Zea mays L.

FAMÍLIAPoaceae
Nomes Populares:
milho
Crescimento rápido, Jard. Sol pleno.

Apresentação

Introdução

O milho branco é uma planta de grande importância para a alimentação humana, pois é rica em amido, proteínas e fibras. Por causa desse valor nutricional, ele se tornou um alimento fundamental, especialmente em países em desenvolvimento, sendo usado tanto para consumo humano quanto para alimentar animais. O milho é uma das culturas mais plantadas no mundo. Além de servir de alimento, ele também é usado para produzir energia e em várias indústrias. A qualidade nutricional do milho branco pode variar dependendo da quantidade de matéria seca, proteínas, açúcares, gorduras, fibras, amido e minerais, o que define para que finalidade ele é mais adequado. Existem dois tipos principais de milho, classificados pela cor: o amarelo e o branco. O milho amarelo é mais usado para ração animal e na indústria, enquanto o branco é consumido principalmente como alimento, sendo muito comum na África e na América do Sul. Na Turquia, o cultivo do milho branco começou na Região do Mar Negro no século XVI e, desde então, tornou-se uma parte essencial da agricultura e da culinária local. Atualmente, é usado para fazer pão, sopa de milho e diversos pratos típicos. [1]

O milho (Zea mays L.) é uma das culturas de cereais mais importantes comercialmente, sendo uma fonte crucial de alimento, ração, forragem, etanol, óleo e matérias-primas industriais em todo o mundo. É cultivado em quase 205 milhões de hectares globalmente, produzindo cerca de 1263 milhões de toneladas de grãos e contribuindo substancialmente para a segurança alimentar na Ásia, África e América Latina. [2]

O milho (Zea mays L.) é uma das plantas mais cultivadas em todo o mundo e possui um sistema de fotossíntese muito eficiente, conhecido como C4. [3]

Variedades

Existem diferentes tipos de milho, como o milho local comum (Zea mays L), o milho doce (Zea mays saccharata) e o milho híbrido (Zea mays indurate). [4]

Foi utilizado o cultivar híbrido de milho chamado 'Furat'. [5]

As variedades testadas foram: Rampur Composite, Manakamana-1 e Arun-2. [6]

Sinonímia

Thalysia mays

História

Na Turquia, o milho branco começou a ser plantado na Região do Mar Negro no século XVI e, desde então, se tornou uma parte fundamental da agricultura e da culinária local. [1]

Ocorrência e Ecologia

Distribuição geográfica

O milho branco é um alimento básico, especialmente na África e na América do Sul. [1]

O milho (Zea mays L.) é uma planta que se adapta bem e é amplamente cultivada em regiões de clima tropical e subtropical. [7]

Essas plantas são nativas do México. [8]

Habitat

A variedade parviglumis cresce em locais quentes e úmidos, geralmente abaixo de 1800 metros de altitude. Já a variedade mexicana prefere ambientes mais secos e frios, encontrados acima de 1800 metros. [8]

Altitude

623 metros acima do nível do mar [7]

33 metros acima do nível do mar [5]

247 metros acima do nível do mar [9]

Origem

É cultivado em todo o mundo. Na Índia, por exemplo, é plantado principalmente como alimento para pessoas e para a criação de animais. [10]

A amostra de milho (Zea mays L.) utilizada foi coletada no próprio Egito, em sua região de origem. [11]

Milho tropical [2]

Clima

A região tem um clima semiárido, caracterizado por verões muito quentes e secos, com temperatura média de 44°C, e invernos frios, com temperatura média de 9°C. A precipitação anual média é baixa, de apenas 120 milímetros de chuva por ano. [5]

O milho é uma cultura muito sensível à falta de água, principalmente quando está soltando o pendão e enchendo os grãos. A seca nesses momentos cruciais pode atrapalhar o desenvolvimento da planta, diminuir a produção e prejudicar tanto o lucro do agricultor quanto o abastecimento de alimentos. [9]

A doença tem distribuição mundial, ocorrendo predominantemente em áreas com umidade relativa do ar entre 75% e 90% e temperatura entre 22°C e 25°C durante a estação de cultivo. [12]

Ciclo

A liberação do pólen das flores aconteceu em um período de tempo relativamente curto, entre 73,7 e 78,1 dias após o plantio. [1]

Fenologia

A fase ideal para colher o milho para silagem é quando os grãos estão no estágio conhecido como 'meia-linha do leite'. À medida que a planta amadurece, o teor de amido tende a aumentar e o de fibra (FDN) tende a diminuir. No entanto, colher muito tarde também pode reduzir o teor de proteína bruta e aumentar os teores de lignina e outras frações de fibra menos desejáveis. [13]

