CO2 – É o santo, pintado de diabo!

A importância do CO2, o mocinho travestido de vilão.
Sacanagem, enganação e mentira do ladrão poder instituído.

 por: Eng. Thomas Renatus Fendel – www.fendel.com.br
 
ciclo-biogeoquimico 

Plantas não comem terra, comem CO2.

Adubos, terra e nutrientes são meros temperos na dieta de qualquer vegetal.

Como consequência, todos os seres vivos, inclusive o homus babacus, é constituído principalmente pelo carbono vindo do CO2.

O mal falado gás carbônico deveria ser canonizado.

Trata-se do mais importante tema da atualidade, não devido ao falso aquecimento global, mas pelo abobalhamento, pelo embuste, pela sacanagem, pelas negociatas em gestação, pela chance de desmascarar a podridão dos políticos, cientistas, transnacionais, mídias e demais vagabundos.

A quantidade total de CO2 na atmosfera é inferior a 0,04%, irrisória, em termos de influência no tal efeito estufa.

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Biodiesel com óleo de mamona já é realidade

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A Petrobras Biocombustível concluiu, dia 15 de novembro, o processo tecnológico que permite à empresa produzir biodiesel com óleo de mamona, dentro das especificações técnicas da ANP – Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis.

O trabalho foi desenvolvido pelo Centro de Pesquisa da Petrobras (Cenpes) na Usina de Guamaré, no Rio Grande do Norte, em regime de operação contínua e garantiu à Petrobras o domínio completo da tecnologia para a produção de biodiesel a partir da mamona. O biodiesel foi obtido com uma mistura de 30% de óleo de mamona e 70% de óleo de girassol, ambos produzidos pela agricultura familiar nos programas de suprimento de oleaginosas da empresa.

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A mamona na produção do biodiesel

Sobre as matérias publicadas nos últimos dias pelo jornal O Globo a respeito do uso da mamona na produção de biodiesel.

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A mamona é, sim, viável para a produção de biodiesel. Do ponto de vista técnico, o óleo de mamona é adequado em misturas de até 30% com outros óleos, garantindo uma ótima qualidade do produto e agregando propriedades positivas, como a redução do ponto de congelamento e o percentual de iodo, e adequando-se às especificações européias. O uso de 30% de óleo de mamona na produção de biodiesel também atende integralmente à especificação da ANP.

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Pesquisador investiga metabolismo da cana-de-açúcar

Objetivo é elevar produtividade da planta

[img:EcoBras_Cana.jpg,full,alinhar_esq_caixa]Entender as redes de interações ligadas ao metabolismo da cana-de-açúcar é fundamental para o desenvolvimento da desejada planta mais produtiva do futuro. A plântula – embrião anterior à formação das primeiras folhas – pode ser um modelo útil para estudar a cana com essa abordagem de sistemas biológicos, de acordo com Marcos Buckeridge, do Departamento de Botânica do Instituto de Biociências (IB) da Universidade de São Paulo (USP).

Segundo Buckeridge, o Laboratório de Fisiologia Ecológica de Plantas (Laifeco) do IB-USP, fundado e dirigido por ele, tem realizado, em plântulas, estudos sobre o metabolismo dos carboidratos da cana-de-açúcar.

Ele apresentou um trabalho feito com plântulas e focado no papel da giberelina – um hormônio que estimula o alongamento e a divisão celular nas células de plantas – no metabolismo da cana-de-açúcar. O estudo correspondeu à tese de doutorado da pesquisadora Andrea Brandão, do Laifeco.

Segundo Buckeridge – um dos responsáveis pela seção de Biomassa do BIOEN e um dos coordenadores da área de biologia da Fapesp – a síntese de giberelina é necessária para que a plântula cresça, as células alonguem e a sacarose seja produzida.

– Quando inibimos a síntese do hormônio, a planta não produziu açúcar e a parede não se modificou. Quando aplicamos o hormônio, vimos que uma parte da planta estendeu mais do que a outra, o que é uma alteração importante na parede celular.

O estudo mostra que o modelo pode permitir o entendimento de mecanismos da extensão celular que são muito importantes para que a planta armazene o açúcar ao crescer.

– Essa abordagem também poderá ser importante para desenvolver o etanol celulósico, já que permite estudar os mecanismos de extensão da parede celular. Com esse conhecimento poderemos afrouxar essa parede e viabilizar a produção do etanol – disse.

