baseado em subsídios para grãos como milho e soja. A ambição deste grupo é que aumente a demanda por alimentos frescos, locais e orgânicos. Alice Waters, considerada a mãe americana do movimento Slow Food, quer mais do que um jardim. O próximo pedido já foi feito: introduzir alimentação saudável nas escolas. Já o jornalista Michael Pollan propôs para o presidente Obama uma reforma no sistema alimentar. A prioridade, segundo o jornalista, é a diversidade e comida regional.

A notícia também agradou entusiastas brasileiros. Para a diretora do site Planeta Orgânico, Maria Beatriz Martins, a iniciativa de plantar uma horta orgânica na Casa Branca terá um efeito multiplicador. “Tenho certeza que a medida será uma motivação para inúmeras famílias. Afinal, não é qualquer setor que tem o presidente da república dos Estados Unidos como formador de opinião. Parabéns ao casal Obama”, declarou.

Carlos Braghini aponta que os governos são os principais responsáveis por permitir que comida ruim seja mais barata que comida saudável. “Qualquer iniciativa de governo que vá na direção de uma alimentação saudável é louvável e merece nosso aplauso”, justifica. Na opinião do autor, o caminho mais seguro para o Brasil seria avançar nas práticas de agricultura familiar. Nessa direção, o Ministério de Agricultura e Desenvolvimento Agrícola (MDA) promove há cinco anos a Feira Nacional de Agricultura Familiar, que estimula a produção e a cultura local. Talvez a Granja do Torto possa ter seu jardim com frutas e hortaliças cultivadas sem agrotóxicos.

A chef e consultora Ana Pedrosa, que atua há mais de 25 anos com alimentação natural, também comemora a iniciativa da família Obama. “Essa ação nos reporta ao passado, quando podíamos plantar, colher e comer. Hoje, já não temos esse privilégio. É uma oportunidade para consumir alimentos de pequenos produtores, valorizando a economia local e a sustentabilidade”, diz.

Da mesma forma que a primeira-dama está preocupada com a alimentação infantil foi esse o motivo que levou Ana a descobrir o universo da comida saudável, integral, fresca e orgânica. “Assim que tive filhos comecei a me preocupar com a alimentação deles. Venho de uma família de exímias cozinheiras e queria transmitir o valor da comida bem feita e com qualidade, sem gorduras e processados para eles. Daí, comecei a pesquisar sobre o assunto e acabei me envolvendo profissionalmente”, conta a chef, formada pelo Natural Gourmet Institute e uma das primeiras no Rio de Janeiro a comercializar salgados e quentinhas integrais.

Os entusiastas dos orgânicos nos Estados Unidos têm consciência dos entraves políticos e econômicos para implantar uma dieta baseada na redução de alimentos industrializados. “Não há infra-estrutura jurídica para implantar um modelo sustentável”, defende Pollan. Há também questões como o abastecimento da população com comida barata e em abundância e os subsídios agrícolas do governo americano para grãos como soja e milho.

Comer uma comida autêntica com qualidade, conectada ao meio ambiente e aos agricultores é uma tendência observada com destaque na mídia, na fala de chefs, acadêmicos, pesquisadores e escritores. Se é orgânico ou não, se é local ou global, se é saudável ou prazeroso; o cidadão que se alimenta precisa responder a uma série de questões. Entretanto, o que é fresco, local e variado é uma oportunidade de comer melhor. E isso não é uma lição atual, faz parte das tradições alimentares. O desafio é aplicar essa prática à vida urbana, cotidiana e frenética.

Para a chef Ana, existem alimentos do dia a dia ricos em sabor e nurtrientes que não são valorizados na dieta. “Você pode comer melhor e reeducar sua família com vegetais preparados de maneira diferenciada”, indica. É o caso da batata-doce, das abóboras e do inhame. Ana ensina duas receitas deliciosas para estimular o paladar e o interesse em buscar uma alimentação prazerosa e saudável. | Por: Juliana Dias/Malagueta Comunicação [Crédito/foto:Carolina Amorim].