As fases de crescimento mencionadas são a vegetativa (aos 21 dias) e a de maturação (128 dias após o tratamento). [14]

Morfologia

Características

Um tipo ideal de milho para silagem produz muita biomassa e tem uma estrutura de planta adequada, o que garante alta produção de massa verde e seca, com bom valor alimentar. As variedades ideais geralmente têm entre 46% e 50% de grãos na composição, para atender às necessidades de amido na dieta dos animais, sem perder a alta produtividade. Uma proporção de pelo menos 30% de grãos é considerada boa. A forma da planta também é muito importante para a qualidade da silagem: mais folhas, folhas maiores, folhas mais eretas e voltadas para cima melhoram a captação de luz e a produção de biomassa. A proporção preferida entre folhas e caule fica entre 0,20 e 0,32, e as plantas com mais folhas são geralmente as melhores. A característica de permanecer verde por mais tempo ('stay-green') retarda o envelhecimento da planta, prolonga o período de fotossíntese, melhora a produção, aumenta o teor de açúcares e proteínas e torna a planta mais resistente a quedas e doenças. A melhor época para colher o milho para silagem é quando os grãos estão no estágio de 'meia-linha do leite'. Colher muito cedo pode prejudicar a fermentação porque a planta tem muita umidade. Colher muito tarde pode reduzir o sabor e a digestibilidade para os animais. Conforme a planta amadurece, a quantidade de amido tende a aumentar e a de fibra (FDN) a diminuir, mas uma colheita excessivamente tardia também pode reduzir a proteína e aumentar a lignina e outras fibras menos digestíveis. Em geral, uma silagem de milho de alta qualidade tem um teor de matéria seca adequado, é rica em amido, tem proteína suficiente, é bem digerida pelos animais, tem níveis moderados de fibra e fermenta de maneira eficiente. Além disso, as plantas para silagem devem ter caules fortes e resistência a tombamentos. Resumindo, as características principais de um bom milho para silagem são: alta produção de biomassa, proporção adequada de grãos, envelhecimento tardio das folhas, caule robusto e alta digestibilidade. [13]

A semente de milho tem uma casca externa protetora. A parte interna, chamada endosperma, é rica em amido, que funciona como a principal reserva de energia e alimento para o embrião em crescimento. O embrião possui uma estrutura chamada escutelo. A região onde o broto se forma é inicialmente rica em proteínas, açúcares e outras substâncias, que também estão presentes nas células ao redor e nos espaços entre elas. [15]

O milho é uma cultura essencial em todo o mundo, fornecendo alimento, ração animal e matéria-prima para bioenergia. No entanto, a planta é muito sensível ao estresse causado pelo sal no solo. Esse problema dificulta sua capacidade de absorver e usar nutrientes importantes, como nitrogênio, fósforo e potássio, o que acaba reduzindo sua produtividade e afetando a segurança alimentar. [5]

Caule

O caule pode ser aproveitado como alimento para animais, para fazer polpa (usada em papel), papel e como combustível. [4]

Em experimentos, a parte do caule das mudas de milho conhecida como mesocótilo é citada como local para aplicação de hormônios vegetais. [16]

O comprimento da parte aérea (caule e folhas) foi medido, alcançando até 65,66 cm com a aplicação de reguladores. [14]

Casca

A casca da semente de milho, que é a camada mais externa chamada pericarpo, tem poros entre as células que não encolhem nem se deformam quando a planta enfrenta estresse salino. Já em condições normais, sem estresse salino, os espaços entre as células do pericarpo se abrem rapidamente. [15]

Folhas

A forma da planta é muito importante para a qualidade da silagem. Ter mais folhas, folhas com área maior, folhas com ângulo mais fechado (mais eretas) e orientadas verticalmente melhora a capacidade da planta de fazer fotossíntese e, consequentemente, produzir mais biomassa. A proporção ideal entre o peso das folhas e o peso do caule varia de 0,20 a 0,32. Plantas com maior número de folhas são geralmente preferidas. A área das folhas está diretamente relacionada à produção de matéria seca e de grãos. [13]

As folhas são utilizadas para tratar inflamação nos rins, pedras na vesícula, pedras nos rins, dor no coração e podem ter efeito abortivo[4]

Quando o milho cresce em solos com falta de fósforo, as plantas podem ficar pequenas e com folhas reduzidas. Os primeiros sinais da falta desse nutriente aparecem como amarelamento nas pontas e bordas das folhas, que depois adquirem uma coloração arroxeada ou avermelhada. Essa descoloração vai se espalhando em direção à base da folha, até que a ponta fique marrom e morra. [17]

