SiSTSP – Cardo-santo (Argemone mexicana)

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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis
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NOME CIENTIFICO: Argemone mexicana
NOME(S) POPULAR(ES): Cardo-santo, Cardo-bento, Papoula-do-méxico, Erva-de-cardo-amarelo, Papoula-de-espinho
FAMILIA (Cronquist): Papaveraceae
FAMILIA (APG2): Passifloraceae
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É uma erva anual com uma seiva amarela, que é usada pelos indígenas dos EUA ocidental e partes do México.

A resina de argemone contém berberine e protopine, que na medicina são usados como sedativo.

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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=15574
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Registro atualizado em: 21/01/2014 15:48:49, por Anderson Porto.
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O mito de que a maconha não é mais uma droga leve

Maconha não é mais uma droga leve.

Essa é a novidade na argumentação sobre os motivos de manterem a erva ilegal. Falam que, com o passar dos anos, e o desenvolvimento genético, a planta que tinha 4% de THC virou um monstro, podendo chegar até 20% desse químico terrível.

Então, corram para as montanhas!

Sim, parece piada mas, novamente, esse é o tipo de factoide lançado por quem não entende absolutamente nada de maconha. Não vou mentir: a erva realmente ficou mais forte. Isso é uma certeza.

Tudo começou nos Estados Unidos, ainda na década de 70, quando os hippies começaram a misturar genéticas afim de melhorar a potência e a qualidade do fumo. O estágio final dessa evolução foi dada pelos Holandeses, quando introduziram técnicas de cultivo indoor, juntamente com hidroponia, para obterem melhores resultados com as genéticas já existentes.

O que ninguém fala, ou fala pouco, ou prefere esquecer-se, é que a concentração da droga também exerce mudança na forma de consumo da maconha. Isso você observa no próprio álcool. É comum pessoas beberem uma garrafa de cerveja mas quando o produto é tequila, contamos o quanto ingerimos em doses.

Assim, o baseado dos anos setenta, que era uma vela, passou a ser menor, mais comedido. Claro, não posso deixar de falar que existem cabeções que fumam um “beck” gigante de skunk e ficam retardados. Isso faz parte. Mas vamos ser sinceros. Qual o efeito colateral desse baseadão sem noção? Uma dormida gostosa, depois de umas boas risadas e um ataque a geladeira? E o que acontece quando alguém bebe uma garrafa de Tequila?

Avançando no tema. Não preciso ir muito longe para embasar minha explicação. O homem convive com altas concentrações de THC a centenas de anos.

Para evitar que o careta mais próximo diga que estou me desmentindo, afirmando que eu mesmo, nesse texto, expliquei como a maconha evoluiu de 5% para 20%, vou ser curto e grosso. O consumo de haxixe é quase tão antigo quanto o uso da própria maconha.

O hash, para os mais íntimos, nada mais é do que a resina das flores da planta. A concentração do princípio ativo, nessa poderosa substância, é muito maior do que os 5% apresentados pelos “entendidos” quando falam da maconha do passado.

Quer dizer que a humanidade convive com concentrações de THC maiores do que 15% a algumas centenas de anos? Sim.

Chega a ser engraçado, então, que se apresente fatos tão horripilantes contra a maconha moderna, baseado em um argumento tão frágil. O problema é que quando falam isso para a minha mãe, que não entende bulhufas, ela fica assustada.

E esse é o ponto que eu venho martelando. O objetivo dos proibicionistas, hoje, não é mais discutir. Nenhum deles quer resolver o problema. O que eles querem é criar factoides, assustar a população, e desviar o foco do debate. Muito bem, poderia acabar o texto aqui mas não vou. Quero colocar mais alguns fatos ainda dentro desse mesmo tema.

Quando vim para a Europa pela primeira vez, em 1998, uma das coisas que mais me impressionou era o fato de que as pessoas não fumavam maconha pura. No Brasil, era inconcebível misturar a erva com tabaco. Além de estragar o gosto, o barato que dava nos não fumantes, era alterado por uma sensação estranha causada pela nicotina.

