Casca de ovo: Fonte de cálcio

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Ao se consumir os ovos, costuma-se jogar a casca no lixo, mas fazendo isso estaremos disperdiçando uma ótima fonte de cácio. A casca possui 94% de carbonato de Cálcio (CaCO 3).

O cálcio é chamado um macronutriente, ou seja as plantas precisam em teores maiores quando comparados com os micronutrientes. Macro e mnicro nutrientes apenas diferem nas quantidades necessárias às plantas, mas todos tem a mesma importância, pois basta faltar um e ela não se desenvolve adequadamente.

O cálcio, por exemplo, participa da formação das paredes das células das plantas. É essencial.

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Mistura de urina humana e cinza serve como fertilizante

Os jardineiros que desejem cultivar com sucesso as suas plantas talvez tenham mais chance de se sair bem caso recorram à ajuda de suas lareiras e vasos sanitários. Uma nova pesquisa demonstra que uma mistura entre urina humana e cinzas geradas pela queima de madeira pode ajudar a produzir safras recorde de tomates.

De muitas maneiras, as duas substâncias servem como complemento natural uma à outra, explicou o diretor científico do estudo, Surenda Pradhan, cientista ambiental na Universidade de Kupio, na Finlândia (que também pesquisa baterias que geram energia alimentadas por urina).

A urina tem alto teor de nitrogênio, enquanto a cinza gerada pela queima de madeira tem elevado teor de nutrientes que não são encontrados na urina, a exemplo de cálcio e magnésio. A urina humana e a cinza vêm sendo usadas separadamente como fertilizantes já há séculos. Mas até agora ninguém havia estudo a possibilidade de aplicar uma combinação entre elas à tarefa.

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Jardins Verticais

Você tem uma parede que recebe sol por várias horas do dia, mas não sabe o que fazer com ela? Quer uma sugestão?

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Depois que vi essa imagem na Internet eu fiquei imaginando como fazer para irrigar de forma automática. Pequenas mangueiras com furos para gotejamento funcionariam? Um espargidor bem potente?

Basicamente na parede foi colocada uma tela de arame e os vasos foram pendurados com ganchos.

Não sei quanto a vocês, mas eu quero uma dessa lá em casa… Fiquei pensando em temperos, ervas aromáticas…

Não é legal?

Como cultivar plantas com a sua iluminação disponível

por Editores do Consumer Guide – traduzido por HowStuffWorks Brasil

Introdução

Muitas plantas, especialmente gramas, flores, rosas, vegetais, árvores frutíferas e coníferas (araucárias sempre-verdes) crescem sob sol forte, o que proporciona energia abundante para o desenvolvimento, floração e frutificação. Mas algumas plantas, particularmente aquelas nativas de florestas e vales, precisam de condições menos iluminadas. Aprenda sobre as necessidades de luz solar de qualquer planta que deseje cultivar para que você a coloque no lugar certo.

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2006 Publications International, Ltd.
Considere a exposição ao sol ao plantar ao lado da casa

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Jardim no Inverno

No Brasil, quando falamos em inverno a imagem que criamos é muito mais agradável do que uma paisagem coberta de neve, árvores com galhos secos e desfolhados e claro, ausência completa de flores. Tomando os devidos cuidados, as plantas dos jardins e dos vasos podem resistir bem aos efeitos do frio, chegando bonitas e sadias na primavera. Além disso, muitas espécies enfeitam e colorem nosso inverno, pois florescem nesta época.

As plantas de interior devem ter suas regas reduzidas. Nesta época do ano, com a redução do calor, diminui também a necessidade de água nas plantas. Todo o excesso de umidade acaba sendo convertido em problemas: apodrecimento das raízes, proliferação de fungos e insetos sugadores, etc.

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Prefeitura realizou Roda de Estudo de Plantas em Pindamonhangaba

A Prefeitura de Pindamonhangaba, por meio do CPIC (Centro de Práticas Integrativas e Complementares), realizou na última segunda-feira (27) o 23º encontro da Rep (Roda de Estudo de Plantas).

