Popularmente conhecida como ipê-roxo, é uma das espécies que vêm sendo estudadas por ser de alto valor econômico, considerando-se as finalidades de sua madeira e extrativos foliares, e pela diminuição preocupante do número de indivíduos que ainda são[…]
NOME CIENTIFICO: Tabebuia heptaphylla
NOME(S) POPULAR(ES): Ipê roxo, Ipê rosa, Abroé, Graraíba, Ipê, Ipê-de-flor-roxa, Ipê-piranga, Ipê-preto, Ipê-rosa, Ipê-roxo-anão, Ipê-uva, Pau-d`arco, Pau-d`arco-rosa, Pau-d`arco-roxo, Peúva, Piuva.
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ficha: http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=98
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Tag: Pau D’arco
Ação anti-tumoral e antibiótica reconhecidos no Ipê Roxo
Lapachol e outras naftoquinonas são creditadas como substâncias antitumorais e antibióticas, presentes no Ipê-Roxo (Tabebuia impetiginosa, também chamado de Pau D’arco ou Lapacho e Taheebo).
Ele tem um poderoso antioxidante, cuja presença é associada a habilidade da plantas de sobreviver em altitudes com grande concentração de ozônio.
O Ipê-Roxo também contém indol, que estão presentes na família das crucíferas e são conhecidos por tornarem-se ativos na desintoxicação carcinogênicas e na promoção de atividade anti-oxidante.
18 quinonas fazem parte de seus constituintes mais importantes, incluindo naftoquinonas e antraquinonas, que raramente ocorrem juntos numa mesma planta. As naftoquinonas lapachol, B-lapachona e xiloidona são consideradas importantíssimas.
O Ipê-roxo também contém quercetinas, lapachenol, carnosol, indol, coenzyma Q, alcalóides como tecomina, ácidos hidroxibenzóicos, e saponinas.
A primeira substância pesquisadas extensivamente foi descoberta em 1956, no Brasil: o lapachol, bactericida. No ano seguinte, a mesma equipe isolou o a- e b-lapachona, e a xyloidona. Esses constituintes são comprovadamente fungicidas e bactericidas.
O Ipê-roxo também demonstra atividades anti-parasitária e anti-virais, e tem se mostrado efetivo como fungicida no tratamento de infestações por Candida albicans e micoses.
(Excerto de artigo publicado por Oswald, Edward H. “Lapacho”. British Journal of Phytoterapy, Vol. 3, No.3, 1993/94, pp 112-117, adaptado por Arnaldo V. Carvalho)
Fonte: [ Portal Verde ]

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