De acordo com o cientista, o trabalho concluiu não apenas que a giberelina aumenta a quantidade de sacarose na cana e induz a mudanças na parede celular, mas também permitiu demonstrar que as plântulas são um bom modelo para estudar a divisão celular e a abordagem de sistemas biológicos.

– Precisamos muito de um modelo que permita entender melhor a bioquímica da cana-de-açúcar. Pouca gente trabalha com as plântulas, porque é muito difícil conseguir sementes. Mas a grande vantagem é que há um número menor de células, com uma bioquímica menos complicada e uma ótima possibilidade de conhecer a expressão gênica – explicou.

Os mecanismos presentes na plântula são muito parecidos com os que ocorrem na planta inteira.

– Por isso, quisemos lançar a idéia de utilizar a semente e a plântula como modelo para estudar alguns fenômenos de modo a, em seguida, passar ao colmo, à folha e à flor para entender melhor o funcionamento do sistema metabólico – disse.

O estudo, de acordo com Buckeridge, mostrou que o modelo de plântulas pode ajudar a entender a síntese da parede celular. Nessa fase da vida da planta, todo o aparato sintético está funcionando.

– A germinação é um período de intensificação de divisão celular e a giberelina é um indutor de divisão. A plântula é exatamente onde ocorre a síntese da parede, porque quando a célula se divide ela tem que fazer uma parede celular nova – explicou.

Para Buckeridge, ao entender a síntese das paredes celulares, os geneticistas e biólogos moleculares poderão desenvolver plantas com polissacarídeos atualmente inexistentes na cana-de-açúcar, mas que serão introduzidos a fim de facilitar a hidrólise do etanol celulósico.

– No futuro, com a transcriptômica e a metabolômica, com a simples aplicação de giberelina em plântulas poderemos ver como as redes de interação dos sistemas da planta mudam seu padrão de conexão – afirmou.

AGÊNCIA FAPESP

Fonte: [ Canal Rural ]

Empresa alemã usa planta de Cabo Verde para produzir biocombustível

Bayer pesquisa o pinhão-manso como biocombustível

Praia, Cabo Verde (PANA) – A empresa alemã Bayer Crop Scienc vai financiar um projecto, no valor de 150 mil euros, para o cultivo na ilha cabo-verdiana do Fogo de plantas de purgueira que serão usadas no fabrico de biocombustível na Alemanha, soube a PANA na Praia de fonte oficial.

Fonte da Delegação do Ministério do Ambiente, Desenvolvimento Rural e Recursos Marinhos (MADRM) no Fogo disse que o projecto prevê a plantação de 36 mil e 600 plantas de purgueira, numa área de aproximadamente 130 hectares.

Dois especialistas duma universidade alemã estiveram recentemente naquela ilha, no quadro de um protocolo que visa a aquisição de oito toneladas de sementes de purgueira que serão enviadas à Alemanha onde serão realizados os testes para a transformação do óleo desta planta em biocombustível.

A purgueira, cujo nome científico é Jatropha curcas, é um arbusto de pequeno porte cujas características favorecem a sua naturalização em solos áridos e pobres.

Introduzida em Cabo Verde pelos Portugueses no século XVIII, a semente da purgueira foi, durante séculos, um produto importante de exportação do arquipélago para o fabrico de óleo usado na iluminação e de sabão.

Segundo peritos, a semente de purgueira, ao contrário das outras oleaginosas utilizadas na produção de biocombustível, não é alimentar, e por isso não se coloca o dilema entre a sua rentabilização e a produção de alimentos, visto que a planta pode ser cultivada em solos pobres e áridos e que não estão aptos para culturas alimentares.

Especialistas cabo-verdianos na matéria defendem que o uso de biocombustível a partir do óleo de purgueira, também conhecido por pinhão manso, é a opção mais viável para Cabo Verde reduzir a sua dependência energética.

A Índia é a principal investigadora e produtora de purgueira.

Fonte: [ PanaPress ]

Borra de café é ótimo biocombustível

Fabiano Candido, de INFO Online

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SÃO PAULO – O café é uma excelente fonte energética e isso os apreciadores já sabiam. Só não sabiam que ele pode ser um bom combustível.

Cientistas da Universidade de Nevada, nos Estados Unidos, comprovaram que a borra do café é tão eficiente quanto a soja para produzir biocombustível.

