Atualmente, a alelopatia tem sido objeto de estudos, usando-se desde o simples extrato aquoso até o fracionamento e a identificação da substância alelopática. Tem sido verificado que Eucaliptus grandis não só sombreia culturas plantadas próximas como também impede o desenvolvimento em função de atividades alelopáticas, além do esgotamento do solo que normalmente causa. Foram testadas as concentrações Zero; 6,0; 12,0 e 24,0 mg/l (p v-1) de extratos aquosos de folhas novas de eucalipto (…)
Milho, abóbora e feijãoCONCEITO: Alelopatia é o fenômeno que ocorre na natureza com liberação de substâncias químicas pelas plantas no meio ambiente que provocam efeitos estimulatórios ou inibitórios na germinação, crescimento e desenvolvimento de outras plantas.
Pelo estudo dos processos de alelopatia vê-se que os aleloquímicos, originados do metabolismo secundário, que são liberados no ambiente possuem ação estimulatória em baixa concentração e inibitória com o aumento da concentração.
As substâncias aleloquímicas liberadas no solo são absorvidas pelas raízes e transportadas pelos canais xilemáticos atingindo pontos de crescimento celular, inibindo-os. Pode igualmente interferir nos processos metabólicos celulares induzindo ao crescimento inicialmente para inibi-los posteriormente. Além disso, substâncias como os ácidos orgânicos, resultantes de resíduos no solo, interferem na absorção de nutrientes retardando o desenvolvimento da planta.
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