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O encontro acontece toda 4ª segunda-feira do mês e traz como tema o estudo de uma planta diferente a cada reunião. Na última reunião a planta da vez foi a Calêndula.

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Aves do Paraíso

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Fascinantes Strelízias – Plantas que produzem um grande efeito ornamental nos jardins

Existe uma planta fascinante que recebe o nome popular de ave do paraíso ou estrelízia. Na verdade, existe mais de uma espécie. São plantas extremamente atraentes, assim chamadas pelo aspecto de suas flores de grande valor ornamental, principalmente a de flores alaranjadas, que se abrem dentro de uma espata em forma de barco, com antera e estigma azuis em forma de flecha. Estas flores, extremamente duradouras, assemelham-se à cabeça de uma ave do paraíso. São tão bonitas, que propiciam finíssimos arranjos florais.

A espécie de flor laranja (Strelitzia reginae) é herbácea perene e originária da África do Sul, com aproximadamente 1,20 m de altura, de folhas duras, grandes e ovaladas. É cultivada em jardins de regiões tropicais e subtropicais. O termo científico desta planta “reginae”, originário do latim, significa “reina” e foi dedicado a rainha Carlota de Mecklemburgo-Strelitz, esposa do rei Jorge III de Inglaterra, morta em 1818.

Cultivada a pleno sol, a Strelizia reginae pode ser utilizada isolada, em renques ou conjuntos, em canteiros com terra rica e umedecida. Além das flores, as folhas também chamam a atenção e valorizam os projetos paisagísticos.

Outra espécie, a Strelitzia augusta, possui flores brancas menos evidentes e tem porte maior. É uma árvore semi-lenhosa, também nativa da África do Sul. Suas folhas agrupadas em formato de leque a tornam muito decorativa para parques e jardins. Outra vantagem é o volume abundante da planta, com pouco volume do sistema radicular, o que permite o uso em canteiros pequenos próximos à muros altos ou piscinas, sem o risco de danificá-los. Esta planta prefere solos ricos em matéria orgânica e bem drenados, sol pleno e meia-sombra.

É bom lembrar que principalmente a primeira, a Strelizia reginae, pode ser utilizada com muito sucesso em jardins públicos, pois é planta de baixa manutenção e causa formidável impacto.

Nas fotos de hoje, podemos observar o uso destas espécies em diferentes situações. Em todas elas, fica evidente o grande efeito ornamental que as Strelízias produzem em nossos jardins.


Nancy Ferruzzi Thame é engenheira agrônoma, formada pela ESALQ – USP em 1982 e proprietária da empresa Estado de Sítio

Fonte: [ Gazeta de Piracicaba ]

Não tenha medo das plantas carnívoras

Carlos Ferreira

As florestas guardam inúmeros perigos para os seres humanos, principalmente nos locais mais remotos. Muitas pessoas já ouviram histórias sobre exploradores perdidos que são engolidos por plantas carnívoras no meio da selva. Mas fique tranquilo. As plantas carnívoras realmente existem, mas elas são geralmente pequenas e delicadas e seus alimentos são insetos e minúsculos animais.

Hoje, são conhecidas mais de 500 espécies de plantas carnívoras espalhadas por todo o planeta, desde as florestas tropicais até os desertos da Austrália. No Brasil, calcula-se que existam mais de 80 diferentes espécies. Elas crescem principalmente nas serras e chapadas, e podem ser encontradas em quase todos os Estados, sendo mais abundantes em Goiás, Minas Gerais e Bahia.

A Dionaea, nativa de pântanos da planície costeira dos EUA é a planta carnívora mais famosa e mais comum para o cultivo entre todas, talvez pelo seu aspecto bem “carnívoro” de suas armadilhas, que parecem mandíbulas.

Três características dão a essas plantinhas a denominação de “carnívoras”. Para começar, elas precisam ter a capacidade de atrair seu alimento, geralmente utilizando odores e suas cores chamativas; depois elas precisam ter mecanismos que aprisionam suas vítimas; e, por último, terem o poder de digerir as presas.