A borra que normalmente é jogada fora contém de 11% a 20% de óleo, que poderia ser convertido em biodiesel e alimentar carros e caminhões. Portanto, o potencial de energia contido no pó de café do filtro de papel da sua cafeteira (que vai parar no lixo) é tão bom quanto o da soja e da palmeira, ambas com 20% de óleo.

Só que o café ainda leva vantagem em relação as duas matérias-primas: é rico em oxidantes, recursos necessários para a estabilidade do combustível.

Os cientistas utilizaram como material de pesquisa os grãos e borras descartados de uma grande rede de cafeterias americana. Segundo eles, a produção mundial de café gira em torno de 7,2 milhões de toneladas anuais, o que poderia render tranquilamente 340 milhões de galões de biodiesel. Dizem mais: países produtores do grão, como o Brasil, poderiam ganhar muito dinheiro com o combustível oriundo do café.

Quem sabe, daqui a alguns anos, contribuir com a produção energética nacional será mais um dos motivos para beber mais uma xícara de café.

Fonte: [ Info Online ]

Plantas podem ser a chave do combustível renovável

BRASÍLIA – Um avanço poderá revolucionar a indústria da energia renovável tornando o hidrogênio, combustível limpo e abundante, mais barato e fácil de se produzir comercialmente. Pela primeira vez, pesquisadores australianos e americanos reproduziram a fotossíntese em laboratório exatamente como ela ocorre nas plantas, usando o sol para transformar água em hidrogênio e oxigênio. Há muitos anos, o hidrogênio tem sido considerado o combustível verde ideal, rico em energia e neutro em carbono.

A equipe desenvolveu um catalisador com moléculas de manganês, substância crítica para a fotossíntese no mundo vegetal, que utiliza água, dióxido de carbono e luz solar para produzir carboidratos.

– Esse método já tinha sido imitado antes, mas levamos este desenvolvimento um passo adiante, reproduzindo a habilidade dessas moléculas em converter a água em oxigênio e hidrogênio utilizando somente a luz do sol, uma potência elétrica e o manganês – afirmou Leone Spiccia, líder da pesquisa sediada na Universidade de Monash, na Austrália.

Energia química

A descoberta veio quando os cientistas revestiram um próton, chamado Nafion, em um eletrodo para formar uma membrana polimérica, com apenas alguns micrômetros de espessura, que atua como um hospedeiro para o complexo de moléculas de manganês.

– Normalmente insolúvel em água, quando vinculamos o catalisador de manganês dentro dos poros da membrana Nafion, ele foi protegido da decomposição. E o mais importante: a água pode atingir o catalisador, onde foi oxidado na exposição à luz – explicou Spiccia.

Esse processo de oxidar a água gera prótons e elétrons, que podem ser convertidos em gás de hidrogênio em vez de carboidratos, como acontece nas plantas.

Os químicos expuseram o manganês preparado em laboratório, estabilizando-o com a membrana de polímeros, a uma potência elétrica de 1,2 volts e à água.

O catalisador permaneceu ativo após três dias de uso contínuo, mas os pesquisadores frisam que “a eficiência do sistema, que tem enorme potencialidade, ainda precisa ser melhorada”.

Células de combustível

Atualmente, células de combustível são utilizadas, para substituir motores à base de gasolina, em veículos movidos a hidrogênio refinado de combustíveis fósseis. A pesquisa de Spiccia poderia gerar um novo processo baseado inteiramente em fontes renováveis.

Segundo os cientistas, o próximo passo será conectar o sistema a um absorvedor de luz, permitindo seu funcionamento sem a necessidade de qualquer fonte de energia elétrica e aumentando sua eficiência.

– Precisamos continuar a aprender da natureza para que possamos dominar esse processo melhor – afirmou Spiccia.

Os pesquisadores estão conversando com potenciais investidores que poderão financiar o desenvolvimento de sistemas comerciais.

Fonte: [ Jornal do Brasil ]

Cientista do Governo britânico pede atraso na adoção de biocombustíveis

O assessor do Governo britânico em assuntos ambientais, Robert Watson, defendeu hoje o atraso na adoção de combustíveis biológicos nos postos de gasolina do país, até que os estudos sobre seus riscos para o meio ambiente sejam concluídos.

O Executivo do primeiro-ministro, Gordon Brown, previa que entrasse em vigor no dia 1º de abril a chamada Obrigação de Combustível Renovável de Transporte (RTFO, na sigla em inglês), um sistema que, entre outras coisas, exige que 2,5% do combustível disponível nos postos de gasolina sejam de origem biológica.