Outro detalhe interessante, que era ainda mais acentuado em países como Espanha e Portugal, era o consumo em larga escala do haxixe, algo, mesmo hoje, muito raro no Brasil. Pelo estreito de Gibraltar, passavam e continua passando, toneladas de haxixe da mais pura qualidade. É o famoso Marroquino, vindo do país de mesmo nome e com a maior plantação de cannabis do mundo. O haxixe lá é uma cultura milenar e a potência é conhecida no mundo todo. Um bom haxixe Marroquino tem entre 15% e 25% de THC e ele é um produto de fácil acesso na península Ibérica desde que Tariq ibn-Ziyad, invadiu a região. O fumo, então, por ser muito mais forte, sempre foi misturado com tabaco. Um clássico exemplo de como a potência do produto, afeta a forma com que culturalmente se consome a maconha.

E não me venha você dizer que o motivo para se fumar haxixe com tabaco seja o fato de ele queimar melhor. Isso é uma verdade. Mas não esqueçamos que o consumo de haxixe é ainda mais gostoso quando degustado em um cachimbo. Os Shaivas, devotos de Shiva, por exemplo, fumam a resina em um chilum, pura. Coloquei esse último exemplo apenas para me distanciar um pouco da tradição árabe e provar que não tem novidade nenhuma em consumir altas concentrações de THC, mesmo em outras culturas do planeta.

Então, para finalizar, concluo que esse argumento notável e novo dos proibicionistas já está desatualizado em pelo menos uns 1900 anos. Sim, a evidência mais antiga de uso da resina da cannabis data do ano 100. Existem provas, na forma de relíquias arqueológica, que já naquela época se fumava haxixe.

Bom, se isso não é suficiente para mudar a opinião de um “assustadinho”, só mesmo esperando pela volta de Jesus. Ai eles podem escutar a verdade da boca do próprio messias.

Fonte: [ Diários do Cannabista ]

SiSTSP – Manacá-da-serra (Tibouchina mutabilis)

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NOME CIENTIFICO: Tibouchina mutabilis
NOME(S) POPULAR(ES): Manacá-da-serra, Cuipeúna, Jacatirão, Flor-de-maio, Flor-de-quaresma, Quaresmeira, Pau-de-flor
FAMILIA (Cronquist): Melastomataceae
FAMILIA (APG2): Melastomataceae
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O manacá-da-serra (Tibouchina mutabilis) é uma árvore pioneira da Mata Atlântica brasileira, da floresta ombrófila densa da encosta atlântica dos estados do Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo.

Ocorre quase exclusivamente em matas secundárias, onde chega a ser a espécie dominante.

É encontrada também em restingas em todo o litoral de São Paulo, e na floresta ombrófila de sudeste do mesmo estado.[3]

O manacá-da-serra é uma excelente opção para o paisagismo urbano, pois não apresenta raízes agressivas, permitindo seu plantio em diversos espaços, desde isolado em calçadas, até em pequenos bosques em grandes parques públicos.[4]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=372019
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Registro atualizado em: 20/01/2014 00:35:32, por Anderson Porto.
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Curas Naturais Secretas

Prof Jaime Bruning – Jaime Bruning é formado em Filosofia pela PUC de Curitiba desde 1968. Foi professor e diretor de Escola pública estadual do Paraná, depois de 13 anos resolveu mudar de profissão para dedicar-se totalmente à saúde da população.

Durante 18 anos proferiu mais de 3.300 palestras em quase todos os estados do Brasil, inclusive em Rondônia e no exterior: Alemanha, Suíça, Espanha e Paraguai.

Escreveu vários livros, dentre eles: A SAÚDE BROTA DA NATUREZA já na 24ª edição, um grande sucesso nacional e EXISTEM DOENÇAS INCURÁVEIS? no qual colocou toda sua experiência na aplicação da bioenergética ou bio-saúde. Este livro contém segredos inéditos, relacionados à saúde.