Flores

A formação dos poros respiratórios (estômatos) no milho acontece em seis etapas consecutivas, envolvendo três divisões celulares assimétricas e uma divisão simétrica. O processo começa com células especiais que se multiplicam em fileiras específicas perto da base da folha. A primeira divisão forma uma célula-mãe, que dará origem às células-guarda. Em seguida, divisões nas células vizinhas formam as células auxiliares. Por fim, a célula-mãe se divide ao meio, formando duas células-guarda imaturas. Essas quatro células especiais amadurecem e se expandem, formando juntas um poro respiratório completo e funcional. [16]

A falta de fósforo pode prejudicar a polinização da parte feminina da planta (a espiga), resultando em uma espiga mal formada, com grãos secos ou até mesmo sem frutos. [17]

Características importantes do desenvolvimento, como a época em que a planta floresce, são controladas por fatores genéticos. Esses fatores são cruciais para que a planta se adapte bem ao ambiente onde é cultivada. [13]

Frutos

Para uma silagem ideal, os tipos de milho geralmente devem ter entre 46% e 50% de grãos na sua composição. Isso atende às necessidades de amido na dieta dos animais e, ao mesmo tempo, mantém a alta produção de biomassa. Uma proporção de grãos de pelo menos 30% é considerada desejável. [13]

O fruto do milho (a espiga com os grãos) gera cerca de 30% de resíduo, que é a parte central, chamada de sabugo ou espiga. [4]

A deficiência de fósforo pode atrapalhar a polinização da espiga feminina, levando à formação de espigas mal preenchidas, com grãos secos ou à completa ausência de frutos. [17]

Sementes

A semente de milho é composta por uma casca externa, uma parte interna rica em amido (o endosperma) e o embrião. O amido é o principal carboidrato armazenado no endosperma. Uma camada de células no endosperma contém proteínas. O embrião inclui uma parte chamada escutelo. Quando a semente começa a germinar, as paredes das células do endosperma ficam mais visíveis, com um aumento de substâncias como pectina. [15]

Os grãos (sementes) são usados para estimular a produção de leite materno, tratar pedras nos rins, febre pós-parto, dor no coração e dificuldade para urinar. [4]

Pesquisas mostram que, se as sementes de milho já germinam com falta de fósforo, a planta pode continuar apresentando sintomas dessa deficiência mesmo que receba fósforo suficiente em fases posteriores do seu crescimento. [17]

Raízes

Em 250 linhagens diferentes de milho, observou-se uma redução significativa no comprimento, área superficial, volume e número de pontas das raízes, variando entre 24% e 38%, enquanto o diâmetro das raízes aumentou 13% sob condições de estresse. [2]

Em solos pobres em fósforo, o milho pode desenvolver raízes frágeis e pouco desenvolvidas. A deficiência desse nutriente prejudica diretamente o crescimento das raízes, fazendo com que seu volume diminua. [17]

Durante procedimentos experimentais, as raízes principais e as raízes seminais das mudinhas de milho são cortadas. [16]

Exsudatos

O milho (Zea mays L.) apresenta uma estrutura porosa e solta, com grande área superficial, o que lhe confere capacidade de adsorver substâncias. [11]

A epiderme das folhas libera substâncias produzidas pelo metabolismo da planta. [16]

Os estigmas do milho (Maidis stigmata) são usados para fins medicinais. Eles contêm flavonoides (0,1-6,3%), saponinas (3%), óleos voláteis (0,2%), sais de cálcio e silicato, vitaminas C, E, K, carboidratos e alantoína. Têm ação diurética, ajudam a acalmar a cistite crônica e aumentam a secreção biliar, auxiliando na eliminação de água dos tecidos e beneficiando condições cardíacas e obesidade. [18]

Aroma

A biomassa do milho (Zea mays L.) é composta principalmente por celulose, hemicelulose e lignina. [11]

O aroma das folhas verdes é composto por substâncias voláteis que atuam como sinais importantes para proteger as plantas contra diversos tipos de estresse, como ataques de insetos, infecções por doenças e condições ambientais adversas, como seca, frio e calor. [19]

Cultivo e Reprodução

Tipos de solo

No campo de Beibei, o solo era do tipo franco-arenoso, com pH 6,6. Já no campo de Hechuan, o solo também era franco-arenoso, mas com pH 7,3. [17]

