UEM vai produzir medicamentos para vitiligo e câncer de próstata

por Flávia Martini

O medicamento para o vitiligo entra agora em fase de ensaios clínicos avançados

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) vai produzir dois produtos farmacêuticos destinados ao tratamento do vitiligo e do câncer de próstata. O governo do Estado já autorizou a assinatura do convênio com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, e a Steviafarma Industrial S.A. O projeto tem recursos da ordem de R$ 1,1 milhão, 20% dos quais serão investidos pela Steviafarma.

O medicamento para o vitiligo, à base de extrato de plantas e cujos resultados in vitro demonstraram grande potencial, entra agora em fase de ensaios clínicos avançados. Será testado em portadores da doença supervisionados por dermatologistas do Hospital Universitário. Coordenado pelo professor Celso Vataru Nakamura, o projeto, denominado “Desenvolvimento e Produção de Formulações Farmacêuticas para o Tratamento do Vitiligo e de Câncer de Próstata”, está sendo conduzido pelo Departamento de Análises Clínicas e pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da UEM.

O medicamento para a prevenção e o tratamento do câncer de próstata será produzido a partir de isoflavona de soja. Segundo o professor Benedito Prado Dias Filho, responsável por esta parte do projeto, a literatura especializada indica que os fermentados de soja possuem um tipo de isoflavona mais eficiente do que as encontradas naturalmente em grãos. Com base nisso, a Unicamp desenvolveu um processo de fermentação, patenteado pela empresa Steviafarma.

A intenção, conforme Dias Filho, é utilizar a nanotecnologia (ciência aplicada em escala nanométrica – um nanômetro equivale a um bilionésimo de metro) no sentido de produzir nanopartículas dessa substância com o objetivo de melhorar a liberação e a absorção da droga pelo organismo. As nanocápsulas serão ministradas por via oral para a prevenção e o tratamento da doença.A previsão de lançamento dos produtos, no mercado, é de dois a três anos. Estão envolvidos nos projetos um grupo de 24 pesquisadores da UEM e da Steviafarma.

Fonte: [ Jornal da UEM ]


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Autor: Anderson Porto

Desenvolvedor do projeto Tudo Sobre Plantas

10 comentários em “UEM vai produzir medicamentos para vitiligo e câncer de próstata”

  1. gostaria de receber mas informaçoes sobre a pesquisa de vitiligo, achei a materia muito interessante. quem tem vitiligo torce por uma soluçao.

  2. Tenho duas filhas com Vitiligo, uma com 30 anos que tem vitiligo desde os dez e outra com 27 anos que inclusive é médica, que iniciou o vitiligo quando ela estava fazendo prova para residència em Clinica Médica,essa atualmente é Supervisora Provincial da Provincia de Gaza em Moçambique pela Universidade de Columbia-USA, e a mais velha é Doutouranda em Engenharia de Telemática pela Universidade de Twente-Holanda.Fiquei muito interessado pela pesquisa feita pela UEM e gostaria de receber mais informações.

  3. MUITISSIMO INTERESSANTE ESSA MATERIA SOBRE O VITILIGO, DEIXO AQUI ANTECIPADAMENTE MEUS PARABENS PELA INICIATIVA,PESSO QUE SE POSSIVEL QUE ME ENVIE INFORMAÇÕES QUANDO TIVER, TAMBEM GOSTARIA QUE TODOS OS LEITORES INTERESSADOS NO TRATAMENTO DO VITILIGO QUE TAMBEM ENTRASSEM EM CONTATO COMIGO, POIS PODE FIXAR MEU EMAIL AQUI PARA FACILITAR CONTATOS. euzebioivp@ymail.com obs. tambem tenho vitiligo desde 2009

  4. Li agora pela manhã os trabalhos das pesquisas dos professores da UEM/PR; onde eu já conhecia os bons projetos que sempre foram desenvolvidos por grande maioria dos docentes dessa grande Instituição; isso quando eu era ainda Docente do Ensino Superior da primeira UNITINS, iniciada em 1991. Hoje já sou aposentada, mas continua com os projetos de coletas etnobotânica medicinal junto aos povos do cerrado do Tocantins. Tenho plantas reservadas para pesquisas em diversas áreas; principalmente em doenças crônicas. E, em especial, no vitiligo, e afirmo que não é a planta mama-cadela, esta já está quase se tornando um medicamento(…). É um arbustivo da família Leguninosae sp. de fácil produção em escala comercial; eu já venho estudando-a desde 1992. E para o controle e desaparecimento do CÂNCER de Próstata, tenho uma outra planta que estudo também da mesmo época, mas ainda não encontrei nenhum parceiro para realizar os estudos farmacognósticos dessa planta. Ela tem pouco estudo publicado. O que existe é somente nas informações populares e quase despercebidas por tudo o que o seu biopotencial é capaz de resolver , não somente no câncer de próstata. É um dos anestésicos, em especial, de mucosa qu age numa velocidade que eu ainda desconheço uma outra substância (acredito) ser com grande conjunto de alcalóides; um verdadeiro coquetel que levaremos o resto de nossas vidas e nunca vamos conseguir decifrá-los nesta geração, somente as futuras que serão capazes de identificá-las. Essa planta cicatriza com uma espantosa velocidade também. Eu estou com 67 anos e somente uso esta planta para todas as doenças típicas da velhice. Desde 1977 que iniciei os meus estudos com plantas medicinas no Paraná, mais precisamente na antiga FAFIJA, hoje uma universidade. Externo, em especial, os meus parabéns aos Professores NAKAMURA e EUDÓXIO. Se puderem retornar um contato fico agredecida: Bióloga Ana Lourenço da Rosa . Porto Nacional. Tocantins BRASIL.

