Invenção, já patenteada e em processo de conclusão, tem capacidade para retirar 600 quilos de polpa por dia
Da Agência Sebrae de Notícias

Em muitos casos, o espinho do pequi é considerado algo ruim, negativo e sem valor. Mas para o professor aposentado e engenheiro florestal Fernando Carvalho da Silva o descarte da fruta representa uma nova oportunidade de negócio.
O conhecimento adquirido ao longo dos seus 40 anos de experiência como engenheiro agrônomo resultou na criação de uma máquina despolpadora. O equipamento retira 60 quilos de polpa por dia. Hoje esse trabalho é feito manualmente.
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