O solo do local do experimento foi classificado como argiloso siltoso. Ele apresentava um nível moderado de salinidade desde o início, com uma medição inicial de condutividade elétrica (ECe) de 5,8 dS m⁻¹. O pH do solo era de 7,6 (levemente alcalino) e o teor de matéria orgânica era baixo. [5]

A toxicidade do alumínio (Al) é um grande obstáculo para a produção de milho tropical em solos ácidos, prejudicando principalmente o crescimento das raízes. [2]

pH do solo

O solo do campo de Beibei apresentava pH 6,6, enquanto o do campo de Hechuan tinha pH 7,3. [17]

Produtividade

O sistema de plantio em canteiros largos (PSM) com 100% da água necessária para a cultura (ETc) produziu 84,04 sacas por hectare, um resultado tão bom quanto usar 20% a mais de água (120% ETc) e significativamente melhor do que o método tradicional de inundação, que rendeu 75,44 sacas por hectare. Usando o PSM com apenas 80% da água necessária, a produção foi de 71,10 sacas por hectare, um resultado semelhante ao do método tradicional e ao do plantio em sulcos estreitos (NM) com 100% de água. [9]

Os híbridos H2, H14 e H15 podem produzir até 11 toneladas por hectare, um rendimento semelhante ao da variedade P32. [7]

A quantidade de grãos colhida foi significativamente afetada pelos diferentes níveis de salinidade e pelos tratamentos aplicados. A combinação específica de tratamentos, chamada de T₃, produziu consistentemente os melhores resultados em todos os níveis de salinidade testados. [5]

Época de plantio

As sementes foram plantadas manualmente entre os dias 5 e 6 de maio, nos anos de 2020 a 2024. [1]

A época indicada para o plantio é no início de março. [20]

A melhor época para plantar é durante a estação das chuvas. [21]

Germinação

Para o plantio, selecionam-se grãos de milho das variedades B73 ou W22 que estejam inteiros e sem sinais de mofo. O plantio é feito em uma mistura estéril de vermiculita, solo nutritivo e terra preta (na proporção 1:1:1), a uma profundidade de 2 cm. Em um recipiente quadrado de 5x5x5 cm, plantam-se 4 grãos. No dia do plantio, adicionam-se 100 ml de água estéril para umedecer todo o solo. A caixa é mantida em uma incubadora com temperatura de 26°C (durante o dia) e 23°C (à noite), e um ciclo de 16 horas de luz e 8 horas de escuridão. Três dias após o plantio, adicionam-se mais 100 ml de água estéril. Após cinco dias, já é possível ver a ponta da muda (coleóptilo) emergindo do solo. Uma semana após a semeadura, a primeira folha verdadeira da planta começa a surgir, saindo de dentro do coleóptilo. [16]

A germinação das plantas foi melhor no solo argiloso vermelho do que no franco-arenoso, independentemente da profundidade. Em ambos os solos, a melhor taxa de germinação ocorreu aos 10 dias após o plantio e quando as sementes foram colocadas a 7 cm de profundidade. No solo franco-arenoso, observou-se que todas as plantas já haviam germinado até 15 dias após o plantio nas condições do local de estudo, Rampur. [6]

Os tratamentos com AIA e Boro foram aplicados 14 dias após as sementes germinarem. [14]

Forma de plantio

O plantio foi feito em uma área total de 9 metros quadrados. Cada área de plantio tinha duas fileiras, com 70 centímetros de distância entre elas. As sementes foram colocadas a cada 15 centímetros dentro da fileira, totalizando 40 plantas por fileira e 80 sementes por área de plantio. [1]

O plantio pode ser feito de diferentes formas: em canteiros recém-preparados, em sulcos ou em áreas planas. [22]

O plantio deve ser feito com um espaçamento que resulte em 83.333 plantas por hectare[21]

Espaçamento

As plantas foram dispostas com 60 centímetros de distância entre as fileiras e 20 centímetros entre cada planta dentro da mesma fileira. [9]

70 centímetros de distância entre as fileiras e 15 centímetros entre as plantas dentro da mesma fileira. [1]

Profundidade

As sementes foram plantadas em três profundidades diferentes: 7, 14 e 21 centímetros. [6]

Cultivo

O experimento foi realizado durante a estação de crescimento de 2024. Cada área de plantio media 3 metros de largura por 4 metros de comprimento (12 m²). Nessas áreas, o milho foi plantado em quatro fileiras, com 75 centímetros de distância entre elas. Dentro de cada fileira, as plantas foram espaçadas em 25 centímetros uma da outra. Para garantir que todas as plantas tivessem a mesma nutrição básica, foi aplicada uma quantidade padrão de fertilizantes em todas as áreas: 200 kg de nitrogênio, 80 kg de fósforo (na forma de P₂O₅) e 60 kg de potássio (na forma de K₂O) por hectare, usando ureia, superfosfato simples e sulfato de potássio. [5]