Captura
Essas plantas desenvolveram vários tipos de armadilhas para capturarem suas presas:

Armadilhas tipo jaula: como no caso da Dionaea, as folhas são divididas em duas e possuem gatilhos no seu interior que, quando tocados por presas, fazem as folhas se fecharem como se fossem uma boca.

Armadilhas de sucção: encontradas nas espécies do gênero Utricularia, que podem ser terrestres ou aquáticas. Elas possuem pequenas vesículas com uma diminuta entrada cercada por “sensores” que, quando tocados, abrem essa entrada. Como havia vácuo no interior da vesícula, a abertura repentina suga o que estiver ao redor, incluindo a presa.

Folhas colantes: algumas espécies possuem glândulas colantes espalhadas pelas folhas ou mesmo por toda a planta. Quando o inseto pousa, não consegue mais sair ficando grudado a ela. Esse tipo de armadilha é encontrado em plantas do gênero Byblis, Drosera, Drosophyllum, Ibicella e Triphyophyllum.

Ascídios: são plantas parecidas com urnas, com uma entrada no topo e líquido digestivo no interior como a Nepenthes. As presas caem no líquido digestivo, onde se afogam e são digeridas.

Alimentos
Os insetos são o prato principal dessas plantas, mas seu cardápio pode ser bem variado dependendo da presa que cair em suas armadilhas. Geralmente, acabam se tornando alimento organismos aquáticos microscópicos, moluscos (lesmas e caramujos) e artrópodes em geral (insetos, aranhas e centopeias).

Plantas do gênero Nepenthes podem ocasionalmente capturar até mesmo pequenos vertebrados, como sapos, pássaros e roedores. Elas possuem as maiores armadilhas, que podem alcançar até meio metro de altura cada e armazenar até cinco litros de água.

Digestão
Depois que captura sua presa, a planta começa o processo de digestão, realizada por meio de enzimas que quebram as substâncias em moléculas menores que podem ser absorvidas pelas folhas.

Algumas espécies não produzem suas próprias enzimas e dependem de bactérias para a digestão de suas presas, deixando o processo bem mais lento.

As presas para essas plantas funcionam na verdade como um complemento alimentar, uma fonte de nutrientes. Elas geralmente crescem em solo pobre de nutriente e precisam compensar o que as raízes não conseguem extrair.

Evolução
Especialistas acreditam que as plantas carnívoras surgiram na Terra há 65 milhões de anos. Acredita-se que elas evoluíram a partir de plantas que capturavam parasitas para se defenderem deles. Os insetos ficavam presos nas glândulas colantes das folhas, e com o tempo morriam e apodreciam.

A partir de então, as enzimas que digeriam proteínas nas sementes foram deslocadas para outras partes das plantas e passaram a ajudar na digestão das pragas. Com o tempo, cada espécie foi criando seu tipo de armadilha e passaram a criar armas para atrair as presas.

Fonte: [ IG Educação ]

Não se esqueça das plantas na hora de sua viagem

Nas férias, os brasilienses costumam sair da cidade e deixam suas casas fechadas por alguns dias. Cuidados devem ser tomados para evitar situações desagradáveis na hora do retorno ao seu lar. Florista da cidade dá algumas dicas simples de conservação de plantas e flores por até um mês.

Brasília – Começo do ano é época de férias nesse período,muitas famílias viajam para descansar e deixam em casa plantas e animais. Apesar do tempo úmido que mês de janeiro traz à cidade, as plantas necessitam de cuidados especiais e redobrados. É preciso sempre ter alguém confiável, algum familiar ou vizinho para que possa cuidar das flores.

Mas mesmo com um amigo que cuide de suas plantas, é possível conseguir mantê-las bonitas e impecáveis, mesmo fora de casa por alguns dias. Clarice Valente, proprietária da floricultura “A Rosa de Ouro”, dá algumas dicas de como cuidar das plantas no período de ausência “Vale ressaltar a importância a iluminação, mas as plantas devem estar protegidas dos do sol diretamente. Depois, molha fartamente a planta”.

De acordo com Clarice, três novas etapas ajudarão a mantê-las em bom estado. “Cubra a superfície do vaso com musgo úmido, que pode ser encontrado em lojas especializadas em produtos de jardinagem”, diz a florista.