Participou de muitos programas de televisão e entrevistas. Já atendeu em seu consultório, em Americana – SP, mais de 70 mil pessoas obtendo sucesso sobretudo para resolver casos crônicos, dores e travamento de coluna, câncer, doenças da pele tidas como incuráveis, tais como Psoríase, perturbações mentais, enxaquecas, depressão etc.

É um incansável pesquisador e está descobrindo continuamente novidades no campo da saúde alternativa. É sobretudo a experiência que possui que faz com que seja grandemente procurado por pessoas de todo o país.

http://www.jaimebruning.com.br/quem_sou.php?dep=quem

SiSTSP – Carqueja (Baccharis trimera)

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NOME CIENTIFICO: Baccharis trimera
NOME(S) POPULAR(ES): Carqueja, Carqueja-amargosa, Carqueja-do-mato, Bacárida, Cacália, Condamina, Quina-de-condamine, Três-espigas, Bacanta, Cacaia, Amarga, Iguape, Tiririca-de-balaio, Vassoura, Cuchi-cuchi
FAMILIA (Cronquist): Asteraceae
FAMILIA (APG2): Asteraceae
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A carqueja (Baccharis trimera (Less) DC; Asteraceae) é uma planta ideal para canteiros de jardins, pois cresce formando tufos espessos.[8]

Com estes mesmos nomes populares e com características e propriedades similares são conhecidas as espécies nativas do sul do Brasil Baccharis articulata (Lam.) Pers. e Baccharis uncinella DC. Não deve ser confundida com a carqueja de Portugal, a Pterospartum tridentatum, de utilizações medicinais também, além de culinárias.

Esta planta é amplamente utilizada no Brasil na medicina caseira, hábito este herdado de nossos indígenas que há séculos já faziam uso da mesma para o tratamento de várias doenças.

As diferentes propriedades atribuídas a esta planta na medicina tradicional vem sendo estudadas por cientistas e algumas já validadas como consequência dos resultados positivos obtidos.

O Dr Adolpho Doering, publicou estudos sob o título “Apuntes sobre la Composicion Química de algunas Plantas Tóxicas”, no ano de 1915, no “Boletin de la Acad. Nac. de Ciencias de Córdoba” Vol xx págs, 295-350. Ele indicou como componentes químicos : “Ácidos Crisofânico”, “Saponina”, e “Absintina”. Ao lado do primeiro refere a “Crisosaponina” e ao lado da segunda a “Glauco-saponina”.

Considerando que a nossa flora indígena tem maior número de espécies de Baccharis do que qualquer outro país, pois cabem-lhe, das 300 referidas, para todo o mundo mais do que 50%, e sendo aqui comuns, especialmente, as espécies afins da B. articulata Pers. citada supra, isto é as conhecidas como “Carqueja”, é de se esperar que haja muitas tóxicas entre elas.

“Esta planta amarga pode substituir muitas drogas deste gênero, vindas da Europa. Nasce em terras estéreis como joio, e tem grande fama como tônico e anti-febril, também contra a debilidade do estômago, diarréia e afecções do fígado; recomendamos aos médicos o extrato espirituosos (tintura), que é solúvel em água. O extrato dá-se na dose de 2 a 4 grãos”[5].
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=51
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Registro atualizado em: 12/01/2014 01:01:35, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Barbatimão (Stryphnodendron adstringens)

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NOME CIENTIFICO: Stryphnodendron adstringens
NOME(S) POPULAR(ES): Barbatimão
FAMILIA (Cronquist): Mimosaceae
FAMILIA (APG2): Fabaceae
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O creme feito a partir do extrato de Stryphnodendron adstringens está registrado na ANVISA no Formulário de Fitoterápicos Farmacopeia Brasileira.