O milho de primavera foi plantado nos dias 21 de fevereiro de 2023 e 9 de fevereiro de 2024. O plantio foi feito em canteiros largos, na direção leste-oeste, usando uma semeadora pneumática. Foram usados 25 kg de sementes por hectare, com as plantas dispostas em fileiras distantes 60 cm umas das outras e com 20 cm entre cada planta na mesma fileira. O controle de ervas daninhas, pragas e doenças seguiu as práticas agrícolas padrão. [9]

As plantas foram inicialmente cultivadas em estufa por três semanas, usando bandejas com 105 células para as mudas. Depois desse período, foram transplantadas para o campo experimental. [23]

Irrigação

A irrigação com déficit (usando menos água do que a planta poderia consumir) economiza água de forma significativa. Combinar o plantio em canteiros largos (PSM) com 80% da água necessária economiza 20% de água sem reduzir a colheita de forma importante. Já a irrigação por inundação, muito comum, desperdiça muita água por evaporação, escorrimento e infiltração profunda no solo, sendo um método pouco eficiente. [9]

Foi utilizado um sistema de irrigação por gotejamento, que fornecia água semanalmente para manter a umidade do solo em 80% de sua capacidade ideal. Os tratamentos com diferentes níveis de sal na água de irrigação começaram a ser aplicados quando as plantas tinham quatro folhas e continuaram durante toda a estação de crescimento. [5]

A rega foi feita manualmente, com uma quantidade medida para cada vaso, no plantio e depois semanalmente. [14]

Adubação

O estudo comparou diferentes tipos de adubação. Um grupo recebeu fertilizantes químicos comuns (CF). Outros grupos receberam composto feito com esterco de gado Hanwoo, em duas quantidades diferentes: uma na taxa padrão (HM_1x) e outra em quantidade quatro vezes maior (HM_4x). O fertilizante químico forneceu quantidades específicas de nitrogênio, fósforo e potássio. A quantidade padrão de composto foi calculada para fornecer uma quantidade de nitrogênio semelhante à do fertilizante químico. A quantidade quadruplicada de composto, logicamente, forneceu muito mais nitrogênio. Todos esses adubos foram aplicados no solo duas semanas antes do plantio das mudas no campo. [23]

Todas as áreas do experimento receberam a mesma quantidade básica de fertilizantes para garantir condições nutricionais iguais: 200 kg de nitrogênio, 80 kg de fósforo (como P₂O₅) e 60 kg de potássio (como K₂O) por hectare. Esses nutrientes foram fornecidos na forma de ureia, superfosfato simples e sulfato de potássio. [5]

A aplicação de ácido indolacético (AIA) e boro (B) nas folhas melhorou significativamente o crescimento e a produtividade da planta. [14]

Reprodução

Antes do plantio, as sementes do cultivar de milho 5018 foram tratadas com um biofertilizante. A aplicação foi de 10 mL do produto para cada quilograma de sementes. [5]

A reprodução é feita por sementes. Foram plantadas de 8 a 10 sementes em cada vaso[14]

A pesquisa realizou dois tipos de cruzamentos. No primeiro, chamado tratamento TK, o milho doce foi a planta-mãe e o milho glutinoso foi o polinizador. No segundo, chamado tratamento KT, o milho glutinoso foi a planta-mãe e o milho doce foi o polinizador. [24]

Colheita

As áreas de plantio foram colhidas quando os grãos estavam no estágio de massa, entre 1 e 6 de setembro de cada ano (2020 a 2024), dependendo do tipo de milho. [1]

A quantidade de grãos produzida foi medida a partir das fileiras centrais de cada área de plantio. Os resultados foram então ajustados para um teor de umidade padrão de 14%, o que permite uma comparação precisa entre os diferentes tratamentos. [5]

Na avaliação do crescimento, as plantas mais altas foram observadas nos grupos que receberam fertilizante químico (CF) e naqueles com a maior quantidade de composto (HM_4x). As plantas que receberam a quantidade padrão de composto (HM_1x) e as que não receberam nenhum tratamento de adubação (NT) foram significativamente mais baixas. [23]

Armazenamento

Depois de colhido, o fruto pode ser guardado na geladeira (a 5°C) por cerca de um mês sem perder qualidade. A variedade PA271 dura até 28 dias, e a SG20, até 35 dias, quando acondicionadas em embalagens plásticas especiais. [25]