FOnte: [ Portal Revista Fator ]

“Leite de maconha” ganha consumidores na América do Norte

MAURÍCIO HORTA
colaboração para a Folha de S.Paulo

“O ‘hemp milk’ tem saído tão bem quanto o leite de soja, e pais me dizem que o sabor baunilha é perfeito para as crianças”, diz Marcus Amies, gerente da loja de produtos naturais Jimbo’s, num subúrbio de San Diego, Califórnia (EUA). O produto – um leite vegetal orgânico com leve sabor de nozes e rico em aminoácidos essenciais e ômega 3 e 6– teria tudo para atingir mercados mundiais de orgânicos, não fosse um detalhe: é feito a partir de Cannabis sativa L., a planta da maconha.

Após seis décadas de proibição no Canadá por seu uso recreativo, o cultivo comercial do cânhamo reiniciou-se em 1998.

Os EUA, que forçaram o vizinho à criminalização nos anos 1930, abocanham hoje 59% das exportações. Lá, o litro do leite de cânhamo custa US$ 4,99; a garrafa de 457 g de azeite, US$ 14,99; e barrinhas energéticas, US$ 2,29. No Brasil, os produtos não estão disponíveis.

Leite feito com óleo de sementes de Cannabis

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Arroz orgânico brasileiro chega ao mercado externo

A Associação da Agricultura Biodinâmica do Sul já exporta arroz orgânico para Alemanha e Inglaterra e acaba de fazer contato com importadores dos Emirados Árabes Unidos e Líbano

Um grupo de 300 pequenos produtores dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul formam um núcleo de desenvolvimento sustentado e orgânico. Há oito anos eles integram a Associação da Agricultura Biodinâmica do Sul (Abdsul), por meio da qual comercializam diversos produtos orgânicos como arroz, doces, geléias, polpas de frutas, mel e lã de carneiro.

No ano passado, o grupo realizou a primeira exportação de arroz orgânico para a Alemanha, após participar da Biofach, a maior feira de negócios do setor, na cidade de Nuremberg, na Alemanha. Em fevereiro deste ano eles participaram novamente da Biofach e desta vez fecharam negócios com importadores da Inglaterra e iniciaram contatos com compradores do Líbano e de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

“Até agora o produto que mais chamou atenção dos compradores internacionais foi o arroz. Eles compram da gente a granel e lá transformam o cereal em flocos e colocam no mercado como cereal matinal”, explica Marcelo Barbosa, vice-presidente da Abdsul.

De acordo com Barbosa, essa foi a segunda participação da entidade na feira e o primeiro contato com importadores do Oriente Médio. “Esperamos que os contatos, mais de trinta realizados na Biofach, rendam negócios futuros para todos os nossos produtos”, destaca. “Ao longo de 2009 vamos receber a visita de importadores da Inglaterra, Bélgica e Itália. Todos que conheceram nossos produtos na Alemanha”, afirma.

No mercado interno, a associação já comercializa os produtos dos associados em diversos estados e mantém representantes em capitais importantes como São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Florianópolis e Belo Horizonte (MG).

A Abdsul faz parte do Organics Brasil, que é resultado de uma ação conjunta do Instituto de Promoção do Desenvolvimento, da Federação das Indústrias do Paraná e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex). O projeto surgiu para promover os produtos orgânicos brasileiros no mercado internacional, reunindo empresas e produtores em torno de uma marca única, atendendo aos mais exigentes padrões de adequação sócio-ambiental. A participação em feiras internacionais como a Biofach é parte da estratégia do programa.

Fonte: [ ExporNews ]

Alimentos orgânicos: prós e contras

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Alimentos orgânicos são especiais tanto pelo ciclo de cultivo quanto pela ausência de fertilizantes químicos e agrotóxicos. Isso sem falar da harmonização e respeito aos demais elementos da natureza. Graças a um sistema de produção que busca o equilíbrio entre o solo e outros recursos naturais, como água e luz, há diferenciais importantes e benéficos para o consumo.