Por conter taninos, o barbatimão observou-se como tendo grande potencial de utilização para produção de painéis compensados sem que necessite da associação com o adesivo fenol-formaldeído.[6]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=33
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Registro atualizado em: 11/01/2014 15:29:57, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Bardana (Arctium lappa)

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NOME CIENTIFICO: Arctium lappa
NOME(S) POPULAR(ES): Bardana, Baldrana, Bardana-maior, Carrapicho-de-carneiro, Carrapicho-grande, Erva-dos-pega-massos, Erva-dos-tinhosos, Gobô, Labaca, Lapa, Orelha-de-gigante, Pega-nossa, Pegamassa, Pegamasso, Pegamoço, Pejamaço, Perga-masso
FAMILIA (APG2): Asteraceae
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A bardana (Arctium lappa) é uma planta originária da Eurásia e difundida na América. Prolifera em baldios, bermas de caminhos, e próxima de zonas habitadas.

A fama da bardana vem de muito tempo: os gregos a utilizavam como medicamento, e na Idade Média era incluída em várias formulações destinadas à cura.

Algumas referências sugerem que o seu nome científico Arctium lappa deriva do grego “arctos” (urso) e “lambanô” (eu tomo), em alusão ao aspecto peludo que apresenta.

Valorizada como medicinal desde a Antigüidade, a bardana nunca teve essa fama contestada.

Todas as partes da planta eram usadas de alguma forma como medicamento: as folhas, por exemplo, eram bem amassadas e aplicadas em cataplasmas para tratar inúmeras doenças de pele, em razão de sua ação bactericida.

O uso atualmente tem respaldo científico: estudos comprovam as suas propriedades antisépticas.

Também foram bem difundidos seus poderes contra picadas de insetos e aranhas por sua propriedade de acalmar a dor (ação anestésica) e evitar a tumefação do local (ação anti-inflamatória).

No Brasil, especialmente no Sudeste e no Sul, devido à influência dos imigrantes japoneses, a bardana é utilizada também na culinária, podendo ser encontrada em algumas feiras livres, embora ainda não tenha sido muito difundida.

No Japão é mais utilizada que a própria cenoura na culinária do dia-a-dia. Podemos preparar tempurás, sopas, refogá-la apenas em óleo de soja, cozinhá-la junto com arroz, colocá-la em refogados de carne, etc. [3]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=34
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Registro atualizado em: 11/01/2014 01:27:35, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Bisnaga (Ammi visnaga)

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NOME CIENTIFICO: Ammi visnaga
NOME(S) POPULAR(ES): Bisnaga, bisnaga-das-searas, funcho-silvestre, nichos-de-perdiz, paliteira, erva-de-bispo
FAMILIA (Cronquist): Umbelliferae
FAMILIA (APG2): Apiaceae
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Entre os mais recentes tratamentos para o vitiligo está o kellin, feita com base no extrato de Ammi visnaga.

Ele é aplicado na pele e a pessoa deve se expor ao sol ou à radiação ultravioleta do tipo A (UVA).

O produto, porém, ainda não é vendido no Brasil e não há consenso em relação à eficácia.[5]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=15408
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Registro atualizado em: 09/01/2014 16:46:33, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Amêndoa-Lopo (Plukenetia volubilis)

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NOME CIENTIFICO: Plukenetia volubilis
NOME(S) POPULAR(ES): Amêndoa-Lopo, Ticazo, Amendoim-dos-Incas
FAMILIA (Cronquist): Euphorbiaceae
FAMILIA (APG2): Euphorbiaceae
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Os Incas tinham na base de sua alimentação a ingestão de sementes e óleo da Amêndoa Lopo.

Fonte de ácidos graxos ômega 3, 6 e 9.

O Ômega 3 (ácido alfa linolênico), vem merecendo atenção especial nas indústrias alimentícias, cosméticas, farmacêuticas e industriais.[2]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=14083
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Registro atualizado em: 08/01/2014 15:42:28, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Sabugueiro (Sambucus nigra)

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NOME CIENTIFICO: Sambucus nigra
NOME(S) POPULAR(ES): Sabugueiro
FAMILIA (Cronquist): Caprifoliaceae
FAMILIA (APG2): Adoxaceae
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=151
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Registro atualizado em: 07/01/2014 04:12:46, por Anderson Porto.
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