Um estudo analisou o armazenamento de espigas jovens de milho a 3°C por 21 dias. Aplicar uma solução de cloreto de cálcio (CaCl₂) a 4% por 4 minutos antes do armazenamento manteve a firmeza da polpa e retardou o surgimento de fibras nas duas variedades. Um tratamento com solução de quitosana a 5 ppm por 4 minutos também manteve melhor a firmeza da polpa. Já uma solução de quitosana a 40 ppm por 4 minutos foi mais eficaz para retardar a formação de fibras. As espigas da variedade 'Mahatsajan' tratadas com CaCl₂ 4% tiveram a menor perda de peso. O tratamento combinado de CaCl₂ 4% com quitosana 40 ppm ajudou a reduzir o teor de fibras na variedade 'Pacific 283'. A combinação de CaCl₂ 4% com quitosana 5 ppm reduziu a taxa de respiração e a atividade da enzima polifenol oxidase (que causa escurecimento) nas duas variedades. [26]

Usos e Propriedades

Doenças

A mancha foliar de turcicum (NCLB) é uma das doenças mais devastadoras que atacam as folhas, podendo causar uma redução séria na produção de grãos, variando de 16% a 98%. A doença é ainda mais destrutiva se aparecer antes do surgimento das espigas. Seu desenvolvimento nos estágios iniciais de crescimento da planta pode levar à morte prematura das folhas. A incidência da mancha foliar de turcicum varia de 95% a 100% em regiões com umidade constante e alta umidade do ar, e a perda na colheita pode chegar a 70%. Está relatado que essa doença causa danos devastadores na maioria das variedades comerciais de milho lançadas no país. [12]

Foram encontrados fungos causadores de doenças, como Fusarium subglutinans, Fusarium proliferatum e Fusarium verticillioides, nas amostras de milho analisadas. [27]

Propriedades

O milho é a escolha predominante para a silagem moderna devido ao seu alto teor energético, às propriedades que facilitam a ensilagem e ao forte sabor que agrada aos animais ruminantes. A característica de permanecer verde por mais tempo ('stay-green') retarda o envelhecimento da planta, prolonga o período de fotossíntese, melhora a produção, aumenta o teor de açúcares e proteínas e confere melhor resistência a tombamentos e doenças. De modo geral, uma silagem de milho de alta qualidade se caracteriza por ter um teor adequado de matéria seca, altos níveis de amido, proteína bruta suficiente, boa digestibilidade para os animais, níveis moderados de fibra e um processo de fermentação eficaz. [13]

Apresenta atividade antibacteriana, antioxidante e de proteção solar (como um filtro solar natural). [4]

O milho branco é muito importante para a nutrição humana por ser rico em amido, proteínas e fibras. Seu valor nutricional varia conforme a quantidade de matéria seca, proteína bruta, açúcares totais, extrato etéreo (gordura), fibra bruta, FDN, FDA, amido e composição mineral. [1]

Toxicidade

Os grãos são completamente seguros para consumo e para o meio ambiente. Testes de toxicidade (EC₅₀) mostraram valores muito altos, acima de 100. Para as cultivares amarelas, os valores ficaram entre 102 e 125, e para as brancas, entre 108 e 135, confirmando que não são tóxicas. [20]

O chorume de biogás ajuda a proteger as mudas de milho dos efeitos nocivos do chumbo. [28]

Princípios ativos

Contém compostos do grupo dos fenóis. [4]

Foram identificados 231 compostos naturais na planta, sendo os mais comuns os flavonoides, terpenos, fenilpropanoides e alcaloides. [29]

Utilização

É uma planta muito versátil. Suas fibras naturais são usadas na fabricação de tecidos. O amido do milho é comum em receitas como sopas, molhos e cremes. As folhas secas (palhas) são usadas em artesanato, como na confecção de bonecas, amuletos trançados e até em embalagens. Os talos podem virar papel e painéis de fibra. As espigas podem ser transformadas em combustível, carvão e solventes. A palha do milho, que antes era um resíduo problemático, agora é vista como uma matéria-prima promissora para produtos ecológicos, como papel, canudos e pratos descartáveis biodegradáveis, ajudando a reduzir a poluição[10]

A espiga do milho pode ser usada tradicionalmente em cosméticos e para tratar acne. As folhas são úteis para tratar inflamação nos rins, pedras na vesícula, pedras nos rins, dor no coração e podem ter efeito abortivo. Os grãos podem ser usados para estimular a produção de leite materno, tratar pedras nos rins, febre pós-parto, dor no coração e dificuldade para urinar. O caule pode ser aproveitado como ração animal, para fazer polpa, papel e combustível. A espiga do milho tem propriedades antioxidantes, de proteção solar e antibacterianas. [4]