  5. Em tempo: fazendo uma correção no comentário das pesquisas do UEM, no Paraná; onde citei o nome do sr. Eudóxio, que também fez comentário sobre as pesquisas de vitiligo e câncer de Próstata, o pesquisador é o Sr.Prof. Benedito Prado DIAS FILHO ; em especial que coordena os trabalhos do VITILIGO. Espero ter esclarecido o engano e desculpas se for o caso. Deve ter sido a emoção de ter encontrado dois trabalhos de tamanha importância nas curas dessas duas doenças incríveis, crônicas, de difíceis curas; impossível ficar passível diante de tamanho valor científico para a humanidade. Quando citei o nome do Sr. Eudóxio, no lugar do Prof. Benedito, isso foi por conta do comentarista ser portador do vitiligo e estar esperando por ser curado desse mal. Sanado o equívoco, agradeço a compreensão de todos. Ana Lourenço da Rosa. Tocantins. BRASIL Mas, leiam este artigo, vale apena mesmo!!!

    1. OLÁ ANA LOURENÇO DA ROSA BOM DIA,TUDO BEM?
      PARABENS PELO SEUS CONHECIMENTOS.
      QUERO AQUI TE PEDIR QUE SE POSSIVEL VOCE TIVER REMEDIO OU DICA QUE ENTRE EM CONTATO COMIGO POR ESSE EMAIL QUE SE ENCONTRA NO COMENTARIO ACIMA, ANTECIPADAMENTE LHE AGRADEÇO PELA SUA ATENÇÃO COM O CASO E COM AS PESSOAS.
      FORTE ABRAÇO E FELIZ PASCOA PRA VOCE E TODA SUA FAMILIA.

  6. Somente hoje é que foi possível ler os últimos comentários desde site; onde com muita satisfação e alegria enorme de encontrar mensagem de Euzébio para mim. Depois enviarei um aparte para ele com referência ao vitiligo. Pois seria muita irresposabilidade de minha parte profissional e ética citar o nome, mesmo que o popular para a regressão paulatinamente das manchas desse mal tão inofensivo de um lado e tão desolador do outro. Isso somente sob o ponto de vista estético. Pelo que eu saiba, o vitiligo esá diretamente ligado ao mais profundo dos estados psíquicos das nosas almas. Isso eu venho estudando e consultando as pessoas que são portadoras desse episódio. Esse tipo de situação estética, tem sua origem num determinado momento de grande choque emocional de uma pessoa. E se isso desencadeia tanto o vitiligo, a psoríase, e outras doenças que têm sinergismo afetado por fortes emoções. E se a gente inverter o processo da descrença, da decepção, e usar uma determinada planta medicinal que tenha ações bioativas nas mais profundas sinergias holísticas das nossas forças energéticas psicofisiológicas – tudo reunido, com as máximas vontades – o organismo vai colaborar e produzir hormônios diversos para fazer os nossos órgãos a corrigir coisas que só Deus não duvida; porque a medicina alopática chama esse evento de ação/placebo. Que dê o nome que quiser! O importante, mesmo sem ter como a gente poder explicar, a planta funciona! Agora como e por quê funciona desse modo, vai demorar muitos séculos para a ciência que temos conhecimento de como tudo isso funciona dentro do nosso organismo. Os que não aceitam e não acreditam no poder oculto das plantas medicinais estão esperando elas começarem a falar; pois mensagens fenotípicas e genotípicas, isso elas já sabem demonstrar. Feliz do pesquisador que já sabe decodificar e ler o que as plantas medicinais expressam. É bom começar a estudar a etnometodologia interpretacionista qualitativa. E por aí vai longe. Falarei posteriormente com Euzébio. Respondendo ao nosso nobre responsável por este site, ANDERSON PORTO: eu não possuo página na internet, inclusive tentei organizar um blog, e eu mesma não consigo acessar a aminha própria criação; imagine se alguém vai conseguir deixar algum comentário nesse meu blog inacessível. Não tenho condições de manter nenhum tipo de página, pois precisamos de encontrar patrocinadores que acreditem nas nossas capacidades e nos nossos extensos trabalhos já realizados ainda sem publicações; issa nas áreas das plantas medicinais e educação socioambiental (…). Ana Lourenço da Rosa. Contatos Cientificos/Plantas Medicinais. Tocantins. BRASIL.

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