Em declarações à Radio 4 da cadeia pública “BBC”, Watson reconheceu que existe inquietação porque a medida, destinada a reduzir as emissões globais de gases poluentes, poderia ter o efeito contrário.

O professor ressaltou que é preciso comprovar que, como sustentam os defensores, os biocombustíveis são sustentáveis do ponto de vista do meio ambiente, já que seria uma “loucura” impulsionar uma política para reduzir o efeito estufa que, no entanto, acabasse tendo o efeito inverso.

Alguns combustíveis biológicos – como o etanol e o diesel derivados de plantas – são apresentados como alternativa aos combustíveis convencionais para reduzir as emissões na atmosfera de dióxido de carbono, mas cada vez mais cientistas argumentam que seu cultivo é mais prejudicial que vantajoso para a natureza.

Perguntado sobre a RTFO, Watson recomendou “esperar até que se completem os estudos”.

Sua declaração coincidiu com a difusão de uma carta das principais organizações ambientalistas e de cooperação do país para a ministra de Transportes, Ruth Kelly, na qual advertem os perigos do combustível biológico.

Segundo algumas ONGs, entre elas Oxfam, Greenpeace ou Friends of the Earth, é muito arriscado obrigar os motoristas a colocar gasolina biológica em seus carros quando ainda se desconhecem os efeitos destes combustíveis, cujo cultivo está causando estragos em alguns países produtores.

“Esses objetivos devem ser anulados. Insistir nisso a todo custo sem levar em conta as conseqüências para o clima seria incrivelmente perigoso”, afirmou o assessor científico do Greenpeace, Doug Parr.

A diretora de política agrária da Associação Protetora das Aves, Abigail Bunker, disse que as plantações para produzir esses combustíveis ameaçam o habitat de muitos tipos de aves silvestres no mundo, além de contribuir para a destruição de florestas tropicais e para a emissão de grande quantidade de carbono armazenado nas árvores e no subsolo.

Na opinião do conselheiro de políticas da Oxfam, Robert Bailey, os objetivos do Governo trabalhista sobre uso de biocombustíveis só devem ser propostos quando “puder se garantir que nem piorarão a mudança climática, nem prejudicarão o ambiente nem a subsistência dos habitantes dos países em desenvolvimento”, onde se concentram as plantações.

A medida do Ministério dos Transportes responde às diretrizes da União Européia (UE) que pedem que, para 2010, 5% do combustível para o transporte seja biológico, a fim de cumprir os objetivos de redução de emissões de carbono.

Fonte: [ ClickBrasilia ]

Óleos vegetais e combustíveis

por Thomas Renatus Fendel, em 15/02/2008.

Os biocombustíveis “naturais” evitam a emissão de gases nocivos ao meio ambiente e transformam a graciosa energia solar em energia mecânica e elétrica, acrescidos de energia térmica residual útil.

Embora o ciclo do carbono das bioenergias seja considerado neutro, para mim isso é um equívoco, é ignorar o potencial completo da fotossíntese dos maravilhosos vegetais, que para crescerem, comem sujeira do ar, comem CO2.

Portanto em qualquer veículo movido a bioenergia, sempre se libera menos CO2 pelo escapamento, do que o CO2 captado do ar, pelos vegetais correspondentes em seu crescimento.

Disso resulta que, utilizando intensamente os biocombustíveis, podemos reverter o aquecimento global, promovido pelo uso de 200 anos de porcotróleo, apenas utilizando álcool, biogás, óleos vegetais, e resíduos orgânicos promovemos o efeito refrigerador, o contrário do atual efeito estufa.

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Biocombustíveis podem piorar o clima no planeta

Vera Halfen

Estudo científico norte-americano [NE: qual?] conclui que as plantações de biocombustíveis resultam em grandes quantidades de dióxido de carbono despejados na atmosfera, piorando a mudança climática.

Segundo os cientistas, os biocombustíveis podem ser, em grande parte, ilusórios, pois na realidade eles contribuiriam para o aquecimento global, ao intensificarem emissões de dióxido de carbono que, supostamente, deveriam reduzir.

Estudos publicados no renomado jornal científico “Science” revelam que plantações de biocombustíveis crescidas como uma alternativa “verde” aos combustíveis poluentes soltam mais dióxido de carbono no ar do que o que pode ser absorvido pelas plantas. (Com informações do InfoMoney)

Fonte: [ Correio do Estado ]