É usado principalmente na alimentação humana e na ração animal, especialmente para aves. É matéria-prima para vários produtos importantes da indústria alimentícia. [14]

Partes utilizadas

Folhas, grãos (sementes), caule e espiga (a parte central onde os grãos se fixam). [4]

estigmas (cabelo do milho) [18]

cabelos de milho (os fios da espiga), raízes, brácteas (as folhas que envolvem a espiga), caules, farelo e folhas [29]

Uso medicinal

As folhas são usadas para tratar inflamação nos rins, pedras na vesícula, pedras nos rins, dor no coração e podem ter efeito abortivo. Os grãos são usados para estimular a produção de leite materno, tratar pedras nos rins, febre pós-parto, dor no coração e dificuldade para urinar. A espiga pode ser usada tradicionalmente em cosméticos e para tratar acne[4]

O milho branco é muito importante para a nutrição humana devido ao seu alto teor de amido, proteína e fibra alimentar. [1]

Para uso medicinal, a parte mais utilizada da planta de milho são os estigmas, também conhecidos como 'cabelo do milho'. Eles contêm várias substâncias benéficas, como flavonoides, saponinas, óleos essenciais, sais minerais (cálcio e silicato), vitaminas C, E, K, carboidratos e alantoína. Esses estigmas têm efeito diurético, acalmam a irritação na bexiga em casos de cistite crônica e aumentam a produção de bile. Eles também ajudam a reduzir o acúmulo de líquido nos tecidos do corpo e podem ser úteis no tratamento de problemas cardíacos e obesidade. [18]

Uso culinário

Atualmente, é comumente usado no preparo de pão, sopa de milho e vários pratos locais. [1]

Os grãos de milho são utilizados na culinária. [4]

Uso em cosméticos

A espiga do milho é usada tradicionalmente na preparação de cosméticos. [4]

Uso madeireiro

Os resíduos do milho, como restolho, troncos e raque, são aproveitados na indústria para produção de embalagens de papel, biopolímeros e aditivos alimentares. [30]

As palhas de milho são frequentemente descartadas ou usadas em artesanato e embalagens de cigarro. Os talos de milho servem para fazer papel e painéis de parede; as palhas são empregadas como material de enchimento, amuletos tecidos, bonecas e tamales; as espigas são usadas para produzir combustível, carvão e solventes. [10]

Comercial

Comercialização

Atualmente, é muito usado para fazer pão, sopa de milho e diversos pratos típicos da região. [1]

Dinâmico

Descobertas científicas

A pesquisa descobriu quais partes do DNA do milho e quais genes são responsáveis por fazer as raízes se adaptarem quando há falta de nitrogênio. Isso é muito útil para criar, por meio de melhoramento genético, plantas que aproveitem melhor esse nutriente. A análise de quatro genes importantes mostrou que versões específicas deles, mais comuns no grupo SS de milho, estão ligadas a raízes mais adaptadas e parecem ter sido favorecidas durante o processo de domesticação da planta. [31]

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Para citar esta ficha: SiSTSP — Banco de Plantas Notáveis. Zea mays. Disponível em: https://tudosobreplantas.com.br/Zea_mays/. Acesso em: .