Usualmente são cultivados sem aditivos e conservantes sintéticos, livres de adoçantes, corantes, flavorizantes – que conferem o sabor ao produto. Tem uma durabilidade maior em relação aos convencionais, uma vez que o menor teor de água em sua composição reduz a proliferação de bactérias.

Um alimento orgânico fresco, aliás, possui 20% menos de água em sua composição, tornando os nutrientes mais concentrados; além de trazer quantidade maior de açúcar. Com níveis superiores de vitamina C, o tomate orgânico, por exemplo, apresenta 23% mais vitamina A do que os convencionais.

“Estudos recentes atestam que a diferença é acentuada em minerais. Têm teores maiores de vários deles: 63% a mais de cálcio, 73% a mais de ferro, 118% de magnésio, 178% de molibdênio, 91% de fósforo, 125% de potássio e 60% de zinco. Por outro lado, possuem 29% a menos de mercúrio, o que é excelente”, explica Patrícia Realino Guaitoli, nutricionista parceira do Ganep Nutrição Humana para o desenvolvimento de projetos especiais.

Em todo o país, são cerca de 15 mil produtores de alimentos orgânicos. De acordo com o Ministério da Agricultura, houve um crescimento de 114% no número de agricultores – 7 mil em 2000 para 15 mil em 2008 – além de um aumento de 196% na área de plantio – de 270 mil hectares para 800 mil, neste mesmo período.

Orgânicos são apenas 1% de todo o alimento que é vendido no Brasil. Apesar do aumento da cadeia produtiva, a dificuldade com transporte e pontos-de-venda, além das condições de produção, fazem com que a queda no preço seja lenta e difícil. Em média, o custo é de 10% a 30% superior ao dos convencionais, variação que depende do tipo de produto e da época. Em hortaliças e frutas, a diferença tem caído. Quanto aos laticínios, o preço pode ser mais do que o dobro.

Nos últimos anos, o mercado de produtos orgânicos se ampliou e ganhou novos itens, além dos in natura. Entre eles, sucos, laticínios, óleos, doces, palmito, pães, biscoitos, molhos, cerveja, vinho, cachaça, mel, pratos prontos congelados, frutas desidratadas, açúcar branco e mascavo, café, guaraná em pó, barra de cereais, hortaliças processadas, camarão, frango e carnes.

Os produtores de alimentos orgânicos precisam seguir um critério rigoroso para garantir o selo de certificação. A regulamentação, em vigor desde o fim de 2007, indica os procedimentos básicos de cultivo, colheita e armazenamento. Estabelece ainda um prazo de dois anos para os produtores que vendem em feiras se organizarem em associações, com direito a registro no ministério e um documento (espécie de alvará).

Ao vender direto para o consumidor, deve-se exibir esse registro para provar que está de acordo com as normas. Já os produtores maiores, que atuam direto com redes de distribuição, levaram o selo único das certificadoras. No Brasil, são mais de 20 empresas de certificação, credenciadas na International Federation of Organic Agriculture Movements (IFOAM), federação internacional que congrega os diversos movimentos relacionados com a agricultura orgânica.

Estes critérios para regulamentar os orgânicos protegem a população dos riscos que os alimentos comuns conferem à sua saúde. O relatório do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) divulgado em 2008 mostra que, de cada dez pés de alface à venda em feiras e supermercados, quatro estão contaminados por resíduos de agrotóxicos. Cerca de 40% do tomate e do morango consumidos pelos brasileiros contêm vestígios de uso pouco criterioso de agrotóxicos.

Outros seis alimentos que fazem parte do cardápio regular do brasileiro também foram analisados em 2007 e registraram resíduos irregulares de defensivos agrícolas: banana (4,3%), batata (1,36%), cenoura (9,9%), laranja (6%), maça (2,9%) e mamão (17,2%). As amostras analisadas são de 16 estados de todas as regiões do país, além dos municípios de Belo Horizonte, Curitiba e São Paulo. Nos orgânicos, desde que sejam de procedência, não existe esse tipo de contaminação.