O segundo passo é cobrir a planta com um saco plástico, sem vedar totalmente, após regar e deixar escoar o resto da água. O plástico deve ser apoiado em quatro estacas enterradas no vaso. Certifique-se de que não ira tocar na folhagem. Em seguida, é importante colocar os vasos dentro de uma bacia forrada com uma camada de pedrinhas ou seixos cobertos de água.

Clarice afirma que esse é um método eficiente para pessoas que viajam muito e a curto prazo. Para quem quer viajar um pouco mais, a florista explica um procedimento mais complexo. O primeiro passo é forrar o fundo em um recipiente com cascalho ou pedregulho. Depois, coloque uma camada de esfagno ou a espuma. “ Para dificultar a evaporação, tampe o recipiente com uma cartolina furada no meio para passar o caule da planta”, complementa Clarice.

Com um barbante, desfiado nas pontas, de aproximadamente 20 cm, a pessoa deve retirar a planta do vaso, sem desmanchar o torrão que envolve as raízes. Em seguida, passe o barbante pelo furo de drenagem, deixando uma das pontas dentro do vaso. Arrume a planta de volta e coloque o vaso em uma bacia com água, sobre tijolos ou pedaço de madeiro, mergulhando só o fio na água. Por último, utilize um pedaço de feltro para colocar os vasos de plástico. Mergulhe uma das extremidades numa pia cheia de água e use outra para acomodar as plantas. “ Este sistema não serve para vaso de barro, que são mais grossos e, ás vezes possuem furos nas laterais”, alerta.

Sobre a “A Rosa de Ouro” – A Rosa de Ouro está no mercado do Distrito Federal desde 1976. Pioneira no ramo, a floricultura vende todos os tipos de flores, cestas de café da manhã de vários modelos e faz decoração de eventos em geral. Além disso, entrega seus produtos em todos os lugares do Brasil e do mundo.

Dicas para curtos períodos: 1. Regue a planta e cubra a superfície do vaso com esfagno (musgo) úmido | 2. Cubra a planta com um saco plástico sem vedar totalmente, após regar e deixar escoar o excesso de água. Apóie o plástico em quatro estacas enterradas no vaso, certificando-se de que ele não toca a folhagem | 3. Coloque os vasos dentro de uma bacia forrada com uma camada de pedrinhas ou seixos cobertos de água.

Para férias de até um mês: 1. Forre o fundo de um recipiente grande com cascalho ou pedregulho e disponha uma camada de esfagno ou espuma de plástico. Acomode os vasos e regue bem, encharcando o esfagno ou a espuma. Para dificultar a evaporação, tampe o recipiente com uma cartolina furada no meio para passar o caule da planta.

2. Pegue um barbante de uns 20 cm e desfie as pontas. Retire a planta do vaso, sem desmanchar o torrão que envolve as raízes, e passe o barbante pelo furo de drenagem, deixando uma das pontas dentro do vaso. Arrume a planta de volta e coloque o vaso numa bacia com água, sobre tijolos ou pedaços de madeira, mergulhando só o fio na água.

3. Para molhar várias plantas de uma só vez, use barbantes do mesmo tamanho, com as pontas desfiadas. Enterre uma delas na mistura do vaso e deixe a outra mergulhada na água de uma bacia, colocada num nível abaixo da planta.

4. No caso de plantas maiores, introduza na terra do vaso o gargalo de uma garrafa cheia de água (as de água mineral são boas), que pingará pelo furo da tampa.

5. Para as plantas em xaxins, distribua-os em pias ou tanques com água pela metade. Coloque em ambiente claro, longe de muito vento;.

6. Utilize um pedaço de feltro para colocar os vasos de plástico. Mergulhe uma das extremidades numa pia cheia de água e use a outra para acomodar as plantas. Este sistema não serve para vasos de barro, que são mais grossos e, às vezes, possuem furos nas laterais.

[Floricultura A Rosa de Ouro Flores & Cestas,, SCLN 202 Bl “D” loja 17 | Telefone: (61) 3326-5205].

Fonte: [ Portal Fator Brasil ]