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  • OPENALEX 2021
    2021 ESC Guidelines on cardiovascular disease prevention in clinical practice
    Frank L.J. Visseren, François Mach, Yvo M. Smulders
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  • OPENALEX 2018
    SWISS-MODEL: homology modelling of protein structures and complexes
    Andrew Waterhouse, Martino Bertoni, Stefan Bienert
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  • OPENALEX 2018
    miRBase: from microRNA sequences to function
    Ana Kozomara, Maria Birgaoanu, Sam Griffiths‐Jones
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  • OPENALEX 2018
    Shifting the limits in wheat research and breeding using a fully annotated reference genome
    R. Appels, Kellye Eversole, Nils Stein
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  • OPENALEX 2012
    Double Digest RADseq: An Inexpensive Method for De Novo SNP Discovery and Genotyping in Model and Non-Model Species
    Brant K. Peterson, Jesse N. Weber, Emily H. Kay
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  • OPENALEX 2012
    The tomato genome sequence provides insights into fleshy fruit evolution
    Kenta Shirasawa, Sachiko Isobe, Takakazu Kaneko
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  • OPENALEX 2011
    A Robust, Simple Genotyping-by-Sequencing (GBS) Approach for High Diversity Species
    Robert J. Elshire, Jeffrey C. Glaubitz, Qi Sun
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  • OPENALEX 2011
    A fast, lock-free approach for efficient parallel counting of occurrences of k -mers
    Guillaume Marçais, Carl Kingsford
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  • OPENALEX 2011
    Heavy Metals in Contaminated Soils: A Review of Sources, Chemistry, Risks and Best Available Strategies for Remediation
    R. A. Wuana, F. E. Okieimen
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  • OPENALEX 2009
    The Sorghum bicolor genome and the diversification of grasses
    Andrew H. Paterson, John Bowers, Rémy Bruggmann
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  • OPENALEX 2008
    High-throughput functional annotation and data mining with the Blast2GO suite
    Stefan Götz, Juan M. García‐Gómez, Javier Terol
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  • OPENALEX 2002
    Comparative physiology of salt and water stress
    Rana Munns
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  • OPENALEX 1999
    Preservation of Duplicate Genes by Complementary, Degenerative Mutations
    Allan Force, Michael Lynch, F. Bryan Pickett
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  • OPENALEX 1995
    International Study of Asthma and Allergies in Childhood (ISAAC): rationale and methods
    MI Asher, Ulrich Keil, H R Anderson
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  • OPENALEX 1990
    DNA polymorphisms amplified by arbitrary primers are useful as genetic markers
    John G. Williams, Anne R. Kubelik, Kenneth J. Livak
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  • OPENALEX 1990
    A new method which gives an objective measure of colonization of roots by vesicular—arbuscular mycorrhizal fungi
    Terence P. McGonigle, M. H. Miller, D. G. Evans
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  • OPENALEX 1977
    Superoxide Dismutases
    C. N. Giannopolitis, S. K. Ries
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  • SEMANTIC_SCHOLAR 2023
    ZEA MAys
    Юньпэн Луань, Юнчи Луан, Лю Ланлан
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  • SEMANTIC_SCHOLAR 2022
    Traditional Foods From Maize (Zea mays L.) in Europe
    P. Revilla, M. L. Alves, Violeta Andelković
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  • SEMANTIC_SCHOLAR 2022
    Phytochemical Analysis and Characterization of Corn Silk (Zea mays, G5417)
    Jyoti Singh, B. Inbaraj, Sawinder Kaur
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  • SEMANTIC_SCHOLAR 2022
    Heat Stress-Mediated Constraints in Maize (Zea mays) Production: Challenges and Solutions
    A. El-Sappah, S. Rather, S. H. Wani
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  • SEMANTIC_SCHOLAR 2022
    Sensitivity of Zea mays and Soil Microorganisms to the Toxic Effect of Chromium (VI)
    J. Wyszkowska, Agata Borowik, M. Zaborowska
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  • SEMANTIC_SCHOLAR 2022
    Zea mays (maize)
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  • SEMANTIC_SCHOLAR 2022
    Zea mays subsp. mays (sweetcorn)
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  • SEMANTIC_SCHOLAR 2021
    Endophytic Bacteria Bacillus subtilis, Isolated from Zea mays, as Potential Biocontrol Agent against Botrytis cinerea
    H. Bolívar-Anillo, V. González-Rodríguez, J. Cantoral
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  • SEMANTIC_SCHOLAR 2021
    Corn Starch (Zea mays) Biopolymer Plastic Reaction in Combination with Sorbitol and Glycerol
    M. Hazrol, S. M. Sapuan, E. S. Zainudin
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  • SEMANTIC_SCHOLAR 2020
    Role of Zinc Nutrition for Increasing Zinc Availability, Uptake, Yield, and Quality of Maize (Zea Mays L.) Grains: An Overview
    S. A, S. A, M. N
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  • SEMANTIC_SCHOLAR 2020
    Zea mays lea silk extract mediated synthesis of nickel oxide nanoparticles as positive electrode material for asymmetric supercabattery
    A. C. Nwanya, M. Ndipingwi, Chinwe O. Ikpo
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  • SEMANTIC_SCHOLAR 2020
    The Integration of Bio and Organic Fertilizers Improve Plant Growth, Grain Yield, Quality and Metabolism of Hybrid Maize (Zea mays L.)
    Canhong Gao, A. El-Sawah, D. Ali
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  • SEMANTIC_SCHOLAR 2020
    Physiological and metabolic responses of maize (Zea mays) plants to Fe3O4 nanoparticles.
    Lei Yan, Peiye Li, Xiaopeng Zhao
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