Patrícia Realino alerta que o ideal é adquirir o alimento orgânico certificado, o que é uma garantia sobre os adequados processos de produção, desde a desintoxicação do solo até o envolvimento com projetos sociais e de preservação do meio ambiente.

Dicas de compras e armazenamento

– Nos pontos de venda, verifique se os orgânicos estão separados dos convencionais, o que evita a contaminação por produtos químicos ou resíduos de agrotóxicos;

– Em algumas cidades, existem feiras exclusivas administradas e fiscalizadas por associações de agricultura orgânica, onde os produtos são mais baratos, já que o produtor vende diretamente ao consumidor;

– Sempre verifique o selo da certificadora na embalagem. Para resguardar o consumidor, as grandes redes de supermercados e os importadores não adquirem produtos sem esta procedência;

– Ao escolher apenas alguns alimentos para levar, prefira tomate, morango, batata e alface, os mais contaminados por agrotóxicos no cultivo de maneira convencional;

– Ao armazenar na geladeira, guarde os alimentos em saquinhos, para não ressecar. Faça furos pequenos no plástico, para que a fruta, o legume ou a verdura possam respirar e não estraguem mais rapidamente.

Fonte: [ Farol Comunitário ]

Curitiba receberá o primeiro Mercado de Orgânicos do Brasil

Vejam como Curitiba é notoriamente um exemplo para todo o Brasil, digno de destaque e modelo de desenvolvimento para o país (editor do blog TSP).

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Prefeitura deve entregar obras na próxima semana

SMCS

[img:Frutas_ok.JPG,full,centralizado]A Prefeitura de Curitiba está fazendo os últimos retoques no Mercado Municipal Orgânico, que será entregue à população no próximo dia 12, quinta-feira. O primeiro Mercado Orgânico do Brasil oferecerá mais de mil tipos de produtos certificados com selo de produto sem agrotóxicos e aditivos químicos. Além dos produtos, o prédio e as lojas também contam com certificação que garantem aos consumidores qualidade e segurança da comercialização orgânica.

O novo Mercado fica ao lado e integrado a um ícone gastronômico de Curitiba, o Mercado Municipal, por onde circulam mais de 50 mil pessoas por semana. “A localização é estratégica e facilita o acesso da população à alimentação saudável, beneficiando comerciantes e, principalmente, a agricultura familiar paranaense que vive da produção orgânica”, diz o prefeito Beto Richa.

O prédio, de arquitetura moderna, é conectado ao antigo Mercado Municipal de Curitiba, para que o público possa circular nos dois ambientes. A integração entre o tradicional Mercado Municipal e o novo Mercado Orgânico será pela praça de alimentação, ao lado do Box Curitiba.

Nesta semana, equipes contratadas pela Prefeitura estão fazendo a limpeza geral do prédio de 3.700 metros quadrados e instalando as placas de sinalização. Os comerciantes que ocuparão as 22 lojas e bancas também estão terminando de organizar os espaços. O Mercado Orgânico vai gerar mais de 40 empregos diretos e 160 indiretos.

No Mercado Orgânico, os consumidores encontrão açougue, restaurante, lanchonete, artesanato, confecção, cosméticos, hortifrutigranjeiros e alimentos industrializados com certificação de produção livre de agrotóxico e com responsabilidade social. Duas cooperativas paranaenses de agricultores orgânicos ocuparão as bancas de hortifrutigranjeiros.

A obra é uma parceria da Prefeitura de Curitiba com o Ministério do Desenvolvimento Agrário. São 3.700 metros quadrados, dois pisos e estacionamento. Os comerciantes foram selecionados por meio de pregão eletrônico.

Na parte de cima do Mercado foi construído um anfiteatro que servirá para cursos de empreendedorismo. A Prefeitura firmou parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), com Sistema Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e com Sebrae, para oferecer cursos a agricultores e comerciantes.

fonte: [ Bem Paraná ]

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Na boa? Eu quero ir morar em Curitiba. A única cidade do Brasil, ao meu ver, que é gerida por gente séria e comprometida com o bem estar de sua população.